A oportunidade faz o ladrão, ops, o putão! Pau de familiar é sempre bom!
Família unida, festa de casamento e um puto louco por rola caçando a oportunidade!
Fala meus putos, como vocês estão?
Estava com saudades de compartilhar com vocês as minhas aventuras.
Como vocês sabem, sou um puto sedento por macho e sabem também que os meus favoritos são os comuns do dia a dia, macho raiz.
Pois bem, vamos ao fato.
Minha família é enorme, principalmente por parte de mãe. Tenho familiares que não vejo a anos pois moram em outras cidades e alguns eu não falo simplesmente por não ser próximo. Quando eu tinha entre 15 e 16 anos, justamente um desses familiares, uma prima, anunciou que iria se casar. Na época, todos estávamos eufóricos e felizes com a viagem, ja que somos de São Paulo e ela de Campinas, cidade onde aconteceria o evento.
Depois de muitos preparativos e muita organização, chegou o dia do evento. Todos elegantes, as mulheres de vestido, homens de terno. Eu estava com uma camisa social branca, uma calça social e sapato social. Um detalhe que nunca citei aqui: Além de ter uma genética muito boa para bunda, na minha infância eu engordei muito, e emagreci no começo da adolescência, fazendo que nessa idade de 15 anos, meu rabo estivesse enorme e torando a calça social que meus pais compraram.
A família se dividiu em alguns carros, na época meus pais não tinham carro e foram com o meu cunhado, enquanto eu, fui com um tio, sua esposa e meus dois primos que na época eram meus melhores amigos. Eu vivia na casa deles e eles na minha casa, eram muito bem financeiramente e tinham vídeo game, motivo pelo qual vivíamos juntos, além de que, quando éramos crianças, meu tio sempre me levava para os passeios de família com eles. A viagem em si foi super tranquila, o casamento era cedo, começava por volta de 11h da manhã e após, teria uma recepção na casa da família do noivo. A cerimonia correu normalmente, aquela chatice formal, a palavra (minha família sempre foi evangélica), e as formalidades de um casamento.
Após a cerimonia, fomos para a casa dos pais do noivo, onde aconteceria o almoço para a família. Uma prima minha, irmã da noiva, também tinha se casado recentemente e estava acompanhada do marido, o Raul, ele de terno, alto, aparentava ter 1,90, loirinho e super sorridente, passeava entre os convidados e acenava para todos, enquanto minha prima, só ficava com a mãe, minha tia menos favorita. Ficava me perguntado como um macho gostoso daquele estava com aquela antipática, sendo que nem bonita era. Depois de receber alguns sorrisos do Raul, o marido da prima, a história começou a fica interessante. Um detalhe sobre mim, é que além de muito puto, sempre fui muito estudioso, nessa época, eu cursava o ensino médio, curso de idioma e um curso profissionalizante que era extremamente distante de casa, fazendo com que eu tivesse que acordar muito cedo todos os dias.
Como naquele sábado eu também tinha acordado cedo, estava caindo de sono, resolvi entrar e sentar no sofá, para minha surpresa, meu tio estava lá. Ele me perguntou o por que estava quieto, expliquei do sono e ele super entendeu. Meu tio trabalhava em dois empregos, sendo um deles a guarda civil de SP, e o outro, um bico de segurança. Meu tio era lindo, barba cerrada daquelas que arrepiam quando raspa no pescoço, um físico de pai de família que já foi definido mas continua gostoso. Sempre foi muito sério, sempre muito rígido, e justamente essa característica fazia meu cuzinho piscar só de ouvir a voz grossa dele. Minha tia sempre me recebia muito bem na casa dela, meus primos sempre amigos próximos, mas mal sabiam eles, que o que eu queria mesmo, era o leite de pai de família do meu tio.
Cochilei por algum tempo, acho que não chegou a 15 minutos, acordei com meu tio me balançando:
- O tio ta cansado também, to indo pra casa da sua tia descansar um pouco, quer ir comigo fio?
(A viagem era bate-volta e ele trabalharia no domingo seguinte)
- Quero tio, to morrendo de sono também! Respondi.
Nos despedimos da família do noivo já que não os veríamos mais e fomos para a casa da minha tia. Naquele momento minha mente já estava a milhão, meu tio NUNCA tinha dado nenhum tipo de sinal ou esperança, mas só de passar a tarde sozinho com ele, já era uma vitória. O trajeto até a casa da minha tia não durou 10 minutos, fomos falando sobre meu curso. Quando chegamos na casa da minha tia, um quarto (o da noiva) estava cheio de roupas, malas e tudo mais, o que impossibilitou o uso, e o outro era o dos meus tios, donos casa, meu tio disse que dormiria lá e eu poderia dormir em um sofá cama na sala. Como não tinha outra roupa, tirei minha camisa, meu sapato e minha calça, ficando só de cueca. Sabia que ninguém voltaria para lá, então fiquei tranquilo e deitei, de barriga para baixo como amo dormir, deixando minha bunda empinada, praticamente convidando, porém na inocência, já que meu tio estava no quarto, me cobri com um lençol e relaxei. Até que uns 10 minutos depois, meu tio aparece na sala, sem camisa, sem sapato, apenas de calça social:
- Achei invasivo demais ficar no quarto do Carlinhos (era como meu tio, dono da casa, era chamado), vai ter que dividir o sofá comigo fio. (Ele só me chamava assim e eu amava)
Eu corei, porém não tinha como recusar. Quando ele levantou o lençol para se cobrir, arregalou os olhos, acho que não esperava me ver de cueca, porém não falou nada e deitou.
Dormimos por um tempo, acordei meio sonolento e gelei quando me toquei que nossos corpos estavam colados, porém ele dormia pesado, aparentemente. Eu imaginei que fosse só uma coincidência, e não me arrisquei, afinal, morria de medo dele, tentei ficar imóvel. Mesmo assim, um puto como eu, sentindo aquele macho colado em mim, não resisti e comecei a ficar excitado. Tentei empinar minha bunda para sentir algo, porém o que eu não imaginava era que meu tio, a essa altura do campeonato, estava consciente também. Quando empinei, ele colocou a mão na lateral do meu quadril, segurou forte e cochichou no meu ouvido:
- O tio ficou o dia todo reparando em como aquela calça apertava essa tua bunda, ta cada vez maior, posso por a mão?
Eu só respondi com a cabeça, ele passou um braço por baixo do meu pescoço, me abraçando, e a outra mão, começou a apertar minha bunda. Eu estava muito nervoso, ele percebeu e perguntou se queria que parasse, eu nem pensei e falei JAMAIS!
Meu tio deu um sorriso, mandou eu virar para ele, assim o fiz, mas subi por cima dele, me permitindo assim cheirar seu pescoço e sentir sua barba, enquanto aquele acariciava minha bunda com as duas mãos.
- Tio, sempre gostei de sentir sua barba quando vou cumprimentar o senhor.
- Gosta fio? Então da beijo na barba do rio, beija.
Comecei a dar vários selinhos, subindo do pescoço pro rosto e ele respirando pesado, estava uma delicia, continuei subindo até encontrar a boca do meu tio, para minha surpresa, a língua dele invadiu minha boca, explorando cada canto, eu abraçava ele, enquanto ele me beijava e apertava minha bunda. Era uma loucura imaginar que aquele homem gostoso, casado, policial, estava apertando a bunda do próprio sobrinho adolescente enquanto enfiava a língua na boca dele. Pedi bem manhoso autorização para continuar beijando o corpo dele, ele deixou e fui descendo pelo corpo dele. Explorei cada canto daquele macho: Chupei os mamilos, lambi a barriga, beijei os braços, e ele deixando o sobrinho levado aproveitar, até que ele põe a mão na minha cabeça e começa a me empurrar para baixo, na hora entendi o recado e desci, beijando cada centímetro daquele tórax, ate chegar na calça dele, que ele mesmo fez questão de retirar, eu aproveitei a comecei a esfregar minha cara naquela cueca que eu desejei minha adolescência inteira.
- Ta gostando de sentir o tio?
- Sonho com isso desde sempre tio, sempre quis ser seu putinho.
- Então mama o pau do tio, aproveita que ele é todo seu, mas mama olhando o rosto do tio.
Sempre muito autoritário, mas obedeci com prazer. Comecei a mamar cada centímetro daquele pau, mesmo novinho eu já sabia mamar muito bem, chupava com maestria até o talo e depois subia. Lambi aquele saco como um bom veado faminto que sou, tinha um sabor maravilhoso de macho, macho casado e da minha família. Meu tio delirava e quando eu engoli o pau dele até o talo, lacrimejei e ouvi ele falando palavrão pela primeira vez
- Caralho, que boca gostosa, engole de novo.
Quando engoli, ele segurou a minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma buceta de puta, mas era a garganta do sobrinho dele que tava ali aguentando cada pedaço daquele pauzão.
- Vira de barriga para baixo por que agora é tio que vai realizar um sonho.
Quando virei, ele enfiou um travesseiro embaixo da minha barriga, me deixando empinado. Não tive tempo de me preparar: Gemi muito alto, pego de surpresa pela língua do meio tio entrando no meu cuzinho, e a barba dele raspando nas minhas bandas. Meu tio chupava meu cu com mestria, nunca tinha sentido uma sensação como aquela, era muito tesão por ele ser talentoso demais, e por ser ELE, meu tio. Depois de se labuzar no meu rabo, murmurou o quanto era gostoso e deu uma cuspida. Entendi na hora o que viria.
Meu tio me deitou de barriga pra baixo, com as pernas abertas e esfregou o dedo na porta do meu cuzinho, gemi e rebolei gostoso. Novamente ele me abraçou por trás, na posição onde tudo aquilo tinha começado e sussurrou no meu ouvido.
- Aguenta que o tio vai te comer, hoje vou tirar meu atraso nesse cuzinho, seu putinho.
Meu tio me segurou forte e começou a empurrar, estava doendo pra caralho, mas como sou um sobrinho obediente, aguentei e fui forte. Quando o pau dele tava cravado em mim, ele começou um vai e vem bem devagar, sentindo cada cm do meu cu engolir aquele pau.
- Sempre soube que você ia gostar de rola, e sabia que em algum momento eu não ia resistir a esse rabão moleque.
- Então come o seu moleque tio, você me viu crescer e agora ta me fazendo de depósito de porra.
Ele acelerou os movimentos e eu comecei a gemer cada vez mais, sentindo meu dono, meu tio empalando meu cuzinho. Enquanto há alguns quilômetros dali, a esposa socializava e ria com a família, o marido exemplar metia cada vez mais fundo no cuzinho do sobrinho adolescente. Meu tio me colocou de quatro debruçado no sofá, apoiou uma perna em cima do sofá e novamente voltou a meter com mais raiva, eu sentia o pau grosso dele latejando dentro de mim e a essa altura, gemia e pedia mais pica, queria sentir cada centímetro do pau do meu tio. Pedi pra cavalgar nele, sentei devagar olhando no olho dele e quando meu cuzinho engoliu tudo, eu pisquei o cu e mastiguei o pau dele, o safado gemeu e deu um tapa de cada lado da minha bunda. Cheguei no ouvido dele e disse:;
- Hora de agradecer tudo que vc fez por mim tio.
Comecei a sentar naquele pau num ritmo frenético, subia e descia como uma cadela de rua no pau do macho dela, e era isso que eu queria ser, a puta do meu tio, o depósito de porra. Rebolei muito gostoso e o som do meu rabo batendo nas coxas dele ecoava pela sala. Senti o pau dele ficar cada vez mais grosso e ele anunciou que iria gozar, levantei super rápido e em um movimento só, engoli o pau dele, senti a cabeça na minha garganta. Mamei até meu maxilar ficar dormente, e ele fodendo minha boca sem dó, finalmente, começou a esporrar. Gemeu alto e grosso como um bom macho enquanto eu tomava o leite dele direto da fonte. Aquele leite eu queria sentir o sabor de cada gota, e assim fiz. Deixei o pau do meu tio limpinho, sem uma gota de porra. Cai no colo dele acabado, e ele também. Nos recompomos, tomamos uma banho e ficamos no sofá falando sobre o que tinha rolado. Deixei muito claro que sempre quis aquilo e faria de novo sempre que ele quisesse.
- Sempre? Então acho que tenho leite pra mais uma mamada sua.
Na hora ele levantou e eu fiquei de joelhos, abri a calça dele e voltei a mamar como uma puta. Novamente ele começou a foder minha boca e gemer.
- Caralho, que garganta gostosa da porra, vou esporrar vc de novo.
E começou a gemer e me dar leite de novo, dessa vez foi mais rápido pois já estava quase no horário de buscarmos o pessoal. Porém, quando meu tio terminou de esporrar e eu estava limpando aquele pau, ouvi outra voz dentro da sala:
- Será que da tempo de mais um te dar leite?
Quando olhamos pro lado, meu tio gelou, eu fiquei sem ação, ajoelhado na sala com porra no canto da boca, e o Raul, loirinho marido da minha prima, nos olhando com uma cara de safado.
Meu tio tentou iniciar uma explicação, porém Raul foi direto e disse enquanto se aproxiamava:
- Eu sinto cheiro de puta de longe e sabia que você era uma , só não imaginava que ia mamar seu tio. Vai, mama meu pau também.
O pau dele deveria ter uns 20cm, rosinha, lindo demais, meu tio tava paralisado, porém o pau dele tava duríssimo na minha mão, e dessa vez, ele observava enquanto Raul fodia minha boca. Bati uma punheta gostosa para o meu tio que relaxou depois que a putaria recomeçou e pela terceira vez, ele gozou, dessa vez no meu rosto, enquanto Raul me dava leite na garganta. Limpei o pau dos dois, Raul disse:
- Na próxima eu vou querer foder esse teu rabão garoto, você é um tesão, mas estão me esperando com as malas. Que esse segredo morra entre nós três.
Nos limpamos, voltamos para o local da festa, e buscamos o resto dos familiares. Minha tia perguntou se descansamos e meu tio respondeu que estava novo para uma nova viagem. Mas só eu entendi o real motivo dele estar relaxado. Voltei pra casa com o cheiro de duas rolas diferentes e muito realizado.
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Comentários (1)
Ro: Conta Mais
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