A Enteada da Camisola Transparente 3
Terminando de coar o café e passando uma geleia de morango na torrada. Dançando na pontinha dos pés, num clima de domingo de manhã cheia de energia. A minha bucetinha já acordava querendo pica.
Com a minha camisolinha branca transparente e o meu cunhado me olhando de longe. Eu não sabia se ele queria comer as torradas ou a cunhadinha safada que vivia provocando.
Loirinha, novinha, sorrisinho de patricinha meiga e rebolado de cachorra periguete. Mordendo a torrada ao som de Anitta. Com a barra da saia da minha camisola subindo a cada rebolada.
As coxas grossas cada vez mais à mostra, os olhinhos fechados e a carinha de safada. Com as mãozinhas apoiadas na mesa e a bundinha empinada de costas pro meu padrasto. A casa vazia e eu querendo provocar.
A transparência da minha camisola deixando aparecer a minha calcinha rosa pink. Pequenininha e enfiada na minha bunda. Baixinha, mas com uma raba de 98 de quadril que não parava de rebolar.
Fiz um Telegram pros leitores @bunnycontos e vou postar um vídeo dançando assim. A camisolinha subindo, a lingerie cor de rosa, o fio dental atolado no meu rabo...
Sei que ajuda os leitores a imaginarem melhor. Quem quiser pode me pedir ou mandar um alõ no meu email [email protected]
Com jeitinho de patricinha mimada, mas parecendo uma vagabunda arrebitada na pontinha dos pés. Jogando meus cabelos loiros por trás da orelha. Chamando o meu coroa safado pra tomar café comigo.
O tarado se aproximando e me abraçando por trás. A barba dele roçando no meu pescoço, os braços em volta da minha cintura. O caralho duro roçando na minha bundinha.
Alisando as minhas pernas, subindo mais a barra da saia da minha camisola. Me esmagando empinadinha na mesa. Com o FDP me encoxando por trás.
- Ainnnnnnnn... Hunnnnnnnnfff...
Eu suspirava manhosa sentindo a ponta do cacete dele deslizando de um lado pro outro no meu rabo. Me apertando toda e me deixando molinha debruçada na mesa da cozinha.
As mãos dele se enfiando por dentro das minhas coxas. Tocando a minha bucetinha por cima da calcinha. Me bolinando gostosa aquela hora da manhã. Antes que alguém chegasse em casa e estragasse a nossa brincadeira.
Inclinada com o corpo pra frente e a bundinha jogada pro alto. Rebolando no pau do tarado que vinha me comendo escondida toda semana. Descabelada e sem forças pra sair dali.
Tesão, adrenalina, medo... Sentindo a mão dele espalmada apertando as carnes da minha bundinha de patricinha CAVALA. Me olhando com cara de tarado devorador de novinhas.
- Esse seu jeito de menina mimada deixa a gente com mais tesão, sabia?
- Não...
Eu olhava pra trás, com carinha de safasa. Deixando e aceitando o FDP passar a mão na minha bunda. Apertar, dar tapinhas.
PLAFT!!
- Gosta de provocar né sua safada?
Ele falava isso afundando as mãos na minha bunda. Apertando de cravar os dedos. Me fazendo dar uma suspirada, uma gemidinha de medo e tesão.
- Ainnnnnn... Góóóóstoooooonnnnnnnn...
A cara dele me olhando com um sorriso de sádico
- Você tem um jeito de patricinha sonsa que me deixa tarado!
Me girando rápido, parado na minha frente. Abrindo a bermuda e puxando a piroca pra fora. Balançando e mostrando como ele tava duro.
- Olha como você deixou sua cachorra gostosa!
Ele botava a minha mãozinha segurando o pau dele. Eu apertava firme, encarando o FDP nos olhos. Com sorrisinho de patricinha sonsa que ele tanto gostava.
Meu padrasto pegando a geleia em cima da mesa, mas não era pra passar nas torradas
- Gosta dessa geleia?
- Gosto... Por que?
Ele me respondeu com um sorriso de sádico pervertido. Abrindo o pote e enfiando um dedo na geleia. Passando e lambuzando a cabeça do pau na minha frente.
- Gosta? Então mama ele com a geleia
Eu olhava assutada, curiosa e com tesão. Eu tinha gostado da brincadeira kkkk
Me abaixando e encarando a piroca na frente do meu rostinho. Encostando meus lábios. Sentindo o adocicado da geleia de morango.
Sem tirar a camisolinha branca. Ajoelhadinha olhando de baixo pra cima. Sorrindo e engolindo aquele pauzão duro com gosto de geléia. A cara de tarado dele me olhando e me xingando.
- Piranha gostosa! Essa sua carinha de patricinha me olhando assim... Chupa gostos, chupa!
- Uhummmmm
Eu concordava sem conseguir falar nada de boquinha cheia. Mamando até limpar toda a geleia na cabeça do caralho do meu coroa comedor de novinhas.
Ele em pé, na minha frente. Me olhando de cima pra baixo. Dando um ar de dominador e superioridade. Batendo o pau na minha cara e enxendo a boca pra me xingar.
Segurando a minha cabeça e empurrando pra me fazer engolir tudo.
- Vagabunda chupadora de rola! Chupa a minha pica, chupa!
Esse jeito de tarado dominador me deixava alucinada de tesão. Mansinha e submissa chupando uma pica com gosto de geleia de morango.
Ele me segurava pelos cabelos e batia com o pau na minha cara. Esfregando e me dando uma surra de pica no meu rostinho de patricinha mimada.
A minha bucetinha tava babada de tesão. Eu me sentia vulgar, me sentia uma vagabunda e gostava de me sentir assim. Mamando escondida como uma vagabunda boqueteira.
Sentindo o tarado passar o pau na minha cara e me tratar daquele jeito. Era por isso que eu provocava sempre de camisolinha. A minha bucetinha gostava dessa putaria.
Ele me segurava pela cabeça, pelos cabelos. Empurrando a pica pra dentro e segurando a parte de trás da minha cabeça. Forçando. Sodomizando a minha boquinha de patricinha mimada. Ele fodia a minha boca fazendo vai e vem.
Rindo e adorando me perverter daquela maneira.
- Caralhoooo... Sua putinha gostosa! Patricinha chupadora de rola! Patricinha chupadora de rola!
Eu nem conseguia responder, de boquinha cheia. Engolindo pica e gostando de ser xingada daquele jeito.
- Vai sua boqueteira... Gosta de chupar um pau né?
- Uhuuuummmmmmm
- Claro que gosta... Essa carinha de piranhazinha cachorra
- Uhuummmmmmmmmmmmmmm
- KKkkkkk piranha chupadora de rola! Você sabe que é uma piranha chupadora de rola né?
- Uhuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Cada "Uhummm" meu, era uma risada de tarado que ele dava.
Esfregando o pau na minha cara e enfiando na minha boquinha. Me puxando pelo cabelo e me xingando das formas mais depravadas. Não era só uma mamada. Ele queria me dominar, realizar as taras na novinha vagabunda.
Ele esfregou a pica e bateu uma punheta até gozar na minha cara. Me deixando toda lambuzada, descabelada e ofegante. A minha bucetinha explodindo de tesão.
Eu precisava de um banho pra me lavar. E precisava brincar no banho pra apagar o fogo da minha bucetinha. Mas isso fica pra um próximo conto se vocês gostarem.
Vou deixar os meus contatos pra quem quiser mandar um alô ou me assistir dançando de camisolinha branca transparente. Gosto de provocar vocês também rs
Telegram @bunnycontos
ou email [email protected]
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