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O pedreiro na casa do meu avo

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Alexandre.yuk

Fialho tomou um susto ao ver minha cara de bobo quando saiu do banho cobrindo-se, Vi a bengala rebatendo cabeçuda entre as pernas grudando meu olhar.

Meu avô precisava de um pedreiro para levantar o muro dos fundos e reformar o velho galpão de ferramentas. Depois de perguntar na vizinhança, encontrou seu Afrânio, um mestre de obras de 65 anos.
Calejado, pouca conversa fiada, que sabia no olho o prumo de uma parede. Sabendo que o trabalho seria pesado carregar muito saco de cimento e quebrar parede, seu Afrânio avisou que ia trazer consigo um ajudante o Fialho, rapaz de 26 anos do interior da roça.
Ele tinha cerca de 1,78 m de altura, a pele bem morena curtida pelo sol e um corpo magrelo robusto, moldado pelo trabalho duro na roça e no cimento: ombros largos, braços fortes, o cabelo bem raspado e uma barba cerrada , foras das vistas botava um cigarrinho de palha na boca.
Eu garoto 16 anos curioso, passava maior parte do dia na escola , e não acompanhava a o trabalho dos pedreiros , mas sempre que podia quando terminava as aulas eu vinha correndo.
Nem trocava de roupa direito e já ia direto para lá para ver eles adiantarem o serviço.
Eu tinha um fascínio bobo por aquilo: gostava de ver o cimento virando liga, o empilhamento certinho dos tijolos eles fazendo a massa na enxada,

No fundo do quintal, havia um velho galpão de ferramentas. onde meu avô guardava tralhas e deposito onde armazenava alguns materiais.
Fialho, por sua vez, sempre que almoçava preferia sentar-se na sombra da mangueira, no quintal. Comeu sua marmita , em silêncio. Tentei puxar assunto algumas vezes, mas ele apenas assentia com a cabeça ou soltava um "é memo..." bem baixinho, sem desviar os olhos do trabalho, e me olhando de canto de olho.
Certo dia estava precisando de uns baldes de obra pra pegar areia que estavam guardados lá no fundo do quital, resolvi ir buscar.
Escutei barulho de agua caindo, era o ajudante do pedreiro Por ser muito encabulado, ele evitava usar o banheiro principal da casa durante o expediente, preferindo aquele canto isolado.
Aproximei-me a passos lentos, tentando não fazer barulho no cascalho do quintal.
Cap 2
FIALHO nO BANHO
O som da água caindo no chão de cimento batido ficava mais nítido, misturado ao cheiro forte de terra molhada. A porta de madeira velha do quartinho estava apenas encostada, deixando escapar um feixe de luz e alguns respingos.
Parei a poucos centímetros da entrada, com as mãos segurando a lateral da parede áspera. Pela fresta da porta, consegui ver o Fialho estava usando um caneco plástico para jogar a água de um grande balde azul sobre o corpo.
Sem a camisa suja de cimento, a musculatura das costas dele parecia ainda mais impressionante, desenhada pela luz fraca que vinha da janela.
A pele morena, queimada do sol da roça, brilhava com a água que escorria pelos ombros largos e descia pelas costas marcadas pelo esforço diário.
Ele assobiava uma música daquelas que tocam em rádio de AM no interior, totalmente alheio à minha presença.
Prendi a respiração, de repente dominado por uma mistura de timidez e um fascínio que eu não sabia bem como explicar.
Eu, garoto que passava o dia trancado numa sala de aula, estava diante de uma atração natural que eu mal compreendia.
Sabia que deveria dar meia-volta, mas meus pés pareciam colados ao chão e ignoravam qualquer aviso do bom senso.
O feixe de luz cortava a penumbra, iluminando quando meus olhos fixaram nos detalhes daquela nudez rústica e seu membro grande que me prendia ali.
Acompanhei as gotas de água correndo pelo peito largo e pelo abdômen definido do Fialho, descendo até a linha da cintura, onde o contorno marcado de seu pau se destacava na silhueta.
Era uma visão que despertava algo completamente novo em mim, uma eletricidade que percorria meu corpo de garoto e me deixava paralisado, o volume do cacetão mole captou minha atenção dividido entre o medo de ser descoberto e o desejo magnético de continuar olhando.
Fialho passou a mão pelo cabelo escorrendo a espuma do sabão, tirando o excesso de água do rosto, Ele passava o sabão devagar, sem imaginar que eu estava ali. Meu pau reagiu na hora. Fiquei parado quando ele pegou uma toalha encardida que estava pendurada em um prego na parede.
Quando ele começou a se virar em direção à porta para se secar, percebi que ele poderia me ver se ele olhasse para fora.
A adrenalina disparou. Fialho tomou um susto enorme ao me ver, minha cara de bobo quando saiu do banho colocando a toalha cobrindo-se como pôde, a bengala rebatendo cabeçuda entre as pernas e desculpando-se imediatamente deixando descoberto parte do volume atraindo meu olhar que ele não deixou de notar, visivelmente sem jeito.
Eu, tentando quebrar o gelo e demonstrar que estava tudo bem, respondi que não precisava se preocupar que ele podia ficar totalmente à vontade, com o olho grudado ainda olhando disfarçado seu volume, e saí dali correndo todo nervoso, desistindo de pegar o balde
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Meu coração parecia querer pular do peito enquanto eu corria de volta pelo quintal, com as pernas meio bambas e o rosto queimando de vergonha.
A imagem da reação dele não saía da minha cabeça: o susto nos olhos dele, foi até engraçado tentando se cobrir com a toalha e suas desculpas.
Só parei de correr quando alcancei a varanda da frente da casa. Apoiei as mãos nos joelhos, respirando fundo para tentar normalizar o ritmo do meu peito antes que meu avô ou minha mãe notassem algo estranho.
"Pode ficar totalmente à vontade" com o olho grudado no pauzão dele, a frase que eu tinha dito para tentar metido a adulto do que eu tentava parecer ainda tava nos meus ouvidos, soando puro gogó, do que eu pretendia.
O resto daquele fim de tarde nem passou como um borrão. Tentei fingindo estar concentrado nos cadernos da escola, embora não conseguisse ler uma única linha.
Aquela cena grudou nos meus pensamentos feito chiclete mastigado no fundo do bolso, quando ele colocou a toalha por cima , a jeba dele balançou pendurada entre as pernas grossas. Fialho tinha uma pica grandona comprida e extremamente grossa.
Quando ouvi o barulho característico do Seu Afrânio guardando as ferramentas maiores e conversando com meu avô. Era a hora de eles irem embora.
Pela janela do quarto, com o coração acelerado novamente, me pendurei pela fresta da janela para ver o Fialho passar pelo corredor lateral que dava para a rua.
Ele vinha andando um pouco mais atrás do Seu Afrânio, já com a calça jeans gasta e a camisa de botões aberta, exibindo o peito ainda úmido do banho, inda dava pra ver a mancha do volume meio molhado na sua calça.
Levava a mochila de lona nas costas e, como sempre. Ao passar perto da minha janela, ele não olhou para frente inclinou ainda a cabeça levemente para o lado e os seus olhos passaram brevemente através da fresta da janela por onde eu olhava.

CONTINUA.....

Comentários (1)

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  • Aécio: Conta logo a pate 2, quero gozar

    Responder↴ • uid:g3ipe0518