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Entreguei Meu Marido ao Massagista - parte 1

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Kenochifrudo

O massagista ficou olhando com um ar claramente pervertido, lambendo o lábio inferior. Em seguida tirou a própria roupa.

Encontrei o perfil de um massoterapeuta no Twitter e, na mesma hora, meu pau endureceu dentro da calça. O cara era safado, bonito e absurdamente dotado.

A ideia nasceu completa: eu queria realizar meu fetiche. Queria assistir meu marido sendo massageado, tocado e finalizado por um macho daquele calibre.

Entrei em contato. Fui direto. Expliquei que meu tesão era ver meu marido nas mãos dele, sendo excitado e levado até o fim. Mandei fotos do meu marido. O terapeuta aceitou sem hesitar, com um sorrisinho no áudio que já prometia putaria.

Agendei uma sessão de massagem tântrica. Deixei claro que queria algo que parecesse profissional no começo, e que a safadeza fosse acontecendo aos poucos, de forma natural. Pro meu marido, inventei a história clássica: tinha marcado com um cara que achei no Instagram, alguém buscando clientes para treinar novas técnicas.

Chegamos no horário combinado. O massagista nos recebeu na porta. Um metro e setenta e cinco, corpo definido, peito largo, ombros fortes, bigode de cafajeste e um sorriso safado que já me fez engolir em seco. A sala era um convite: plantas, estátuas de deuses egípcios, aromatizadores, espelhos, música ambiente baixa, meia-luz e um colchão macio no meio do ambiente.

Ele mandou eu me acomodar na poltrona. Depois olhou para o meu marido e ordenou, com voz calma e autoritária:

— Tira tudo e deita de bruços. Segura essa almofada no peito.

Meu marido tem um metro e setenta, cabelos cacheados, bunda grande e carnuda, corpo sarado sem exagero de academia. Obedeceu. Tirou a roupa e se deitou. O massagista ficou olhando com um ar claramente pervertido, lambendo o lábio inferior. Em seguida tirou a própria roupa. Ficou completamente nu.

O pau dele era pesado, grosso, mesmo ainda mole já impressionava pelo tamanho, com veias marcadas e uma cabeça rosada que começava a inchar. As bolas pesadas balançavam enquanto ele se movia. Pegou o óleo corporal e começou.

Primeiro as costas. Mãos firmes, generosas de óleo, deslizando com pressão certa. Desceu para as panturrilhas, subiu pelas coxas. De vez em quando os dedos passavam pela fenda da bunda do meu marido de forma “despretensiosa”, mas nada ali era inocente. Eu via o cu do meu marido se contrair levemente a cada toque.

Depois o massagista se posicionou logo abaixo dos pés e começou a massagear as solas. Enquanto as mãos trabalhavam os dedos dos pés, o pau dele — já engrossando e endurecendo — esfregava de leve, depois com mais insistência, contra a sola de um pé, depois do outro. Em pouco tempo a rolona estava completamente dura, latejando, batendo de leve contra a pele.

Eu sentia meu próprio pau latejar dentro da calça, apertado, molhando o tecido. O tesão vinha misturado com um ciúme gostoso. Ver aquele macho dotado usando o corpo do meu marido como quisesse me deixava louco.

O massagista se levantou. Pegou mais óleo e espalhou pelo próprio corpo, deixando a pele brilhando, os músculos deslizando sob a luz. Em seguida deitou por cima do meu marido, corpo contra corpo, esfregando-se com lentidão deliberada. A pica grossa e rígida deslizava entre as nádegas do meu marido… e só então deu pra ver o tamanho de verdade: uns 23 centímetros duros, pesados, bem maiores do que eu imaginava. O atrito era molhado, obsceno.
As respirações ficaram mais pesadas. Eu escutava claramente.

O corpo do meu marido, que no começo estava só relaxado, agora já estava tenso de tesão. A bunda subia de leve, empurrando de volta contra o pau do massagista. Pequenos gemidos baixos escapavam da garganta dele. O massagista começou a beijar e lamber o pescoço, a orelha, a nuca, deixando a pele molhada e vermelha.

Sem dizer uma palavra, ele se levantou e se ajoelhou bem na frente da cabeça do meu marido. As mãos foram massagear os ombros e o pescoço… mas o pau dele agora cobria o rosto. Grosso, babando, cheirando a macho. A cabeça rosada tocou os lábios do meu marido. Eu vi a boca dele se abrir sozinha, quase por reflexo.

Aos poucos, sem pressa, a pica começou a entrar. Primeiro só a cabeça, depois mais um pouco, deslizando pela língua, enchendo a boca. O meu marido soltou um gemido abafado, os olhos semicerrados, enquanto eu assistia com o pau doendo de tesão, completamente rendido à cena.

Comentários (1)

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  • Snowdick: Estou procurando um chifrudo manso que queira chupar minha rola, deixando a esposa assistir. Sou de Campinas. Rola de 18cm x 14,5 de circunferência.

    Responder↴ • uid:1cw2e1bg7umv