#Sado #Teen

Comendo o Cuzinho da Amiga da Filha de Trancinhas

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BunnyContos

Terminando de fazer uma prova na faculdade e querendo relaxar a cabeça. Um vestido de patricinha comportada, óculos de séria e uma postura de certinha na frente dos meus amigos.

A loirinha com jeito de mimada e boas notas. Eu não quero saber dos boyzinhos da faculdade, a minha bucetinha ta viciada em homens mais velhos e casados.

Acho que mexe com algumas taras na minha cabeça de me sentir vulgar em ser a piranhazinha amante usada como objeto sexual. Ou é apenas alguma quebra da minha bolha de patricinha comportada.

A minha amiga não sabe, mas eu tava fodendo escondida com o pai dela.

Saindo da faculdade com o meu vestidinho cor de rosa. Parada num posto de gasolina, me sentindo uma PUTA fazendo ponto na esquina. Eu gostava de me sentir assim. Vulgar e fazendo algo errado.

Eu tinha prendido os meus cabelos loiros com duas trancinhas me dando um ar de inocente. Meus peitinhos siliconados fazendo volume no meu decote. E uma raba de 98 de quadril chamando atenção dos tarados passando atrás de mim.

A putinha universitária de vinte e poucos anos esperando o meu tarado de quarenta pra fazer relaxar depois da prova. O seu jeito de dominador me deixava mansinha e submissa.

Eu precisava de pica com força pra me fazer sentir ser a vagabunda que eu gostava de ser.

Olá, sou a Bunny. Coelhinha, escritora de contos e viciada em provocar. Fiz um Telegram pros leitores @bunnycontos pra quem quiser deixar um alô ou algo a mais.

Vou postar dançando de lingeriezinha e trancinhas (a gente já vai chegar nessa parte da história rs).

Pros casados e discretos fica o meu email [email protected] sei que ajuda os safados a imaginarem melhor as cenas dos contos.

Uma loirinha cor de rosa de trancinhas, esperando o meu casado dominador. O seu carro parando na minha frente. A sua cara de tarado me chamando pra entrar.

O meu sorrisinho de sonsa, mexendo com a pontinha dos dedos nas trancinhas de safada.

Sentadinha no banco do carona. As pernas cruzadas e as minhas coxas grossas chamando atenção.. Você sem poder demorar muito, antes que a sua esposa desconfiasse. Eu era amiga da sua filha, mas queria gozar no seu pau!

No motel, com pressa e tesão, você me abraçava por trás. Baixando o zíper do meu vestido, beijando o meu pescoço e mordendo a minha orelha. Me agarrando toda, tirando a minha roupa.

Me deixando de calcinha e soutien pretinha, dançando de trancinhas na sua frente. Você sentado na cama e eu em pé, rodopiando ao som de um sertanejo romântico.

A sua cara de tarado me olhando. As minhas risadinhas de piranhazinha. Mordendo os lábios da boquinha e passando a mão pelo meu corpo. As trancinhas saltitando nos meus ombros.

Você abrindo a calça e puxando a piroca pra fora. Balançando na minha frente. Mostrando como eu tinha te deixado duro e tarado. Sentado de pau na mão, me olhando dançar.

Soltando o meu soutien e mostrando os peitinhos pra você. O sorriso de safada. A sua pinheta lenta me assistindo. Brincando de baixar e levantar a calcinha. Te provocando um pouco mais.

Girando em pé na sua frente. Rebolando a bundinha e empinada na sua cara. Baixando a minha calcinha pretinha, que tava atolada no meu rabo. Descendo enrolada pelas minhas coxas. Bem devagar,

De costas, inclinada com o corpo pra frente. SEM DOBRAR OS JOELHOS.

As pernas semi abertas e a calcinha descendo até os meus pés. Naquela posiçãozinha, empinada, olhando pra trás, por cima dos ombros. Mandando um beijinho de patricinha meiga.

PLAFT!!!

Um tapa estalado na minha bunda. Me agarrando e me jogando na cama. As feições do seu rosto mudaram. Um olhar de sádico, a voz rouca de dominador. As mãos me segurando firme.
Me girando de bruços na cama. A bundinha pro alto e as pernas abertas.

PLAFT!!!

Outro tapa apertando o rabo carnudo da amiga piranha da sua filha. Em pé, fora da cama. Me olhando de cima pra baixo. Imponente e posição de superioridade. Assumindo o seu lado mandão.

- Abre esse rabo pra mim!

Você falou com voz de tarado dominador. De uma vez só. Sem frescuras, sem perguntar, sem conversinhas. Me deu uma ordem de tarado, querendo matar a sua vontade de me ver naquela posição.

Meu casado dominador segurando o telefone, querendo guardar aquela cena de recordação.

Fiz uma carinha de putinha sem vergonha. Estiquei as mãozinhas uma de cada lado e abri a bundinha pra você. Do jeito que você pediu. Ou melhor, do jeito que você MANDOU!!!

Eu tenho esse vídeo os leitores curiosos.

Deitada de bruços na cama. Abrindo as bandas da minha raba, as perninhas escancaradas. Arreganhando meu rabo, mostrando a bucetinha por trás e piscando meu cuzinho pra você. A sua cara de tarado me olhando e me filmando.

As marquinhas de biquini, minhas trancinhas de novinha safada, meus pezinhos descalços, a bundinha toda aberta e o meu cuzinho piscando pra você.

Você trincava os dentes me olhando. Me mandando abrir mais e empinar.

- Não gosta de se exibir? Então se mostra pra mim...
- Gostoooonnnn... Safadoooonnn...
- Novinha piranha! Novinha da bunda grande!
- Sounnn...? Gosta da minha bundinhaannnn....?
- Bundinha não! Olha o tamanho desse rabo! Piranha da bunda grande!

Eu adorava o seu jeito me chamando assim... "Piranha da bunda grande". Dava pra sentir o tamanho da sua tara me vendo peladinha. O tamanho da sua tara na novinha da bunda grande. Na PIRANHA DA BUNDA GRANDE!

Você pulou em cima de mim, me agarrando naquela cama. Me abraçando por trás e beijando as minhas costas. Esfregando a piroca pelo meu corpo e me xingando ao pé do ouvido.

- Gostosa... Piranha da bunda grande!
- Ainnnnnnnnn caralhoooooonnnnnnnnn...

Eu me tremi toda te escutando me chamar assim baixinho na orelha. Arrepiada e tarada. Sentindo a sua mão por todo meu corpo e a sua rola esfregando nas minhas pernas. Subindo e montando nas minhas costas. Me segurando firme e me agarrando por trás.

Se ajeitando em cima de mim. Esfregando a cabeça do seu pau no melzinho da minha xotinha por trás. Sussurrando na minha orelha

- Abre esse rabo que eu vou botar muita pica nessa bunda!
- Aaahhhhhhhnn...?

Sonsa e sem entender. Com a minha cabeça sem conseguir pensar. Eu tentava digerir o que você tinha me pedido. O que você tava querendo. Sentindo a sua mão abrindo a minha bunda e o seu pau se encaixando atrás de mim.

Agora sim, eu ia aprender o que acontece com uma piranha da bunda grande que gosta de provocar...

- Sua gostosa! Segura firme e aguenta... PIRANHA DA BUNA GRANDE!!!

Deitada de bruços na cama, sentindo o seu peso nas minhas costas. De trancinhas no cabelo e peitinhos de fora. Você me segurava firme e forçava a piroca na minha bundinha. Eu franzia as sobrancelhas e aguentava a pressão no meu cuzinho alargando.

Eu tentei fugir, mas você me segurou. Me abraçando por trás, com cara de tarado comedor de novinhas. Esmagadinha na cama, eu aguentava a sua pica...

Me esmagando e me agarrando. Forçando a piroca e socando pra dentro do meu cuzinho. Beijando o meu pescoço e mordendo a minha orelha. Me segurando firme pela cinturinha e cravando pica no rabo da novinha provocadora.

- Ainnnnnnnnnnn ainnnnnnhêêêênnnnn... Ai meu cuzinhooooooonnnnnnnn...
- Isso sua gostosa! Aguenta, sua vadia... AGUENTA!
- Ainnnn aiinnnnn... Safadoooooonn.... Ainnnnnnnnnnnn
- Piranha.... PIranha da bunda brande... PIRANHA DA BUNDA GRANDE!!!

Eu aguentei... Você socava e me comia com raiva, com vontade e com tesão!

Montado as minhas costas, socando pica no meu cuzinho. Sádico e dominador. Realizando as suas taras de comer a piranha da bunda grande. O seu quadril subindo e descendo, empurrando rola na minha bundinha. Me currando com vontade.

Era mais do que sexo, era a realização das suas taras. Enrabando a novinha das trancinhas. Metendo pica na putinha provocadora. Currando a piranha da bunda grande. Me xingando e me mandando repetir...

- Toma vagabunda! Toma! Toma!
- Ainn ainnnnnn tomooonnn toooomoonnnn
- issooo... Toma mesmo! Piranha da bunda grande! Fala pra mim fala! Fala que é uma piranha da bunda grande!
- Ainnn ainhnn soouuunnnnn... Sou uma piranha da bunda grande... Sou uma piranha da bunda grandeeeeeeeeenn...

Você me comeu com vontade. Me esmagando na cama e socando pica com tesão. Arrombando o meu cuzinho e me fazendo dar gritinhos de patricinha manhosa.

Me fazendo me sentir a vagabunda que eu gostava de ser.

Os meus amigos da faculdade nem sonham com isso. A sua esposa não precisa saber de nada. Mas eu tava viciada em gozar no seu pau.

Espero que tenham gostado do conto de hoje. E fica os meus contatos pros leitores safados que quiserem deixar um alô ou os vídeos dos meus contos.

telegram @bunnycontos
ou email [email protected]

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