#Corno #Traições

A secretária gostosa que veio de brinde

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Ela veio, ficou grávida e me encheu de tesão

Eu sou o Dr. Willian (falso). Sou advogado. Tenho 55 anos porte atletico e 24cm de pau.
O fato que passo a relatar ocorreu a alguns anos atras quando um nobre colega de profissão e já bem idoso veio a falecer. Por ser extremamente competente e experiente tinha um grande volume de processos. Ele era viuvo e tinha um casal de filhos que não eram profissionais. No caso eu e mais dois colegas dividimos os processos que assumiriamos dai por diante. Também trabalhavam pra ele uma copeira / faxineira, um motorista e a secretária: Heloisa (nome falso). É dela que se trata tal relato. Dispensamos o motorista e a faxineira mas Heloisa quase que  implorando a nós tres disse que precisava do emprego, pois estava prestes a se casar e cheia de dívidas.
Pude absorve la para tratar exclusivamente estes casos, uma vez que não queria mistura los com a demanda que o escritório já tinha.
Era uma bela moça: 22 anos cabelos pretos curtos, pouco acima dos ombros e levemente cacheados. Tinha lindos olhos azuis e uma voz rouca, quase um sussurro extremamente sensual. Era magra, tinha uma bundinha discreta e seios grandes, diria até um pouco desproporcionais para seu biotipo.
Em pouco tempo, quase um ano se casou e logo em seguida engravidara. Comecei a prestar mais atenção logo nos primeiros meses de gravidez: notei que sua bunda havia ficado mais arredondada, suas coxas engrossaram e os seios pareciam ligeiramente maiores e estavam com um balanço diferente...
Nossa convivência criou afinidade: em poucos meses conversavamos sobre todos os assuntos, inclusive vida conjugal (nesta época eu ainda era caado), filhos e até sexo.
Os meses foram se passando e fui notando que seu rendimento caiu, ela estava mais quieta, parecia meio triste. O corpo mudando, a barriga quase explodindo, os seios enormes. Não parava de pensar neles. Relevei, pois havia passado por isso duas vezes. Os hormônios da gravidez mexem demais com algumas mulheres.
Também notei que às vezes ela chorava, até que um dia não vi outra maneira senão perguntar o que estava acontecendo.
Me confessou que seu marido não a procurava mais, dizia que ela estava gorda, que não dava pra transar. Classificava a gravidez como se fosse uma doença e que ela deveria permanecer intocável.
Disse que estava subindo pelas paredes de tesão. Antes transavam até tres vezes por dia. E agora ela estava desde o quarto mes sem fazer nada. Até disse que recentemente tentaram em varias posições mas o pau dele (que ela disse não ser tão grande) mal encostava, escapava e ele ficava bravo. Tive vontade de rir, mas como advogado me contive. Eu penso anos luz à frente e matei a charada: o problema era o pau pequeno do marido.
Eu a abracei, acariciei seus cabelos e ela ficou quieta ali por uns instantes. A proximidade de nossos corpos, o cheiro dela, o calor da emoção, sua respiração ofegante inevitavelmente fizeram meu pau criar vida dentro da calça.
Um misto de medo e adenalina tomaram conta de mim. Apertei Heloisa com mais força e rocei meu pau  na barriga dela. Nos encaramos e instimtivamente nos beijamos.
Desci a mão até um dos seus seios, acariciei e apertei. Pareciam pesados. Ela saiu do beijo e começou a gemer baixinho no meu ouvido. Desci até seu pescoço e o mordisquei. Tinha um perfume delicioso. Ela começou a passar a mão pelo meu peito, querendo chegar até meu pau mas não chegava. Não sei se estava receosa ou me provocando. Eu a encorajei: segurei seu pulso e levei sua mao até meu pau. Ela o apertava e alisava por cima da calça.Sua respiração.estava muito ofegante. Sem parar de beija la desabotoei sua blusa, deixando a apenas de soutien. Os seios dela estavam enormes. Soltei o fecho e eles pularam, deviam estar bem pesados e bicudos, verdadeira delicia. Já era o fim da gravidez: em 20 dias ela iria dar à luz.
Cai de boca naquelas tetas como se o bebê faminto fosse eu. Passava a lingua naqueles bicões amarronzados e levava ela à loucura. Ela suspirava, gemia e dizia coisas desconexas. Estava com um vulcão na minha frente prestes a entrar em erupção. Levantei sua saia e ao mesmo tempo que apertava eu abria a bunda dela. Estava com uma calcinha de algodão bem larga. Deslizei para a parte da frente e por cima da calcinha pude perceber como estava quente e úmida. Abaixei sua calcinha lentamente até as coxas e deslizei meu dedo na buceta dela. Estava bem melada. Tinha poucos pentelhos, bem ralinhos. Sentei ela no tampo da mesa e chupei sua buceta lentamente, como quem chupa a ultima fruta do pé. Não demorou muito e ela trançou as.pernas dando uma gozada deliciosa na minha lingua me deixando todo melado.
Buceta de gravida é linda: fica toda inchada, quente, vermelha cor de vinho. Tinha uma lubrificação espessa e seu grelo estava muito duro e saliente.
Ela pediu meu pau e trocamos de lugar. Segurava com as duas mãos e ao mesmo tempo que me punhetava e apertava minhas bolas, caprichava nas chupadas e linguadas na cabeça de meu pau. Não deixei ela me fazer gozar, sentei ela novamente no tampo da mesa e a altura pra encaixar meu pau na buceta dela ficou perfeita. Fiquei um bom tempo pincelando meu pau nos labios da buceta dela, deixei bem melado. Eu fingia que ia enfiar e não enfiava. Até que ela pediu, pois não aguentava mais e precisava gozar.
Sabendo da minha condição e da dela tambem, pedi pra ela me orientar até onde eu poderia ir com meus 24 cm de pau e tinha medo de machuca la.
Penetrei devagar ela foi me guiando e me disse até onde eu.poeria ir e então comecei a dar estocadas de leve. Dei poucas bombadas e meu pau ficou tão.melado que parecia catarro. Aproveitei e comecei alisar seu grelo que estava muito duro e inchado que parecia uma azeitona.
Ela gozou umas tres vezes no meu pau e pediu pra mudar de posição pois suas costas estavam doendo.
Ela.se sentou no sofá e eu dei mais um banho de lingua naquelas tetas. Apertava, chupava e beliscava aqueles bicões inchados e enormes. Alisei sua buceta e meti 3 dedos nela fazendo. Ela gozar mais uma vez. O atraso era grande.
Ela pediu pra come la de quatro, pois seria mais confortável e assim o fiz.  Pincelei meu pau naquele bucetão.e penetrei. Parecia.que eu.estava com o pau nas nuvens de tão molhada. Isso era bom, pois eu ia demorar mais pra gozar.
Ela gozava igual louca e eu via seu cuzinho piscando. Eu ali tirando o atraso dela e já vislumbrando aquele cuzinho. Alisei seu botãozinho com o polegar e ela respirou fundo. Pincelei meu pau na portinha e ela só.me pediu pra ir devagar.
Fui empurrando aos poucos e ela foi relaxando. Consegui penetrar todo meu pau naquele cuzinho. Castiguei ela por um bom tempo e desta vez eu sabia que ia gozar. Pedi pra gozar nas suas tetas. Antes limpei meu pau com papel higienico pois arranquei um pouquinho.de bosta daquele cuzinho.
Ela fez uma espanhola deliciosa e quando.senti que ia gozar pedi pra ela juntar as tetas e eu bati uma punheta pra gozar naquelas tetas deliciosas. Gozei.muito e ela ficou maravilhada.
Comi ela a semana inteira de tudo quanto.foi jeito.
No ultimo dia, estava fodendo ela de quatro.e a bolsa estourou. Pensei que ela tinha gozado de esguichar, mas ela disse que não era dessas Levei a ao hospital e mesmo depois de duas horas eu ligava pro corninho e ele nao atendia.
Deu à luz uma linda menina de olhos azuis.
Os quatro meses da licença maternidade terminaram e enfim Heloisa voltou. Estava ficando perdido com tanta coisa e avisei que ela teria muito trabalho pra por tudo em ordem...
Nestes quatro meses tivemos poucos encontros que se resumiram a visitar a bebê. Pensei nela muitas vezes, fiquei com tesão, porém como seria a partir de agora? Seria como se nada tivesse acontecido? Eu sentli tesão por ela grávida, mas e em condições normais como seria? Felizmente já descobri no primeiro dia.
Conversamos muito e ela também me disse ter pensado em nós dois nestes meses e também que já não olhava pro marido da mesma maneira e não conseguia mais dar a buceta pra ele. Dava por obrigação, mas era bem frio.
Aquilo foi música para meus ouvidos. Naquele momento trocamos apenas um longo beijo que nos reacendeu e já faziamos planos para retomarnos nossos encontros.
Em cinco diaa nada rolou além de uns beijos na boca, passadas de mão e sussuros de putaria nos ouvidos, tudo muito discretamente nos cafézinhos que tomavamos durante o dia.
Uma semana depois surgiu uma oportunidade: teriamos que dar carga em alguns processos na cidade vizinha e como o fórum só abre ao publico as 13 hs, teriamos a manhã toda só para nós.
Ela organizou tudo: horários, rota e até o motel e  assim ficariamos mais à vontede. Apenas fez duas exigencias: uma delas o uso de preservativos, não por conta de uma gravidez, uma vez que sou vasectomizado, mas por causa.do cheiro de esperma, o corninho.poderia desconfiar e a outra era que enquanto ela estivesse amamentando teria que ser em motel para existir a possibilidlade de um banho, Ela disse que tinha muito leite e que seus peitos vazavam.
Naquele dia ela estava maravilhosa: um  conjunto social cinza e com meias pretas. Tambem uaava um sapato cinza com salto bem alto. Saimos cedo e chegamos por volta de 8 horas no motel. Disse a ela que inclusive podiamos almoçar lá e depois seguir pro fórum.
Já dentro do quarto - escolhi um.completo com sauna e hidromassagem - começamos a nos beijar apaixonadamente.
Pareciamos um casal apaixonado que não se via a quatro meses. Mordisquei sua orelha, beijei seu pescoço e senti seu perfume, um cheiro de fêmea delicioso.
Tirei minha camisa e ela veio passando as mãos e beijando meu peito, minha barriga e desceu em direção ao meu pau que neste momento já estava duro feito aço.
Ela abriu minha calça e a abaixou até as coxas. Segurava meu pau com sua pequenas e delicadas mãos me punhetando e lambendo a cabecinha. Ela se levantou e abriu o zipper da sua saia que foi ao chão. Ela estava deliciosa, de calcinha preta, meias e até cinta-liga.
Ajudei ela a desabotoar a blusa e igualmente o que vi foi lindo: a parte de cima com um corpete preto combinando e a visão daqueles peitões que pareciam que iam saltar a qualquer momento.
Carreguei ela até a cama e a ajudei a soltar o corpete. Seus seios estavam lindos, enormes e mais bicudos que na ultima vez que nós fodemos.
Apertei e escorreu um pouco de leite mas cai de boca assim mesmo.
Ela disse que talvez vazasse pouco, pois havia feito uma boa ordenha antes de sair pois ela deixava leite para a bebê.
Soltei a cinta-liga e desenrolei cuidadosamente suas meias distribuindo beijinhos em suas coxas até chegar nos pés.
Subi de volta deslisando minhas mãos naquelas coxas lisinhas e branquinhas e cheguei até sua buceta por cima da calcinha e apertei. Estava quente e ela soltou um gemido.
Provoquei: mamava suas tetas e fingia que ia enfiar a mão na calcinha, passava o dedo na virilha, voltava. Mas em determidado momento não aguentei e enfiei a mão já deslizando meus  dedos naquela rachinha.
Estava lisinha, depilada e bem molhada. Abaixei e ela se encarregou de terminar de tirar.
Afastei suas pernas e cai de boca.
Abri os labios da buceta dela e agora sim percebi que ela era mesmo bucetuda e tinha um grelão grande e duro, toda rosadinha. Seu botãozinho também era pequeno e rosinha. Dei muitas linguadas nele também. Uma delicia. Chupei até ela gozar e pedir meu pau.
Me deitei e ela veio me chupar mais uma  vez.  Encapou meu pau com um preservativo e veio por cima. Ela sentou e foi descendo até onde cabia meu pau e começou a cavalgar, aumentando o ritmo gradativamente. Meu tesão só aumentava. Nem parecia a mocinha timida que sussurrava no escritório. No motel se transformou numa verdadeira puta: estava toda solta, diferente da mãezinha gravida carente. Gemia alto, falava putaria e não tinha frescura pra nada. Pequenas gotas de leite escorriam de suas tetas e quando ela ae deitava sobre mim, deixava os pelos do meu peito branquinhos de leite.
Não demorou ela soltou o peso e gemeu gostoso gozando no meu pau. Ela saiul e sentou de costas. Agora era eu que socava com força. Eu a puxei pra trás e segurei suas tetas. Fazia movimentos circulares nos bicos e estava deixando ela doida. Meus dedos começaram a  ficar molhados de leite. No auge do meu tesão eu já estava quase gozando então apertei.as tetas dela e senti  leite esguichar até nas minhas coxas. Enchi o preservativo de porra.
Ficamos nos beijando e nos apertando. Eu estava achando o maximo apertar aquelas tetas e ver leitinho escorrendo. Ela ria. Alisava meu pau todo melado e logo ele ficou duro outra vez. Vesti um preservativo e parti pra cima dela num papai e mamãe. Não poupei estocadas. Estava socando forte e passando do limite tocando seu útero. Ela gozava tanto que sua buceta pingava e ela me.pedia pra socar mais forte. Ela me pediu pra gozar nas tetas dela. Foi uma gozada extremamente louca: eu espirrava meus jatos de porra na tetas dela enquanto ela apertava os bicos inchados e espirrava leite em mim. Uma loucura!
Fomos pra banheira onde ela me fez uma deliciosa chupeta e me deixou gozar na sua boca
Em retribuição à chupeta eu a sentei no meu colo e fiz ela gozar na siririca.
Na banheira eu já olhava para a sua bundinha arrebitada e magra. Eu precisava comer aquele cuzinho outra vez.
Fomos pro rala e rola e nos encaixamos num 69 mas não gozamos. Sentei ela na cama e siririquei sua buceta. Eu enfiava os dedos, melava bem e depois passava no botãozinho dela. Ela me olhava com cara de safada já sabendo que ia ter que me dar o cu.
Peguei ela de quato e soquei forte  na buceta dela. Ela gozou no meu pau e pediu pra eu parar. Fiquei dentro dela e quando vi ela esticou o braço e tirou de sua bolsa um tubo de lubrificante.
Deu nas minhas mãos de uma maneira que.m parecia um incentivo.
Enchi o o botãozinho dela de gel e depois encharquei meu pau com ele.
Encaixei a cabeça do meu pau e fui cutucando. Não tive pressa e ela já castigava a buceta numa siririca. Ela comecou a gemer mais alto e gozou. Suas tetas pareciam duas torneirinhas e deixaram uma roda de leite no lençol. Enfiei quase metade do.meu pau de uma vez e comecei a fazer o vai e vem. Eu tirava e enfiava cada vez mais. Quando faltava pouco pra entrar tudo, enfiei de uma vez e ela gozou de novo. Comi o.cu dela de quatro, de frango.assado, em pé e por fim ela veio cavalgar no meu pau.  Ela na histeria gozava uma vez atrás da outra. Falava putaria, dizia coisas desconexas. E eu pra incentivar falava mal do corno, que não dava conta de uma coisinha gostosa igual ela, que ele nem devia fazer ela gozar, perguntava quem tinha o pau mais gostoso,  e por ai se ia. Quando dei sinais que ia gozar, ela pediu.pra chupar meu.pau com gosto.de cú e mandou eu chama la.de.puta e gozar na cara dela. Já tinha gozado bastante mas ainda  deu pra dar um pouco de leitinho pra ela. Em troca pedi pra ela.apertar as tetas e espirrar leite em mim.
Tomamos banho, almoçamos e chegamos.no forum daquela cidade faltando.30 minutos para fechar.
Fizemos destas aventuras muitas vezes por quase dois anos e o corninho nunca soube. Sabiamos.que nossa relação clandestina ainda iria longe.
Para nossa tristeza, quase dois anos depois, a empresa que o corninho trabalhava o promoveu e o transferiu para uma filial na cidade do mexico. Perdemos contato.e eu nunca mais soube dela...

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