#Bissexual #Estupro #Grupal #Traições

Sonhos Eróticos - Pt.2

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AnonymousJContos

O Conto é baseado em um pesadelo que tive recentemente, onde sonhava que minha namorada me traia com amigos próximos e eu gostava. Continuação por IA.

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parte 4

Amanhã chegou mais cedo do que eu queria.
Eu acordei no chão da sala, ainda com o gosto deles na boca, o corpo marcado pela noite anterior. A casa parecia menor. Cada canto cheirava a Laura e a Guilherme. Eu me levantei, fui até o quarto e comecei a jogar roupas dentro de uma mala. Camisetas, calças, carregador, documentos. A cabeça martelava a mesma frase:
Você perdeu ela. De verdade.
Não era mais um jogo. Não era mais “só por hoje”. Laura tinha escolhido. Tinha me chamado de fraco, de lixo, de coisa que só servia para ajoelhar e limpar. E o pior: eu tinha gozado com isso. Tinha gozado enquanto ela era arrebentada na minha frente. Tinha engolido o esperma dele como se fosse meu.
Mas a ameaça de Guilherme ainda ecoava.
Um dia eu te fodo também. Se ela deixar.
Eu não queria isso. Ou queria? O corpo respondia sim. A mente gritava não. Então eu fugi.
Peguei a mala, o carro, e dirigi sem destino por quase duas horas. Parei num motel barato na estrada, o tipo de lugar que cheira a cigarro velho e desinfetante. Travei a porta, fechei as cortinas e tentei respirar. Mandei mensagem para Gustavo e Danilo:
“Preciso sumir um tempo. Não digam onde estou.”
Ninguém respondeu.
Às onze da noite o celular vibrou.
Foto.
Laura de quatro numa cama de hotel, as mãos amarradas nas costas com a própria camisa. Guilherme atrás dela, o pau enterrado, a mão no cabelo dela puxando a cabeça para trás. A legenda:
“A gente sabe onde você está, Junior.

Volta.

Ou a gente vai até você.”
Eu apaguei a mensagem. Desliguei o celular. Tentei dormir.
Não consegui.
Às três da manhã a porta do quarto bateu três vezes. Não era batida educada. Era batida de quem não ia embora.
Eu abri.
Laura estava na frente, usando só uma jaqueta de couro aberta e uma calcinha preta. Atrás dela, Guilherme. E, para meu horror, Gustavo e Danilo. Os dois amigos que eu tinha avisado. Os dois que agora olhavam para mim como se eu fosse o entretenimento da noite.
— Você tentou fugir — Laura disse, entrando sem pedir licença. — Que fofo.
Guilherme fechou a porta atrás de todos. O trinco soou como uma sentença.
— Tira a roupa — ela mandou.
Eu hesitei.
Guilherme deu um passo à frente.
— Ou eu tiro.
Tirei.
Fiquei nu no meio do quarto de motel, a mala ainda aberta na cama, a vergonha queimando a pele. Laura se aproximou, passou a mão no meu peito, desceu até o pau já semi-duro e apertou com força.
— Olha só. Mesmo tentando escapar, ele fica duro. Patético.
Ela se virou para os outros.
— Ele gosta de ser humilhado. Gosta de ver eu ser fodida. Gosta de limpar. Mas tem medo de ser comido. Então hoje a gente vai brincar com esse medo.
Guilherme me empurrou de joelhos. Laura se sentou na beira da cama, abriu as pernas e me puxou pela nuca até a buceta já molhada.
— Chupa. Enquanto eles assistem.
Eu obedeço. A língua deslizou nela, o gosto familiar e amargo de sexo recente. Por trás, senti mãos. Não eram só as de Guilherme. Gustavo e Danilo também estavam tocando, apertando, testando. Alguém puxou minhas nádegas. Alguém cuspiu. Alguém esfregou o pau duro entre elas sem entrar.
— Relaxa — Guilherme murmurou no meu ouvido. — Hoje não. Hoje a gente só te mostra o que vai acontecer se você tentar fugir de novo.
Laura gozou na minha boca com um gemido baixo, as coxas tremendo. Depois me empurrou para o lado e se ajoelhou na minha frente. Guilherme se posicionou atrás dela e entrou de uma vez. O som molhado encheu o quarto. Gustavo e Danilo se aproximaram, paus na mão, e Laura abriu a boca para os dois, alternando, engasgando, rindo entre os gemidos.
Eu fiquei ajoelhado, assistindo.
Minha ex-namorada sendo usada por três homens no quarto de motel para onde eu tinha fugido. Cada estocada de Guilherme fazia o corpo dela balançar. Cada vez que ela olhava para mim, o olhar dizia a mesma coisa:
Você é fraco. Você é meu brinquedo. Você não vai embora.
Quando Guilherme gozou dentro dela, puxou o pau para fora e empurrou minha cabeça para baixo.
— Limpa. Agora.
Eu limpei. A língua dentro dela, o esperma escorrendo, o gosto dele misturado com o dela. Gustavo e Danilo gozaram no rosto dela segundos depois. Laura riu, o rosto sujo, e me beijou com a boca cheia, me forçando a engolir tudo.
Guilherme me puxou pelo cabelo e me fez ficar de quatro de novo. Dessa vez a ameaça foi mais clara. O pau dele, ainda molhado, pressionou contra minha entrada. Não entrou. Só ficou ali, quente, pulsando, enquanto ele falava baixo:
— Próxima vez que você tentar sumir, eu te fodo na frente dela.

E ela vai assistir sorrindo.
Laura se aproximou, ajoelhou na minha frente e me beijou de novo, devagar, cruel.
— Você é meu, Junior.

Mesmo que eu não te queira mais como homem.

Você é o lixo que a gente usa quando quer se divertir.
Eles me deixaram assim. Nu, ajoelhado, a boca com gosto de todos, o corpo tremendo de medo e excitação. A mala ainda aberta na cama. A porta se fechou.
Eu não fui atrás.
Não dessa vez.
Mas eu já sabia:

na próxima, eu não ia conseguir fugir.
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parte 5
Eu não esperei o amanhecer.
Assim que o barulho dos carros sumiu na estrada, levantei do chão do motel, vesti a primeira roupa que achei e peguei a mala. O corpo ainda doía. A boca ainda tinha gosto deles. Mas a cabeça, pela primeira vez em dias, estava clara:
Se eu ficar, eu viro só um buraco.
Dirigi a noite inteira. Parei só para colocar gasolina e comprar um chip novo. Desliguei o número antigo. Mudei de cidade. Parei numa cidade litorânea pequena, o tipo de lugar onde ninguém conhece ninguém. Aluguei um quarto por semana num prédio antigo perto da praia, paguei em dinheiro e usei um nome falso.
Nos primeiros dias só dormi e andei na areia. Tentava não pensar nela. Tentava não lembrar do jeito que Laura olhava para mim enquanto era fodida. Tentava não sentir o eco da ameaça de Guilherme pressionando entre minhas nádegas.
Foi no terceiro dia que conheci a Caio.
Ele trabalhava no bar da praia, alto, ombros largos, sorriso fácil e um olhar que demorava meio segundo a mais do que deveria. Eu pedi uma cerveja. Ele me serviu e ficou conversando. Falou de surfe, de como tinha largado a capital, de como às vezes a gente precisa sumir para não se perder de vez. Eu não contei tudo. Só disse que estava fugindo de uma ex e de um grupo que não sabia respeitar limites.
Caio riu baixo.
— Então você veio pro lugar certo. Aqui a gente protege os que estão tentando recomeçar.
Na mesma noite ele me apresentou a Marina, a dona do hostel onde eu estava. Mulher de trinta e poucos, cabelo curto, voz rouca e um jeito de olhar que fazia a gente se sentir visto demais. Os três acabamos bebendo no terraço do prédio até tarde. A conversa virou confissão. Eu falei — pela primeira vez em voz alta — que tinha gostado da humilhação. Que o corpo respondia mesmo quando a mente gritava para correr. Que o medo de virar só um objeto usado por Laura e os amigos dela era real.
Marina encostou a mão no meu joelho.
— Medo e tesão às vezes usam a mesma porta. O truque é não deixar eles te trancarem do lado de dentro.
Caio ficou em silêncio um tempo, depois falou:
— Se quiser, a gente te ajuda a sumir de verdade. Mas você tem que decidir se quer ser salvo… ou se ainda quer ser caçado.
Naquela noite eu não dormi sozinho.
Marina me beijou primeiro, devagar, como se estivesse testando se eu ainda sabia ser tocado com carinho. Depois Caio entrou no quarto sem bater. Os três na cama estreita. Não houve ordem. Não houve comando. Só mãos, bocas, gemidos baixos e o cheiro de sal que entrava pela janela aberta. Marina me montou enquanto Caio me beijava. Depois os papéis se inverteram. Eu chupei Caio enquanto ela gozava no meu rosto. Depois os dois me usaram ao mesmo tempo — ele na boca, ela cavalgando — mas era diferente. Era escolha. Era combinado. Era quente sem ser cruel.
Quando terminamos, os três suados e grudados, Marina sussurrou no meu ouvido:
— Você ainda é capaz de sentir prazer sem se odiar. Lembra disso.
Passei os dias seguintes com eles. Surfei mal com Caio. Cozinhei com Marina. Fiz sexo com os dois, juntos e separados, sempre com conversa antes, sempre com a possibilidade de parar. Pela primeira vez em semanas eu ria de verdade. Pela primeira vez o pau ficava duro sem a sombra da humilhação.
Mas a perseguição não tinha acabado.
No sétimo dia o celular novo vibrou. Número desconhecido.
Foto.
Laura sentada no banco de trás de um carro, as pernas abertas, a calcinha puxada para o lado, os dedos de Guilherme dentro dela. Ao fundo, pela janela, dava para ver o letreiro da cidade onde eu estava.
A legenda era só:
“A gente chegou, Junior.

E dessa vez você não vai embora sozinho.”
Eu mostrei para Caio e Marina. O clima no terraço mudou.
Caio fechou o rosto.
— Eles não vão te pegar. Não se a gente não deixar.
Marina acariciou meu cabelo, o mesmo gesto que Laura fazia quando queria me reduzir a nada. Só que agora era proteção.
— Você decide, Junior.

Continua fugindo com a gente…

ou volta e enfrenta o que ainda te puxa.
Eu olhei para o mar escuro.

Senti o eco da ameaça de Guilherme entre as pernas.

Senti o gosto da boca de Marina e de Caio ainda na língua.

Senti o peso de ter sido chamado de lixo e, mesmo assim, ter gozado.
E, pela primeira vez, eu não sabia qual caminho doía menos.
Mas eu sabia de uma coisa:

se eles me encontrassem de novo, eu não seria só um buraco.

Não se eu ainda tivesse escolha.
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parte 6

A mensagem não era só uma ameaça.

Era um convite.
Eu fiquei olhando a foto por tempo demais. Laura com as pernas abertas no banco de trás, os dedos de Guilerme brilhando de tanta umidade, o letreiro da cidade refletido no vidro. O corpo reagiu antes da cabeça. O pau endureceu dentro da bermuda. A vergonha veio logo depois, quente e familiar.
Caio tirou o celular da minha mão.
— Eles estão aqui. A gente precisa se mover agora.
Marina já estava levantando, o rosto sério.
— Tem um sítio de uns amigos a quarenta minutos daqui. Lugar isolado. Ninguém chega sem ser visto. Vamos.
Pegamos o mínimo. Eu, a mala. Eles, o essencial. Subimos no carro de Caio e saímos pela orla, faróis apagados nos primeiros quilômetros. O silêncio dentro do veículo era pesado. Marina dirigia. Caio ia no banco de trás comigo, a mão firme na minha coxa, não como carinho, mas como âncora.
— Você está tremendo — ele murmurou.
— Eu sei.
Não era só medo. Era o puxão. A parte de mim que ainda queria ajoelhar, que ainda queria ouvir Laura me chamar de lixo enquanto outro homem a fodia. A parte que tinha gozado com a ameaça de ser usado. Eu odiava essa parte. E ela estava mais viva do que nunca.
O sítio ficava no fim de uma estrada de terra, cercado de mata. Casa antiga, luz amarela, cheiro de madeira e chuva. Entramos. Marina trancou tudo. Caio foi checar as janelas. Eu fiquei no meio da sala, a mala aos pés, o coração batendo no pescoço.
Foi então que o celular novo vibrou de novo.
Vídeo.
Laura de quatro numa cama de hotel da cidade, Guilherme entrando nela com força, Gustavo e Danilo ao lado, paus duros, esperando a vez. A câmera balançava. No final do vídeo, ela olhava direto para a lente, ofegante, e falava:
“A gente sabe que você está perto, Junior.

E a gente sabe que você ainda goza pensando nisso.

Vem.

Ou a gente te encontra e te transforma no que você mais teme.”
O vídeo terminou com o gemido dela e o som molhado de Guilherme gozando dentro.
Eu engoli em seco. O pau latejava.
Marina pegou o celular, assistiu, e depois me encarou.
— Eles estão te caçando de verdade. E você ainda está respondendo com o corpo.
Caio se aproximou por trás, passou o braço na minha cintura, a boca perto do meu ouvido.
— Então a gente te lembra que você ainda pode escolher outra coisa.
Ele me beijou o pescoço. Marina se ajoelhou na minha frente, abriu a bermuda e tirou o pau já duro. Não houve conversa longa. Só necessidade. Ela me engoliu inteiro de uma vez, a garganta apertando, enquanto Caio tirava a própria camisa e se esfregava nas minhas costas. Eu gemí, as mãos nos cabelos dela, o corpo inteiro tensionado entre o prazer real e o fantasma da perseguição.
Marina me chupou até eu quase gozar, depois parou, se levantou e me empurrou para o sofá. Caio se ajoelhou entre minhas pernas e continuou onde ela parou, a boca quente, a mão apertando meus testículos com a pressão certa. Marina se sentou no meu rosto, a buceta já molhada, e eu chupei com fome, o gosto dela misturado com o medo que ainda corria no sangue.
Eles me usaram com cuidado e com fome ao mesmo tempo. Caio me fodeu a boca enquanto Marina cavalgava. Depois os papéis se inverteram. Eu entrei nela por trás enquanto Caio me beijava fundo. Não havia humilhação. Havia escolha. Havia gemidos baixos e o barulho da chuva do lado de fora. Quando eu gozei, foi dentro dela, com Caio segurando minha cabeça e mandando eu olhar nos olhos dela.
Depois, os três suados e respirando pesado no sofá, o silêncio voltou.
Foi quando os faróis apareceram no final da estrada de terra.
Dois carros.
Marina se levantou primeiro.
— Eles acharam.
Caio já estava pegando uma barra de ferro atrás da porta. Eu fiquei parado, nu da cintura para baixo, o esperma ainda escorrendo pela coxa de Marina, o coração disparado.
Os carros pararam. Portas abriram.
Primeiro Guilherme. Depois Gustavo. Depois Danilo.

Por último, Laura.
Ela caminhou até a varanda sob a chuva fina, o cabelo molhado grudado no rosto, o mesmo sorriso cruel de sempre.
— Achou mesmo que ia sumir, Junior?
Os olhos dela desceram pelo meu corpo ainda marcado pelo sexo recente. O sorriso aumentou.
— Olha só. Já está se entregando para outros. Que putinha rápida.
Robson parou ao lado dela, a mão na nuca dela como se ainda fosse dono.
— Entra.

A gente precisa conversar.

E você, Junior…

vai ajoelhar de novo.
Caio deu um passo à frente, a barra de ferro na mão.
— Ele não vai. Não dessa vez.
Laura riu. O som foi baixo e cortante.
— Então a gente vai ter que lembrar ele do que ele realmente é.
O drama estava só começando.

E o tesão, traidor, já estava voltando a queimar.
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