Como seria o meu conto zoo perfeito (se eu fosse escrever)
Como eu imagino o meu conto zoo perfeito, que ainda não tomei coragem de escrever
Olá novamente leitores! Partindo do meu último conto sobre como seria minha namorada perfeita, achei que seria interessante falar sobre como seria o meu conto de zoo perfeito, com base nas coisas que eu gosto. Aviso: vai ter violência, vai ter abuso, vai ter estupro, vai ter trauma, vai ter marcas psicológicas pesadas levando a um niilismo existencial profundo. Abandone toda a esperança, se deseja continuar. E se quer, aproveite!
Primeiramente, o conto precisa ter uma trans gostosa, peituda, rabuda e pauzuda, o kit completo. A cor do cabelo e da pele pouco importa, pode imaginar ela como quiser. E essa trans (vamos chamar ela de Paola, temporariamente) precisa ser uma cavala ativa e passiva bem pervona, uma daquelas que não tem frescura nenhuma, que mete em praticamente qualquer buraco (se é que me entende), que ama sentir coisas dentro dela e colocar o pau enorme dela em outras. A Paola também precisa ser sádica, precisa gostar da posição de poder e de fazer doer, ela tem que ser do tipo que quando o sangue esquenta a única coisa que importa para ela é satisfazer seu desejo, não interessa o que vai acontecer depois.
Ela precisa gostar de zoo, e muito. Na verdade, ela tem que ser viciada em tudo o que é proibido, literalmente. Galinhas são o principal mas nada está fora de cogitação. Se tem buraco, tem jeito. Quando menor, melhor e acima de tudo, se não for pra usar pra valer nem compensa. A preferência dela será galinhas justamente porque ela vai poder usar do jeito que quiser, como quiser, quando quiser e da forma que bem entender, tanto que vai criar galinhas em casa para isso bem no quintal.
Agora, a melhor parte. Como para ela tudo é objeto de prazer, ela não tem pena, não tem dó. Quando ela pega uma galinha, ela mete, mete, mete, estoura, sufoca, estrangula, faz bem brutal mesmo. Ela ama matar galinha na pica, ama sentir o sangue quentinho escorrer na rola enquanto segura o pescoço da penosa, ama sentir ela ficando mole e continuar usando como um pedaço de carne, um brinquedo sexual até ela gozar. As vezes ela mantém por uns dias, as vezes ela descarta e arranja outra, as vezes ela joga o que sobrou na panela e come, batendo uma só de lembrar o que acabou de fazer, mas sempre terminam do mesmo jeito: abatidas, com o pulsar do coração delas dando prazer a pica da Paola.
As vezes, a Paola resolve ser ainda mais ousada e usar os bichinhos que pega ainda mais, criando seu próprio buraco. Ela pegaria uma faca com a galinha ainda viva e cortaria seu pescoço fora, imediatamente metendo naquele buraco apenas para sentir seus espasmos, o sangue, o poder e tudo mais enquanto ganha um prazer indescritível. É claro que para ela, galinhas são apenas o prato principal, os que são mais fáceis, porém como nada estaria fora de cogitação, ela faria com o que tivesse a oportunidade, sem exceções. Cadelas grávidas por exemplo seria para ela a chance de uma vida, e nem precisaria ser violenta para se satisfazer diferente de um esquilo, um rato, alguma coisa pequena que dá para usar como ela quiser.
Obviamente, a Paola também não vê limites de idade tanto em humanos quanto em animais. Filhotinhos de cães são os favoritos dela nessa parte porque dá para colocar eles para mamar na pica e nos peitos e apenas curtir a sensação. Por falar nos peitos, ela é lactante e ama dar de mamar enquanto bate uma
Tem dias que a Paola fica semanas sem se aliviar e com o pau latejando e nesses dias ela brutaliza mesmo. Ela gosta de meter até atravessar, gosta de usar os órgãos e o sangue nos peitos, na bunda, em tudo e quando o faz, nossa como ela goza gostoso.
Como uma boa trans pervona gostosa, ela é muito popular em certos círculos e grupos e tá sempre procurando novas formas de sentir prazer, novos buracos para meter e novas atrocidades para fazer. Nesses bastidores ela é conhecida pelo apelido Femme Fatale, mulher fatal. É um título bem foda para uma pessoa depravada, e ela adora isso.
Quanto a máscara que veste para a sociedade, Paola é uma secretária compentente, quieta, educada, gentil e simpática. Ama a sensação de poder que vestir um terno dá a ela, o quão apertado ele deixa seus seios enormes e ressalta sua bunda, mas precisa se controlar nesses ambientes. Costuma pensar que só pode ser ela mesma dentro de 4 paredes.
Por fim, ela é teria um namoradinho femboy que a ama e apoia em tudo, a ajudando em suas perversões e sendo seu "buraco pessoal" quando a mesma precisa de um alívio. Ele ama ser a cadelinha de sua dona.
Paola tem um sonho, um desejo que sabe que seria muito difícil de conseguir mas que deseja mesmo assim, um que ela jamais contou a ninguém nem mesmo a seu namoradinho (vamos chamar ele de Felipe por hora), mas que também não posso relatar aqui por razões... Complexas.
Lá no fundo, Paola está protejando os abusos que sofreu de seu Pai adotivo quando era pequena, abusos esses que a marcaram de tal forma que ela aprendeu que se tem poder para fazer X coisa, é porque pode e deve, dá mesma forma que seu odioso Pai a usava, ganhava dinheiro com ela e a vendia. Sua Mãe sabia disso tudo, e não ligava. Simplesmente se fingia de cega, surda e muda. Ora, se o mundo a ignorou, porque deveria se importar com certo e errado, moral e imoral e outras questões assim? Se ela tinha o poder, o desejo e os meios, por que não se soltar neles como seu Pai fez? Era exatamente essa visão niilista que a mantinha de pé, afinal, sendo desapegada a tudo, ela não devia nada para ninguém exceto seu boyzinho.
Enfim, espero que tenham gostado! Talvez um dia eu escreva algo (Obviamente fictício) sobre a Paola e o Felipe, mas por hora isso é apenas um protótipo, eu vejo poucos contos de galinha por aqui e muito menos contos zoo com trans, então juntei os dois e cá estamos! Enfim, por favor me digam o que acharam e deixem contato ae embaixo para mim chamar. Até a próxima!
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