#Gay

Sexo no hospital

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Thiago P.

Depois de um acidente de moto, vai rolar putaria com um enfermeiro

O cheiro de álcool e desinfetante bateu forte assim que as portas automáticas se abriram. Elias entrou mancando, a mão direita apertando o ombro esquerdo onde o sangue já tinha manchado a camisa rasgada. A dor latejava em ondas quentes, misturada ao gosto metálico que subia pela garganta a cada engolida. A moto derrapara na curva molhada, o corpo voara, o asfalto arranhara a pele e o ombro batera no meio-fio com um estalo seco. Agora o braço pendia pesado e o joelho direito começava a latejar também.
A recepção estava lotada. Ele deu o nome, explicou o acidente em voz rouca e recebeu a pulseira de identificação. Sentou-se numa cadeira de plástico, o suor escorrendo pelas costas, grudando o tecido na pele. O ar-condicionado gelado contrastava com o calor que ainda queimava sob a camisa. Quase duas horas se passaram até chamarem.
A técnica o levou até uma sala de exame pequena, paredes brancas, luz fria, maca no centro coberta por lençol de papel descartável. Pia no canto, armários de aço. O enfermeiro entrou logo atrás, alto, ombros largos sob o jaleco verde de plantão, cabelo cacheado preso, barba aparada. Antes de qualquer coisa, fechou a porta com um clique firme e girou a tranca. O som metálico ecoou baixo. Privacidade garantida. Ninguém entraria sem bater.
— Senta aí.
A voz era grave, calma. Elias obedeceu. O jaleco azul que tinham pedido para vestir abria na frente, o tecido fino escorregando pelos ombros e revelando o peito marcado de arranhões e o hematoma que já roxejava. A calça de rua ainda estava no corpo, rasgada na altura do joelho, a cueca preta por baixo.
O exame começou pelo básico. Foco de luz nos olhos, pressão, perguntas sobre a dor. Depois o ombro. Os dedos enluvados pressionaram a articulação com firmeza profissional. O calor da mão atravessava a luva. Quando os dedos deslizaram perto da axila, onde o suor tinha acumulado cheiro forte de adrenalina, um arrepio desceu pela coluna de Elias.
— Levanta o braço o quanto conseguir.
Ele tentou. A dor veio afiada, mas ergueu até certo ponto. O enfermeiro segurou o cotovelo, apoiando, e o polegar pressionou um ponto sensível. O cheiro do outro chegou mais perto: sabonete neutro de hospital, um toque de cologne barato e, por baixo, o aroma quente de pele depois de horas de plantão.
— Agora o joelho. Deita.
Elias deitou de costas. O lençol de papel rangia. O jaleco azul subiu pelas coxas. O enfermeiro posicionou-se entre as pernas, o martelinho de reflexo na mão. O toque veio no tendão, logo abaixo da patela. O reflexo foi imediato — a perna chutou para frente com força. Um sorriso curto apareceu no rosto do homem de jaleco verde.
— Reflexo bom demais. De novo.
Outro toque. Outro chute. Desta vez a perna tremeu e o jaleco escorregou de lado, revelando o volume que já marcava a cueca preta. O ar na sala ficou mais denso. O enfermeiro não comentou. Apenas posicionou a mão na coxa para estabilizar e o polegar ficou perto demais da virilha. O calor da luva atravessou o tecido fino.
Elias sentiu o pau latejar. O cheiro do próprio pré-gozo começou a se misturar ao aroma hospitalar. O enfermeiro percebeu. Os olhos claros desceram por um segundo e voltaram.
— Precisa tirar a calça pra eu ver o joelho direito.
A ordem veio baixa. Elias ergueu o quadril. A calça escorregou pelas pernas, deixando-o só de cueca e jaleco aberto. O volume agora era impossível de esconder — o pau grosso, semi-duro, marcava o tecido preto, a cabeça pressionando o elástico. O enfermeiro tirou as luvas com um estalo seco, lavou as mãos na pia e voltou sem elas. Os dedos nus eram quentes e calejados. Quando tocaram a pele da coxa de novo, o contraste fez Elias prender a respiração.
O exame do joelho virou pretexto. Os dedos subiram mais alto do que o necessário, apertando o músculo, sentindo a tensão. O cheiro de suor e excitação começou a dominar o ambiente pequeno e fechado. Quando a mão finalmente deslizou por cima da cueca, pressionando o volume, Elias soltou um gemido baixo.
— Isso aqui também tá inchado — murmurou o enfermeiro, a voz agora mais rouca. — Precisa examinar direito.
Os dedos puxaram o elástico para baixo. O pau saltou, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de líquido viscoso e salgado. O cheiro forte de excitação masculina encheu o espaço. O enfermeiro envolveu o comprimento com a mão, apertando da base até a glande, espalhando o pré-gozo. O gosto metálico ainda na boca de Elias se misturou com a vontade de sentir a pele do outro.
Sem mais palavras, o homem de jaleco verde se abaixou. A língua quente e úmida passou pela fenda, recolhendo o líquido. O gosto era salgado, amargo, puro. Elias arquejou, os dedos se fechando no lençol. A boca desceu, engolindo a cabeça, sugando com força, a língua pressionando a veia de baixo. O calor úmido da garganta envolveu o pau. O cheiro de saliva misturada com pré-gozo subiu.
O enfermeiro chupou fundo, a barba raspando a virilha, o nariz enterrado nos pelos escuros. O som molhado de sucção ecoava na sala trancada. Elias sentia o pau latejar contra a língua. Quando a boca se afastou, um fio de saliva conectava os lábios à cabeça vermelha e brilhante.
— Vira de bruços.
A ordem veio seca. Elias obedeceu. O jaleco subiu pelas costas, a bunda exposta. O enfermeiro puxou a cueca até as coxas e abriu as nádegas com as duas mãos. O cheiro de suor acumulado entre as pernas subiu forte, masculino, sujo. Um dedo úmido de saliva pressionou o buraco, girando, empurrando. A entrada era apertada, quente, e cedeu aos poucos.
Dois dedos entraram, abrindo, curvando. O toque no ponto certo fez o corpo tremer. O enfermeiro cuspiu direto no buraco, o líquido quente escorrendo, e empurrou mais fundo. O cheiro de saliva e de cu se misturou ao aroma hospitalar. Quando os dedos saíram, o pau grosso e duro já estava posicionado — o comprimento generoso, as veias latejando, a cabeça larga.
A glande pressionou a entrada. O tamanho era demais para entrar fácil. Elias mordeu o lençol quando a cabeça forçou a passagem, esticando a pele, queimando de forma deliciosa. Centímetro por centímetro o comprimento sumiu dentro, até a base bater nas nádegas. O calor interno era sufocante, o aperto milimétrico.
O enfermeiro começou a se mover. Estocadas curtas no início, abrindo caminho, depois mais longas e profundas. O pau grosso raspava as paredes internas, a cabeça batendo longe. Cada empurrão fazia a maca ranger. Elias gemia abafado, o rosto virado de lado, o suor escorrendo pela testa. As mãos do enfermeiro apertaram a cintura, puxando o corpo para trás a cada estocada. O ritmo acelerou. O som molhado de pele batendo em pele encheu a sala trancada.
Sem avisar, o homem puxou para fora, virou Elias de frente e empurrou as pernas para cima, dobrando-as contra o peito. A nova posição abriu ainda mais. O pau voltou a entrar de uma vez, fundo, o ângulo fazendo a cabeça bater direto no ponto que fazia a visão embassar. As estocadas agora eram brutais, o quadril batendo com força, o som úmido e obsceno ecoando contra a porta trancada.
Elias sentia cada veia, cada centímetro, o tamanho preenchendo tudo. O cheiro de suor dos dois se misturava — o do plantão longo e o da excitação acumulada. O enfermeiro se inclinou, a boca encontrando a de Elias. O beijo foi sujo, línguas se enrolando, o gosto de saliva e de pré-gozo trocado. A barba raspava o queixo.
O ritmo não diminuía. As estocadas ficaram mais curtas e profundas, o pau latejando dentro. Elias sentia o próprio gozo se aproximando, o pau esfregando contra a barriga do outro a cada movimento. Quando o enfermeiro apertou o comprimento entre eles, a mão quente e firme, foi demais. O gozo veio em jatos quentes, espirrando entre os corpos, o cheiro forte e cremoso se espalhando.
O aperto interno fez o enfermeiro gemer baixo. As estocadas finais foram descontroladas, o pau enterrado até a base enquanto a porra quente e espessa jorrava lá dentro, enchendo o buraco em ondas. O líquido quente escorreu quando o membro saiu, pingando na maca, o cheiro intenso de sexo e porra dominando o ar pequeno da sala fechada.
Eles ficaram assim por longos segundos, a respiração pesada, o suor escorrendo. O enfermeiro passou o polegar pelo buraco ainda aberto, espalhando o líquido que vazava, depois levou o dedo à boca de Elias. O gosto era amargo, salgado, puro. Elias chupou, os olhos ainda nublados.
Do lado de fora o corredor seguia barulhento. Lá dentro, a porta trancada e o cheiro de sexo diziam que a consulta estava longe de terminar.

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