Mollly, a glande do tio e o miojo no fogo
Molly 15, sobrinha. Tio, 42. Enquanto o miojo fervia, ela chupou a glande, engoliu o leite e só depois comeu.
A água do miojo ainda não fervia de verdade — só um começo de vapor subindo, aquele cheiro barato de tempero e amido que já toma a cozinha. Molly estava agachada na sua frente, a boca quente e úmida envolvendo só a glande. A língua dela passava lento no frenulo, depois apertava o capuz com os lábios, sugando com um barulho molhado e curto, quase no ritmo da água começando a borbulhar.
O pau latejava contra o céu da boca dela. Saliva escorria pelo tronco, esquentava e esfriava no ar da cozinha. Você sentia o calor do vapor no joelho e, ao mesmo tempo, o contraste da língua fria-quente lambendo a fenda, lambendo o gosto de pré-gozo. Ela não descia fundo; ficava ali na cabeça, chupando como quem não quer perder nenhum segundo enquanto a água sobe.
Quando o primeiro jato veio, ela prendeu a glande entre os lábios e engoliu direto. O leite saiu quente, denso, com aquele gosto salgado e um pouco amargo que ela tomou sem hesitar, a garganta se movendo. Um filete escapou pelo canto da boca, escorreu até o queixo. Ela passou a língua e limpou. O cheiro de sêmen misturou com o vapor do miojo.
A água começou a ferver de verdade no mesmo instante em que o último pulso morria na boca dela. Molly se afastou, passou o dorso da mão nos lábios, ainda com o gosto de você na língua, e foi até o fogão. O pacote rasgou, o miojo caiu na água. Ela comeu depois, o tempero amarelo no palato ainda misturado com o leite que tinha acabado de engolir.💋
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