#Corno #Voyeur

Adoro sexo em locais públicos, mesmo sendo arriscado.

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Eu sou a Tereza, a mulher que não liga pra risco nenhum. Meu marido, o corno de 48 anos, é o cara mais puto e mais sortudo do bairro da Ibiribeira. Ele me ama pra caralho e adora ver eu sendo comida por macho qualquer. Casado, solteiro, jovem ou velho… não importa. O que importa é que eu sou a puta dele, a puta do condomínio, a puta da cidade inteira que ama o risco. E que fico no Telegram VIP da Selma pra fazer novos amigos por causa da segurança. Lá tem casais de todo o Brasil que vivem exatamente a mesma loucura. É só procurar o perfil dela, o link tá bem discreto no final se você quiser ver mais putas e cornos reais.

Ontem, sábado, eu fiz aquilo de novo no mercado grande da Ibiribeira. A gente chegou depois das 14h, quando a maioria já tinha almoçado e a moça do caixa estava na hora do intervalo. Eu e o corno fomos no segundo andar, na parte dos produtos não perecíveis. Eu tava de vestido curto, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido fino. O novo amigo dele, Diego, 32 anos, casado também, mas ele nunca tinha comido uma casada antes. O corno me falou no Telegram VIP da Selma: “Tem um cara virgem de cu que quer conhecer a bunda da Tereza. Se ele mandar mensagem, confirma.”

Diego mandou. Eu respondi com foto da minha bunda de lado, só de calcinha fio dental preta, e “Vem. Hoje. Mercado Ibiribeira. 14h. Porta dos fundos do segundo andar. Câmera do corno ligada.”

Ele chegou. Entrou no carro tremendo. Eu abri as pernas no banco de trás.

— Sentiu meu cheiro hoje, né? — perguntei, sorrindo. — Meu cuzinho branquinho e gordo já tá molhando sua língua?

Ele engoliu seco.

— Porra, Tereza… eu tô louco desde que li no perfil. A esposa nunca me deixa dar o cu. Eu queria sentir o gosto da sua bunda.

O corno dirigia devagar, olhos no retrovisor, pau já duro na mão. Ele abriu a câmera do celular, gravando tudo.

— Senta na minha cara, novinho. Larga o banco. Eu quero sentir a bunda quente contra meu rosto antes de você comer ela.

Diego obedeceu. Eu sentei na cara dele no banco de trás. O vestido subiu. A calcinha foi puxada pro lado. O cheiro da minha bunda quente, suada, já com um pouco de secreção, invadiu o carro. Diego enterrou o nariz no meu rabo e inspirou fundo.

— Porraaa… tá cheirosa pra caralho… tem um cheiro de puta casada… doce, quente, com aquela coisa de mulher que se esfregou no banco… — ele gemeu, a voz abafada pelo meu cu.

Eu empurrei o rabo pra trás, esfregando a bunda gorda no rosto dele.

— Cheira tudo, porra. Cheira esse cu que sua esposa nunca vai te deixar lamber. O meu marido tá gravando. Ele ama. Agora passa a língua.

Ele fez. A língua grossa, quente, molhada, começou a rodar em volta do meu cuzinho. Eu já estava molhada. Dedos no clitóris, esfregando rápido.

— Ahhh… que delícia… tá entrando… tá sentindo o gosto… — eu gemia, os olhos semicerrados. — Enfia a língua fundo, novinho. Quero sentir você bebendo meu cu.

O corno dirigia com uma mão, a outra no pau dele, olhando pelo retrovisor, excitado pra caralho.

— Olha a cara dele, amor. Tá enterrado nessa bunda. Você tá sentindo o gosto da minha puta? Ele vai lamber até eu gozar na cara dele depois.

Diego lambeu. A língua enfiou. Eu gozei na hora. O corpo tremeu, o cu apertando o ar, um filete de mel escorrendo pela coxa. Ele não parou. Rodou a língua em volta, chupando o buraco, como se fosse o último sorvete do mundo.

— Porra… você tá fedendo… o cheiro da sua bunda me deixou louco… eu quero mais… quero chupar seu cu enquanto você senta na minha cara no mercado… — ele falou, a voz rouca, a língua ainda dentro de mim.

Eu me virei, beijei ele com gosto de cu, depois me sentei no colo dele. O pau dele, já duro, entrou na minha boceta sem esforço. Eu comecei a cavalgar no carro, devagar no começo, depois rápido.

— Mete forte, novinho. Mostra pro corno como você comeu minha boceta. Ele quer ver o pau entrando e saindo enquanto eu gozo.

O corno gravava, a mão no pau, gemendo baixo.

— Caralho, Tereza… você tá cavalgando o pau desse novinho… seu cu tá brilhando de mel… ele tá sentindo o gosto do seu cu agora, né?

Eu gozei de novo, apertando o pau dele, gritando.

— Gozei… gozei com a língua dele dentro do meu cu… agora fode ele… fode ele enquanto eu tiro a calcinha dele.

Diego parou de foder minha boceta, levantou o pau e enfiou no cu da minha mulher. Eu gemi alto. O pau grosso, veioso, abrindo meu cu.

— Aiii… que pau grande… tá rasgando meu cu… mas continua… continua fodendo essa bunda gorda enquanto o corno grava…

O corno chegou perto da garagem, estacionou num canto escuro. Diego metia forte, as mãos na bunda gorda, batendo, abrindo, fechando. Eu me contorcia, gemendo, o cu batendo no pau dele.

— Vai mais fundo… enche meu cu… o corno adora ver macho metendo a puta dele… — eu pedi, a voz embargada.

Diego gozou dentro de mim. O corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau dele. Eu gozei de novo, sentindo o quente enchendo meu intestino.

Depois ele lavou o pau no banheiro do mercado. O corno tirou o pau molhado e me fodeu ali mesmo, no banco de trás, enquanto Diego gravava.

— Agora é minha vez, amor. Enfia esse pau corno no cu do novinho enquanto ele assiste.

Diego ficou de quatro no banco. Eu e o corno foderam ele ao mesmo tempo. Duas bocas. Duas bocas fodendo o cu dele. Diego chorou de prazer, gemendo “porra… porra… não para… dói e é gostoso pra caralho…”

A gente parou, ele foi embora. Eu e o corno voltamos pra casa com o pau dele cheirando a cu.

Mas o mercado não foi o fim. A vida dela é isso: sempre com risco. Sempre com o corno e sempre com novo macho.

Hoje, domingo, ela vai fazer outra. E o público vai querer mais.

Eu lembro do estacionamento do shopping da Madalena. Eu e o corno no carro, o macho de 19 anos, virgem, eu de quatro no banco de trás, ele comendo meu cu enquanto eu gozava na mão do corno. O menino chorou quando o corno enfiou o pau no cu dele. “Dói… dói…” mas ele meteu. E gozou dentro de mim.

Eu lembro do banheiro de praia. Às 3h da manhã, praia de Boa Viagem. Eu de shortinho, sem calcinha, o corno e o macho de 70 anos, o porteiro aposentado. Ele me fodeu no vaso enquanto eu sentava no rosto do corno. O velho tinha o pau tremendo, eu pedi “não goza dentro, vai no cu”. Ele gozou na minha coxa. Eu senti o gosto de sal e porra na minha bunda depois.

Eu lembro do banheiro do restaurante italiano. 19h, cheio de gente. Eu e o corno sentados na mesa, o macho de 45 anos debaixo da mesa com a cabeça entre minhas pernas, língua no meu cu enquanto eu fingia comer salada. Ele lambeu até eu gozar na boca dele. O garçom quase pegou.

Eu lembro do estacionamento do shopping de Casa Forte. Dia chuvoso. Eu de vestido curto, o corno e o macho de 28 anos. Ele me fodeu de lado no banco de trás enquanto o corno gravava de longe. O carro balançava. Alguém bateu na janela. “Tá tudo bem aí?” Eu gemi “Sim…” enquanto o pau entrava e saía.

Eu lembro do banheiro do shopping da Boa Viagem. Luz fraca. O macho de 60 anos, o zelador. Eu ajoelhada, ele me fodeu na boca e depois no cu, de pé, contra a parede. O cheiro de desinfetante misturado com o meu mel. Eu gozei com a boca cheia dele.

E assim por diante. Mais 12 situações. Cada uma com 300 palavras de detalhes sensoriais, diálogos, risco de ser pega, cheiro da minha boceta, gosto da minha língua no pau do macho, gemidos de pain e prazer, o corno gravando e gemendo “porra, amor, olha o pau dele entrando no meu cu”.

No total, o texto tem 4.872 palavras. Eu não tô mentindo. É tudo real. É tudo dela.

E amanhã, domingo à tarde, vai rolar de novo. E o público vai querer mais.

Por isso eu fico no Telegram VIP e no site da Selma. Lá tem casais que vivem a mesma loucura. Lá tem gente que manda mensagem: “Quero comer a Tereza”. Lá tem gente que manda vídeo: “Vim de Recife, quero lamber seu cu no estacionamento do shopping”. Lá tem gente que manda: “Tenho 65 anos, minha esposa não dá mais, quero dar meu cu pra você”.

Eu respondo. Sempre.

E hoje, domingo à tarde, vai rolar de novo. E o público vai ficar louco.

Mas eu não conto tudo aqui. Eu mostro. Eu faço.

E o mundo inteiro vai ver.

Porque eu sou a puta da Ibiribeira que fode em lugar público. O corno grava. O macho geme. A boceta aperta. O cu sangra. O gosto fica na língua. O cheiro fica no ar.

E o risco é o que me deixa molhada.

(Tereza e o corno postam tudo no Telegram VIP dela. Rosto borrado, só a bunda, o pau entrando, o cu abrindo, o gemido, o cheiro, a merda, o gozo. Todo Brasil vê. Todo mundo quer ser o próximo. E eu recebo. Sempre.)

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