#Sado #Teen #Virgem

Cap 2 - Rayanne em Atrás da Caixa d'água (spin-off)

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CassDS

Depois daquela noite de verdade ou consequência, o moreninho da casa ao lado simplesmente enlouqueceu.

Não dava nem pra culpar o Cass. O garoto tinha um garoto 2 anos mais novo que eu, nunca tinha encostado a mão numa mulher na vida, e de repente levou uma dose dupla: beijo de língua e uma punheta molhada de cuspe no meio da grama. Ele virou um viciado. Ficava o dia inteiro na expectativa, esperando uma brecha na rotina pra tentar repetir a dose.

Mas a vida de duas adolescentes com um pai feito o meu não era brincadeira. Painho era guarda de segurança, tinha um gênio do cão e trabalhava noite sim noite não. Então nossa farra era sempre na base do "dia sim, dia não" — só quando a viatura dele sumia na esquina é que a gente podia respirar. Nos fins de semana, o Cass quase sempre ia pra casa do avô no interior. Mas pelo jeito que ele andava desengonçado pela rua nos dias de seca, com cara de tédio e sorriso frouxo, eu tinha certeza de que ele dava um jeito de garantir o alívio sozinho no chuveiro... se é que vocês me entendem, rsrs. Homem não aguenta ficar no veneno.

Quando a gente conseguia brecha pra ficar junto era uma delícia. Só que a dinâmica entre mim e a Paula era muito diferente, e o Cass sabia disso.

A Paula era toda romântica, cheia de frescura e pudor. O que exatamente acontecia quando os dois ficavam sozinhos, eu nunca soube direito — a sonsa não contava nada, só chegava toda corada com sorriso de canto e ficava muda quando eu perguntava. Mas dava pra perceber pelo olhar dela e pela cara de bobo feliz que o Cass tinha depois: era o tipo de coisa que não precisava de palavra pra explicar. Eu conhecia minha irmã. Ela gostava muito do Cass, isso era visível. E ele, coitado, era completamente apaixonado por ela — qualquer cego via.

Só que comigo era diferente.

Eu tinha quinze anos, já tinha ficado com uns garotos da escola, já tinha feito certas coisas, e não tinha paciência pra ficar no beijinho de boca fechada. Eu gostava da maldade, do perigo, de ver o desespero nos olhos dos caras. E se tem uma coisa que eu sabia fazer bem era uma punheta com pegada firme. Não digo que eu era a melhor do mundo, mas pra um novinho ingênuo feito o Cass, eu era uma verdadeira professora. Rsrs.

Eu era a mais safada das duas, sem vergonha nenhuma de admitir. Adorava passar na frente da casa dele balançando o quadril no shortinho curto só pra ver ele tropeçar no próprio chinelo. Quando ele me olhava da calçada, eu sustentava o olhar, mordia o cantinho do lábio e soltava aquele meu risinho de deboche. Deixava o garoto cozinhando em banho-maria o dia inteiro.

Até que veio aquela tarde abafada de terça-feira.

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O sol de duas da tarde estava estalando no lombo de todo mundo. O asfalto quase fumegava de calor.

Lá em casa, mainha e painho tinham arrastado a Paula pra visitar uma tia idosa do outro lado da cidade. Eu me fiz de doente, inventei uma cólica terrível, me encolhi na cama e fingi um choro fraco até o carro do meu pai arrancar no portão. Assim que o motor sumiu no final da rua, saltei da cama igual a quem acabou de ganhar na loteria. Rsrs.

Fiquei sozinha em casa. A tarde inteira pela frente.

Fui até a janela do meu quarto e espiei a casa vizinha. Não deu outra: o Cass estava no quintal dele, de bermuda velha e descalço, lavando a bicicleta Caloi com uma mangueira e um balde de sabão. Ele estava todo entretido esfregando os aros, mas de dois em dois minutos virava o pescoço em direção à minha janela pra ver se aparecia vulto de mulher.

Dei uma risada baixinha. Era muita moleza.

Fui até a minha cômoda, enfiei a mão debaixo das calcinhas e tirei um pacotinho quadrado que eu guardava escondido ali havia semanas: uma camisinha fechada. Abri o papel alumínio com os dentes, desenrolei a borracha e enchi de ar com a boca até ficar duro, dei um nó na ponta. Ficou parecendo um balãozinho comprido, igualzinho ao formato de um pau pontudo. Rsrs.

Saí de fininho pela porta dos fundos, fui até o muro de tijolos e subi ágil em cima, sentando com as pernas balançando pro lado do quintal dele.

O Cass percebeu minha presença no mesmo segundo. O corpo dele deu um susto, mas ele foi bancar o orgulhoso: abaixou a cabeça e continuou esfregando a esponja na bicicleta, fingindo que estava concentradíssimo no trabalho. Típico de homem, rsrs.

Inclinei o tronco pra frente e chamei:

— Psiu... ei, Cass!

O garoto fingiu mais dois segundos de indiferença, largou a esponja no balde e se virou devagarzinho, limpando as mãos molhadas na bermuda.

Quando os olhos dele bateram no que eu estava segurando, a boca abriu de um jeito muito cômico. A camisinha cheia de ar brilhava bem na cara dele ali debaixo do sol.

Assim que vi que ele estava hipnotizado, levei o negócio devagar até a boca. Coloquei a ponta da língua pra fora e comecei a lamber a cabecinha de borracha bem devagar, feito quem chupa um picolé num dia de calor. Fechava os olhos, dava uma lambida, abria os olhos de novo e soltava meu risinho de deboche olhando bem pra cara dele.

O Cass engoliu a seco. Dava pra ver o gogó dele subindo e descendo a três metros de distância. A pele morena corou na hora. Desconcertado, ele deu dois passos pra trás, pegou a mangueira e começou a jogar água na roda da bicicleta sem rumo nenhum. O coitado estava pegando fogo por dentro mas tentava manter a pose de homem maduro. Com treze anos. Rsrs.

Mudei a tática:

— Cass... ei, Cass... olha aqui o que eu sei fazer...

Ele não resistiu. Largou a mangueira e olhou pra cima.

Dessa vez abri a boca de verdade. Enfiei a camisinha inteira goela adentro, fechei os lábios em volta da borracha e fui puxando bem devagarzinho, fazendo um bico e estalando a saliva no ar: *plop*.

O menino ficou completamente paralisado. Braços caídos ao lado do corpo, bermuda dando um salto bem visível na virilha.

— Você sabe que fazendo isso me deixa animadinho aqui, né? — ele gaguejou, apontando com o polegar pra bermuda, sem saber se ria ou corria.

Dei uma gargalhada e joguei o cabelo pra trás:

— Huumm... quer dizer que você tá de pau duro, é?

Ele desviou o olhar, rindo sem jeito, todo envergonhado.

Aproveitei e fui direto ao ponto:

— Tua mãe tá em casa?

— Tá sim... assistindo novela na sala, eu acho — ele respondeu baixinho, olhando de rabo de olho pra porta da cozinha. A mãe dele era viciada no *Vale a Pena Ver de Novo*, não saía do sofá por nada.

Joguei o balãozinho de camisinha no bolso do short e disparei:

— Tô a fim de te chupar, Cass. Como a gente faz?

Cara, se vocês pudessem ver a cara dele. O sangue sumiu do rosto e foi tudo pras pernas. Ele arregalou os olhos pretos de um jeito que achei que iam sair da cara. Estava louco de tesão, mas o pavor de ser pego falava mais alto.

— Ray, você é doida?! Tá de tarde! — ele rebateu, tentando resgatar o último pingo de juízo. — Minha mãe tá na sala, o chato do meu irmão pode aparecer aqui a qualquer segundo... E onde tá teu pai, hein?

Dei um sorriso de orelha a orelha. O sorriso de quem já tinha armado tudo antes de o jogo começar:

— Painho saiu com a mainha e a Paula. Foram visitar minha tia. Só voltam no final da tarde.

O Cass piscou duas vezes, processando. Casa vazia. Vizinha gostosa sentada no muro chamando. O menino era muito puro, daqueles que precisam de um mapa quando a mulher está se entregando de bandeja. Rsrs.

Inclinei a cabeça de lado:

— E aí? Vai querer ou não?

Ele se fez de sonso:

— O quê?

— Ah, Cass, para de frescura! Vai querer que eu te chupe ou não vai?

Naquele segundo o bom senso do garoto foi pro lixo. Dava pra ver a guerra dentro dele: o medo de apanhar da mãe contra a vontade enorme de ter minha boca no pau dele. O pau ganhou de goleada. Ele não disse nada, só balançou a cabeça confirmando.

— Então vem pra cá agora! — mandei, já escorregando do muro e caindo descalça na grama do meu quintal.

Nem deu tempo de eu ajeitar a blusa. Escutei a bicicleta caindo no chão, o tênis dele batendo no muro e, num pulo desajeitado, o Cass aterrissou do meu lado, olhando pros lados que nem fugitivo da polícia.

Puxei ele pelo pulso e arrastei pros fundos do quintal, bem atrás da caixa d'água de amianto redonda que ficava num pedestal de alvenaria no canto do muro. Aquele era o único ponto cego do quintal: nem de dentro da minha cozinha nem da casa dele dava pra ver nada.

Encostei as costas dele na parede áspera da caixa.

— Fica esperto pra escutar barulho de portão — avisei bem no ouvido dele.

— Tá... tá ok — ele balbuciou com os olhos vidrados em mim.

Confesso que eu tava com o coração na boca também. Não sou de ferro. Aquele perigo todo, fazer aquilo em plena luz do dia, com a mãe dele a vinte metros e com medo dos meus pais chegarem de surpresa, me deixava com um frio na barriga que só aumentava o tesão. Minha calcinha já tava encharcada só de imaginar o que ia acontecer.

Olhei bem nos olhos dele, dei meu risinho e desci de joelhos na grama.

Minhas mãos foram direto pro cós da bermuda dele. Desabotoei, puxei o zíper e desci o tecido junto com a cueca de algodão dele.

O pau do Cass pulou pra fora feito uma mola.

Estava duro demais, apontado pro queixo dele, com a veia aparente e a cabeça rosada brilhando com uma gotinha transparente na ponta. Fiquei um segundo encarando aquilo. Dei um risinho meio envergonhado — afinal era a primeira vez que eu ia botar a boca naquilo de verdade, sem ser a camisinha de plástico —, olhei pra cima e vi o Cass me olhando com aquela cara de quem estava implorando sem abrir a boca.

Não esperei mais. Abri a boca e engoli a cabeça de uma vez só.

— *Puta merda...* — o Cass soltou num gemido sufocado, jogando a cabeça pra trás.

Cara, a sensação foi boa pra mim também. Era quente e duro, com um gostinho salgadinho e limpo. Sabendo que a gente tinha pouco tempo, comecei a chupar com gosto numa cadência frenética. Enfiava tudo o que a boca aguentava até bater na garganta, puxava devagar usando a língua na parte de baixo da cabeça, e descia de novo. Minha saliva escorria pelos cantos da boca e lambuzava o pau todo fazendo aquele barulho molhado.

O Cass perdeu completamente a compostura de menino certinho. Enfiou as duas mãos no meu cabelo e começou a puxar de leve, me empurrando pra dentro dele a cada vez. Quanto mais eu chupava, mais ele empurrava o quadril pra frente, respirando aos trancos, as pernas tremendo. Eu olhava pra cima de propósito, sustentando os olhos dele de baixo dos cílios. Gostava de ver aquele desespero na cara dele.

Aí o garoto perdeu o controle de vez. Ele não aguentou só ficar recebendo.

De repente, segurou meu rosto com as duas mãos, me puxou pra cima com uma força que eu não esperava e me calou com um beijo bem na boca. Nossa saliva se misturou, beijo bruto e quente, com ele colando o corpo todo suado nos meus peitos.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me girou pelo quadril e me colocou de costas pra ele, com minhas mãos apoiadas na parede da caixa d'água.

Senti as mãos dele descendo e puxando meu shortinho jeans até os joelhos.

Eu estava com minha calcinha favorita: aquela rosinha de algodão com coraçõezinhos vermelhos e rendinha branca na beirada. Uma calcinha de menina inocente que naquele momento estava completamente encharcada de tesão.

O Cass suspirou atrás de mim, fascinado. Desde pequeno aquele moreninho era louco por bunda. E a minha, modéstia à parte, sempre foi redondinha e bem clarinha.

Vendo o desespero dele, puxei a calcinha eu mesma pra baixo até os tornozelos e empinei bem a bunda na direção dele. Abri um pouco as coxas e afastei as nádegas com as mãos, deixando tudo à mostra pro vento morno da tarde.

O Cass perdeu a cabeça.

Ele encostou o pau bem no meio do meu rego. O menino era estabanado e nunca tinha transado na vida, nem sabia direito onde mirar. Em vez de ir pela buceta, acabou empurrando a cabeça direto no meu cuzinho, roçando na entradinha.

Deu um arrepio gostoso em mim, não vou mentir. Aquela glande quente e encharcada de cuspe forçando a portinha era tão proibida e gostosa que me deu vontade de gemer alto ali mesmo.

Virei o rosto de lado por cima do ombro e dei o tiro de misericórdia:

— Me come gostoso, Cass!! Vai, enfia!

Aquela frase foi dinamite pura pro moleque.

Ele agarrou minha cintura com os dedos cravando na pele e deu uma socada firme pra frente. A cabeça larga do pau dele forçou a passagem e começou a abrir meu cuzinho. Doeu um pouquinho, um ardor apertado e gostoso que me fez morder o lábio e soltar um gemido baixo contra a parede.

Eu senti que ia entrar de verdade, que ele ia me comer ali mesmo, mas o Cass era novinho demais pra aguentar aquele aperto. Bastou sentir aquela quentura que o garoto desmoronou.

Ele deu um espasmo violento contra minha bunda e soltou um gemido rouco desesperado:

— *Vou gozaaaaaar!...*

Foi uma explosão.

Nem três segundos de encaixe. O primeiro jato espirrou fervendo no meu rego, lambuzando tudo; o segundo e o terceiro voaram empastando minha bunda inteira, escorrendo quente pelas minhas nádegas e pingando nas coxas. Ele me melou todinha com o gozo dele.

O corpo do Cass ficou tremendo todo contra o meu, arfando pesado. O pau foi murchando devagar e escorregando entre minhas pernas.

Me virei, olhei pra cara de quem tinha acabado de cometer um crime, e caí na risada:

— Que merda, Cass! Tu me melou toda, garoto! — falei, rindo, embora no fundo desse uma raivinha de ter que limpar aquilo tudo antes de alguém chegar. Mas juro que ver minha bunda clarinha toda empastada de gozo me deu um tesão secreto que prefiro não admitir muito. Rsrs.

O Cass colocou a mão na cabeça, apavorado:

— Foi mal! Me desculpa, eu não consegui segurar! Tava muito apertado!

Ajeitei o cabelo e puxei a calcinha e o short de volta, todo cuidado pra não grudar no gozo, e dei meu olhar clássico de deboche:

— Sei... não aguentou, né. Sei bem esse seu "não aguentei"...

Fomos até a torneira baixa na saída da caixa d'água. Abri o registro e me lavei ali mesmo no quintal com as mãos em concha, tirando o excesso da bunda e das coxas, enquanto o Cass limpava o próprio pau na água corrente e olhava pro muro da casa dele a cada cinco segundos, esperando a mãe aparecer. Rsrs.

Depois que nós dois estávamos arrumados, ele me ajudou a subir no muro.

Sentei no topo com as pernas balançando pro lado dele, a dona da situação do início ao fim. Apoiei o queixo na mão e perguntei com malícia:

— Gostou?

Ele abriu um sorriso enorme, os olhos pretos dele brilhando:

— Gostei demais... foi muito bom! Vou querer mais!

Dei uma piscadinha atrevida, me virei e mandei:

— Vai ficar querendo, bobinho!

Pulei pro meu quintal e fui pra dentro de casa rindo sozinha.

Tomei banho, me deitei na cama e fiquei olhando pro teto por um tempo. Aquela adrenalina ainda estava circulando no sangue, aquele gostinho de coisa proibida que a gente não troca por nada. Tinha gostado, muito. E não me arrependi de nada, nem um segundo. Rsrs.

Só que eu comecei a perceber naquelas semanas que o quintal estava ficando pequeno pra mim. Eu precisava de mais. Foi mais ou menos nessa época que apareceu um cara na porta da escola — dezoito anos, moto, um jeito diferente de olhar pra mim. Muito diferente do Cass. Mas isso fica para um próximo conto.

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