#Bissexual #Corno

Pra comer o cu de minha esposa, tem de liberar o cu para mim.

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Corno Ativo.

Eu, o corno putinho, e o virgem que veio gozar e chorar na nossa cama
Meu nome não importa. O que importa é que eu sou o marido da puta mais gostosa do bairro da Madalena, em Recife. E que eu adoro ver ela sendo comida. Mas adoro ainda mais arrombar o cu de macho. Principalmente virgem. Principalmente aqueles que chegam aqui achando que vão só foder a minha esposa e descobrem, no meio da foda, que o corno também come.
Foi assim que o Bruno chegou.
A gente se conheceu pelo site da Selma. Aquela página que todo casal safado de Recife e do Brasil inteiro conhece selmaclub.com . Eu e minha mulher temos perfil lá. Vários amigos nossos também. Casais que curtem as mesmas coisas: esposa liberada, marido que gosta de meter em macho, câmera ligada, putaria sem frescura. O Telegram VIP da Selma é onde a gente conversa mais à vontade. Foi por lá que o Bruno mandou a primeira mensagem. www.bit.ly/telemanu
“Vi o perfil de vocês. A esposa é linda. Eu nunca comi uma casada. E nunca dei o cu. Tenho 28 anos e sou virgem de ambos. Quero muito.”
Eu respondi na hora:
“Pode vir. Mas tem uma condição. Você fode a minha puta o quanto quiser. Mas o cu dela e o seu são meus. Eu arrombo virgem. Você vai chorar. Vai gemer. Vai pedir arrego. E mesmo assim vai continuar metendo nela enquanto eu destroço seu cuzinho. Aceita?”
Ele demorou três minutos pra responder:
“Aceito. Quero sentir tudo.”
Sábado à tarde. Nossa casa na Madalena. Portão aberto. Bruno entrou com a cara de quem não sabia se estava sonhando ou se ia se arrepender. Alto, magro, pau já marcado na calça. Minha mulher, de shortinho e top, abriu a porta sorrindo.
— Entra, novinho. O corno já está babando só de pensar no seu cu virgem.
A gente foi direto pro quarto. Cama grande, lençol rosa, ring light ligado, espelho na parede. Eu já estava de pau duro. Minha mulher se ajoelhou na frente dele e puxou o short. O pau dele saltou: grosso, veioso, a cabeça rosada já molhada. Ela olhou pra mim e sorriu.
— Olha o tamanho, amor. Vai caber inteiro na minha boceta e no meu cu. Mas primeiro a gente chupa juntos.
Foi exatamente como nas fotos que a gente tirou depois. Eu e ela, lado a lado, lambendo o pau dele ao mesmo tempo. Língua nela, língua nele, a gente se beijando com o pau no meio. Bruno gemeu alto, a mão nos meus cabelos e nos dela.
— Porra… nunca tive duas bocas assim…
Minha mulher chupou a cabeça enquanto eu lambia o saco. Depois trocamos. Eu engoli quase tudo, sentindo o gosto de pré-gozo, enquanto ela chupava as bolas. Bruno tremia.
— Vocês são doidos… isso é real?
— É real, putinho — eu falei com a boca cheia de pau. — E daqui a pouco você vai sentir meu pau no seu cu. Virgem. Vai doer pra caralho. Vai chorar. E eu vou adorar.
Ele engoliu seco. Mas não saiu. Minha mulher deitou de costas, abriu as pernas e puxou ele pra cima.
— Mete. Quero sentir esse pau grosso me abrindo enquanto o meu marido arromba você.
Bruno enfiou. De uma vez. Minha mulher gritou, as unhas nas costas dele.
— Aiii, caralho! Que pau grosso! Tá rasgando minha boceta… continua… mete fundo!
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O barulho de pele batendo. Eu fiquei atrás, passando óleo no pau e no cuzinho dele. O buraco era rosado, apertado, virgem de verdade. Eu enfiei o dedo. Ele gritou.
— Ai, porra! Dói!
— Dói mesmo — eu falei, enfiando o segundo dedo. — E vai doer mais. Respira. Empurra pra fora como se fosse cagar. Eu quero ver esse cu abrindo pro meu pau.
Minha mulher puxou a cara dele pra baixo e beijou, enquanto ele continuava metendo nela.
— Aguenta, novinho. O corno ama arrombar macho. Você vai chorar, mas vai gozar. Eu já gozei só de sentir você tremendo dentro de mim.
Eu tirei os dedos, posicionei a cabeça do pau no cuzinho dele e empurrei. Devagar. O anel se abriu com dificuldade. Bruno gritou alto, a voz quebrada.
— Aiiiiii! Para… porra… tá grande demais… tá rasgando!
— Não paro — eu respondi, empurrando mais um pouco. — Você pediu. Você aceitou. Agora aguenta. Empurra pra fora.
Ele empurrou. O pau entrou mais. Metade. Bruno chorou de verdade. Lágrimas escorrendo, o corpo tremendo, mas ele não parou de meter na minha mulher. Continuava fodendo ela enquanto eu destroçava o cu dele.
— Porra… dói… dói pra caralho… mas não para… continua metendo na boceta dela… ai, meu Deus…
Minha mulher ria e gemia ao mesmo tempo.
— Olha a cara dele, amor. Tá chorando e ainda assim tá me comendo gostoso. Que putinho safado. Mete mais forte, Bruno. Quero sentir esse pau batendo no fundo enquanto meu marido te arromba.
Eu enfiei até o fundo. As bolas bateram na bunda dele. Bruno soltou um grito agudo, quase um soluço. O cu apertava meu pau com uma força absurda. Quente, virgem, tremendo.
— Tá dentro… tá tudo dentro… ai, caralho, parece que vai sair pela boca…
— É assim mesmo — eu falei, começando a meter. Devagar no começo, depois mais rápido. — Seu cu tá me engolindo. Tá sangrando um pouco? Não importa. Eu gosto. Chora à vontade. Grita. Mas não para de foder a minha puta.
Ele não parou. Continuou metendo nela, agora mais desesperado, como se a dor no cu estivesse transformando tudo em tesão. Minha mulher gozou primeiro. O corpo tremeu, a boceta apertou o pau dele, ela gritou meu nome e o dele.
— Gozei! Gozei com o pau dele e com você arrombando o cu do novinho! Que delícia!
Bruno chorava e gemia ao mesmo tempo. Eu segurei o cabelo dele e fodi mais forte. Cada estocada fazia ele empurrar mais fundo na minha mulher. O barulho era obsceno: pau na boceta, pau no cu, gemidos, choro, xingamentos.
— Dói… dói pra porra… mas eu tô gozando… eu vou gozar… ai, caralho…
— Goza dentro dela — eu mandei. — Enche a boceta da minha puta enquanto eu encho seu cu.
Ele gozou gritando. O corpo inteiro tremeu, o cu apertou meu pau com tanta força que eu quase gozei junto. Minha mulher sentiu o gozo quente e riu.
— Tá escorrendo… o novinho gozou tanto…
Eu continuei metendo. Mais uns minutos de cu arrombado, de choro, de gemido. Até eu gozar fundo, enchendo o cuzinho virgem de porra. Quando tirei, o buraco ficou aberto, vermelho, pingando. Bruno caiu ao lado da minha mulher, ainda soluçando, o pau mole, o cu latejando.
Minha mulher beijou a boca dele, lambendo as lágrimas.
— Foi bom, né, putinho? Dói, mas é gostoso. O corno adora ver macho chorando com o pau dele no cu.
Bruno ainda tremia.
— Nunca… nunca senti nada assim… achei que ia desmaiar… mas eu quero de novo…
Eu ri, passando a mão na bunda dele, enfando o dedo no cuzinho ainda aberto e cheio de porra.
— Vai ter de novo. Sempre que quiser. A gente adora novos amigos. Casais como a gente, machos virgens, cornos que gostam de comer e de dar… tem bastante gente assim no mesmo lugar onde a gente se conheceu. O site da Selma e o Telegram VIP dela estão cheios de casais de Recife e do Brasil inteiro que curtem exatamente isso. A gente tem vários amigos por lá. Uns já vieram aqui. Outros a gente foi na casa. Sempre com câmera, sempre com dor, sempre com gozo.
Bruno olhou pra mim, ainda com os olhos vermelhos.
— Vocês postam?
— Às vezes. Rosto borrado. Só o pau entrando, o cu abrindo, o choro, o gozo. Quem vê quer participar. E quem quer participar manda mensagem. Simples.
Minha mulher se levantou, o gozo dele escorrendo pela coxa, e foi buscar água. Eu fiquei deitado, o dedo ainda brincando no cu dilatado do Bruno.
— Descansa. Daqui a pouco você come ela de novo. E eu como você de novo. Até você não aguentar mais chorar.
Ele sorriu fraco, a voz rouca.
— Eu aguento. Quero aguentar.
E aguentou.
Passamos a tarde inteira assim. Ele metendo na minha mulher em todas as posições enquanto eu arrombava o cu dele. Ele chorou de novo. Gemeu. Pediu arrego. E mesmo assim continuou. No final, o cuzinho estava destruído, vermelho, aberto, cheio de porra minha. A boceta dela estava destruída também, cheia do gozo dele. Eu estava realizado.
Antes de ele ir embora, tomei um banho com os dois. Lavei o cu dele com carinho, beijei a boca, falei no ouvido:
— Volta quando quiser. E se quiser ver mais casais iguais a gente… você já sabe onde achar. O mesmo lugar onde nos encontrou. Tem gente de Madalena, de Casa Forte, de Boa Viagem, de todo canto. Casais que adoram receber novinhos virgens e cornos que adoram arrombar. É só procurar.
Bruno saiu mancando, o sorriso no rosto, o cu latejando. Eu fechei a porta e olhei pra minha mulher.
— Mais um. Mais um cu virgem no histórico.
Ela riu, ainda nua, o corpo marcado.
— E o site e o Telegram vão ficar mais interessantes ainda quando a gente subir um pedacinho. Sem mostrar cara. Só o choro, o pau entrando, o cu abrindo. Alguém vai ver e vai mandar mensagem. Sempre manda.
Eu puxei ela pra mim e beijei.
— Sempre.
Porque é assim que a gente vive. Esposa liberada. Marido que come macho. Novos amigos que chegam pelo mesmo caminho. E um cu virgem de vez em quando pra eu arrombar até o cara chorar de prazer e de dor.
Sábado à tarde na Madalena.
Mais um dia perfeito.

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