#Assédio #Coroa #Estupro #Sado

Puteiro de Garimpo - Parte 5 - Mamãe feliz

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AnãoJediManco

O Barracão das Sombras começa a encher de verdade quando a tarde vira noite. O barulho dos motores lá fora diminui e o fluxo de homens aumenta. Garimpeiros sujos, traficantes, foragidos, donos de máquina, todos entram com dinheiro ou ouro em pó no bolso e fome de carne. A música sobe, o cheiro de cachaça, maconha e suor masculino toma conta do salão.
Seu Nestor bate palmas forte, duas vezes. A ordem é simples e já conhecida:
— Traz todo mundo. Todas as putas pro salão. Agora!
A porta dos fundos se abre. As mulheres que estavam trancadas no cômodo são empurradas para fora, uma atrás da outra. Algumas ainda coxas, outras com marcas frescas, todas nuas ou quase. Marisa e Jéssica são colocadas junto com o resto. O grupo inteiro é conduzido até o centro do salão e obrigado a ficar em fila, de frente para os homens que já bebem e comentam alto.
Os olhares masculinos passam por cada corpo como quem escolhe carne no açougue. Comentários sujos voam sem nenhum freio. Mãos apontam, alguns já abrem a calça ali mesmo.
Nestor anda na frente da fila, inspecionando.
— Hoje tem diversão especial. Vocês duas… ele aponta para uma mulher morena de seios pesados e outra mais magra, de cabelo curto. Vocês vão trabalhar diferente.
A morena é empurrada na direção de um palco improvisado no canto do salão, um pedaço de madeira elevado com um tubo de metal enferrujado fincado no meio, improvisado como pole dance. Dois homens a sobem à força. A música muda para um ritmo mais pesado. Nestor grita:
— Dança, mexe esse corpo puta imunda. Se não dançar direito, dança no pau de todo mundo depois.
A morena segura o tubo com as duas mãos. Começa a se mexer sem graça, sem ritmo, só tentando obedecer. Os homens riem e batem palma. Um deles sobe no palco, segura a mulher pela cintura e esfrega o pau duro na bunda dela enquanto ela tenta girar no tubo. Outro joga cachaça nos peitos dela. Ela continua dançando, o rosto vazio, os seios balançando, a boceta à mostra a cada movimento. Dinheiro e pequeno saquinhos de ouro são jogados no palco. Cada nota que cai é uma ordem silenciosa para ela se exibir mais.
Enquanto isso, a magra de cabelo curto é agarrada por dois homens no meio do salão. Um deles segura um plug anal grosso, com um rabo longo de pelo sintético preso na base. Sem lubrificante de verdade, só saliva e força, eles separam as nádegas dela e enfiam o plug até o fim. A mulher grita quando a base larga entra. O rabo fica pendurado entre as pernas, balançando.
Nestor cospe no chão e ordena:
— De quatro, agora. Você é cadela hoje, anda pelo salão, late, pede para ser comida. Quem quiser usar você de graça, só não pode tirar o plug.
A mulher hesita, um tapa violento na cara a faz cair de joelhos. Ela coloca as mãos no chão e começa a engatinhar. O rabo balança a cada movimento, os homens ao redor riem, chutam de leve a bunda dela, puxam o rabo, obrigam ela a lamber botas sujas. Um deles segura o cabelo dela e enfia o pau na boca ali mesmo, enquanto ela continua de quatro. Outro levanta o rabo e enfia dois dedos na boceta, mexendo na frente de todo mundo.
— Late, puta.
Ela late, o som sai rouco, humilhado, quebrado. Os homens aplaudem, e alguém joga um pedaço de carne seca no chão e ela é obrigada a pegar com a boca. Outro homem a monta por cima, ainda engatinhando, e fode a boceta ali mesmo, usando o rabo como alça para puxar.
No meio do salão, as outras mulheres, incluindo Marisa e Jéssica, são obrigadas a assistir. Algumas baixam os olhos. Outras olham fixo, já sem expressão. Os homens bebem, riem, apontam e escolhem. O ambiente vira uma mistura de bar, leilão e casa de espetáculo sujo, onde cada corpo feminino existe apenas para o prazer bruto de quem paga.
A morena continua no pole, agora com dois homens no palco a usando enquanto ela tenta se segurar no tubo. A magra engatinha pelo salão com o rabo no cu, sendo parada a cada poucos metros para chupar, ser fodida ou simplesmente humilhada. E o Barracão das Sombras só está começando a esquentar.
O salão está no auge quando o grupo entra.
São cinco homens, traficantes. Roupas melhores que as dos garimpeiros, mas o olhar é o mesmo, frio, avaliador, faminto. Trazem o cheiro de maconha cara, arma e estrada. Seu Nestor os recebe com um sorriso de quem já contou o dinheiro antes mesmo de ver.
Um deles, o mais alto, de barba aparada e corrente grossa no pescoço, aponta diretamente para Marisa.
— Essa, a mãe. Só ela, sem a cadelinha da filha, que é muito feia.
Jéssica dá um passo à frente, o corpo ainda marcado da sessão com o velho. Nestor a empurra de volta com a mão aberta.
— Você fica. A mãe vai trabalhar lá fora.
Marisa é agarrada pelos braços, não há negociação. Os cinco homens saem com ela pela porta dos fundos, atravessam um pedaço de lama e entram numa barraca maior, afastada, usada para negócios mais pesados. Dentro há um colchão sujo no chão, caixas de munição, uma mesa improvisada e o cheiro forte de mofo e sexo antigo.
A porta da barraca é fechada. Um dos homens acende uma lanterna e joga no chão. A luz amarela ilumina o corpo nu de Marisa, ainda com resquícios da lagoa e das marcas da noite anterior.
O líder do grupo cospe no chão e fala, voz baixa:
— Hoje a gente não tem pressa. Vai ser sujo, vai doer. E você vai engolir tudo.
Eles não tiram a roupa toda. Só abrem as calças, cinco paus aparecem em estados diferentes de ereção. O primeiro a se aproximar é um homem moreno, gordo, pau grosso e curto. Ele empurra Marisa de joelhos e enfia o membro na boca dela sem aviso. A cabeça larga força a garganta. Marisa se engasga, saliva escorre imediata. Ele segura a cabeça dela com as duas mãos e fode a boca com estocadas fundas, batendo as bolas no queixo. Cada vez que ela tenta puxar o ar, ele enterra mais.
— Engole. Se morder eu te quebro os dentes.
Enquanto ela chupa, outro homem se ajoelha atrás. Separa as nádegas dela com força e cospe várias vezes no cu ainda dilatado da noite passada. Não espera, enfia o pau de uma vez. Marisa grita com a boca cheia, o som sai abafado, molhado. O homem atrás começa a foder o cu com força, segurando a cintura dela como se fosse um objeto. A cada estocada o pau do da frente afunda mais na garganta.
Os outros três esperam pouco. Um sobe na mesa improvisada, segura o cabelo de Marisa e puxa a boca dela do primeiro pau para o dele. O gosto muda, mais salgado, mais amargo. Ele cospe na cara dela e volta a enfiar. Outro homem se posiciona do lado e esfrega o pau no rosto de Marisa, batendo a cabeça do membro nos olhos, no nariz, na boca ocupada. O quinto apenas observa por enquanto, masturbando o pau com a mão suja, cuspindo na própria mão para lubrificar.
Eles trocam de buraco sem cerimônia. O que estava no cu tira o pau pingando e enfia na boceta. O da boca é puxado para trás e empurrado no cu. Marisa é virada, virada de novo, colocada de quatro, depois deitada de lado, depois sentada à força em cima de um pau enquanto outro enfia na boca. Em determinado momento um deles segura as pernas dela abertas no ar e os dois fodem os dois buracos ao mesmo tempo, estocando em ritmos diferentes. O som é úmido, constrangedor, de carne sendo aberta e usada.
A humilhação é deliberada. Um deles mijá em cima da barriga e dos peitos de Marisa enquanto os outros continuam fodendo. O mijo escorre quente, se mistura com suor e saliva. Outro homem pega a porra que já escorreu da boceta dela, passa nos lábios de Marisa e manda ela lamber. Ela obedece, o gosto ácido e salgado invadindo a boca.
— Abre mais. Mostra esse cu arrombado.
Eles separam as nádegas dela com as mãos e cospem dentro. Um deles enfia quatro dedos no cu, abre, mostra para os outros. Riem. Depois voltam a foder.
O líder é o último a gozar. Ele puxa Marisa pelo cabelo até ela ficar de joelhos de novo, os cinco paus ao redor do rosto. Quatro já gozaram, um na boca, dois no cu, um na boceta. A porra escorre pelo queixo, pelo peito, pelas coxas. O líder fode a boca dela com violência até sentir o estômago dela contrair. Só então goza fundo na garganta, segurando a cabeça dela no lugar até ela engolir por puro reflexo.
Quando finalmente a soltam, Marisa cai de lado no colchão sujo. O corpo inteiro treme. Cu e boceta abertos, latejando, escorrendo mistura de porra, saliva e mijo. O rosto está irreconhecível de tanto cuspe e gozo. Os homens fecham as calças, rindo, comentando baixo sobre como a “mãe” ainda aperta quando dói.
Um deles dá um tapa na bunda dela antes de sair.
— Continua aí. Se a gente quiser mais, a gente volta.
A barraca fica em silêncio, só com a respiração ofegante de Marisa e o cheiro forte de sexo sujo. Do lado de fora, a música do Barracão continua. Lá dentro do salão, Jéssica ainda está de pé, sem saber exatamente o que estão fazendo com a mãe. Só sabe que o grupo demorou. E que quando a mãe voltar, vai voltar pior.
Marisa acaba desmaiando de puro esgotamento no colchão sujo da barraca. O corpo não aguenta mais. Cu e boceta abertos, latejando, escorrendo resto de porra e mijo. O rosto colado no tecido úmido. O sono vem pesado, turvo, sem descanso de verdade.
Nos pesadelos ela vê Jéssica. A filha de joelhos no meio do salão, boca forçada, olhos vermelhos, homens rindo enquanto empurram paus grossos na garganta dela. Vê o velho sádico de novo, apertando o pescoço da filha enquanto fode. Vê Jéssica engatinhando com rabo de pelo no cu, sendo montada como cadela. Vê o rosto da filha se distorcendo de dor e ódio, olhando para ela como se a culpasse por tudo. Marisa tenta gritar no sonho, tenta alcançar a filha, mas os braços não se mexem. Só consegue assistir.
Ela acorda de um tranco.
Um jato quente e forte acerta o rosto dela em cheio. É Mijo, o cheiro amoníaco invade as narinas na hora. O líquido entra no olho, na boca entreaberta, escorre pelo cabelo. Marisa se engasga, vira o rosto por instinto, mas o homem acompanha o movimento com o pau, continuando a mijar direto na cara dela. É um dos traficantes, ainda bêbado, risada rouca saindo da garganta.
— Acorda, puta. Hora da brincadeira.
Os outros quatro estão de pé ao redor, também bêbados, garrafas na mão, calças abertas. O cheiro de cachaça e mijo mistura com o sexo azedo da barraca. Eles a agarram pelos braços e pelos cabelos e arrastam para fora. O corpo de Marisa é puxado pela lama. Ela tenta se apoiar, mas os pés escorregam.
Lá fora a noite da floresta é quente e úmida. Lanternas e o fogo de um tambor iluminam o círculo que os cinco formam ao redor dela. Marisa fica no centro, nua, molhada de mijo, o rosto escorrendo.
Eles começam a tratar ela como bicho. Um chuta a coxa dela com a lateral da bota, não com força suficiente para quebrar, mas o bastante para fazer doer e derrubar. Outro ri e chuta a bunda, acertando o cu ainda aberto. Marisa cai de lado na lama. Eles riem mais alto.
— Levanta, cadela.
— Engatinha.
Quando ela demora, um deles segura o cabelo e puxa até ela ficar de quatro. Outro homem se aproxima e desce a mão aberta com força no rosto dela. O estalo ecoa. Marisa sente o gosto de sangue na boca.
— Late.
Ela não late, e leva um chute na costela, o ar some dos pulmões. Dessa vez a voz sai rouca, humilhada, um som de dor que eles aceitam como latido. Eles andam em volta, chutando de leve, cuspindo, xingando.
— Olha o cu arrombado dessa vaca.
— Essa boceta já tá igual buraco de bala.
— Mãe desgraçada. Deve ter ensinado a filha a gozar apanhando.
Um deles segura a cabeça de Marisa contra a lama e enfia o pau na boca à força, fodendo a garganta enquanto os outros continuam a andar ao redor. Quando tira, um fio grosso de saliva e mijo antigo escorre. Outro homem se agacha atrás, abre as nádegas dela com as duas mãos e cospe várias vezes direto no cu. Depois enfia quatro dedos de uma vez, abrindo, mostrando para os amigos.
— Tá folgado pra caralho. Dá pra meter a mão.
Ele tenta. Os dedos viram mão, Marisa grita quando a mão entra até o polegar. O homem ri, mexe dentro, puxa para fora e volta a enfiar. O outro buraco também é aberto, dois homens seguram as pernas dela abertas no ar enquanto um terceiro enfia o pau na boceta e, ao mesmo tempo, empurra os dedos ao lado, esticando mais. O som é molhado, obsceno, de carne sendo forçada.
Eles continuam a brincadeira por longo tempo. Chutam, cospem, mijam de novo, dessa vez em cima das costas e do cabelo. Fazem ela engatinhar em círculo enquanto um vai atrás fodendo o cu e puxando o cabelo como rédea. Cada vez que ela cai, batem. Cada vez que ela grita, riem.
Em determinado momento um deles a joga de costas na lama, abre as pernas o máximo que consegue e os cinco se revezam só para abrir os buracos com os dedos, com o pau, com o gargalo de uma garrafa de cachaça. A garrafa entra no cu com dificuldade, é torcida, puxada, enfiada de novo. Marisa chora baixinho, o som abafado pela lama e pelo cansaço.
Eles não gozam rápido. Estão bêbados demais e entretidos demais com a humilhação. O prazer deles está em ver o corpo dela reagir à dor, em ouvir os sons que ela faz, em tratá-la exatamente como um animal que existe só para ser usado e descartado.
A floresta ao redor engole os gemidos e as risadas. Dentro do Barracão, a música continua. Jéssica ainda não sabe que a mãe está do lado de fora, na lama, sendo aberta e humilhada como bicho por cinco homens bêbados.
Mas logo vai saber.

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