Novinho, viciei em pica
Meu amigo ganhou do pai dele um vídeo game, coisa pela qual eu era alucinado. Em pouco tempo meu amigos fez vários outros amigos e ficou difícil conseguir jogar. Sabendo que ele fazia inglês duas tardes por semana, esperei a terça feira e quando o vi sair de casa, fui com a maior cara de pau perguntar para mãe dele se ela deixava eu jogar um pouquinho, mas para minha surpresa, quem atendeu a porta foi o pai de meu amigo, sem jeito, perguntei por sua esposa e ela falou que ela não estava, resolvi arriscar e fiz o pedido para aquele homenzarrão de braços fortes e ele mandou-me entrar para conversarmos. O pai do meu amigo ligou o aparelho e começamos a jogar, ambos deitados no tapete com a barriga para baixo que é a melhor posição para jogar. Nem liguei por ele estar alisando minha perna, afinal, o importante era que eu estava jogando até que em certo momento senti sua mão alisando minha nádega e ele na cara dura me falou: "Continua jogando, não se incomode com meus carinhos". Já meio ressabiado continuei, mas senti a maldade quando ele cutucou meu cuzinho com a ponta do dedo e ele falou: "Você não quer jogar? Eu só quero brincar um pouquinho". Confuso senti aqueles dedos ásperos alisar meus mamilos que já ficaram pontudos na hora. Passei a sentir aquela sensação esquisita e o adulto falou: "Ninguém precisa saber, podemos fazer uma brincadeira que tenho certeza que você vai gostar". Não resisti quando ele aproximou-se de mim e passou a lamber meu mamilo, nossa aquela sensação na boca do estomago aumento, eu sabia que aquilo era putaria, mas estava muito gostoso e o macho passou a língua em meu pescoço, estremeci e segurei sua nuca para ele continuar me lambendo e ele levou uma de minhas mãos para dentro de minha bermuda, onde encontrei meu pintinho durinho e ele cochichou no meu ouvido: "Aproveita e bate uma punheta". Ele nem precisava falar, mas ao falar me deixou a vontade para faze-lo e quando atingiu aquele ritmo frenético, ele grudou seus lábios nos meus e enfiou sua língua em minha boca, retirando-a em seguida, eu por imitação ou por saber o que tinha que fazer, chupei aquela língua grossa e gozei gostoso. Sr. Sergio pai do meu amigo correu no banheiro e trouxe o rolo de papel higiênico para eu me limpar, falando-me que já estava na hora e me convidando para voltar na quinta feira. Fui para casa entrei no chuveiro pensando no que tinha acontecido e acabei tocando outra bronha. Na quinta feira fiquei novamente de olho, assim que meu amigo saiu, corri para casa dele, sendo atendido novamente por seu pai, meio ressabiado, perguntei por sua esposa e ele me informou que ela tinha arrumado um emprego depois que ele tinha ficado desempregado. Mais tranquilo, nem pedi para ele ligar o aparelho, sentei ao lado dele no sofá e o deixei me alisar, quando ele abocanhou meu mamilo, aquela sensação maravilhosa veio mais forte e o adulto se aproveitou para colocar minha mão em sua caceta, dura, grossa e comprida e eu querendo continuar a ter o mamilo chupado alisei percebendo o quanto é gostoso alisar uma piroca como aquela. O passo seguinte não poderia ser outro, Sergio tirou a cabeçuda de dentro da bermuda e eu vi aquela coisa linda e segurei com força, com a outra mão super excitado passei a masturbar meu pintinho e senti que o sedutor me colocou de joelhos no sofá e abaixou meu shorts, eu me apavorei e disse: "Não, seu pau é muito grande, eu sou virgem, não vou aguentar". Sergio, muito malandro respondeu: "Fique tranquilo, não vou lhe penetrar antes de você pedir". Em pé atrás de mim, passou a pincelar meu rego com sua cobra e sentido aqueles arrepios e uma vontade louca de gozar, voltei a me masturbar, quanto mais eu me masturbava, mais gostosas ficavam as pinceladas e gozamos juntos. Sergio precavido já estava com o rolo de papel higiênico na mão que usamos para limpar nossos paus e o encosto do sofá que eu tinha melecado todo. Novamente voltei para casa para masturbar embaixo do chuveiro, vendo que não era a mesma coisa, deitei no chão do box me masturbei pela primeira vez com o dedo enfiado no cu, gozando forte, lembrando da piroca de Sergio. Na terça feira fiquei que nem siri na lata, pois era feriado. Passei o dia com uma ereção incomum. ao entrar no banheiro a única coisa que vi foi a escova de cabelo, liguei o chuveiro, deitei no chão do box e com muito custo consegui enfiar o cabo dela todinho no meu rabinho guloso e com o cacete de Sergio em minha mente me masturbei mordendo com o cuzinho o cabo da escova que era bem mais fino que o pau do pai do meu amigo. Na quinta feira, repetindo o ritual entrei no matadouro e assim que chegamos próximo ao sofá e fui abraçado, tomei uma atitude que tinha ensaiado durante todo o fim de semana com a escova, me ajoelhei, abri a braguilha de Sergio e meti a boca naquela pirocona deliciosa, acho que não fiquei devendo nada para um travesti profissional, pois recebi no funda da garganta jatos e mais jatos de porra sentindo o caralhão pulsar em minha boca. Corri para o banheiro e cuspi tudo na pia, mas o tarado sabia o que eu queria, mandou eu apoiar o peito na pia e esfregou a piroca na minha bunda, meu corpo se contorceu de prazer enquanto eu me punhetava e quando meu comedor passou a esfregar só na minha portinha que piscava loucamente, eu gozei com uma vontade tremenda de ser penetrado. No encontro seguinte enquanto eu chupava o cacetão pelo qual eu já estava apaixonado, tentei enfiar o dedo no rabo e nos deitamos no tapete onde continuei a chupar , já fazendo vários malabarismo, mordiscando o cilindro, brincando com as bolas, batendo com a cobra na minha cara, recebi pela primeira vez com os dedos do comedor enterrados em mim, primeiro um, depois dois e finalmente três, o que me proporcionou uma gozada fantástica. No sábado uma surpresa, Sergio me viu andando na rua, pegou o carro e assim que virei a esquina, ele me abordou, pedindo para eu entrar. Rodamos por algum tempo, até que chegamos a uma casa antiga que Sergio como pedreiro ia reformar. Entrei e vi que haviam alguns móveis velhos, inclusive uma poltrona, na qual nos sentamos e o safado me mostrou um tubo de gel, era o incentivo que me faltava, tiramos todas nossas roupas, ajoelhei na poltrona e senti o gel gelado no dedo de meu amante entrar no meu rabinho que mordia o dedo a cada enfiada e me preparei, segurei firme no encosto, arrebitei o rabo e com o coração batendo na boca me deliciei com a cabeça da caceta na minha entradinha. No instante seguinte, aquela dor alucinante:"Aiii, tira, tira, tá doendo muito, você está me rasgando,..." O pirocudo não deu ouvidos, continuou me puxando contra ele enquanto sua vara arrebentava meu rabo. Quase perdi os sentidos, mas meu macho falou com a boca grudada no meu ouvido: "Eu sabia que você aguentaria, minha pica está todinha enterrada na sua bunda. Agora rebola gostoso". Rebolei devagarinho como meu macho mandou e quando recebi a primeira esporada no fundo do meu cu arrombado, gozei como nunca sem tocar no pau. Por vários meses enquanto Sergio reformava a casa, nós a transformamos em nossa Sodoma e viciei em pica na inesquecível piroca do Sergio.
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Comentários (4)
Regis: Não há nada mais gostoso e prazeroso do que chupar pica e dar o cu. Quando a pessoa dá a primeira vez e gosta, vai querer dar sempre. Eu também fiquei viciado em pica. Também sou viciado em beber porra. É gostoso demais ter uma pica para chupar e outra pra levar dentro do cu. Pra quem gosta de fazer dupla penetração, é bom ter três machos. Dois pra enfiar a pica no cu e outro pra você chupar e beber porra.
Responder↴ • uid:1dkx7yspnl5tMG85: Isso vale continuação, mas deixe mais detalhes, dimensão do corpo e idade. Isso é tesão.
Responder↴ • uid:830zl2aoidBeto: Gostoso teu conto. Nunca vi ninguém dar só uma vez sempre volta a dar novamente porque é muito gostoso
Responder↴ • uid:g62bi2fv1Regis: É verdade, Beto. Quando a pessoa dá uma vez e gosta, vai querer dar sempre. Pois dar o cu é gostoso demais. TOMAR NO CU é uma delícia. Mas no bom sentido, é claro. Eu amo tomar no cu.
• uid:1dkx7yspnl5t