#Corno #Sado #Voyeur

Consegui fazer o ex de minha mulher arrombar seu cuzinho novamente

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Alberto

Casei-me com quarenta e cinco anos com Suzi que na época tinha vinte e oito, claro que ela teve uma vida agitada antes de me conhecer e nos tornamos próximos com claras ideias de sexo. Após vários plantões juntos, a convidei para um jantar e já naquele primeiro encontro, acabamos em um motel, onde ela mostrou que já sabia tudo de cama com o tempo, passamos a saber tudo um sobre o outro, contávamos nossos momentos quentes em seus mínimos detalhes e havia uma passagem na vida dela que foi muito marcante e que eu adorava ouvir o relato do episodio, ela dizia que até então sofria muito quando os caras enlouqueciam comendo seu cuzinho, especialmente os mais dotados, mas mesmo assim ela adorava. O cara que ela não esquecia, era um tal de Geraldo que falava como se tivesse com um ovo quente na boca e o dia que ele errou o buraco e enfiou sua pica gigante quase toda de um vez, deixando-a desesperada de dor no cu, o cara falou em seu ouvido: "Quer a benga do Geraldo bem no fundo do seu cuzinho?". Apesar de ter tido uma verdadeira convulsão de prazer na oportunidade, o que a fazia lembrar com tesão do camarada, a partir daquele dia, nunca mais assumiu a posição de franco assada sem conhecer bem o parceiro e considera-lo equilibrado e sempre que temíamos depois dela relembrar aquela metida, ela gozava como uma louca. Em um sábado a tarde, fui a uma sauna, estava o maior sossego na sauna seca quando entraram três camarada um tirando o sarro do e como resposta ao que um deles tinha falado, o cara responde :"Quer a benga do Geraldo bem no fundo do seu cuzinho?" Erra muita coincidência, o cara falava que parecia estar realmente com um ovo quente na boca e disse exatamente as palavras que eu já tinha ouvido de minha mulher muitas vezes, sem contar que benga, não é uma expressão comum. Quando o cara tirou a toalha que trazia na cintura para forrar o lugar que ia sentar, vi o tamanho brutal de sua ferramenta, imediatamente a imagem de Suzi sendo "cravada" pelo cara se formou em minha mente. Naquele sábado cheguei em casa, arrastei minha putinha para cama, a coloquei na posição de frango assado e mesmo ela segurando meu quadril para que a introdução fosse compatível, cheguei lá no fundo e passei a bombar e pela primeira vez falei: "Imagine que é a rola do Geraldo". Passei a usar mais força e ela teve um orgasmo profundo. Fiquei louco, precisava ver aquele cara arrombar minha mulher. No sábado seguinte, voltei a mesma sauna e lá estavam os três caras fazendo algazarra, paguei uma rodada de cerveja e rapidamente me entrosei com eles. Em dado instante perguntei se ele lembrava de uma estudante de medicina na época que ele tinha conhecido em uma balada... Antes de um terminar de falar os detalhes, ele passou a descrever minha gata e arrematou: "Um fodão cara, como eu ia esquecer dela?". Não me controlei e disse : "Ela é minha mulher e quer dar para você novamente". Ela fez cara de quem não estava acreditamos, mas combinamos que ele me acompanharia. Na saída da sauna liguei para Suzi e pedi para ela colocar aquele costume para dormir de shortinhos pequeno larguinho e na parte de cima era sustentado por duas alcinhas. Apesar de toda nossa cumplicidade nós nunca tínhamos aventado a possibilidade de outra pessoa na cama conosco. Não falei nada sobre levar alguém junto para casa, quanto mais seu inesquecível arrombador. No caminho, plantei a ideia na cabeça do dotado que ela tinha se tornado muito retraída e o ideal era ela já agarra-la de uma vez, coloca-la na posição de frango assado e enfiar a mandioca nela. Cheguei em casa e Suzi estava sentada no sofá da sala vestida como pedi e assim que abri a porta falei: "Surpresa!!!" e fiz o Geraldo entrar. A expressão de minha gatinha transformou-se de surpresa para tesuda e eu avisei que ia a trocar de roupa. Um estava olhando para o outro sem que movessem um músculo e antes de sair da sala eu disse: "Aproveitem para matar as saudades, divirtam-se". Claro que minha mulher entendeu na hora e Geraldo estava ali para meter. Fiquei enrolando no closet, de onde sai só de cueca e com o celular na mão. Ao chegar na sala encontrei a cena que esperava, os dois se amassando violentamente, mão em todos os lugares os corpos se contorcendo para um lado e para o outro com as bocas coladas, já quase gozando falei: "É melhor irem para a suíte" não precisei falar novamente, continue filmando e registrando a trilha de roupas e assim que chegaram ao lado da cama, Suzi deitou com as costas na cama, bem na ponta do colchão, Geraldo dobrou as pernas dela, deixando-a exatamente naquela posição perigo, foi quando via que as cochas de Suzi estavam completamente molhadas com o suco que brotava da rachinha que engoliu aquele imenso cacete de uma só vez, minha espozinha não resistiu a aquela penetração profunda e já teve seu primeiro orgasmo forte e barulhento, nem eu resisti a massagem que estava fazendo no meu pau, gozei junto sem parar de filmar e o comedor sem se importar com a explosão de sua vitima, continuou bombando forte. Não sei se Suzi provocou o acidente, ou se foi o Geraldo, mas voltou a acontecer o cacete procurou e penetrou o cuzinho da tesuda e ouvi: "Haiii, hummm...". Completamente extasiado vi minha mulher entrar em êxtase total e gritei: "Quer a benga do Geraldo bem no fundo do seu cuzinho?". Melando toda minha mão novamente.

Comentários (3)

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  • Paulo: Parabéns espero que a sua putinha ainda esteja levando rola dele no cuzinho

    Responder↴ • uid:xgnqdmjq
  • Torres: Q cornokkkk

    Responder↴ • uid:7xbysxwqrd
  • Corno capixaba: Corno feliz é corno realizado parabéns.

    Responder↴ • uid:lws144