#Incesto #Teen #Voyeur

Confissões verdadeiras e pecaminosamente inconfessáveis!

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O Construtor

Era o ano de 1985, eu tinha 16 anos de idade, quando meu pai se separou da minha mãe, ela tinha 32 anos de idade e ele foi morar em outra cidade com outra mulher, deixando a minha mãe que era muito bonita, eu com dezesseis anos e minha irmã mais nova com os seus quatorze aninhos. Minha mãe sempre foi uma mulher muito bonita, loira, alta e magra, que hoje tem setenta e quatro anos de idade. Ela sempre trabalhou muito para manter eu e minha irmã Eurídice, que hoje tem cinquenta e seis anos de idade, dois a menos do que eu. De dia a minha mãe trabalhava como manicure e pedicure em um salão de beleza e a noite, até às dez horas, ela trabalhava como garçonete em um restaurante muito frequentado por marinheiros que aportavam na Alfândega de Santos-SP. Nessa época com dezesseis anos de idade, eu batia muitas punhetas olhando minha bela mãe deitada ou tomando os seus banhos e como a minha irmã Eurídice, dormia mais cedo, eu ficava assistindo TV preta e branco até a nossa mamãe chegar.

Nós morávamos em uma pequena casa na rua da Alfândega, em uma pequena casa de dois quartos. Em um quarto a minha mãe dormia e em outro quarto, eu e a minha irmã. Uma noite eu em nossa sala eu assistia TV, quando escutei uns barulhos junto ao nosso portão e ao olhar pela janela, por trás da cortina, com a luz apagada, eu vi a minha amada mãe, com o vestido erguido até a sua cintura, mostrando a sua bela bunda bem clara, de pernas bem abertas e um homem de cócoras chupando, beijando, lambendo e abocanhando a sua peluda boceta. Na hora levei um grande susto, me revoltei por ver um estranho chupando a boceta da minha amada mãe, mas logo, me acalmei e passei a sentir um enorme tesão com aquele estranho chupando a boceta da minha mãe e ainda, abrindo sua bunda e enfiando um, dois e três dedos no cu da mamãe que gemia e gritava muito sem se importar se alguém pudesse passar naquela instante pela nossa calçada e pudesse vê-la sendo chupada em sua peluda boceta.

Em seguida, eles trocaram de posição, o homem muito alto e bem moreno, quase negro, ficou em pé e ela de cócoras, ela passando a chupá-lo gostosamente e punhetá-lo até que ele gozou muito em seu rosto o deixando todo melado de porra que ela engoliu tudo qye ele havia gozado na sua boca. Nessa noite eu fiquei tão ansioso de tesão e muito tenso que acabei gozando no piso da sala e corri para o nosso quarto, me esquecendo de limpar a porra que eu havia esporrado. A minha mãe, tinha o costume de ficar em casa vestida igual uma puta, calçando belos tamancos e vestida apenas com minúsculas calcinhas tanguinhas e camisetas regatinhas bem curtinhas. No dia seguinte em que havia a visto sendo chupada na boceta e chupando aquele cacete eu evitava cruzar com ela dentro de casa, eu morria de vergonha e como a minha irmã tinha ido dormir na casa da minha avó, a minha mãe me chamou em seu quarto e quando entrei no seu quarto a vi deitada de pernas abertas, vestida apenas com uma camiseta regata, sem calcinha, acariciando a sua peluda boceta.

Na hora voltei para trás e ela me gritou; “Filho, venha aqui!” Eu tremi nas pernas e quando voltei, ela me fez me sentar na beirada da cama, pegou minha mão direita e a levou para sua peluda boceta, falando: “Acaricie a minha boceta filho eu sei que você a deseja, pega com força a aperte duro, faça a mamãe gritar, pode apertar com força, a mamãe adora!’ Tremendo de nervoso eu a apertei como ela havia pedido e ela gemeu, gritou alto, só estávamos eu e ela em casa. Em seguida, ela me segurou pelos cabelos e aproximou a minha boca da sua peludona boceta e me ordenou em voz muito alta, quase gritando ela ordenou: ”Lambe, chupa, beija, sente o gosto da boceta da mamãe com a sua boca e língua, to mandando, chupa gostoso como o homem que você viu me chupando ontem a noite no portão que você viu gostoso, punhetou e gozou, agora chupa a boceta da mamãe, me chupe!” Passeia chupá-la, a lambê-la na boceta bem aberta e molhada, que delícia que era poder chupá-la com ela abrindo ainda mais a sua deliciosa boceta muito peluda, cheirando muito forte a sexo.

Ela gozou desesperadamente na minha boca, me falando que daquele momento em diante eu seria o seu amado filho, amante e namorado e que ela ia me transformar em um grande fodedor de mulheres e que eu é quem iria arregaçar com o cabaço da minha amada irmã Eurídice, como verdadeiramente acabou foi inevitável acontecer tempos depois, após, ela completar os seus quatorze aninhos. Dessa forma, eu acabei metendo muito na mamãe, dos meus dezesseis anos, até os meus dezoito/dezenove anos de idade. Eu esperava a mamãe chegar do bar onde ela era garçonete para meter gostoso com ela e ela sabia meter muito gostosamente. Eu e ela, quando saíamos para passear, andávamos abraçados como dois namoradinhos, tipo casal de namoradinhos com a namorada bem mais velha e ela era uma mulher muito bonita, atraente e tesuda, que verdadeiramente me ensinou chupar e a meter na boceta e no cu de uma mulher. Quem já punhetou olhando, ou até mesmo, já comeu a sua bela e amada mãe, comente por favor!

Metendo na mamãe

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