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Puteiro de Garimpo - Parte 10 - Competição

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AnãoJediManco

Vários dias se passaram, e para movimentar o lugar, Nestor pensou em um evento para as vadias.
O corpo de Larissa ainda carrega as marcas da primeira noite. Os buracos cicatrizaram o suficiente para serem usados de novo, mas a dor de fundo e o medo não saíram. Marisa e Jéssica também continuam no mesmo ritmo, trabalho todas as noites, corpos cansados, olhares cada vez mais vazios. A baixinha ainda não voltou do pau de arara. Ninguém fala nela em voz alta.
É no meio da tarde que a porta dos fundos se abre. Nestor entra acompanhado de dois homens armados. Não precisa gritar, só o silêncio dele já faz todas se levantarem.
— Vocês três. A mãe, a filha e a novata. Para a frente.
Marisa, Jéssica e Larissa se olham por um segundo. O estômago de cada uma afunda. Elas avançam, Nestor as examina de cima a baixo, como quem escolhe peças para um jogo.
— Vocês três vão participar de uma competição. Três dias seguidos. Cada dia uma prova diferente. Vocês só vão saber a prova na hora. A que ganhar cada dia leva um prêmio, mas só fica sabendo qual é depois. As duas que perderem… levam castigo. Castigos diferentes, conforme a colocação. E também só vão saber quais são quando a competição inteira acabar.
O silêncio no cômodo é absoluto. Larissa sente as pernas fraquejarem. Jéssica aperta a mão da mãe por trás. Marisa mantém o rosto impassível, mas o maxilar está travado.
Nestor continua, quase sorrindo:
— Nenhuma de vocês pode recusar. Se recusar, o castigo é imediato e pior. Entenderam?
As três acenam com a cabeça. A voz não sai.
— Então vamos para o salão. Hoje é o primeiro dia.
Elas são levadas nuas até o centro do salão. O lugar já está cheio, homens formam um círculo, alguns já com a calça aberta, outros segurando garrafas. Há uma expectativa suja no ar. Nestor sobe num caixote improvisado e fala alto:
— Atenção, galera. Hoje tem competição. Três putas, a mãe, a filha e a novata que eu abri semana passada. A prova de hoje é de boquete.
Risadas e assobios explodem.
— Regras simples. Cada uma vai fazer garganta profunda em quantos paus conseguir. A gente soma o tempo total que cada uma aguentar com o pau enterrado até o saco. Quem tiver mais tempo no final, ganha o dia.
Tem uma prova paralela também. No meio disso tudo, depois da garganta profunda, cada uma vai receber porra na boca. Tem que segurar, sem engolir e sem deixar escorrer. Quem segurar mais quantidade e por mais tempo, leva ponto extra. Se engolir ou derramar, perde.
Ele aponta para as três.
— Podem começar a se preparar. Ajoelhem.
Marisa, Jéssica e Larissa se ajoelham no chão sujo, lado a lado. O medo escorre junto com o suor. Os homens já se aproximam, tirando os paus. Alguns já estão duros só de olhar.
Os comentários começam baixos e logo ficam altos, sem nenhum freio:
— A novata ainda tem cara de quem engasga fácil.
— A filha eu quero ver engolindo até o saco.
— A mãe já deve ter chupado tanto que nem sente mais.
— Quem gozar primeiro na boca delas avisa. Quero ver a cara de quem segurar mais porra.
Nestor bate palmas.
— Começa agora. Cada uma pega um pau, e enfia na garganta fundo. Cronometrista está olhando.
O primeiro homem para na frente de Larissa. O pau é grosso, ela abre a boca tremendo. Ele segura a cabeça dela e enfia de uma vez. A garganta de Larissa fecha na hora. Ela se engasga, os olhos enchem d’água, mas ele mantém fundo, contando os segundos. Ao lado, Jéssica já está com outro pau enterrado até o limite, saliva escorrendo pelo queixo, o olhar desesperado buscando o da mãe. Marisa recebe o terceiro. O homem é mais velho, o pau curvado, e ele fode a boca dela com força, sem piedade, enquanto comenta alto:
— Essa velha ainda aperta a garganta. Olha só.
O salão vira um círculo de homens esperando a vez. Cada vez que um goza, outro toma o lugar. O tempo vai sendo somado. Larissa já está com o rosto vermelho, ranho escorrendo, a garganta em fogo. Jéssica chora em silêncio enquanto engole o pau até a base. Marisa mantém os olhos semicerrados, suportando, calculando cada segundo.
No meio da prova, Nestor grita:
— Hora da porra! Quero ver quem segura mais!
Três homens se posicionam. Gozam quase ao mesmo tempo, direto nas bocas abertas das três. A ordem é clara, não engolir, não deixar cair. Larissa sente a boca encher. O gosto salgado e grosso invade tudo. Ela tenta não engolir, as bochechas estufadas, um fio branco já ameaçando escapar pelo canto dos lábios. Jéssica está na mesma situação, os olhos arregalados, uma lágrima misturada com a porra que escorre perigosamente perto. Marisa segura com mais controle, mas o volume é grande.
Os homens riem, apontam, fazem aposta.
— A novata vai engolir primeiro!
— Olha a loirinha tremendo!
— A mãe tá segurando igual cadela treinado!
O tempo passa. O queixo de Larissa treme, um fio escorre. Ela perde o ponto da prova paralela. Jéssica aguenta mais alguns segundos antes de um filete branco descer pelo canto da boca. Marisa é a última a ceder, mas também acaba engolindo parte quando não aguenta mais.
A prova de garganta continua.
Mais paus. Mais tempo sendo somado, mais engasgos, mais saliva, mais ranho. O salão inteiro vira um coro de xingamentos e risadas. As três ajoelhadas, lados a lado, com a boca destruída, o medo de perder se misturando com a dor física e a humilhação pública.
No final da tarde, Nestor manda parar. Os cronometristas somam os tempos. O resultado ainda não é anunciado. Ele só olha para as três, sujas de porra e saliva, e fala baixo o suficiente para só elas ouvirem:
— Amanhã tem a segunda prova. E aí a gente começa a falar de prêmio… e de castigo.
As três são mandadas de volta aos fundos. A boca de cada uma arde. O gosto de porra ainda está preso na língua. E o pior ainda não foi revelado, elas não sabem quem ganhou, nem quem perdeu. E o que cada colocação vai significar quando os três dias acabarem.
Marisa, Jéssica e Larissa entram ainda com o gosto de porra na boca, os lábios inchados, o queixo e o pescoço manchados de saliva seca e resto de gozo que não conseguiram limpar direito. O cheiro delas chega antes da voz. Várias mulheres levantam a cabeça imediatamente. A porta é trancada outra vez. Por alguns segundos ninguém fala. Depois a mulher das queimaduras se aproxima, o olhar já desconfiado.
— O que foi dessa vez?
Marisa é a primeira a conseguir organizar as palavras. A voz sai rouca, baixa, como se ainda doesse falar:
— Competição. Nestor separou a gente. Três dias de competição, uma contra a outra. Cada dia uma prova diferente. A gente só fica sabendo na hora.
Jéssica se senta no colchão com dificuldade, passando a língua nos lábios rachados, ainda sentindo o gosto.
— Hoje foi de boquete com garganta profunda. Eles somavam o tempo que cada uma aguentava com o pau até o fim. Quem ficasse mais tempo no total ganhava o dia. E tinha outra parte… segurar porra na boca. Sem engolir e sem deixar cair. Quem segurasse mais e por mais tempo ganhava ponto.
Larissa está encostada na parede, as pernas ainda tremendo. Quando fala, a voz sai pequena, assustada:
— Eu não aguentei. Engasguei demais. Derramei a porra toda nos meus peitos. A garganta tá queimando, e eles… eles ficavam rindo. Falando que eu ainda tinha cara de quem nunca chupou. Que eu era ruim, que a mãe e a filha eram melhores.
Uma das mulheres mais antigas franziu a testa.
— Competição de três dias? Com prêmio e castigo no final?
Marisa acena com a cabeça, o rosto cerrado.
— A que ganhar cada dia leva um prêmio. Mas só fica sabendo qual é depois. As duas que perderem levam castigo. Castigos diferentes, conforme a colocação. E também só vão contar quais são quando os três dias acabarem. A gente não sabe nada. Só que amanhã tem outra prova, e depois outra.
O silêncio que se espalha pelo cômodo é diferente. Não é o silêncio de rotina, é de estranheza. A mulher de cabelo com fios brancos balança a cabeça devagar.
— Eu tô aqui faz sete anos e nunca vi isso. Nunca. Nestor já fez a gente se comer na frente dos homens, já fez corrida de engatinhar, já fez leilão de foda. Mas competição de três dias… com prêmio escondido e castigo escondido… isso é novo.
Outra mulher, a da cicatriz no peito, completa baixo:
— Ele tá inventando, ou tá testando alguma coisa. Quando o castigo fica escondido até o final, é porque ele quer que o medo dure. Cada uma de vocês vai dormir hoje sem saber se ganhou ou perdeu. E amanhã vai entrar na próxima prova ainda com esse peso.
Larissa aperta os próprios braços.
— Eu tô com medo. Medo de ganhar e medo de perder. Não sei qual dos dois é pior. E se o prêmio for pior que o castigo? E se o castigo for… igual o da baixinha?
Ninguém responde na hora. A pergunta fica pairando no calor abafado do cômodo. Todas sabem que, no Barracão das Sombras, prêmio e castigo às vezes se parecem demais.
Jéssica olha para a mãe, a voz embargada:
— Eu senti o pau de tantos que perdi a conta. A garganta não para de doer. E eles ficavam falando da gente, da nossa boca. Do jeito que a gente se engasgava. Uma hora eu olhei pro lado e vi a Larissa quase desmaiando… e mesmo assim continuaram colocando pau na boca dela.
Marisa só aperta a mão da filha. Não tem consolo verdadeiro para oferecer.
Ao redor, as outras mulheres se entreolham. Pela primeira vez em muito tempo, nenhuma delas tem uma história parecida para contar. Nenhuma já passou por uma competição daquele tipo. O medo das três se espalha para o resto do cômodo, porque todas entendem a mesma coisa. Se Nestor inventou isso agora, pode inventar de novo. E da próxima vez, pode ser qualquer uma delas.
O cômodo volta a ficar em silêncio. Só se ouve a respiração ainda descompassada de Larissa e o barulho distante do salão lá fora, onde os homens continuam bebendo e rindo, como se nada demais tivesse acontecido. Mas dentro dos fundos, todas sabem, que algo novo e pior acabou de começar.
Na manhã seguinte, a porta se abre cedo, Nestor aparece pessoalmente. Não precisa falar muito, só aponta para as três.
— Mãe, filha e novata. Hoje é o segundo dia. Vão!
Marisa, Jéssica e Larissa são levadas nuas até uma área aberta atrás do Barracão, onde o terreno foi preparado. Três colchões finos estão estendidos no chão de terra batida, lado a lado, sob o sol já forte. Ao redor, uma multidão de homens espera. Garimpeiros, traficantes, trabalhadores, foragidos. Muitos mais do que no dia anterior. Alguém conta baixo, quase em tom de brincadeira:
— Passou de cento e cinquenta. Tem gente que veio só por causa disso.
Nestor sobe num caixote e fala alto o suficiente para todos ouvirem:
— Prova de hoje é simples. Cada uma dessas putas vai ser comida por todos vocês. Vão dar a boceta para todos vocês. Do jeito que quiserem. Rápido, devagar, fundo, seco… tanto faz. A que desmaiar primeiro, perde o dia. As outras duas continuam.
Ele sorri de lado.
— E prestem atenção, se alguma desmaiar, não param. Continuem comendo. Ninguém aqui vai desperdiçar puta de graça. Pode meter até o final da fila.
Risadas e assobios se espalham. Alguns homens já abrem as calças. O cheiro de expectativa suja sobe junto com o calor.
As três são empurradas cada uma para um colchão. Deitadas de costas, pernas abertas à força por homens que já se posicionam. Larissa treme tanto que os dentes batem. Jéssica segura a mão da mãe por um segundo antes de serem separadas. Marisa só fecha os olhos e respira fundo.
O primeiro homem de cada fila penetra ao mesmo tempo. Não há carinho, não há preparo, é só carne molhada. Estocadas secas, profundas, ritmos diferentes. Larissa grita na primeira penetrada. Jéssica morde o lábio até sangrar. Marisa engole o gemido e suporta. A fila anda rápido.
Homem atrás de homem. Alguns gozam em menos de um minuto. Outros demoram, suando em cima delas, xingando, cuspindo, apertando peito, tapando boca. O sol esquenta os corpos. O suor escorre, a boceta de cada uma começa a ficar inchada, vermelha, barulhenta de tanto uso. O gozo escorre misturado, escorre pelas nádegas, molha o colchão.
Os comentários não param:
— Essa novata ainda aperta!
— A filha tá mais molhada, caralho.
— A mãe aguenta porra. Olha o jeito que rebola mesmo sem querer.
— Quero ver qual desmaia primeiro. Aposto na novata.
Dez homens, vinte, trinta. Larissa já está chorando sem parar. O corpo dela balança com cada estocada. Em determinado momento ela tenta fechar as pernas e leva um tapa forte na coxa. Continuam, quarenta, cinquenta...
Jéssica começa a ter espasmos. Os olhos reviram por segundos. Um homem ri e mete mais fundo enquanto ela está sem força. Marisa continua consciente, mas o rosto está cinzento, os lábios brancos, a respiração curta. A boceta dela já não aperta mais. Só recebe.
Larissa desmaia primeiro. O corpo dela amolece de repente no colchão. A cabeça cai para o lado. O homem que está em cima nem para. Continua fodendo a boceta inerte, segurando os quadris dela, gozando dentro logo depois. O próximo da fila já se posiciona, abre mais as pernas da menina desmaiada e enfia. Ninguém reclama, ninguém para. É de graça.
Nestor aponta para ela e grita:
— A novata perdeu! Continuem comendo. Não desperdiça.
Jéssica ainda aguenta mais alguns homens. Depois também apaga. O olhar fica vazio, o corpo mole, os homens continuam. Um deles comenta rindo enquanto mete:
— Melhor assim. Não reclama.
Marisa é a última a cair. O corpo dela resiste mais, anos de sofrimento transformados em resistência bruta. Mas chega uma hora em que os olhos fecham e não abrem mais. Mesmo assim a fila não para. Homem atrás de homem continua usando a boceta dela, gozando, saindo, dando lugar ao próximo.
Quando o último termina, o sol já está mais baixo. As três estão espalhadas nos colchões, inconscientes ou semi-inconscientes, bocetas destruídas, inchadas, escorrendo porra de dezenas de homens. Coxas manchadas, barriga suja. O cheiro é pesado, ácido, sexual e animal.
Nestor olha o resultado e acena, satisfeito.
— Hoje a mãe ganhou. A filha ficou em segundo e a vadia novata novinha em último.
Amanhã tem a terceira prova. E no final a gente fala de prêmio… e de castigo.
As três são arrastadas de volta aos fundos como peso morto. Nenhuma delas consegue andar direito. Nenhuma delas consegue falar.
A noite nos fundos do Barracão das Sombras é longa e pesada. O cômodo está mais quente que o normal, o ar não circula. O cheiro de sexo, sangue seco, suor e porra antiga gruda na pele. Nos colchões, Marisa, Jéssica e Larissa mal conseguem ficar quietas. Os corpos delas não descansam. Cada vez que se mexem, a dor na boceta inchada e destruída sobe como fogo, as coxas tremem sem controle. Os gemidos escapam baixos, involuntários, durante o sono leve e torturado.
Larissa é a que mais sofre à noite. Ela acorda várias vezes com um grito abafado, os olhos abertos demais, as mãos apertando o próprio ventre. Nos pesadelos ela volta para os colchões sob o sol, sente o peso de homem atrás de homem, a sensação de ser aberta sem parar, o momento em que a consciência escorrega e mesmo assim o pau continua entrando. Cada vez que acorda, demora segundos para entender que está no cômodo e não mais na fila.
Jéssica geme baixo quase sem parar. Vira de um lado para o outro, as pernas se abrindo e fechando por reflexo, como se ainda estivesse sendo fodida. Em determinado momento ela solta um soluço mais alto e Marisa, mesmo exausta, estende a mão e segura o braço da filha até o tremor passar.
Marisa dorme pouco. Quando dorme, o rosto permanece tenso. As sobrancelhas franzidas, os lábios se mexem sem som. O corpo dela, mais acostumado à dor, ainda assim treme em espasmos curtos. A cada hora ela acorda, olha as duas ao lado e só depois volta a fechar os olhos.
As outras mulheres não dormem direito também. Algumas ficam sentadas no escuro, fumando bitucas até o fim. Outras conversam baixo, quase sem mover a boca, para não acordar as três por completo.
— Eu já fui comida por muitos num dia só, fala a mulher das queimaduras, a voz rouca. Mas cento e cinquenta… e ainda continuarem depois que desmaia… isso é outra coisa. O corpo não foi feito para isso.
A de cabelo branco concorda, apagando o cigarro no chão.
— A dor depois é pior que a da hora. Parece que ainda estão dentro, cada vez que aperta as coxas, dói. Cada vez que tenta mijar, arde. E a cabeça… a cabeça fica com o barulho das estocadas. Fica com a sensação de estar aberta.
Uma terceira mulher, mais jovem, abraça os próprios joelhos.
— Elas ainda estão vivas. Isso já é muito. Tem mulher que não aguenta a metade e fica dias sem conseguir andar. Tem mulher que depois disso não volta mais da cabeça. Essas três… a mãe principalmente… têm umas forças que eu não sei de onde vem.
A mulher das queimaduras olha para os colchões onde as três se contorcem.
— Não é força, é medo de morrer. E medo uma da outra. A mãe aguenta por causa da filha. A filha aguenta porque ainda tem a mãe. A novata aguenta porque ainda não entendeu que pode desistir. Mas todas elas estão quebrando por dentro. A gente vê. O corpo grita dormindo.
Um gemido mais alto de Larissa corta a conversa. Ela se senta de súbito no colchão, ofegante, os olhos desencontrados, as mãos tremendo. Jéssica ao lado dela também acorda com o som e, sem falar nada, estende a mão até encontrar a da outra. As duas ficam assim, segurando uma na outra no escuro, enquanto Marisa observa em silêncio, o peito subindo e descendo pesado.
Nenhuma das outras se aproxima demais, só observam, elas entendem. A noite continua longa, os pesadelos voltam, esses corpos continuam doendo. E no meio do calor abafado, as mulheres que já passaram por estupros parecidos conversam baixo sobre a única verdade que ainda faz sentido naquele lugar. Continuar viva, depois de um dia como aquele, já é uma forma brutal de resistência. Mesmo que doa, mesmo que quebre, Mesmo que nenhuma delas saiba até quando vai aguentar.

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