#Gay

O pintor me fodeu no vestuário da academia

1.1k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
BrunoM

Já dentro do box, e com a porta encostada, o homem me faz sentir cada um dos seus 19cm, sendo alojado dentro de mim

Há quatro anos atrás, frequentava uma academia numa avenida próxima da minha casa. Costumava ir lá, segunda, quarta e sexta. Como trabalhava no periodo da tarde, sempre ia por volta das 9h, horário em que a maioria das pessoas estavam de saída.
Por quetões óbvias, não vou ficar aqui dando muitos detalhes.
Era uma sexta feira, chovia desde cedo. Não ia trabalhar à tarde, então, esperei a chuva passar. Como isso não aconteceu, acabei indo de carro, cheguei 11h na academia.
Parte do estacionamento na frente estava interditado, havia um andaime montado. As paredes externas estavam sendo pintadas.
A interdição não atrapalhou, só haviam dois carros estacionados.
Entrei na academia, e estranhei, estava bem vazia, até brinquei com a garota da recepção:
_Cadê todo mundo?
_Kkk...a chuva espantou a galera Bruno...
Bem, comecei a fazer minhas atividades ali embaixo, enquanto mais alguns frequentadores foram embora.
Terminada a parte de baixo, subi para fazer "atividades de perna".
Esse setor estava vazio, apenas o pintor, que olhava desolado pela janela que dava acesso ao andaime.
Quando me viu, ele saiu da janela, e se sentou numa muretinha.
Iniciei meus exercícios, e tive a impressão de estar sendo observado, enquanto caminhava, e a cada aparelho que realizava os exercícios.
Eu não era de parar o trânsito, kkk, tenho 1,72m, sou moreno claro, tinha 21 anos, mas sabia que meu bumbum saliente chamava a atenção, e o calção que eu usava, não escondia isso. Eu não era musculoso, fazia academia porquê o meu serviço me levava ao sedentarismo.
A certeza que estava sendo observado veio, quando fui à "mesa flexora", me deitei de bruços, e cada vez que minhas pernas dobravam, meu bumbum arrebitava mais, e o homem arregalava os olhos. Notei isso, pelo espelho à minha frente.
Ele acabou percebendo que eu também o observava. O homem então, se levantou da muretinha, e se exibiu, mostrando sua "verga" dura, bem delineada sob sua calça suja de tinta.
Continuei meus exercícios, observando-o pelo espelho.
Assim que terminei, saí do aparelho, e fiquei de frente para o homem. Olhei para o seu pau duro sob a calça, e depois direcionei meu olhar para o seu rosto.
Ele dá um sorrisinho safado, sua mão desce até seu pau, e fica apertando-o.
Gente, eu adoro sair com mulheres, mas desde garoto, quando sentí a primeira rola no rabo, eu sinto uma coceirinha danada diante de situações como esta. E eu não ia deixar passar batido.
Olhei novamente para o seu pau e mordi os lábios. Olhei para a escada que dava acesso ao vestiário, olhei para o seu rosto, e sem dizer nada, caminhei rumo ao vestiário.
Estava ali há oito meses, nunca tinha visto ninguém usando o vestiário, e mesmo estando só com uma toalha de rosto, que usava para secar o suor do rosto, fui tomar banho.
Tirei minha roupa, entrei no box, abri o chuveiro, e deixei a água cair. Não demora muito, e a porta do box é aberta.
Ele já chegou com a rola para fora da calça, e ficou parado na porta do box. Me ajoelhei à sua frente, e abocanhei sua rola. Minha boca vai e vem várias vezes no seu pau. Abro sua calça, e a deixo nos joelhos, meto a cara nas suas bolas, e depois volto a abocanhar sua rola gostosa.
O homem geme, se contorce, e enfim, trocamos as primeiras palavras:
_Levanta...quero gozar no seu cú. Disse ele.
_Vou fechar um pouco o chuveiro para não te molhar. Falei, ao me levantar.
Apoiado na parede e na pontinha dos pés, empino a bundinha para ele. Já dentro do box, e com a porta encostada, o homem me faz sentir cada um dos seus 19cm, sendo alojado dentro de mim.
Apesar de aparentar uns 50 anos, aquele homem magro, moreno, um pouco mais alto que eu, tinha pegada forte, suas mãos ásperas na minha cintura, era um tesão à parte.
Apesar da academia estar praticamente vazia, não tínhamos todo o tempo do mundo, tínhamos que ser rápidos. Suas estocadas eram fortes.
Me acabando na punheta, eu gemia e me deliciava com a batida das bolas na minha bunda.
Não durou nem cinco minutos, e comecei a gozar gostoso, sentindo meu cuzinho atolado.
Acho que as contrações do meu cuzinho na hora do meu gozo, acelerou o processo do homem, que deu uma estremecida, e começou a jorrar porra dentro de mim.
_Quero te pegar numa cama...quero judiar desse seu cuzinho, encher essa sua bunda gostosa de tapas...quero mostrar como eu trato um viadinho gostoso como você! Disse ele, enquanto dava mais umas bombadas no meu cú.
_Kkkk...é só marcar. Falei.
_Tenho uns dias de folga...topa ir lá em casa?
_Topo. Falei.
_Beleza então...a gente se fala.
Ele tirou o pau do meu cú, deu um tapa na minha bunda, se ajeitou, e saiu.
Terminei meu banho, coloquei as roupas, e saí do vestiário.
Ainda garoava quando saí da academia.
Embaixo da marquise, em frente onde deixei meu carro, o pintor fumava um cigarro, e quando passei por ele, discretamente, ele me deu um papelzinho. Dei um sorriso, e fui embora.
Só abri o papel em casa, e lá estava o número do seu celular, e seu nome. Ivanildo.
Achei que na segunda feira fosse encontrar com o pintor, mas quando cheguei na academia, o serviço dle já estava pronto. Naquela mesma sexta, à tarde, abriu um sol forte, assim como em todo o fim de semana.
Estava num tesão danado, e segunda à tarde, no meu serviço, resolvi mandar uma mensagem para o pintor, procurei não ser invasivo.
"Oi Ivanildo, aqui é o Bruno, a gente conversou na academia, na sexta"
A mensagem foi lida e não foi respondida. Quando fui tentar um novo contato, descobri que tinha sido bloqueado...

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

BrunoM #Gay

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos