Sem querer comi minha concunhada
Na verdade Leila me comeu. Sem saber que eu sabia que era ela
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.
No conto anterior, relatei que Luna mentiu para seu pai que o chuveiro tinha estragado, e ele me pediu para consertar. Nesse rolo, me vendou os olhos e me imobilizou deitado no bando de madeira da varanda. Transamos, e fodi uma xereca desconhecida com a boca.
Os passos se distanciaram até sessarem.
“Quem estava aí, Luna?” Perguntei. Sem resposta. Apenas me deu um beijo rápido, somente para trocarmos líquidos através da sua língua que penetrou fundo e viajou pela minha boca.
Desacavalou de mim, e saiu dali.
Ouvi uma troca de cochichos distante. Tentei me mexer e gritei para me soltarem.
Passos se aproximando e aquela voz do sussurro mandando eu me acalmar senão eu poderia me arrepender. No mesmo instante, escuto passos mais rápidos e pesados (como se alguém estivesse correndo) e um cochicho mais alto: “Espera. Não machuca ele, mãe” “Me solta. Eu sei o que estou fazendo e o que ele merece”. Cochichou a voz do sussurro. “E não fica olhando”. Concluiu.
- Mãe!? Então é a Leila!? - pensei. Mas fiquei na minha. Não sei do que ela pode ser capaz.
Em seguida escuto um “sschelép” e sinto uma dor ardida na cocha. E o sussurro: “Seja um bom menino e poderemos nos divertir juntos”. Tentei falar, mas uma mão pesada tapou a minha boca. “Só abra a boca quando eu mandar”. Sussurrou perto do meu rosto, ao mesmo tempo que me dava um tapa na cara.
Em seguida lambe minha bochecha, dá um beijo, e fala, choramingando: “Vixi, ficou vermelho. Tua mulher vai desconfiar... hihihi...” E me dá um beijo (de adolescente apaixonada), metendo a língua fundo e digladiando com a minha, enquanto me masturba lentamente.
Afasta a boca, e sinto como se meu rosto estivesse sendo envolvido por mãos (uma de cada lado) - não as dela, pois continuava me masturbando -, e algo melequento, com cheiro forte (um misto de suor e alho), roçando minha boca...
- Ah! É ela acavalada por cima de mim - me dei conta. Segurei para não rir, e meti a boca com vontade - fazer o que!?
Espalhou aquele cheiro melecoso por todo o meu rosto. Meu peito. Passou pelo baixo ventre, e roçou no meu pau.
Voltou a me masturbar e sentar na minha cara, agora oferecendo o botão rosado para um beijo Grego, que realizei no capricho, enfiando bem fundo minha língua, e provocando gemidos nela.
Inclinou-se para a frente, me oferecendo a xereca, e abocanhando meu pau numa deliciosa 69.
Cavalgou na minha boca, enquanto chupava e lambia alternadamente. Levando-me às nuvens sem provocar o clímax.
- Quanta experiência na arte de chupar - pensei.
Volta e meia saia de cima de mim e me dava um delicioso beijo.
Numa dessas, falei que minha bexiga estava estourando. Disse que iria me ajudar. Voltou à posição da 69, mas ficou roçando os lábios numa masturbação só na glande.
“Vamos juntos. Começa quando quiser”. Falou, sem tirar a boca.
Precisei de muita concentração, até que consegui. Um curto jato direto na sua boca. Ela continuou masturbando a glande com os lábios, e a língua passeando por toda ela. Mais um jato. Outro. Até que consegui me soltar, e ela foi no embalo, enchendo minha boca. Ergueu-se e, segurando meu pau, espalhou nossos líquidos dourados por todo o meu corpo.
Virou-se, e mesmo antes de terminarmos de esvaziar nossas bexigas, sentou, engolindo meu pau quase todo, e já iniciou um entra e sai, enquanto bolinava meus mamilos e beijava minha boca. Foi aumentando o frenesi, ficou ereta, e, cavalgando no meu pau, com a respiração entrecortada, vociferava palavras e xingamentos ininteligíveis. Descia livre, e na subida, sua boceta comprimia e praticamente sugava meu pau, provocando gemidos e urros em nós dois.
Eu já não aguentava mais, até que, com os dentes cerrados, num urro mais alto, anunciou o gozo. Entre tremores e arrepios, liberei minha gala, enchendo suas entranhas.
Ainda com espasmos, desmontou-se sobre meu corpo, unindo nossas bocas num beijo suave, e sussurrou, enquanto levantava: “Essa foi a minha versão, espero poder desfrutar da sua, e comprovar o que a Luna contou”.
Em seguida sinto os tirantes se soltarem, retiro a venda, e dou de cara com a Luna num lindo e cheiroso roupão de ceda, e me diz que eu posso tomar banho no seu banheiro antes de descer.
Na sequência
Luna fez fisting no irmão e em mim
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