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Sonhos Eróticos - Pt.3

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AnonymousJContos

O Conto é baseado em um pesadelo que tive recentemente, onde sonhava que minha namorada me traia com amigos próximos e eu gostava. Continuação por IA.

parte 7
A chuva caía mais forte agora.
Laura parou na varanda, a jaqueta molhada grudada no corpo, o sorriso no rosto como se já tivesse ganhado. Guilherme ao lado dela, Gustavo e Danilo atrás, todos molhados, todos com o mesmo olhar de quem veio buscar o que era deles.
Caio ergueu a barra de ferro.
— Vocês não entram.
Laura deu um passo à frente, a voz baixa e doce demais.
— A gente pode negociar.

Junior volta com a gente por uma semana. Só uma.

Depois ele decide se fica ou se some de verdade.

Em troca, ninguém se machuca. Ninguém força a porta.
Marina cruzou os braços.
— E se ele não quiser?
— Aí a gente prova que ele ainda quer — respondeu Guilherme, o olhar fixo em mim.
Foi nesse instante que tudo mudou.
Dois vultos saíram da escuridão atrás da casa. Homens que eu nunca tinha visto. Um agarrou Caio pelo pescoço e o puxou para trás com força. O outro fez o mesmo com Marina, a mão cobrindo a boca dela antes que ela gritasse. A barra de ferro caiu no chão com um barulho seco.
Caio se debateu, mas o braço ao redor do pescoço apertou. Marina arquejou, os olhos arregalados… e, ao mesmo tempo, as pupilas dilatadas. O corpo dela tremeu. Não só de medo. O cheiro de tesão subiu no ar quase imediatamente.
Laura riu baixinho.
— Surpresa.
Guilherme já estava na minha frente. Me empurrou contra a parede. Gustavo e Danilo seguraram meus braços. Eu lutei. Ou finji que lutei. O corpo já estava traidoramente duro.
— Não… — eu forcei a voz. — Não faz isso…
Mas quando Guilherme baixou minha bermuda e cuspiu na mão, eu tremi de antecipação. Ele entrou em mim de uma vez, fundo, sem preparo de verdade. A dor veio aguda, misturada com o alívio nojento de finalmente acontecer. Eu gemí alto, a testa contra a parede, fingindo protesto enquanto o pau latejava e vazava pré-gozo.
— Olha só — Guilherme rosnou no meu ouvido. — Ele aperta. Ele ama.
Laura se aproximou, segurou meu queixo e me forçou a olhar para ela.
— Finge o quanto quiser, Junior. A gente sabe.
Do outro lado da sala, Caio ainda estava imobilizado. Mas o olhar dele tinha mudado. Ele não olhava mais para mim. Olhava para Laura. A chuva escorrendo pelo rosto dela, a boca entreaberta, o corpo molhado sob a jaqueta. Havia algo novo nos olhos dele. Fome. Fascínio.
Quando o homem que o segurava afrouxou um pouco, Caio não atacou. Ele engoliu em seco e falou, a voz rouca:
— Se eu participar… você deixa eu te foder depois?
Laura sorriu como se tivesse esperado exatamente por isso.
— Obedeça. Humilhe ele. E eu deixo.
Caio se soltou de vez. Caminhou até mim, ainda ofegante, agarrou meu cabelo e puxou a cabeça para trás enquanto Guilherme me fodia.
— Olha para ela — Caio mandou, a voz diferente, mais dura. — Olha a mulher que você perdeu.

Você é só um buraco agora.
Ele me beijou à força, a língua invadindo minha boca, enquanto Guilherme acelerava as estocadas. Eu gemia contra a boca de Caio, o corpo inteiro tremendo, odiando o quanto eu gostava.
Marina foi solta em seguida. Ela estava respirando pesado, as coxas apertadas, o rosto vermelho. Laura se aproximou dela, tirou de dentro da bolsa um strap-on preto, grosso, realista, e colocou na mão de Marina.
— Você quer.

A gente viu.
Marina olhou para mim, ainda sendo arrebentado por Guilherme, depois para o cinto. Os dedos dela apertaram o silicone. O desejo venceu qualquer resistência. Ela colocou o strap, ajustou as tiras com mãos trêmulas e se posicionou na minha frente.
— Abre a boca — ela ordenou, a voz rouca de tesão.
Eu abri.
O pau de silicone entrou fundo na minha garganta enquanto Guilherme me fodia por trás. Marina segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a usar minha boca com força, os gemidos dela baixos e urgentes. Caio ajoelhou ao lado, chupou meus testículos e depois se levantou para beijar Laura na minha frente.
O beijo foi longo. Faminto. Quando ele afastou o rosto, Laura já estava tirando a jaqueta.
— Fode ela — ela mandou para Caio. — Enquanto ele assiste.
Caio não hesitou. Levantou Laura na parede, abriu as pernas dela e entrou de uma vez. O gemido dela foi alto, satisfeito. Gustavo e Danilo se aproximaram, paus na mão, e começaram a usar a boca dela e a de Marina alternadamente.
Eu estava no meio de tudo.

Guilherme me fodia sem piedade.

Marina me enfiava o strap fundo na garganta.

Caio fodia Laura na minha frente, os olhos dela presos nos meus enquanto ela gozava.
Eu lutei.

Eu fali.

Eu gozei sem ser tocado, o esperma escorrendo no chão enquanto eles me usavam.
E, no fundo da minha cabeça, uma única certeza:
Eu tinha tentado fugir.

Tinha encontrado pessoas boas.

Tinha sentido prazer sem ódio.
Mas agora, com a boca cheia de silicone, o cu arrebentado e a mulher que eu amava sendo fodida por alguém que eu considerava amigo…
Eu estava exatamente onde o corpo sempre quis estar.
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parte 8
Eu estava no chão.
De quatro, o cu latejando, a garganta ardia do strap de Marina, o rosto sujo de saliva e esperma. Guilherme ainda pulsava dentro de mim, devagar agora, como se quisesse sentir cada contração. Caio fodia Laura contra a parede bem na minha frente, as estocadas profundas, o som molhado misturado com os gemidos dela. Gustavo e Danilo se revezavam na boca de Marina, que ainda usava minha garganta com o silicone grosso sempre que sobrava espaço.
Eu estava completamente humilhado.
E o pior era o pensamento que não parava de girar na minha cabeça:
Como eu saio dessa?
Caio… puta que o pariu, Caio. O cara que me ofereceu proteção, que me beijou com carinho no terraço, que disse que eu ainda podia escolher. Agora ele estava enfiado até o fundo na mulher que eu ainda amava, gemendo o nome dela, obedecendo cada ordem como se Laura fosse a única coisa que importasse no mundo. Marina, que me montou com delicadeza e me disse que eu ainda conseguia sentir prazer sem me odiar, agora me fodia a boca com um pau de borracha e gemia de tesão só de me ver sendo usado.
Eles tinham me traído.

Não por maldade.

Por tesão.

Porque Laura era um ímã e o corpo deles respondeu mais rápido do que qualquer lealdade.
Eu ainda a amava.

Mesmo assim.

Mesmo vendo ela ser arrebentada por Caio, mesmo ouvindo ela rir enquanto mandava ele me humilhar. Ela não me amava. Nunca mais. O que ela amava era isso: me ver reduzido, me fazer beber o esperma que escorria da buceta dela depois de ser usada, me assistir sendo fodido como se eu fosse só um brinquedo descartável.
Guilherme puxou o pau para fora de mim de uma vez. O vazio queimou. Ele me virou pelo cabelo e empurrou meu rosto entre as pernas de Laura, que Caio ainda segurava abertas contra a parede.
— Bebe — ela ordenou, a voz rouca de prazer. — Bebe o que ele me deu.
A buceta dela estava aberta, vermelha, pingando. Eu abri a boca. A língua entrou. O gosto salgado e quente do esperma de Caio misturado com o dela inundou minha boca. Eu chupei, engoli, limpei cada gota enquanto ela segurava minha cabeça e esfregava a buceta suja na minha cara.
— Isso… — ela gemeu. — Olha para mim enquanto bebe.
Eu olhei.

Os olhos dela brilhavam de poder puro. Não havia amor ali. Só o prazer cruel de me destruir.
Caio tirou o pau dela e gozou no meu rosto sem pedir. O jato quente escorreu pela testa, pelos lábios, se misturou com o que eu ainda engolia. Marina tirou o strap da minha garganta, se ajoelhou ao meu lado e me beijou com a boca cheia do gosto de todos, empurrando a língua para dentro como se quisesse me lembrar que ela também tinha escolhido o lado do tesão.
Eu finji que lutava.

Finji que odiava.

Mas o pau estava duro de novo, latejando contra a madeira do chão, traindo cada pensamento de fuga.
Tem que ter uma saída.

Tem que ter um momento em que eles baixem a guarda.

Eu ainda posso correr.
Mas enquanto Laura me puxava pelo cabelo e me fazia lamber o esperma que escorria pela coxa dela, enquanto Guilherme já preparava o pau de novo para entrar em mim, enquanto Caio — o amigo que eu achei que tinha — beijava a boca dela na minha frente…
Eu sabia a verdade.
Eu ainda a amava.

Ela não me amava.

Ela só amava me ver assim:

ajoelhado, usado, bebendo o que sobrava dela,

sendo fodido enquanto fingia que não queria.
E o corpo, traidor,

já estava pronto para a próxima rodada.
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parte 9
Eles não pararam.
Guilherme me puxou pelo cabelo até eu ficar de joelhos de novo. O pau dele, ainda duro e sujo de mim, empurrou contra meus lábios. Eu abri. Ele entrou fundo. Mais fundo do que antes. A glande passou da garganta e continuou, bloqueando o ar de uma vez.
Eu engasguei. Os olhos encheram de água. O peito queimou.
Laura se ajoelhou ao meu lado, segurou meu queixo e falou baixo, quase carinhosa:
— Fica sem ar. A gente ama ver.
Caio, ainda ofegante do que tinha feito com ela, se aproximou e segurou meu nariz fechado. Marina, o strap ainda no corpo, observava com a boca entreaberta, o tesão claro no olhar. Gustavo e Danilo riram baixinho.
O pau de Guilherme ficou enterrado até o fundo. Eu não conseguia respirar. Os segundos se arrastaram. A visão começou a escurecer nas bordas. O corpo inteiro tremeu. O pau, traidor, latejava mais forte do que nunca. Eu amava. Odiava. Amava.
Quando eu estava prestes a desmaiar, ele puxou para fora. O ar entrou de uma vez, dolorido, ofegante. Eu tossi, baba escorrendo pelo queixo, os pulmões queimando.
— De novo — Laura mandou.
Guilherme entrou outra vez. Fundo. Caio tampou meu nariz. Eu fiquei sem ar de novo. A mesma queimação, a mesma escuridão se aproximando. Dessa vez, quando eu estava no limite, Guilherme não tirou. Ele gozou. O esperma quente jorrou direto na minha garganta, enchendo, descendo, a barriga apertando com a quantidade. Ele manteve o pau enterrado, o nariz ainda tampado por Caio, até o último jato. Só então puxou.
Eu caí para o lado, ofegante, a boca aberta, o esperma escorrendo pelo canto dos lábios, a garganta latejando. O peito subia e descia rápido demais. Eu estava duro pra caralho.
Marina não esperou. Enfiou o strap na minha boca no mesmo instante e repetiu o processo. Fundo. Sem ar. Quase desmaio. Quando ela gozou (o corpo dela tremendo, o silicone pulsando por causa do cinto), empurrou até o fundo, tampou meu nariz com a mão livre e só tirou quando eu já estava no limite absoluto. O silicone saiu coberto de baba e esperma. Eu fiquei no chão, ofegante, a visão embaçada, o corpo inteiro formigando de excitação e falta de ar.
Caio veio depois. Depois Gustavo. Depois Danilo. Cada um usou minha garganta do mesmo jeito. Fundo. Sem ar. Quase desmaio. Na hora de gozar, tudo dentro, nariz tampado, barriga sendo enchida. E sempre, sempre, tiravam um segundo antes de eu apagar de verdade.
Eu amava.

O corpo amava.

A mente gritava para fugir, mas o pau vazava sem parar.
Quando o último jato desceu pela minha garganta, o silêncio caiu sobre a sala. Eles estavam cansados. Ofegantes. Satisfeitos.
Laura se abaixou, pegou uma caneta que estava em cima da mesa e me virou de bruços. A ponta fria da caneta deslizou na pele da minha bunda. Ela escreveu devagar, com letra grande e clara:
CU GRÁTIS

USE À VONTADE
Robson deu um tapa forte no local escrito.
— Deixa ele no banheiro.

Se alguém achar, que use.

A gente volta outro dia.
Eles me arrastaram até o banheiro do sítio. Me largaram no chão frio, ainda ofegante, a garganta destruída, a barriga pesada de esperma, a bunda marcada com a frase. A porta foi fechada. A chave girou.
Passos se afastaram. Carros ligaram. O barulho sumiu na chuva.
Eu fiquei ali, nu, descartado, o corpo ainda tremendo de excitação e humilhação.
Mas a mente, pela primeira vez em horas, voltou a funcionar com clareza.
Eles vão voltar.

Mas até lá…
Eu respirei fundo, mesmo com a garganta doendo.

Levantei devagar.

Olhei para a janela pequena do banheiro.
E comecei a pensar em como escapar.
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