Surpreendi meu marido com a cintaralho
Fiz uma surpresa e comi meu marido na área de lazer do prédio em que morávamos
Éramos zeladores do prédio onde morávamos.
Beto estava ajeitando a área de lazer para uma festa que aconteceria logo mais à noite, quando cheguei, vestindo uma camiseta sem sutiã e uma sainha curta, de tecido leve, camuflando um pequeno volume.
O abracei por trás, roçando aquele volume em suas nádegas, provocando-lhe uma ereção imediata.
“Ah seu safadinho depravado, bem que você gosta de algo nesse traseiro, hein!?” Falei, enquanto pegava seu pau e simulava uma masturbação por cima da bermuda.
Colocou a mão para trás, em busca do troço que o cutucava. “Que cabeção. Não parece o nosso. Parece maior e mais grosso”. Falou, enquanto se virava e conferia meu look.
Levantando a saia, revelou o conjunto, formado pela cinta de couro, presa à minha cintura e coxas, sustentando um strapon de silicone da cor da pele com 23cm de comprimento por 46mm de espessura.
Com um detalhe muito significativo: Tinha um strapon de proporções menores por dentro, enfiado na minha xereca, que estava me deixando toda melada.
“É exagerado. Não vou aguentar”. Falou, ainda analisando o membro dependurado em mim. Retruquei: “Guenta sim, cê é um baita guloso, tá sempre querendo mais”. E nos beijamos ardentemente. Subiu uma mão para meus seios e a outra ficou alisando minha bunda e cutucando meu cuzinho.
Em seguida me abaixei, arrancando sua bermuda e cueca na passada, e abocanhei seu pau, enquanto passeava com uma mão em suas nádegas e a outra nos testículos.
Alternei, entre chupadas e lambidas, que iam da cabeça aos bagos, os chupando individualmente.
O virei, deixando-o de frente para a mesa, e, com uma mão o masturbava e com a outra massageava seus bagos, enquanto lhe aplicava um beijo Grego bem salivado e profundo.
Levantei e o fiz debruçar na mesa.
Besuntei com bastante lubrificante meu “pau” e seu cu, aproveitando para dar umas estocadas com um, e depois com dois dedos, para ir acostumando.
Encostei a ponta em seu orifício rosado e fui forçando. Dei uma paradinha, pois resmungou que estava doendo. Em seguida investi contra seu corpo, que a cabeça entrou de uma vez, fazendo um “ploc”. Gritou, me xingou, e tentou sair, mas o segurei, enquanto, mesmo sob protesto, fui penetrando em suas entranhas até a metade. Dei uma pausa, e ao sentir ele relaxar, investi com tudo, enterrando o strapon até sentir nossos corpos se juntarem.
Por entre os dentes cerrados, gritou ofegante: “Ai. Me arrombou... Suuuaaaa Deliciooosa”.
Endireitou o corpo enquanto nos afastamos da mesa, e iniciou um vai-e-vem com os quadris, fazendo a jeba sair e entrar. Acompanhei os movimentos, e fui aumentando, pois o toquinho na xereca estava me deixando louca. Com seus braços para trás, cadenciava os movimentos me segurando contra ele, enquanto eu o masturbava e bolinava seus mamilos.
À medida que ele aumentava a cadência, fui aumentando a masturbação, provocando gemidos e urros em nós dois, até perceber que já não controlava mais nada.
Nossos corpos faziam barulho ao se chocarem um contra o outro. Entre gritos, urros e sussurros, das nossas bocas saiam palavras desconexas.
De repente ele estancou e segurou minha mão contra seu pau pulsante, que inchou mais um pouco. E, levando meu corpo para trás, foi me tirando de dentro, até chegar na cabeça. Então me puxou e projetou sua bunda contra mim. Estancando por algumas frações de segundos, e, num ritmo acelerado, nos afastou e nos uniu umas três vezes, até soltar um urro, seu corpo começar a estremecer e seu pau inchar ainda mais e disparar golfadas e golfadas de porra. Fui no embalo, e gozei alucinadamente.
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Comentários (1)
Torres militar: Delícia de conto continua e mostra aqui pra gente ver o estrago q fez atrás dele
Responder↴ • uid:7xbysxwqrd