#Gay #Grupal #Sado

Dp numa viagem

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Thiago P.

Sexo aleatório é bom demais, esse é um deles, achei um casal pra me destruir

Eu tinha saído de São Paulo com a ideia de sumir um pouco. Nada de plano rígido, só uma mochila, umas roupas leves e a vontade de sentir o Nordeste de verdade. Passei por Recife, depois Natal, e acabei descendo mais um pouco, até uma cidade menor, daquelas em que o mar quase invade a avenida e o cheiro de peixe frito se mistura com o de cachaça barata. Era o tipo de lugar onde ninguém pergunta de onde você veio se você não quiser contar.
Naquele final de tarde o calor ainda apertava. Eu andei sem destino pela orla, até o sol começar a baixar e as luzes dos bares de praia acenderem uma a uma. Escolhi um que parecia menos turístico: mesas de plástico, som de forró antigo saindo de uma caixa meio estragada e um balcão de madeira gastado pelo sal. Pedi uma cerveja gelada e fiquei ali, olhando o movimento.
Foi quando eu vi os dois.
Eles estavam mais pro fundo, perto de uma mesa alta. O primeiro era um preto alto, corpo de quem treina pesado, ombros largos, peito marcado sob a regata branca suada. Usava um durag preto bem apertado e uma corrente prateada simples no pescoço. Ria baixo de alguma coisa que o outro falava. O outro era branco, mais baixo, mas também forte, coberto de tatuagens pretas que subiam pelo braço e desapareciam pela gola da camisa. Cabelo raspado nas laterais, olhar atento.
Não foi um olhar de quem tava caçando. Foi só curiosidade. Eu desviei o rosto, bebi um gole e finjo prestar atenção no mar. Mas de vez em quando eu olhava de novo. O preto se mexia bastante quando falava, e a calça de moletom cinza marcava um volume grosso na frente, pesado, que se deslocava quando ele mudava de peso de uma perna pra outra. O tatuado usava uma bermuda folgada, mas mesmo assim dava pra notar o contorno grosso descendo pela perna direita.
Eles continuaram conversando entre si por um bom tempo. Eu já tinha pedido a segunda cerveja quando o preto se virou pro balcão e pediu mais duas. O olhar dele passou por mim, parou um segundo e voltou pro amigo. Depois ele falou alguma coisa baixa e os dois riram. Eu sorri sem querer.
Foi o tatuado quem se aproximou primeiro. Veio devagar, como quem vai pedir fogo ou perguntar a hora.
— E aí. Tá sozinho nessa mesa toda?
A voz era rouca, de quem fuma ou de quem grita muito. Eu respondi que sim, que tava só de passagem.
— Passagem pra onde? — ele perguntou, já puxando uma cadeira sem pedir licença.
— Ainda não sei. Só tô andando.
Ele assentiu, como se isso fizesse todo o sentido do mundo. O preto veio logo atrás, carregando os três copos. Colocou um na minha frente sem perguntar.
— Aqui a gente não deixa o forasteiro beber sozinho — falou, sentando do outro lado. A voz era grave, quase um ronronado. — Eu sou o Davi. Esse aí é o Rafa.
Apertei a mão dos dois. A do Davi era grande, quente, e ficou um segundo a mais que o necessário. A do Rafa era firme, com dedos grossos.
Começamos falando de coisa nenhuma. Do calor, da praia, de como o Nordeste engole quem chega desavisado. Eu contei que tinha vindo de carro, que parava onde dava vontade. Eles disseram que moravam ali perto, num prédio antigo de frente pro mar. Rafa falou que trabalhava com uns freelas de design, Davi com academia e umas coisas por fora. Nada muito específico. A conversa fluía fácil, como se a gente já se conhecesse de algum lugar.
A terceira rodada veio sem ninguém pedir. O barman já sabia. O álcool começou a amolecer as bordas das coisas. Davi ria fácil, jogava a cabeça pra trás, e toda vez que fazia isso a regata subia um pouco, mostrando a barriga marcada e o começo do volume na calça. Rafa ficava mais quieto, mas o olhar dele não desgrudava. Tinha um jeito de observar que fazia a gente se sentir visto de verdade.
Em algum momento Davi perguntou:
— E aí, o que o Paulista tá caçando por aqui? Sol, mar… ou coisa mais interessante?
Eu dei de ombros, sorrindo.
— Depende do que aparecer.
Ele soltou uma risada baixa.
— Aqui as coisas aparecem quando a gente menos espera. Às vezes até quando a gente tá só tomando uma cerveja.
Rafa complementou, voz mais baixa:
— Ou quando a gente decide que a noite ainda tá cedo demais pra acabar.
O papo foi virando assim, devagar. Nada direto. Eles falavam de como a cidade era pequena, de como todo mundo se conhecia, de como às vezes dava vontade de sumir um pouco da rotina. Eu falava da estrada, das noites sozinho em pousadas baratas, do silêncio que às vezes pesava. Eles escutavam de verdade. Não era aquele papo de quem só espera a vez de falar.
Quando a conversa deu uma pausa natural, Davi se esticou na cadeira. A calça esticou junto, e o volume ficou ainda mais evidente, grosso, pesado, quase desafiando o tecido. Ele não tentou esconder. Só ficou ali, confortável no próprio corpo. Rafa passou a mão pela coxa, ajeitando a bermuda, e o contorno dele também se marcou mais.
Eu senti o calor subir um pouco no pescoço. Continuei bebendo.
Foi Rafa quem quebrou o silêncio seguinte:
— A gente tem umas cervejas geladas no apê. E o ar-condicionado funciona de verdade, diferente daqui. Se quiser continuar o papo sem o barulho dessa caixa furada…
Davi completou, já de pé:
— Sem compromisso. Só pra não deixar a noite morrer cedo. A gente te deixa voltar quando quiser.
Não tinha urgência na voz de nenhum dos dois. Era só um convite. Eu olhei pro copo vazio, pro bar que já começava a encher de gente mais barulhenta, e aceitei.
A caminhada até o prédio foi curta, mas o ar da noite já pesava diferente. O cheiro de maresia se misturava com o de óleo quente das barracas que ainda estavam abrindo mais adiante. Davi andava na minha esquerda, passos largos, o moletom cinza balançando com o peso absurdo que se deslocava a cada passada. Rafa ficava um pouco atrás, o ombro quase roçando no meu de vez em quando. Ninguém falava muito. Só o som dos pés no asfalto quente e o barulho distante das ondas.
O elevador rangeu subindo. O espaço era apertado demais pro tamanho dos dois. Davi ficou de frente pra mim, a regata branca colada no peito suado. O cheiro dele subiu forte: suor limpo, um pouco de perfume barato e algo mais animal por baixo. Rafa ficou do lado, o braço tatuado encostando no meu. Quando o elevador parou no terceiro andar, Davi passou na minha frente e abriu a porta do apartamento sem olhar pra trás.
O ar-condicionado já tava ligado. O frio bateu no rosto quente e fez a pele arrepiar. A sala era simples: sofá grande de couro gasto, tapete grosso no chão, janela aberta pro mar. Cheiro de café velho e de sabão de roupa. Davi foi direto na geladeira, tirou três cervejas e jogou duas pra gente. A lata gelada queimou a mão.
— Senta — ele falou, já abrindo a dele.
Eu sentei no sofá. Rafa sentou do meu lado, perto demais. Davi ficou de pé na nossa frente, bebeu um gole longo e olhou pra baixo, pro volume que já marcava minha calça. Não disse nada. Só passou a língua no lábio inferior e deu um sorrisinho curto.
A conversa que ainda restava morreu ali. Rafa colocou a mão na minha coxa, pesada, quente, e apertou. Os dedos grossos subiram devagar até a virilha e pararam em cima do pau, só sentindo o formato. Eu engoli seco. O gosto da cerveja ainda tava na boca, amargo e gelado.
Davi se aproximou, ajeitou o moletom pra baixo. O que saiu não era só grosso. Era um monstro. Longo demais, grosso demais, veias grossas saltadas ao longo de todo o comprimento, a cabeça inchada e já brilhando de pré-porra. O pau dele descia pesado, batendo na coxa quando ele se mexia, e mesmo semi-duro já tinha um tamanho que fazia a boca secar. Rafa puxou a bermuda. O dele era um pouco mais curto, mas quase tão grosso quanto, coberto de veias escuras que sumiam nas tatuagens da virilha. Os dois eram absurdos. Monstros de verdade.
Davi seguiu meu olhar e riu baixo.
— Vai doer — falou, simples. — Mas você aguenta.
Ele não pediu licença. Segurou meu queixo com a mão grande, forçou a cabeça pra cima e beijou. A boca dele era quente, úmida, e a língua entrou sem delicadeza. Gosto de cerveja e de algo metálico. Eu retribuí. A mão dele desceu, abriu meu cinto de um puxão e enfiou os dedos dentro da calça, apertando o pau duro com força.
Rafa já tava de joelhos no chão. Puxou minha calça e a cueca juntas até os tornozelos. O ar gelado bateu na pele quente. Ele não esperou. Abriu a boca e engoliu o pau inteiro de uma vez, até a garganta apertar em volta da cabeça. O barulho molhado encheu a sala. Eu soltei um gemido baixo contra a boca do Davi. Ele riu no beijo e mordeu meu lábio inferior até doer.
Davi puxou o moletom de vez e o pau gigante bateu pesado contra minha barriga. O calor dele era absurdo. Ele segurou meu cabelo com a mão esquerda e enfiou o monstro na minha boca sem aviso. A cabeça grossa esticou os cantos da boca imediatamente. Eu engasguei no primeiro empurrão. O diâmetro era demais. A garganta queimou. Ele não tirou. Segurou minha cabeça no lugar e fodeu a garganta com estocadas curtas e profundas, o saco pesado batendo no queixo. Lágrimas escorreram. Saliva desceu pelo queixo em fios grossos.
Rafa continuava chupando embaixo, agora com a mão apertando minhas bolas, puxando com força. O outro dedo dele já tava molhado de saliva e pressionava minha entrada, girando, forçando. Um dedo entrou. Depois dois. A dor foi seca, quente. Ele abriu os dedos dentro de mim, esticando, preparando pro que vinha.
Eles me viraram no sofá sem cerimônia. Davi sentou no sofá, reclinou o tronco e me puxou de quatro em cima dele, de costas pro peito largo. Os joelhos ficaram no assento. Rafa se ajoelhou na minha frente, o pau tatuado já duro pra caralho, e enfiou na minha boca no mesmo segundo em que Davi cuspiu na mão e enfiou dois dedos grossos na minha bunda de uma vez. A dor veio aguda, se espalhando pela base da coluna. Eu gritei em volta do pau do Rafa. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu a boca com força, o saco batendo no queixo a cada estocada.
Davi tirou os dedos. Ajeitou o pau monstro na entrada. A cabeça grossa pressionou. Eu senti o músculo resistir, queimar, se abrir à força. Ele empurrou. Centímetro por centímetro o monstro foi entrando. A dor era branca, ofegante, como se eu fosse rachar ao meio. Meu corpo inteiro tremeu. Suor escorreu pela testa. Davi parou só quando o saco bateu na minha bunda. O pau dele pulsava lá dentro, grosso demais, preenchendo tudo, pressionando a próstata com um peso absurdo.
— Porra… que aperto — ele rosnou, a voz rouca.
Depois começou a foder. Estocadas longas e pesadas. Cada vez que ele puxava quase pra fora e enfiava de novo, a dor voltava afiada, misturada com um prazer sujo que subia pela coluna. O sofá rangeu. Meu corpo inteiro balançava pra frente, enfiando o pau do Rafa ainda mais fundo na garganta. O barulho era sujo: pele batendo em pele, saliva escorrendo, gemidos abafados, o rangido do couro. O cheiro de sexo subiu forte, misturado com o suor dos três.
Rafa puxou o pau da minha boca, deu um tapa no rosto com ele e enfiou de novo. Davi aumentou o ritmo atrás, segurando minha cintura com as duas mãos grandes e me puxando pra trás a cada estocada, como se quisesse me espetar até o fundo. O pau monstro raspava tudo por dentro, esticando, queimando.
Eles me tiraram do sofá e me jogaram de quatro no tapete. O tecido grosso arranhou os joelhos. Davi se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na boca no mesmo instante em que Rafa enfiou o dele na bunda de uma estocada só. O pau do Rafa era menos longo, mas a grossura era quase igual. A entrada, já aberta e dolorida pelo monstro do Davi, ainda assim ardeu de novo. Rafa fodia com força, as mãos apertando minha cintura, as unhas cravando na pele. Davi segurava meu cabelo e usava minha boca como um buraco, estocadas curtas e rápidas que faziam o saco bater no queixo.
O som dos corpos se chocando encheu a sala. Pele molhada de suor batendo em pele. O cheiro era forte agora — sexo, porra, suor. Rafa gemeu baixo e puxou o pau pra fora só o suficiente pra cuspir na entrada e enfiar de novo, mais fundo. Davi tirou o pau da minha boca, deu um tapa com ele no rosto e enfiou de novo, forçando a garganta até eu engasgar e lágrimas escorrerem.
Eles se revezaram sem parar. Rafa saiu da minha bunda e Davi entrou no lugar, o pau mais grosso esticando ainda mais a entrada já inchada e vermelha. A dor voltou forte. Eu gemia abafado em volta do pau do Rafa. Cada estocada do monstro do Davi fazia a visão embaçar.
Depois me viraram de novo. Deitei de costas no tapete. Davi abriu minhas pernas com força e enfiou de uma vez, segurando meus tornozelos e dobrando o corpo quase ao meio. O pau gigante entrou fundo demais. Eu senti ele batendo em algum lugar profundo, dolorido e bom ao mesmo tempo. Rafa se ajoelhou do lado da minha cabeça, enfiou o pau na boca e segurou meu cabelo, fodendo a garganta no mesmo ritmo que Davi fodia a bunda. Cada estocada do Davi me empurrava pra cima, engolindo o pau do Rafa mais fundo. O sofá, a parede, o mar lá fora — tudo sumiu. Só existia o peso dos dois, o cheiro, o gosto, o barulho molhado e a dor gostosa que subia pela coluna.
Foi aí que eles decidiram me destruir de verdade.
Davi se deitou de costas no tapete, o pau monstro apontado pra cima, brilhando de saliva e pré-porra. Me puxaram pra cima dele. Eu sentei devagar. A entrada, já esfolada e aberta, ainda assim ardeu quando a cabeça grossa começou a entrar de novo. Desci centímetro por centímetro, a dor branca voltando, até ficar completamente empalado no pau dele. O peito largo de Davi subia e descia sob mim. Ele segurou minha cintura e começou a me foder pra cima, estocadas curtas e pesadas.
Rafa se posicionou atrás. Cuspiu na mão, passou os dedos na minha entrada já esticada em volta do pau do Davi, e pressionou a cabeça do próprio pau ali. O espaço era mínimo. Eu senti o músculo se abrir ainda mais, queimar, protestar. Rafa empurrou. A dor foi diferente dessa vez — mais profunda, mais invasiva. O segundo monstro foi entrando devagar, lado a lado com o primeiro. Eu tremia inteiro. Suor escorria pelo rosto, pelo peito, pelas costas. A respiração saía em soluços. Quando Rafa finalmente entrou por completo, os dois paus grossos pulsando juntos dentro de mim, eu gritei. O som saiu rouco, quebrado.
Eles começaram a se mexer.
Não tinha coordenação perfeita. Davi empurrava pra cima enquanto Rafa empurrava pra dentro. Os dois monstros se esfregavam um no outro lá dentro, esticando, pressionando, preenchendo tudo até não sobrar espaço nenhum. A dor era constante, quente, latejante. Mas o prazer vinha junto, sujo, avassalador. Cada movimento fazia os dois paus rasparem na próstata ao mesmo tempo. Minha visão embaçava. Eu segurava o peito do Davi com força, as unhas cravando na pele escura.
Rafa se inclinava sobre minhas costas, o peito tatuado colado na minha pele suada, e fodia com força curta. Davi segurava minha cintura e me puxava pra baixo a cada estocada. O barulho era obsceno: pele molhada batendo, os dois paus entrando e saindo com dificuldade do buraco esticado demais, gemidos baixos, minha própria respiração ofegante. O cheiro de sexo era tão forte que quase dava pra provar no ar.
Eles me foderam assim por um tempo que pareceu eterno. Quando Rafa puxava quase pra fora, eu sentia o alívio momentâneo antes dele enfiar de novo com tudo. Quando Davi empurrava pra cima, o pau monstro dele chegava tão fundo que doía de um jeito bom e ruim ao mesmo tempo. Eu gozei sem ninguém tocar no meu pau, o corpo inteiro contraindo em volta dos dois monstros, apertando eles com força. A contração só fez a dor e o prazer aumentarem.
Davi gemeu baixo e começou a foder mais rápido. Rafa acompanhou. Os dois paus latejavam dentro de mim. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando Davi gozou, foi fundo, jatos quentes preenchendo ainda mais o espaço já impossível. Rafa gozou logo depois, o corpo tenso contra minhas costas, o pau pulsando lado a lado com o do Davi enquanto despejava tudo lá dentro.
Eles ficaram assim um tempo, ainda enterrados, respirando pesado. Depois Rafa saiu primeiro. A saída do segundo monstro deixou uma sensação vazia e dolorida. Davi me levantou devagar do pau dele. Quando o monstro saiu, eu senti o buraco ficar aberto, latejando, escorrendo a mistura quente dos dois.
Mesmo assim eles não pararam de verdade. Me colocaram de quatro de novo. Davi enfiou o pau ainda semi-duro e sujo de porra na minha boca pra eu limpar. Rafa enfiou dois dedos na entrada esfolada e mexeu devagar, só pra sentir o quanto eu ainda tava aberto. Depois se revezaram de novo, mais devagar agora, mas ainda com força. Cada entrada do pau monstro do Davi ainda doía. Cada estocada do Rafa ainda esticava demais.
Quando finalmente pararam de verdade, o chão da sala tava molhado de suor, saliva e porra. Eu mal conseguia mexer as pernas. A bunda latejava, aberta, dolorida. A garganta ardia. Davi se jogou no sofá, respirando pesado, o pau ainda semi-duro descansando na coxa, brilhando. Rafa foi até a geladeira, trouxe água e jogou uma garrafa pra mim. A água gelada desceu queimando a garganta esfolada.
Ninguém falou muito. Só o som da respiração pesada e do ar-condicionado. Davi passou a mão pelo meu cabelo suado, sem carinho demais, só um reconhecimento. Rafa se jogou no chão do meu lado e fechou os olhos.
Eu fiquei ali, o corpo latejando, o gosto dos dois ainda na boca, o cheiro de sexo impregnado na pele, a bunda ainda sentindo o formato daqueles dois monstros. Lá fora o mar continuava batendo. Dentro do apartamento, eu estava destruído.

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