Aluna virgem e branquinha: Comi o CU dela dentro da sala de aula.
Eu tenho trinta e quatro anos, sou casado e, até aquela noite, ainda conseguia fingir que isso importava. Ela tinha vinte. Vinte anos, trança, óculos, caderno alinhado, média alta, nome na lista de medicina. A aluna que os pais deixavam até tarde no cursinho porque “o professor é de confiança”. A menina que as amigas chamavam de nerd. A que o vigilante cumprimentava com um aceno sem nunca desconfiar do que acontecia quando a porta da sala 3 ficava só um palmo aberta.
Eu a chamei de volta depois do último horário. Falei de revisão. Falei de cinemática. Mentira. Ela já sabia. Entrou com a mochila no ombro, fechou a porta até o ponto em que ainda parecia aula e ficou parada perto do quadro branco, exatamente como nas fotos que eu guardava na cabeça: mãos na parede, peito para frente, bunda empinada sem perceber.
— Professor?
— Vem cá.
Ela veio. Passo curto. Eu encostei nela por trás, a boca no cabelo, o pau já duro contra a calça.
— Você sabe por que eu te pedi para ficar.
— Sei.
— Fala então.
Ela engoliu em seco.
— Porque o senhor quer me foder. Porque eu deixei o senhor me foder. Porque eu quero de novo.
Eu ri baixo no pescoço dela.
— Tão educadinha até na hora de ser puta. Vira. Mãos no quadro. Agora.
Ela obedeceu. As tranças caíram para o lado. Eu puxei a calça e a calcinha num movimento só. Nada por baixo. A bunda branquinha, redonda, a pele clara contra o azulejo sujo. O cuzinho rosado, fechado, úmido só de expectativa. Eu me agachei. Abri com os polegares. Cheirei. O cheiro dela era doce, quente, um pouco de suor de quem ficou o dia inteiro sentada estudando e mesmo assim estava molhada. Lambi. Devagar. A língua no meio, o nariz encostado, a saliva escorrendo. Ela gemeu e encostou a testa no quadro.
— Professor… o vigilante…
— Ele acha que a gente está resolvendo exercício. Fica quieta e empurra essa bunda na minha cara.
Ela empurrou. Eu lambi mais fundo, cuspi, enfiei a língua, senti o anel apertar. Passei o polegar, abri, soprei. Ela tremeu.
— Ainda dói de ontem?
— Um pouco.
— Bom. Quero que doa. Quero que amanhã você sente na cadeira e lembre que o cu está usado. Fala se você ainda é virgem na frente.
— Sou. Só… só atrás o senhor já…
— Já fodeu. Pode falar. Já enfiei o pau no seu cu e você gozou. Repete.
— O senhor já fodeu meu cu e eu gozei.
Eu me levantei. Abri o zíper. O pau saiu pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Encostei na fenda dela. Deslizei para cima e para baixo, molhando com saliva e com o que ela já estava produzindo.
— Olha o tamanho. Olha o que vai entrar de novo nessa bunda de mocinha.
Ela olhou por cima do ombro, óculos tortos, boca aberta.
— É enorme, professor. Caralho… é muito grande.
— E você vai aguentar. Respira. Empurra para trás quando eu falar.
Eu empurrei a cabeça. O anel cedeu milímetro por milímetro. Quente. Apertado demais. Ela gemeu alto demais; eu tampei a boca dela com a mão.
— Shh. O homem está no corredor. Empurra.
Ela empurrou. Eu enterrei até a metade. Parei. Sentia o pulso dela no meu pau. Saí quase inteiro e voltei mais fundo. Outra vez. Outra. Até estar completamente dentro, a virilha colada na bunda dela, o saco batendo.
— Assim… assim, professor… nossa…
Eu comecei a meter. Ritmo lento no começo, para ela sentir cada centímetro. Depois mais forte. A bunda batia. O quadro tremia. Eu segurava a cintura com uma mão e a trança com a outra, puxando a cabeça para trás.
— Fala o que você está sentindo.
— Tá rasgando… tá grosso demais… mas é gostoso… continua… por favor, continua…
— Você gosta de levar pau no cu na sala do cursinho enquanto todo mundo pensa que você é a aluna certinha.
— Gosto.
— Seus pais imaginam isso?
— Não.
— Suas amigas?
— Não.
— O vigilante?
— Não… ele acha que eu só estudo.
Eu ri e meti mais fundo. Ela engasgou no gemido. Eu saí, cuspi de novo, voltei inteiro de uma vez. O som era úmido, obsceno, a pele dela vermelha onde minhas mãos apertavam.
Depois de um tempo ela não aguentava mais em pé. As pernas tremiam. Eu a fiz ajoelhar no chão, de quatro, as mãos no piso frio. Entrei de novo por trás. Agora eu via tudo: o cu abrindo e fechando no meu pau, a bunda balançando, as costas arqueadas, o peito pendurado. Eu lambi o próprio dedo e passei no clitóris dela sem entrar na buceta. Ela gozou assim, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em volta de mim, um fio de saliva escorrendo do canto da boca.
— Já gozou e eu ainda nem acabei. Senta.
Eu me sentei no chão, encostado na parede abaixo do quadro. Ela sentou de costas no meu colo. Eu segurei a base e ela desceu. Devagar no começo, depois sozinha. Rebolava. Subia até quase sair e descia até sentar completamente. O cu dela fazia barulho. Molhado. Quente.
— Isso. Rebola. Mostra que sabe usar essa bunda.
— Tá gostoso, professor… tá tão fundo… eu sinto o senhor inteiro…
— Fala mais alto. Quase. Quero ouvir.
— Eu gosto de sentar no pau do senhor. Gosto de sentir o cu arder. Gosto que o senhor fode a aluna virgem no chão da sala.
Eu puxei as tranças, virei o rosto dela e beijei a boca suja de saliva. Ela rebolava mais rápido. Outro orgasmo. Mais curto, mais violento. Ela encostou a cabeça no meu ombro e ficou ofegando, ainda sentada, o pau latejando dentro.
— Agora vira. De frente.
Ela virou sem tirar. Ficou de frente, pernas abertas, os óculos embaçados, o peito na minha cara. Eu chupei um mamilo enquanto ela subia e descia. Segurei a bunda com as duas mãos e ajudei o movimento. Ela olhava nos meus olhos.
— O senhor é casado.
— Sou.
— E mesmo assim fode sua aluna no cursinho.
— E você deixa. E volta. E pede.
Ela sorriu, um sorriso pequeno, sujo, que ninguém da família dela jamais veria.
— Porque é gostoso demais. Porque eu fico o dia inteiro pensando nisso. Porque quando eu estudo ENEM eu sinto o cu latejando e lembro do senhor.
Eu a levantei, virei de novo contra o quadro, levantei uma perna dela e meti em pé. Mais fundo nessa posição. Ela gemia no meu ouvido, frases quebradas, “mais”, “assim”, “não para”, “o senhor é enorme”, “meu cu não aguenta”, “aguenta sim”. Eu sentia o suor escorrendo nas costas dela, o cheiro misturado de sexo e sala de aula, o azulejo frio contrastando com o calor do corpo.
Horas. Não foi rápido. Eu saía, lambia de novo, cheirava, voltava a meter. Ela limpava o pau com a boca no intervalo, ajoelhada, língua lenta da base até a cabeça, engolindo o gosto dela mesma. Olhava para cima, óculos tortos.
— Está limpo, professor?
— Ainda não. Chupa direito. Quero ver essa boca de nerd trabalhando.
Ela chupou. Babou. Deixou escorrer no queixo e limpou de novo. Eu a puxei pelo cabelo e voltei a foder.
No fim eu gozei fundo no cu dela. Segurei ela contra o quadro enquanto pulsava. Ela ficou parada, ofegando, o cuzinho piscando, um fio escorrendo pela coxa.
— Ajoelha. Limpa.
Ela ajoelhou. Limpou com a língua. Devagar. Até eu ficar presentável o suficiente para fechar a calça e parecer professor de novo.
Ela se vestiu com dificuldade. A calça doía para subir. As tranças estavam soltas. Os óculos tortos. Ela pegou o caderno, a mochila, endireitou a postura na frente da porta.
— Amanhã o senhor vai ficar de novo?
— Vou. E você vai chegar mais cedo. Sem calcinha. E vai me pedir com essa mesma voz educada.
Ela assentiu. Abriu a porta. O vigilante estava no fim do corredor, mexendo no celular.
— Boa noite, professor. Terminou a revisão?
— Terminou. Ela está bem preparada.
A aluna passou por ele com o caderno no peito, a nerd perfeita, a futura médica, a menina de família de vinte anos que ninguém imaginava que, minutos antes, estava sentada no chão da sala 3, rebolando no pau grosso do professor casado, gemendo que o cu doía e que mesmo assim queria de novo.
Eu fiquei uns minutos sozinho. O cheiro dela ainda estava no ar. O quadro tinha a marca das mãos dela. O chão, um pouco de saliva.
Amanhã ela volta. Com a mesma cara de quem só sabe estudar. Com o mesmo caderno. Com o cu ainda aberto e a boca já sabendo o gosto.
E eu, casado, trinta e quatro, vou fingir de novo que estou só revisando matéria enquanto enfio o pau na aluna que todo mundo acha inocente.
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