Minhas aventuras
História de uma epicurista, adoradora do Falo, que se submete desde novinha aos machos.
Tendo descoberto a felicidade aos 14 anos, gostava de vos contar as memórias de uma menina travessa, que hoje, aos 19 anos, continua a ser uma epicurista, isto é, devota do prazer, preferindo sempre os faunos e os sátiros, sem desdenhar dos efebos.
Sou uma adoradora do Falo, o grande pénis do macho que nos insemina e rega!
Sempre faço tudo de vontade, mesmo quando me submeto aos caprichos do macho, e sou o seu objeto de eloquência e prazer. Entreguei sempre a minha virgindade com desejo. Gemi e, não nego, doeu, mas foi uma dor libertadora e que me causou ao mesmo prazer!
Um homem vulgar dirá que nasci para ser putinha, eu digo que nasci para me entregar aos machos e proporcionar-lhes o máximo prazer, retirando também eu, esse prazer sublime de copular! E como gozo!
Eu sou magra, mas com formas e mamas salientes, cabelo castanho que usei sempre pelo pescoço, meio comprido, coxas normais, e bumbum arrebitado, quase sempre totalmente depilada, aliás só deixei crescer mais à vontade no início de ter penugem na xota.
Quando fiz o meu primeiro broche, foi a um contínuo da escola, ele não acreditou que ainda fosse virgem, e fosse o primeiro caralho que eu provava, tal foi a minha dedicação e vontade, mas eu, lembro bem, estava a gostar daquele pedaço de carne crescendo e engrossando na minha boca, até deitar o leite que aceitei na minha boca de menina sem repugnância nem vómito. “Tu sabes e gostas do que fazes, virgem não és, mas depois eu comprovo”, disse ele.
Não comprovou nada, só o mamei, não quis mais nada com ele, quem comprovou a minha virgindade e a mandou para o espaço, foi meu padrinho. Sempre gostei de machos mais velhos (mais experientes), ele tinha 41 anos, e fez o que lhe pedi. Meu padrinho era advogado e trabalhava num escritório, na baixa. Um dia fui ter com ele e disse-lhe: “Padrinho eu gosto muito do senhor e quero pedir-lhe uma coisa, mas tem de me prometer guardar segredo”. Ele disse que sim e quando ouviu nem queria acreditar. “Padrinho, eu sou virgem e não quero ser mais, pode tirar meu cabaço?”. Ele balbuciou, até tremeu, mas aceitou, “Se tu queres e me dás essa honra eu aceito com prazer, mas vamos fazer com calma e em grande estilo”. E assim foi, nunca me arrependi até hoje, como mão me arrependo de ter dado o cuzinho pela primeira vez, uns meses depois ao meu ginecologista, com quem ainda sou hoje parceira de muitas farras sexuais. Com o meu padrinho cruzei algum tempo, até que a mulher dele descobriu que ele tinha outra, não soube que era eu, e ainda eu hoje rio para dentro quando nos encontramos, e espero voltar a foder com ele em breve, tem um caralho lindo! Bem moreno, grande, numa grossura proporcional, uma cabeça rosácea brilhante e toda saída, coroado por um matagal farto de pintelhos negros, e com umas bolas bem pesadas e totalmente lisas e escuras. É de facto um lindo caralho e foi ele que rompeu o meu hímen e me tornou adoradora do sexo masculino, sem desprestigiar o sexo tribalismo (lesbiano), que tanto excita os belos machos de observarem, antes de participarem. Hoje, com ele à beira dos 50, ando com uma vontade louca de voltar a ser fodida fundo por ele. Como ele me faz delirar de gozo!!
Se estou contando dos meus inícios, e sendo uma adoradora do sexo, devo contar como me iniciei com meninas, já tinha 15 anos, posso contar aqui.
Eu fui um dia a casa de uma amiga minha, a Sandra que me convidou para lancharmos na sua casa, e, como eu já tinha alguma experiência, ela queria saber das coisas, e ela abriu-se comigo.
“Sabes que ando louca para transar, chego a ficar com a passarinha vermelha de tanto me esfregar à noite”, disse, sugerindo irmos para o quarto dela.
“Mas tu ainda és virgem?”, perguntei.
- Ainda, mesmo com este namorado é como fazer tribalismo, ele não me fode, só usa a língua e me deixa chupar insistindo que beba a langonha dele.
- Que idade tem o Nélson?, perguntei.
- Ele é mais velho, e gosto muito dele, tem 18 anos.
-Dá mais pormenores, como é o pau dele?
- O pau é gostosinho, mas foi o único que vi ao vivo, eu chupo ele, até ele deitar aquela gosma, que me dá vómito. Ele tem muitos pintelhos, até nas bolas, e assim, eu chupo ele todinho, e ele a mim, lambe-me a coninha, mas nunca meteu, queres ver ela?”
O desafio estava lançado, eu percebi logo, que depois eu mostrava a minha, e depois deixa tocar, percebi que ela queria algo que eu nunca tinha experimentado, sexo entre fêmeas, sendo uma delas virgem ainda.
Ela fechou o quarto à chave. Sandrinha é uma falsa magra, com belas cochas, mais baixinha que eu, por aí 1,60m, os peitinhos já despontam. Carinha pequena, cabelo curtinho castanho, uns olhos bonitos e muito expressivos. De facto um regalo para os machos.
Ela baixou as calcinhas, e cheirou-as e depois levantou o vestido com ar de atrevida e mostrou a rachinha toda lisinha.
- Estás a ver, ele devia-me foder já não achas?
- Se tu queres, diz-lhe…
- Mostra-me a tua gostava de ver, já não és virgem…
Eu mostrei-lhe e claro ela pediu para tocar e comecámos a tocar-nos, e eu ordenei-lhe para me lamber a rachinha toda lisinha, eu já depilava. “Vai mete a língua fundo faz-me gozar Sandrinha, mete os dedos…
- Posso mesmo?
E eu disse-lhe já em modo de foda, para enfiar mesmo, dois. E dei um grito pois ela pouco habituada meteu de repente e doeu, mas eu até estava a gostar daquela fedelha a tentar dar-me prazer, e até abri mais as pernas e deitei-me na cama, depois fizemos tesoura e aí ela gemeu bastante, tive de lhe ordenar para se acalmar para ninguém ouvir, até que decidi lamber-lhe a coninha virgem, que fazia um papinho e tinha uma risca não estava mesmo nem semiaberta; a cadelinha gemia e esperneava até que teve um orgasmo, “Ai, isso Sabi, estou a fozar e muito, ai que, ai Cristo, como é bom”, eu estava de joelhos sobre ela, esfregando a minha coninha e metendo os dedos, até soltei a ciprina, e senti um consolo enorme. E foi assim.
Como devem calcular, tenho muitas aventuras que gostava de partilhar, mas aguardo os vossos comentários.
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