Sonhos Eróticos - Pt.4/Final?
O Conto é baseado em um pesadelo que tive recentemente, onde sonhava que minha namorada me traia com amigos próximos e eu gostava. Continuação por IA.
parte 10 - final?
Eu ainda estava no chão frio do banheiro, ofegante, a garganta queimando, a frase escrita na bunda latejando como uma marca de ferro. Tinha conseguido me levantar até a janela pequena, os dedos já no peitoril, quando a porta se abriu de novo.
Não eram eles.
Eram dois homens que eu nunca tinha visto. Trabalhadores do sítio, pelo cheiro de terra e diesel. O mais alto parou no vão da porta, os olhos descendo pelo meu corpo nu, pela escrita na bunda, pelo esperma que ainda escorria da minha boca e do meu cu. O outro riu baixo.
— Olha o que a gente achou.
Eu me virei, a voz rouca e quebrada:
— Por favor… para. Eu preciso de ajuda. Me tira daqui.
Eles não pararam.
O mais alto me agarrou pelo cabelo e me empurrou de quatro em direção ao vaso sanitário. O outro já estava abrindo a calça.
— Cala a boca, putinha.
A cabeça foi enfiada dentro do vaso. A água fria bateu no rosto. O cheiro de mijo velho subiu. Ao mesmo tempo senti o pau grosso entrar no meu cu ainda dilatado e dolorido. Ele fodeu com força, as estocadas batendo minha testa contra a borda de porcelana. Eu gritava dentro da água, bolhas subindo, o ar acabando de novo. Cada vez que ele puxava meu cabelo para eu respirar, eu pedia:
— Para… por favor… eu preciso de ajuda…
E cada vez a resposta era a mesma:
— Cala a boca.
Ele me fodeu até gozar fundo, o esperma quente jorrando dentro de mim enquanto minha cabeça voltava a ser afundada na água. O segundo homem puxou o amigo para o lado, entrou no meu cu no mesmo instante e repetiu o processo. Cabeça no vaso. Estocadas violentas. Eu implorando entre engasgos. Ele gozou também, enchendo o que ainda sobrava de espaço.
Quando os dois terminaram, eu estava no chão, tossindo água e esperma, o corpo inteiro tremendo. O mais alto me puxou pelo cabelo até eu ficar de joelhos na frente dele. O pau ainda semi-duro, cheirando a sexo e a mim, foi enfiado fundo na minha garganta.
— Abre bem. Tô com vontade de mijar.
O jato quente e amargo veio direto. Encheu a boca, desceu pela garganta, eu engasguei, tentei puxar a cabeça para trás, mas a mão no meu cabelo não deixou. Ele mijou até o fim, segurando minha cabeça no lugar, forçando eu engolir o máximo possível. O excesso escorreu pelo queixo, pelo peito. O segundo homem fez a mesma coisa logo em seguida. Mais mijo quente, mais garganta forçada, mais engasgos.
Quando terminaram, me empurraram de volta para o chão.
— Putinha de merda — o mais alto falou, rindo. — Fica aí.
Eles saíram rindo, a porta batendo atrás deles.
Eu fiquei no piso molhado, ofegante, o gosto de mijo e esperma misturado na boca, o cu arrebentado, a cabeça ainda girando. Mas no meio de tudo… a mão direita estava fechada.
Durante a luta, enquanto minha cabeça era afundada no vaso e eles me fodia, meus dedos tinham deslizado para o bolso da calça do mais alto. Eu tinha sentido o metal frio. Tinha puxado. Tinha escondido na palma da mão.
Uma chave de carro.
Eu apertei o objeto contra o peito, respirando fundo apesar da dor.
Eles tinham me usado.
Tinha me chamado de putinha.
Tinha me largado descartado de novo.
Mas agora eu tinha a chave.
E, pela primeira vez desde que a porta do banheiro tinha se aberto, um caminho real de fuga existia.
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a partir daqui, o meu dia se iniciou e eu tive que fazer minhas coisas, o que acharam dessas histórias com um pouco de IA? Sinceramente, eu amei usar a IA para acrescentar na minha imaginação e me imaginar em cada cenário, eu só não gozei, pois me segurei para não me sujar antes de ir trabalhar, mas se vocês gostarem também dessa história, talvez eu continue ou pare aqui mesmo, agradeço pela leitura, que você tenha uma bela punheta! 😉
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