Um hospede especial: o sobrinho dotado (Parte 1) - Ruffus
A presença de Pedro no apê do tio Carlos e Leon reacende desejos proibidos. Entre olhares quentes, ele desperta tentações que o casal julgava adormecidas.
Há 6 anos sou casado com Leon, um professor de 40 anos extremamente atraente e musculoso, com pelos na barriga que me atraem mais do que qualquer tanquinho lisinho e peitos fartos que são frutos da sua dedicação na academia.
Sou Carlos, gerente de uma loja de eletrônicos, tenho 36 anos e sou um maniaco sexual. Junto com o meu marido, realizo todos os fetiches que sempre tive vontade e até os que eu nunca imaginei, mas ele sugere e eu topo. Assim mantemos uma vida sexual ativa mesmo após anos casados, mas estamos há praticamente 2 semanas sem fazer sexo e, quando fazemos, é algo rápido somente para gozar, mas isso tem um nome: Pedro!
Pedro é filho do meu irmão mais velho, um garoto que eu vi nascer e crescer até os seus 12, quando eu mudei de cidade e vim morar na capital com o meu atual esposo. O fato é que agora, aos 18 anos, Pedro passou na faculdade e precisa de um local pra ficar. E como os seus pais não tem condições de alugar um apartamento pra ele no momento, resolvi atender o pedido do meu irmão Camilo e hospedar seu filho na minha casa por algumas semanas, até Pedro conseguir um emprego e achar um local barato mas agradável para morar.
Só que Leon não gostou nada disso, na mente dele nós vamos ter que abrir mão da nossa privacidade e vida sexual por conta do garoto, então ele resolveu me punir desde o momento em que eu disse sim para a proposta de Camilo.
Hoje, numa sexta feira, as 18 horas, depois de conseguir folga no trabalho e organizar toda a casa para recepcionar meu sobrinho, estou aguardando ele chegar de viagem, juntamente de Leon que saiu do trabalho e ja passou no aeroporto para trazer Pedro.
Finalmente ouço a senha ser digitada na porta e a mesma abrir segundos depois, sendo atravessada por um negro lindo que quase ultrapassa meus 1,87 de altura. O garoto usa uma calça moletom cinza e uma regata branca, que deixa seus biceps como os protagonistas do seu corpo.
Seu sorriso ao me ver, faz eu me recordar daquele menino que eu não via há 6 anos e que havia se tornado um lindo homem. Vou em sua direção e lhe abraço, sentindo um perfume fresco porém bem masculino, forte e gostoso, igual ele. Tento esconder a minha admiração pelo homem que meu sobrinho se transformou, mas o meu corpo parece não estar em sintonia com a minha mente, pois o meu volume começa a crescer por debaixo do short branco de linho que eu estou usando. Me afasto e comento com meu sobrinho:
- Como você cresceu e se tornou um homem lindo, Pepê! - me refiro a ele como lhe chamava na infância - Nem sei se posso mais te chamar assim né, olha o seu tamanho!
- Claro que pode, Tio! Só você me chama assim e faz tanto tempo que eu não ouço isso sair da sua boca, só por mensagem quando você responde minhas fotos no instagram
- Mas você ta bem melhor do que no Instagram, meu sobrinho, um negão alto, lindo, cheiroso, puxou o tio - brinco, fazendo ele rir e ouvindo uma risada de Leon, que me fez lembrar que ele também havia chegado - Oi meu amor!
Beijo Leon e fecho a porta, acolhendo minhas duas companhias para os próximos dias.
- Eu vou tomar um banho, tô morto, apresenta a casa para o Pedro e eu volto para jantarmos juntos - meu marido fala
Concordo e faço um pequeno tour pela casa com o meu sobrinho, mostrando a sala, cozinha, varanda e levando ele para o quarto de hospedes, onde ele irá dormir.
- Esse é o seu quarto, Pepê! É simples mas é todo seu, pelo tempo que você precisar
- Seloko tio, quarto dahora desse e você chamando de simples, tem até ar condicionado. Já vi que não vou precisar dormir pelado pra diminuir o calor igual eu faço la em casa - ele rir e eu só consigo imaginar aquele garoto pelado e em como seu pau deve ter crescido desde a ultima vez que eu vi ele sem roupa
- Fica a vontade pra dormir peladão, a cama tem edredom pra você se manter aquecido se o meninão ai embaixo ficar com frio - brinco, mantendo o tom leve da conversa, mas lhe deixando confortável pra dormir sem roupa
- Tô zoando, tio! Valeu por você e o Leon me darem essa força, mas sei dos meus limites como visita
- Limites? Esqueceu que eu era o tio que você mais brincava, moleke?
- Nunca, tio! Mas é que dormir pelado na casa de vocês ja é demais ne
- Se você não se sentir tão a vontade, tudo bem, mas saiba que a porta tem tranca e a chave é só sua, da porta pra dentro é você que manda. Sem contar que eu e o Leon também dormimos pelados e andamos sem roupa pela casa, mas claro que vamos mudar agora que temos você morando com a gente
- Então eu quero lançar um acordo - ele fala e eu ja fico ansioso pra saber o que meu sobrinho vai propor - Já que estamos entre 3 homens adultos, eu não mudarei meus hábitos antigos e vocês também não mudarão, assim todos se sentem em casa
Eu topo e chamo ele pra conhecer o único cômodo da casa que ele ainda não conhece, o meu quarto com Leon. Abro a porta e me surpreendo, vejo no rosto de Pedro que ele também não esperava essa cena. Leon está de costa, enxugando suas pernas com a toalha e, consequentemente, com a bunda empinada em direção a porta. Nitidamente da pra ver o seu rabo redondo e com alguns pelos lisos na cor preta que dava um contraste lindo com sua pele branca.
Ele não nota nossa presença e eu aproveito para fechar a porta e fingir que nada aconteceu, mas vejo Pedro envergonhado e tentando esconder um volume maior no moletom cinza que não estava ali antes. Para quebrar o gelo, eu comento:
- Por essa a gente não esperava né
- Não mesmo, nem sei o que dizer, tio, to morrendo de vergonha - ele diz, ainda com a mão na frente do seu pau
- Não precisa de tanta timidez, Pepê - seguro suas mãos propositalmente para exibir o volume do seu membro - É só a primeira das muitas vezes que você vai ver essa cena, esqueceu do acordo que a gente fez no quarto?
- Eu sei tio, mas ele é seu… você sabe ne
- Ele é meu marido e sim, eu entendo o que você ta sentindo, mas aos poucos você se acostuma… Ou não, porque mesmo depois de 6 anos ele ainda consegue me deixar assim todas as vezes - comento sobre o meu volume, que está duro por viver aquele momento com meu sobrinho, mas deixo ele pensar ser sobre o flagra no Leon
- Porra, tio - ele fala espantado - Escondeu uma garrafa ai dentro foi?
Nós dois rimos mas eu não perco a oportunidade de comentar sobre o volume dele também.
- Nossa família é foda né, só tem pirocudos, ja to vendo que tu também puxou nossa genética né - brinco, apertando o pau dele sobre o moletom e sentindo ele pulsar o membro duro - Ta galudão desde que viu o Leon no quarto
- Foi mal tio, achei que ia dar pra esconder mas porra, impossível não pensar naquela cena. Sei que ele é seu marido mas o cara tem um puta rabão de respeito
Ouvir meu sobrinho falar assim do meu marido me despertou um tesão e um fetiche que eu ainda não explorei: assistir outro cara fodendo o Leon na minha frente, e não é qualquer um, eu quero que seja o Pedro!
- Deixa eu te contar dois segredos, meu sobrinho- falo, enquanto sentamos no sofá aguardando o Leon para jantarmos - Eu e o Leon temos a vida sexual bastante ativa, transamos praticamente todos os dias desde que começamos a namorar e com o tempo isso foi virando um desafio, até que começamos a explorar diversos fetiches e a realizar desejos que tínhamos. Com isso, nos transformamos em um casal sem muitos limites e temos um acordo entre nós dois que é “se nos dar prazer, nada é proibido”.
Consigo ver um sorriso se transformando no rosto dele, mas ainsa há uma duvida.
- E qual é o segundo segredo, tio Carlos? - ele me questiona
- É que eu adoraria dividir a nossa safadeza contigo, Pepê
- Não precisa nem pedir, tio, minha pica ja responde sozinha
Meu sobrinho saca a rola pra fora e exibe um pau preto e grosso, curvado para a esquerda e gigantesco, sem dúvidas ultrapassa 20 centímetros. Não penso duas vezes e agarro seu pau com a minha mão direita, ja me curvando e chupando sua piroca.
- Você não muda mesmo né, safado! Continua o mesmo puto de sempre que adora fazer sacanagem com outro cara da familia - Pedro fala
- Então você lembra das nossas brincadeiras? - questiono surpreso, mas feliz
- Claro, como esquecer do meu tio safado que foi o primeiro a chupar minha rola
- E que ainda vou chupar muito, todos os dias que você estiver aqui em casa - falo, voltando a chupar a rola do meu sobrinho dotado
- Só que dessa vez o titio vai dividir esse pauzão com o marido pervertido dele
Olho para trás e vejo Leon usando sua jockstrap favorita, a vermelha. Seu pau ja esta pra fora da cueca, totalmente duro e sendo punhetado pela sua mão direita. Na esquerda ele segura seu celular, filmando meu boquete no meu sobrinho e se aproxima falando:
- Engole a rola do seu sobrinho, amor, me ensina que daqui a pouco é minha vez de chupar esse garotinho safado
E eu sinto que minha piroca vai explodir de tanto tesão em dividir aquele momento de extrema perversidade com meu marido e meu sobrinho.
CONTINUA…
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Comentários (3)
Luiz: Vai rolar caco de cu pelo apartamento todo
Responder↴ • uid:3v6otnnr6icanônimo: muito bom, faz a continuação com detalhes
Responder↴ • uid:81rf7029zkCarlos T. MP67776: Muito bom o conto
Responder↴ • uid:1e34bn15ytf1