#Bissexual #Corno #Estupro #Traições

Sonhos Eróticos - Pt.1

2.3k palavras | 0 | 4.50 | 👁️
AnonymousJContos

O Conto é baseado em um pesadelo que tive recentemente, onde sonhava que minha namorada me traia com amigos próximos e eu gostava. Continuação por IA.

Atenção, conto baseado em um pesadelo que tive recentemente, depois o conto foi estendido pela minha imaginação com ajuda do Grok, desde já, agradeço pela leitura. (a partir da parte 2, a história foi escrita pela IA)

parte 1
A cozinha estava quente demais naquela noite.

O cheiro de café passado ainda pairava no ar quando Laura se virou para mim, os olhos brilhando daquele jeito que eu já conhecia.
— Você realmente quer? — perguntou baixinho, a voz rouca de antecipação.
Eu apertei a cintura dela contra a bancada de mármore frio.
— Quero. E você escolhe quem entra.
Ela mordeu o lábio inferior, pensou por dois segundos e disse o nome:
— Guilherme.
Eu tirei o celular do bolso e mandei a mensagem que já estava combinada entre os três. Em menos de quinze minutos a porta da frente se abriu. Robson entrou sem fazer barulho, como combinado, e parou no vão da cozinha.
Laura tremeu visivelmente. Não de medo. De fome.
Eu a virei de costas para a bancada, puxei a saia dela para cima e a calcinha para o lado. Ela já estava encharcada. Enquanto eu entrava nela por trás, num único empurrão fundo, segurei os pulsos dela atrás das costas com uma mão só — o aperto firme, o tipo de restrição que ela sempre pedia quando queria se sentir “presa”.
— Não solta — murmurei no ouvido dela.
Guilherme se aproximou pela frente. Laura ergueu o olhar para ele, a boca entreaberta, e ele deslizou o pau duro entre os lábios dela sem precisar de convite. Ela engasgou de propósito, o som molhado ecoando na cozinha. Eu fodi mais forte, segurando os pulsos dela com mais força, sentindo o corpo dela tremer entre os dois.
Cada estocada minha empurrava ela mais fundo na boca de Guilherme. Cada gemido dela vibrava no pau dele. Quando ela veio a primeira vez, as pernas bambearam e eu precisei segurá-la contra a bancada. Laura tirou o pau da boca dela, levantou uma das coxas dela e entrou pela frente no mesmo instante em que eu saía.
Agora éramos só ritmo. Eu por trás, ele pela frente, os corpos colados, o suor escorrendo. Laura gemia alto, o som abafado quando um de nós cobria a boca dela com a mão — outro detalhe que ela tinha pedido.
Quando gozei, enterrei fundo e soltei tudo dentro dela. Guilherme seguiu segundos depois, enchendo-a pela frente. Quando saímos, o esperma dos dois escorria pelas coxas dela, misturado, e ela só riu, ainda com os pulsos presos nas minhas mãos.
— Mais — pediu, a voz rouca.
Nós demos.

Dias depois veio a festa.

Gustavo e Danilo ainda não tinham chegado. Eu saí “para buscar o pessoal”, exatamente como combinado. Deixei Laura e Guilherme sozinhos na sala, de propósito.
Ela sabia.
Assim que a porta se fechou, Laura se virou para Guilherme com aquele sorriso sujo que só aparecia quando o jogo estava valendo.
— Ele disse que só podia com permissão… — murmurou, se aproximando. — Mas eu não aguento esperar.
Guilherme a puxou pelo cabelo, exatamente do jeito que ela gostava.
— Então me seduz.
Ela se ajoelhou ali mesmo, abriu a calça dele com pressa e engoliu o pau até a base. O som molhado encheu a sala. Guilherme a puxou pelo cabelo, a fez engasgar, depois a levantou, virou-a de quatro no sofá e enterrou tudo de uma vez. Laura gritou no tecido do sofá, as unhas cravadas no couro, pedindo mais forte, mais fundo, mais sujo.
Ele a fodeu como se estivesse roubando algo — e ela gozou gritando o nome dele, molhando o sofá, o corpo inteiro tremendo. Quando ele gozou dentro dela de novo, ela ficou ali, de joelhos, o esperma escorrendo, o sorriso satisfeito e sujo no rosto.
Eu voltei dez minutos depois, com Gustavo e Danilo atrás de mim.
Laura me olhou de longe, o cabelo bagunçado, as coxas ainda úmidas, e me deu o mesmo sorriso.
Eu só fechei a porta e pensei:
Hoje à noite a gente continua.

===========
parte2
A festa terminou há horas.

Gustavo e Danilo já tinham ido embora. A casa estava em silêncio, só o barulho da chuva fina batendo nas janelas.
Laura estava sentada no sofá, as pernas cruzadas, o vestido ainda sujo do que tinha acontecido mais cedo. Guilherme ao lado dela, a mão pesada na coxa dela, como se já fosse dono. Eu fiquei em pé, no meio da sala, esperando.
Ela me olhou. Não havia carinho nenhum no olhar.
— Eu não quero mais você.
A frase saiu limpa, sem drama barato. Só verdade.
— O que você me dá… não chega nem perto do que o Guilherme faz. Ele me fode como se eu fosse só um buraco. E eu gosto. Eu quero isso.
Guilherme sorriu de lado, apertou a coxa dela com mais força e puxou o vestido para cima. Laura abriu as pernas sem hesitação. A calcinha já estava de lado, a buceta ainda brilhando de esperma seco e novo.
— Vem aqui — ela mandou, a voz baixa e cruel. — Ajoelha.
Eu ajoelhei.
Guilherme abriu o zíper, tirou o pau já duro e empurrou Laura de costas no sofá. Entrou nela de uma vez, sem carinho, sem preparo. O barulho molhado ecoou. Laura gemeu alto, as unhas cravadas nas costas dele, e me olhou por cima do ombro dele enquanto era fodida.
— Olha — ela ofegou. — Olha como ele me usa. Olha como eu gozo nele.
Cada estocada era um tapa na minha cara. Ela gemia o nome dele, pedia mais forte, pedia para ele me humilhar. Guilherme agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e me encarou enquanto fodia.
— Tua namorada agora é minha puta.
Quando ele gozou, enterrou fundo e soltou tudo dentro dela. Laura tremeu, gozou de novo, as pernas tremendo. Guilherme saiu devagar, o esperma escorrendo imediatamente.
— Agora lambe — ela ordenou.
Eu me aproximei. A buceta dela estava aberta, vermelha, cheia. O esperma dele pingava na parte de dentro da coxa. Eu passei a língua, devagar no começo, depois com fome. Chupei, limpei, engoli. O gosto salgado e quente encheu a boca. Laura segurou minha cabeça e me forçou mais fundo, esfregando a buceta suja na minha cara.
— Isso. Limpa a puta do teu amigo.
Quando eu levantei o rosto, a boca e o queixo molhados, Guilherme já estava de pé na minha frente. Ele me vendeu com a própria camisa, apertando o tecido nos meus olhos. A escuridão veio rápida.
— Abre a boca.
Eu abri.
O pau dele, ainda molhado dela, entrou fundo. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta sem piedade. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, mas não me mexi. Cada empurrão era mais fundo, mais humilhante. Laura ria baixinho ao lado, a mão dela acariciando meu cabelo enquanto eu era usado.
— Goza na boca dele — ela pediu. — Enche o ex-namorado.
Guilherme gemeu baixo e soltou tudo. O esperma quente inundou minha língua, minha garganta. Eu engoli o que deu, o resto escorreu pelos cantos da boca. Ele tirou o pau devagar, limpou o resto no meu rosto e tirou a venda.
Laura se levantou, ajustou o vestido, pegou a bolsa. Robson passou o braço nos ombros dela como se sempre tivesse sido assim.
Ela parou na porta e me olhou uma última vez.
— Fica aí. Satisfeito e cheio.

E não me procura.
A porta se fechou.
Eu fiquei ajoelhado no meio da sala, a boca com gosto de esperma, o pau duro e doendo, o peito apertado de humilhação… e de alívio.
Eles tinham me roubado a namorada.

E eu tinha gostado.

==============
parte3

A porta se fechou com um clique seco.
O silêncio que ficou atrás dela foi pior do que qualquer grito. Eu ainda estava de joelhos no meio da sala, a boca com gosto de esperma alheio, o rosto sujo, o pau duro e latejando dentro da calça. A humilhação queimava no peito como um ferro quente… e, ao mesmo tempo, me deixava mais excitado do que eu jamais admitiria em voz alta.
Levantei devagar. As pernas tremiam. Fui até a janela e puxei a cortina só o suficiente para ver a rua. O carro de Guilherme já estava ligando. Laura no banco do passageiro, o cabelo bagunçado, o vestido ainda amassado. Ela virou o rosto na minha direção por um segundo. Não sorriu. Não acenou. Só olhou. Como se estivesse confirmando que eu realmente tinha ficado para trás.
O carro sumiu na chuva.
Eu fiquei ali, encostado na parede fria, respirando fundo. A casa cheirava a sexo. Cheirava a ela. Cheirava a ele.
Passei a noite inteira acordado. Deitei na cama que ainda tinha o cheiro dela no travesseiro e me masturbei três vezes, sempre com a mesma imagem: Laura sendo arrebentada no sofá enquanto me olhava e dizia que eu não servia mais. Cada gozada veio misturada com vergonha e alívio. Eu odiava o que tinha sentido. E queria mais.
No dia seguinte, o celular vibrou.
Uma foto.
Laura de quatro numa cama que eu não reconhecia. As costas arqueadas, o cabelo preso num rabo de cavalo alto, o rosto virado para a câmera. A buceta aberta, ainda pingando. A legenda era só uma frase:
“Ele me fode melhor. E você sabe.”
Minutos depois, outra. Guilherme atrás dela, a mão no pescoço dela, o pau enterrado até o fundo. O olhar dele direto para a lente, como se soubesse que eu estava vendo.
Eu respondi com um “porra…” e nada mais.
Ela não respondeu.
À noite, a porta da frente se abriu de novo. Eu não tinha trancado. Eles entraram como se a casa ainda fosse deles. Laura vinha na frente, vestindo só uma camisa grande de homem — a camisa dele. Guilherme atrás, calça jeans, sem camisa, o corpo marcado de suor.
Ela parou na minha frente e me empurrou contra a parede com a mão no peito.
— Ajoelha de novo.
Eu ajoelhei.
Guilherme se aproximou por trás dela, puxou a camisa para cima e a virou de costas para mim. A buceta dela estava inchada, vermelha, claramente usada o dia inteiro. Ele se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas e cuspiu nela antes de entrar de uma vez. O gemido dela foi baixo, gutural, quase animal.
— Olha pra ele — Guilherme mandou.
Laura ergueu o rosto e me encarou enquanto era fodida. Cada estocada fazia os seios balançarem dentro da camisa. Ela mordeu o lábio e falou, a voz quebrada de prazer:
— Você nunca me fodeu assim. Nunca. Ele me usa como se eu fosse só carne. E eu gozo. Eu gozo tanto…
Guilherme acelerou. A mão dele foi para o pescoço dela, apertando o suficiente para ela ofegar. Eu ficava ali, ajoelhado, assistindo minha ex-namorada ser destruída na minha própria sala. O pau latejava tanto que doía.
Quando ele gozou, puxou o pau para fora e empurrou a cabeça dela para baixo.
— Limpa.
Laura se ajoelhou na minha frente, a boca aberta, e engoliu o pau dele ainda sujo dela. O barulho molhado era obsceno. Depois ela se virou para mim, a boca cheia de esperma, e me beijou à força. Empurrou a língua para dentro, me forçando a provar o que ele tinha deixado nela.
— Engole — ela sussurrou contra minha boca. — Engole o que ele me deu.
Eu engoli.
Laura riu baixo.
— Bom menino.
Ele me puxou pelo cabelo e me fez ficar de quatro. Laura se sentou no sofá na minha frente, abriu as pernas e me puxou pela nuca até a boca dela.
— Chupa. Enquanto ele te usa.
Eu obedeço. A língua dela, o gosto dela misturado com o dele. Ao mesmo tempo senti a mão de Guilherme na minha calça, puxando para baixo. O pau dele, ainda meio duro, esfregou entre minhas nádegas. Não entrou. Só pressionou. Só ameaçou. O suficiente para me fazer tremer.
— Um dia eu te fodo também — ele murmurou no meu ouvido. — Se ela deixar.
Laura segurou minha cabeça com as duas mãos e gozou na minha boca, o corpo inteiro tremendo, o gemido abafado contra o próprio braço. Quando ela terminou, empurrou meu rosto para longe com o pé.
— Sai daqui.
Eu me levantei, as pernas bambas, a boca molhada, o pau vazando pré-gozo. Eles se beijaram na minha frente, longos, profundos, como se eu não existisse mais. Depois Guilherme passou o braço nos ombros dela e os dois caminharam até a porta.
Laura parou no vão e me olhou por cima do ombro.
— Amanhã a gente volta.

E você vai continuar ajoelhado.
A porta se fechou de novo.
Eu fiquei sozinho no meio da sala, o gosto dela e dele ainda na língua, o corpo inteiro latejando de humilhação e desejo.
E, pela primeira vez, eu não queria que eles parassem.

====================

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos