a travestir e o namorado
eu a travestir Julhi que mi fez sentir prazer em da o cu e seu namorado Bruno
Meu nome é fredy, 45 anos, branco, olhos verdes 1,75 m, 80 kg. Moro no Espirito santo, e depois que sai a primeira vez com a travestir julhi, eu pedi a ela so pra colocar na portinha do meu cuzinho ja que nunca avia levado rola mais ela falou não prometo eu fiquei de 4 e ela mi fudeu de um jeito que não consigo esquecer. Ela destruiu meu lado homem de um jeito que não consegui deixa de querer mais rola. Mandei mensagem pra ela numa sexta-feira à noite: “Quero de novo. numa sexta feira a noite fui a serra cidade visinha a minha aonde a conheci fazendo programa na rua no bairro jardim limoeiro.” encontrei ela no lugar do primeiro encontro, rindo safada: “Então veio repeti a dose, putinha. ela entro no carro ai fomos a seu local.
Cheguei no apê dela aonde eu tinha experimentado rola a primeira vez ela mandou eu vestir uma camisola preta transparente,um calcinha fio dental vermelha ela manda eu chupa sua rola depois me colocou de 4 no sofa e começou a devorar meu cuzinho. ali no sofá da sala eu com ela segurando minha cintura socando a rola eu gemendo, então entra o Bruno: um negão, uns 1,95 m, corpo tatuado com uma bermuda preta com um volume gigantesco na bermuda. Ele me olhou cara de safado.
— Então esse é o fredy que queria que vc so passasse a rola na portinha mais que adorou ser destruído… — voz grave, grossa dominante. — Vamos fazer vc aguenta nós dois.
julhi me puxou pela braço, me deu um beijou, enquanto Bruno ja veio por trás. Ele me deu um tapa na cara me chamou de puta me segurou pela nuca, me empurrou mi fazendo ficar de joelhos no tapete da sala. Sem cerimônia, bateu com aquele preto, grosso, na minha cara. devia ter uns 25 cm, maior que o da Julhi, e mais grosso.
— Abre essa boca, vadia — ele ordenou.
Eu abri. Ele enfiou a cabeça, me fazendo chupar o mel salgado. Depois segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu até a garganta. Engasguei na hora, a baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando. Ele fodia minha boca com estocadas fortes, as bolas batendo no meu queixo, eu gemendo rouco:
— Isso… puta engole o pau do negão… engole tudo, branquelo viado.
Enquanto isso, julhi se ajoelhou atrás de mim, mi fazendo ficar de 4 chupando o bruno ela cuspiu no meu cu e enfiou quatro dedos de uma vez, girando violento, falando que estava me abrindo pra aguenta a rola do bruno. Eu gemia com o pau do Bruno na boca.
— A Julhi riu, tirou os dedos e posicionou o monstro dela — 22 cm que ja tinha sentindo no cu antes — na entrada. socou com brutalidade e enterrou metade. Gritei com o pau do Bruno ainda na garganta. Ela segurou minha cintura e socou o resto até o talo, socando com fúria.
Ela me fodia o cu: o Bruno a boca, a Julhi dava estocadas fortes, me usando como puta submissa. Meu cu já ardia, com as estocadas me deixando todo aberto. Bruno tirou a rola da minha boca, mandou eu empinar mais minha bunda e meteu o pau preto dele no meu cu já arrombado pela julhi. Entrou inteiro de uma vez me arrombando mais e me fazendo sentir ele batendo no fundo. A sensação era de ser rasgado ao meio.
— Caralho, que cu gostoso e quente… toma, toma o pau do negão sua puta…
Julhi enfiou o pauzão na minha boca, me fazendo chupar o sentindo o gosto do meu cu. Eles trocaram de posição várias vezes: Bruno me fodia de quatro enquanto Julhi me sufocava com o pau na garganta; depois Julhi me soco de frango assado, minhas pernas nos ombros dela,
Meu cu estava destruído: escancarado, latejando, parecendo mais uma buceta aregasada .
Depois de 3 horas eu sendo destruido pelas rolas deles, eles decidiram “encher de vez meu cu de porra”. Me colocaram de quatro no chão da sala. Bruno explodiu: jatos grossos, quentes, enchendo meu cu, sua rola estava pulsando forte. Saiu Julhi soco logo em seguida no cu lubrificado pela porra do Bruno, ela socava o gozo do Bruno pra dentro, misturando tudo. Ela socou forte e gozou também — aquela porra, grossa, inundando meu cu de porra.
Quando saíu, aquela porra branca misturada estava escorrendo pelas coxas. Meu cu ficou um buraco largo, latejante, com a porra escorrendo sem parar. Ela ainda me fez lamber o pau ate deixa ele limpo,.
— O meu cu estava estrago… arrombado, cheio de porra dos dois… você aguentou bem, mostrando que e uma verdadeira puta — Bruno disse, dando um tapa na minha bunda destruída..
— Da próxima vez o Bruno vai trazer uns amigos… e eles tambem vão te fode todinho. Quer ser nosso nossa puta permanente?
Eu, exausto, cu doendo mais satisfeito disse
— Quero… me arrombem de novo… me façam da o cu pra quantos vcs quiserem.
Eles riram, me beijaram ao mesmo tempo.
Eu era a puta deles agora. Totalmente submissa e feliz.
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Comentários (1)
Beto: Que delicia de conto eu amo sair com trans. Mais para ser passivo elas adoram fuder um cu de macho. é eu adoro ser fudido por uma trans. Ainda quero ser fudido por duas uma Rola no cu e outra na boca
Responder↴ • uid:g62bi2fv1