#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XXX

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Escritor

Continuação da série de contos de mesmo nome. Leia as outras partes.

Saudações, é o Henrique quem escreve. Vou contar hoje o que aconteceu no quarto das garotas na minha vez de ficar com elas.

De fato, há experiências que poucas pessoas ao longo da história tiveram a chance de desfrutar. E certamente ser levado por cinco mulheres até a cama, e foder cada uma, provavelmente era uma coisa que só acontecia aos reis de antigamente. E naquele momento era eu que desfrutava dessa experiência.

À minha direita estavam os seios de minha mãe, e a esquerda, os de tia Tereza. Minha boca chupava um e depois outro, e minhas mãos pressionavam suas bundas. Cristiane estava ajoelhada na minha frente, saboreando meu pênis com sons molhados, e Gaby, atrás de mim, dava-me um beijo especial.

Sandra descansava na cama depois do que aconteceu no quarto dos homens, mas sabia que se eu quisesse, ela também participaria. Então nos dirigimos para lá. Eram apenas trinta minutos, então não podíamos ficar só parados.

Minha mãe deitou e abriu as pernas, querendo ser a primeira. Mas antes de fodê-la, puxei minha irmã pra perto e começamos algo que geralmente fazemos entre nós. Lambemos juntos a buceta de nossa mãe.

Nossas duas línguas trabalhavam em conjunto, lambendo o clitóris, os lábios, o rego. Tudo para dar prazer a ela. Sempre tinha alguém me masturbando e massageando minhas bolas enquanto isso, até eu levantar e começar a foder minha mãe, tirando a cada cinco ou seis estocadas para Gaby e Sandra chuparem. Uma chupava meu pau e a outra alisava o grelo de minha mãe. E Dona Tereza e Cristiane a beijavam, chupando também seu pescoço.

Depois que minha mãe gozou, foi a vez da Cristiane.

Ela quis cavalgar e fiquei feliz em ver aquela linda mulher subir em mim, apontar meu pênis entre seus lábios e sentar. Queria vê-la cavalgar, mas Gaby sentou em meu rosto, dando-me sua bucetinha rosada para lamber, enquanto eu sentia a xota de Cris engolindo meu membro.

“Uh, uh, hmm…” ela rebolava com vontade. Molhada… quente… gostosa… até demais. Tanto que acabei gozando dentro dela, que recebeu meu leite com uma exalada de ar forte.

“Hurm, ele gozou”, anunciou para as outras, saíndo de cima.

Logo fui solto por Cristiane, outras mãos já me tomaram com alerto forte, e bocas me envolveram em seu calor macio. Não estava mole e devido ao suco, não ficaria tão cedo.

Como Gaby ainda estava no meu rosto, não vi quem chupava. Podia ser tia Tereza, minha mãe ou Sandra, ou talvez as três.

“Minha vez”, Gaby engatinhou por cima de mim e se encaixou, numa cavalgada invertida. Tive minha resposta de quem chupava, pois Sandra e minha mãe estavam ao lado dela, sentadas sobre os joelhos, vendo-a galopar. Ao lado, Cristiane se deitava e abria as pernas para dona Tereza lamber a porra vazando de sua buceta.

Sandra ficou beijando Gaby, e minha mãe veio se deitar sobre mim, grudando os peitos na minha pele e a boca na minha.

Já tinha feito suruba com as meninas da minha sala, mas não tinha comparação com aquilo.

Gaby gozou e deu lugar a tia Tereza. A senhora apenas virou a bunda descomunal para mim e falou:

“Come meu cuzinho, amor.”

Foi o primeiro de muitos que comi. E mesmo não sendo tão apertado como outros, foi uma delícia, por que a mulher aguentava e pedia por mais. Além de quê, tia Tereza era experiente e sabia se movimentar.

Minha mãe ficou abrindo e sacudindo a bunda da tia Tereza e Cristiane deu os peitos para eu chupar.

Senti vontade de gozar, e tirei para me controlar. Mas rapidamente minha mãe abocanhou meu pau, sugando até a alma, e eu esporrei latejando dentro da boca dela. Ela ficou surpresa e tirou, tossindo e derramando o meu sêmen em cima da bunda de tia Tereza.

Faltavam apenas três minutos. Deitei na cama, cansado, e as meninas ficaram brincando e rindo umas com as outras. Minha mãe deitou ao meu lado, me tocando uma punheta e começou a me chupar enquanto o tempo terminava.

O alarme tocou e decidimos ir todos para a cozinha pegar alguns lanches e descansar depois de uma hora de foda, antes de continuar.

Comemos uma coisa leve, barras de proteína e frutas. Estávamos cansados, mas com energéticos, cafeína no sangue e pequenas pausas, poderíamos continuar com toda a certeza.

As mulheres riam umas com as outras, escutando Klesia e Sandra comentarem entre elas como foi serem divididas por quatro homens. E os homens deram tapinhas nas minhas costas, parabenizando-me por ter aguentado aquele tanto de mulher. E eu sorri, feliz e agradecido ao meu primo por fazer parte daquilo.

Sorteamos mais uma vez, sem o meu nome e o de Klesia, e o resultado logo saiu.

Seu Joaquim e minha mãe.

“Finalmente minha vez, caralho!”, comemorou seu Joaquim.

“Agora que eu me fodo”, comentou minha mãe passando a mão na testa com um riso sem graça e descruzando as pernas, antes de levantar da cadeira.

“Não, tia, é a gente que te fode”, brincou Felipe, causando risos nela.

“E bem gostoso”, completou Calebe, dando um tapa na bunda dela.

“E eu também vou foder bem gostoso”, seu Joaquim ergueu Gaby no ombro e seguiu marchando até o quarto das garotas, sendo seguido pelas outras mulheres

Fomos para o quarto dos homens, e minha mãe virou-se para nós.

“Certo, eu sei que todo mundo aqui vai querer enfiar o pau em tudo meu, mas vamos com calma, tá bom?”, disse andando para trás como se a encurralássemos.

Pediu isso, mas cinco minutos depois ela estava de joehos, envolvendo meu pau entre seus peitos e virando o rosto para mamar Calebe, tio Rafael e batendo uma para Felipe, às suas costas. Todos gozamos em cima de seus peitos e rosto e depois fomos para a cama, onde revezamos, fodendo sua buceta e boca.

Dez minutos depois minha mãe estava em cima de Felipe, abrindo a bunda para Calebe enfiar em seu cu e mamando o pau de seu Rafael. Eu já tinha acabado de gozar, comendo ela de quatro, e descansava assistindo na televisão seu Joaquim destruir as outras mulheres.

De primeira, fez todas se ajoelharem numa fila e fodeu a boca de cada uma. Esporrou dentro de Sandra e fez Gaby laber a porra enquanto a enrabava, espancou a buceta de Cris num frango assado, e depois meteu no cu da filha, tirando o pau para a esposa chupar, antes de voltar a meter. Tudo de forma furiosa, como se trepasse com raiva. Parecia ser ele quem mais aproveitava a brincadeira

Calebe apareceu do meu lado, e como eu, se impressionou com o desempenho do tio.

“O coroa é cheio de vida”, comentou alisando o pênis úmido.

“Cansou?”, perguntei.

Ele negou com a cabeça.

“Dei a vez pro meu pai.”, disse, apontando para a cama

Olhei para lá e vi o pai dele no buraco que antes o filho ocupava dentro da minha mãe, que sofria, soltando gemidos chorosos que endureciam meu pênis e eriçaram meus cabelos.

“Tu também mandou bem com elas”, comentou Calebe, olhando pra baixo, para a parte de mim que reagia ao som de sexo no ambiente.

“Valeu”, sorri vendo que ele ainda alisava o pau.

Comecei a me acariciar também, olhando para ele.

“Vamo voltar e foder a gostosa da tua mãe?”, perguntou para mim.

“Bora”, respondi.

Felipe e o senhor Rafael gozaram e saíram de dentro da minha mãe, saíndo da cama esticar as pernas e beber uns energéticos. Eu e Calebe seguimos em direção a ela, a levantamos e começamos a chupá-la. Eu o cu, ele a buceta, lambendo também a porra que alí havia.

Talvez achem nojento, mas uma vez acostumado, nada é.

O corpo dela tremeu e gozou, então nós subimos, segurando uma de suas pernas para o lado, a prensamos, e enfiamos os paus dentro dela. E foi nesse momento que comi seu cu pela primeira vez, com outro pau dentro dela, movendo junto comigo e sentindo o roçar de nossas peles suadas.

Gozei em seu interior quente, e fiquei inerte por um tempo, até que amoleci e deitei de novo. Calebe a fodeu por mais alguns minutos e depois gozou dentro dela mais uma vez.

Seu Rafael a fodeu novamente enquanto eu descansava ao lado. E depois minha mãe deu de quatro para o Felipe, com o pau de Calebe na boca. Eu fiquei olhando, sentado ao lado de Calebe. Estava cansado e apenas aproveitando o momento, enquanto ele me tocava uma punheta. Não sei se alguém percebeu isso. Estavam todos concentrados em seu próprio prazer

Ao final da meia hora, minha mãe estava deitada de costas na cama, suada, com os seios melados de porra e bucetona inchada.

Estava sendo um dia simplesmente sensacional.

Depois da terceira rodada, eram seis da noite e compreensivelmente estavam todos cansados. Então resolvemos dar uma pausa para fazer o jantar. Nos lavamos nos banheiros da casa, nos vestimos das roupas que tínhamos e depois rumamos para a área de serviço da casa.

Tia Tereza, Cris e seu Rafael trabalharam por uma hora na cozinha, enquanto o resto de nós ajeitava os pratos, ou só relaxava a beira da piscina.

O jantar foi frango à milanesa, e em quantidade para todos comerem à vontade, com uma taça ou outra de vinho acompanhando.

Bebi um refrigerante, já que diferente dos outros não me agradava a ideia de beber. Sandra também evitou. E os outros beberam de forma que ainda estivessem suficientemente sóbrios no final.

Eu, Gaby e Calebe lavamos os pratos, ao mesmo tempo em que Felipe procurava uma série no streaming da televisão. Klesia e Sandra comentavam sobre seus status nas redes sociais e os cinco adultos conversavam na mesa da cozinha.

“Então, vamos continuar?”, tia Tereza perguntou de repente, chamando atenção de todos.

Olhares foram trocados, até que alguém respondeu:

“Não sei, acho que tô cansado dessa tarde”, disse seu Rafael.

“Besteira, deve ter dado tempo de sobra para recuperar as energias”, afirmou tia Tereza. “Além do mais não vou parar até ter minha vez.”

“Então que tal só ir de uma vez”, minha mãe sugeriu.

“Não, Ivone, assim perde a graça.”

“Por mim tudo bem”, afirmou tio Joaquim e Cris apenas confirmou com a cabeça.

Assim, voltamos a tirar a sorte.

Seu Rafael, Sandra, minha mãe, seu Joaquim, Klesia e eu estávamos de fora. Sobravam Felipe e Calebe dos homens, e Cris, tia Tereza e Gaby das mulheres.

Como o número era diferente, concordamos que faríamos mais um sorteio e um homem teria uma segunda vez no quarto das mulheres. Embora isso fosse alterado posteriormente. Mas enfim, os nomes saíram. E os escolhidos foram Calebe e Gaby.

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