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Nayara - o escritório da putaria - parte 3 - Final

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Lopedrinhofm

Entrei em desespero quando Felipe me disse isso, comecei a falar repetidamente ao telefone:
- Não, não! Ele não faria isso! Ele é bravo, chato, mas jamais ele arquitetaria uma coisa dessas
- Me encontre pra gente tomar um café e conversar com calma
Eu saí desnorteada, sentindo que o chão embaixo de mim tinha sumido, encontrei o Felipe em uma cafeteria, lá ele me mostrou alguns documentos que comprovavam que confessaram o crime.
- Mas eles podem ter inventado isso de alguma forma, não sei...
- Poderiam, mas ouve esse áudio:
"Faz parecer um assalto, eu não vou conseguir ir atrás desse filho da puta tão cedo, mas é pra matar, sem chance de recuperação"
Era a voz de Márcio, enquanto eu estava em choque, Felipe segurou minha mão e disse:
- Tem muito mais, tem outras áudios, tem fotos, a polícia não me passou tudo, mas isso é o suficiente, eles tem seu endereço, e vão prender ele a qualquer momento, eu te chamei aqui pra saber uma coisa de você
- Saber o que?
- Você vai avisar seu marido e deixar ele fugir, ou você vai aproveitar essa oportunidade pra escapar desse inferno de uma vez?
- Ele vai atrás de mim... em qualquer lugar que eu estiver
Felipe me olhou em silêncio por um tempo, pensando no que ia dizer, eu via seus olhos vazios, como quem estava lutando pra fazer o que era certo.
- Quer ir embora comigo?
- Com você? Mas e sua família?
- Eles vão entender, lá você recomeça sua vida, tem uma filial de empresa lá, quem sabe não consiga se transferir
- É uma mudança muito grande "do nada", mas sabendo que o Márcio foi capaz de fazer isso, não sei se eu tenho coragem de continuar aqui, mas e se ele me achar?
- Perto de mim você estará segura, em outro país, ele nem vai imaginar
- Será?
- Eu vou te ajudar no que você precisar.
- Me dê alguns dias para eu tomar uma decisão
- Sim, eu vou embora semana que vem, qualquer coisa, me ligue.
Fui embora para casa, pensando se Márcio já sabia de tudo, se já tinha sido preso, mas pra minha surpresa, ele estava sentado na mesa, sem camisa, bebendo sua cerveja, ouvindo música, na maior tranquilidade.
- Oi amor - ele disse seco, com tom de quem sabia de alguma coisa
- O-oi
- Onde você estava?
- Passei em uma cafeteria depois do trabalho, não to me sentindo bem hoje
- Por que?
- Muita coisa pra resolver no trabalho
- Senta aqui do meu lado, vem cá
- Eu... eu estou cansada
- Senta!
Me aproximei, devagar, sentindo meu coração acelerar, sentei ao seu lado, Márcio passou a mão em meu cabelo até subir na nuca fazendo carinho, e sussurrou:
- Então você já está sabendo?
- Eu? Sabendo de que?
Ele apertou meu queixo, virando meu rosto pra ele.
- Você acha que eu não sei que você estava com o Felipe?
- Eu estava, mas a gente só falou coisa de trabalho, e como... como você sabia?
- Eu sei cada passo seu, agora arruma uma mala grande, coloca suas roupas, e vamos!
- Vamos pra onde?
- Faz o que eu to mandando!
Eu me levantei, e comecei a arrumar uma mala, chorando, com medo, peguei meu celular e mandei minha localização em tempo real pro Felipe, esperando que ele visse e pudesse me ajudar, quando terminei, Márcio apareceu na porta do quarto e disse:
- Muito bem, vamos pro carro, mas antes, me dá aqui seu celular.
- Meu celular? Pra que amor?
- Dá essa porra logo!
Entreguei, ele nem fez questão de desbloquear, colocou em cima de uma cômodo e com um martelo quebrou todo meu celular, eu assisti aquilo calada, o pavor era tão grande que eu fiquei anestesiada de qualquer reação, ele me pegou pelo braço e fomos pro carro, sem apagar nenhuma luz, sem trancar a casa, eu não insisti em perguntar mais nada, só fiquei calada, apertando meu próprio pulso, tentando me acalmar, enquanto ele dirigia por estradas que eu nunca imaginei que existiam, eu tentava ver algumas placas mas não conseguia ter uma noção exata, só paramos uma vez para abastecer, num desses postos vazios em beira de estrada, que nem nome conhecido tem, horas e horas de estrada, mato por quase todo o caminho, e então vi uma placa que dizia "Bem-vindo a Barbacena", estávamos em Minas Gerais, meu corpo cansado do trabalho e de tudo que vivi, e aparentemente nenhum sinal de que as coisas iriam terminar bem.
Márcio parou num motel de rodovia, um lugar que fedia, que só para nos atender demoraram quase 15 minutos, mal iluminado... pegou um quarto simples apenas para passarmos a noite.
Eu estava com medo, e deitados ele me abraçou e disse:
- Se der merda pra mim, vai dar pra você também, afinal, você é minha cumplice
- Eu não sou cumplice disso
- Vai ser, eu vou falar que você sabia de tudo, eu planto provas falsas, você vai apodrecer na cadeia, eu saio rapidinho, mas se você não se comportar, eu te deixo lá dentro o resto da sua vida.
Eu engolia minha saliva sentindo que ela mal passava em minha garganta, e mesmo com isso, Márcio passava a mão em minha bunda, levantou meu vestido e colocou seu pau dentro de mim, eu sentia asco, mas ele fodia, com vontade, metendo firme, dando tapas em minha bunda, fodendo como se o mundo não estivesse desabando, ele soltou todo seu gozo dentro de mim.
Na manhã seguinte, por volta das 4h30 da manhã, Márcio me acordou.
- Vamos embora antes do sol nascer!
- A gente tem até mais tarde pra ficar aqui, eu to cansada
- Dorme no carro, levanta
- Posso tomar um banho?
- Não! Vai logo.
Me levantei, quando passamos pela recepção eu lembrei do gesto universal com as mãos para pedir socorro, e fiz para a cabine de vidro fumê assim que Márcio estava distraído, eu nem sabia se viram, mas torci para que me ajudassem, fomos embora, e após uns 40 minutos de estrada, 1 viatura da PR ligou a sirene atrás de nós.
Márcio me olhou e disse:
- Era só o que me faltava, eu não vou parar
Ele pisou no acelerador, dando fuga na viatura que nos seguia, eu segurava na alça do carro e gritei:
- Márcio, para! Eles vão atirar!
- Vai ser um prazer morrer ao seu lado.
Ele corria, com aquela habilidade de quem já estava acostumado a dirigir a viatura em alta velocidade, mas dessa vez nós éramos os perseguidos, a rodovia que estávamos não havia retorno, apenas uma reta sem parar por muitos quilômetros, e isso foi o suficiente para mais a frente encontrarmos mais 3 viaturas, na primeira oportunidade Márcio entrou em uma saída a direita, entrando em uma área residencial, as viaturas vinham com tudo atrás de nós, ele entrou em várias e várias ruas tentando a todo custo dar fuga na polícia rodoviária, quando parecia que tudo estava tranquilo, a polícia militar já estava em nossa frente, nos fecharam em uma rua estreita, viaturas na frente, viaturas atrás, os policiais desceram, abrindo a porta e apontando a arma gritando:
- Saiam do veículo com as mãos para cima!
Márcio me deu uma gravata, beijou minha testa e disse:
- Juntos até o fim.
Pegou a arma que estava em sua cintura, e me puxou pelo carro para descer com ele pela porta do motorista, com a arma apontada pra minha cabeça ele gritava:
- Se afastem! Se afastem ou então eu mato ela!
Foram diversos minutos assim, comigo chorando, Márcio ameaçando tirar minha vida e a dele, nunca senti tanto medo, depois de alguns minutos eu podia ver helicópteros acima de nós, um provavelmente era de noticiário pois a imprensa tinha chegado rapidamente, diversos canais de tv estavam transmitindo essa situação sem saberem o que estava acontecendo.
E então chegou a notícia na tv: "Homem acusado de assassinato tenta fugir e faz esposa de refém"
Todos sabiam, o Brasil inteiro estava vendo, eu só torcia para tudo acabar, depois de horas, com tudo sendo transmitido ao vivo, eu ouvi um disparo alto, e pensei ter sido atingida, mas senti Márcio cair me puxando, nessa hora o mundo parece ter ficado em câmera lenta, vi policiais correndo de todos os lados vindo em minha direção, me pegando e me levando para uma das viaturas, diversos microfones em minha direção.
"A senhora é cumplice do seu marido? Qual a motivação do crime? Você é uma vítima nessa história ou tão culpada quanto? O que a senhora tem a dizer? (...)"
Fui levada para uma delegacia, sem nem fazer ideia de onde estava, eu me tremia, chorava, me sentia suja, suada, fedida, com o delegado me perguntando tudo que eu sabia do caso, e ordenando prisão preventiva, eu fui colocada em uma cela fria, as grades enferrujadas, fiquei ali, pensando no quanto minha vida estava arruinada, até que eu pensando em filmes, séries, gritei:
- Eu tenho direito a ligar pro meu advogado!
O policial que estava no corredor gritou de volta:
- Você tem direito é de tomar nesse seu cu, sua filha da puta! Você viu o show que vocês fizeram pro Brasil todo ver? Vai ligar quando a gente mandar, agora vai deitar, cachorra!
Eu fiquei ali por horas, enquanto o delegado dava entrevista coletiva dizendo que eu tinha participação no crime, eu não via saída e já imaginava o pior, até que o mesmo policial bateu o cassetete na grade dizendo:
- Levanta aí vagabunda! Tem visita pra você!
- Visita? Quem é?
- Seu marido, veio do inferno te visitar.
Eu caminhei, com as mãos algemadas até uma sala com uma mesa, iluminada por uma lâmpada amarela, fiquei sozinha, e ouvi o delegado vindo falando:
"Diante disso a gente solta ela, mas ela não pode sair do país até concluírem as investigações"
Logo em seguida, outra voz, conhecida:
"Eu me responsabilizo por ela"
Era Felipe, com sua advogada.
Quando ele me viu, me olhou de cima abaixo e disse:
- Eu te falei pra ir embora comigo! Olha o que deu.
- Felipe! Felipe me tira daqui! Eu não fiz nada, você sabe disso, você sabe, fala pra eles, fala...
- Calma! Eu já conversei com o delegado, ele viu todo o inquérito do Márcio, e seu nome não foi envolvido, minha advogada entrou com recurso e nós vamos te levar pra casa, mas por enquanto, você estará sendo investigada
- Podem investigar, só me tira daqui.
Fui solta, e Felipe me levou para seu apartamento, ele estava sozinho, todo mundo estava em Portugal realmente, eu tomei um banho tentando me recompor, mas o que aconteceu foi pior, eu desabei de chorar, Márcio estava morto e eu sendo investigada por algo que eu não havia cometido, foi me ouvindo chorar que Felipe bateu na porta.
- Nayara! Abre a porta.
- Pera aí, pera aí
- Abre, por favor
Me enrolei na toalha e abri.
- Calma! Isso tudo vai passar, não se desespere!
Eu só o abracei, sentindo que ele era meu porto seguro nesse momento, a toalha caiu, mas eu não me importei, Felipe abraçou minha pele nua, com meu corpo molhando toda sua roupa, e assim suas mãos desceram para apertar minha bunda, nós nos olhamos e então nos beijamos, um beijo lento, calmo, que parecia sugar toda situação ruim, Felipe me levou até a cama, onde eu deitei molhada, ele começou a chupar minha buceta, e eu gemia segurando seu cabelo.
Ele se ergueu, tirou a camisa, e eu alisei todo aquele tanquinho, nos beijamos de novo, e ele abocanhou meus peitos, enquanto me dedilhava, quando ele se encaixou em mim, começou a meter forte, do jeito que eu precisava naquele momento, o barulho do seu saco batendo em mim deixava tudo mais gostoso, ele me penetrava com vontade, eu o abraçava enquanto ele fodia, nós dois gemíamos sem falar nada, ele se deitou, e eu subi em cima dele, comecei a cavalgar naquela rola enorme, e então, olhando olho no olho foi quando eu consegui sorrir.
- Eu precisava tanto de você!
- A gente não deveria estar fazendo isso
- Mas agora que estamos eu não vou descer
Continuei rebolando com vontade, Felipe segurava minha bunda enquanto eu quicava nele, ele gemia dizendo:
- Eu vou gozar!
Eu abaixei toda nele, piscando minha bucetinha recebendo todo seu leite.
Caí ao seu lado, sorrindo, como se a destruição da minha vida estivesse sendo a queda de um fardo maior.
Felipe se vestiu, e saiu, dizendo que iria trazer alguma coisa para almoçarmos, eu fiquei ali, deitada em sua cama, pensando em tudo, com vários flashback vindo na minha mente e pensando o que eu faria a partir de agora.
Ele voltou, almoçamos, ele conversou com Sabrina, Pedro e Julia, e todos pareciam bem compreensivos, ouvi Sabrina o aconselhar a ir na minha casa, pegar minhas coisas, e assim fizemos depois do almoço.
Peguei todas as minhas roupas, alguns móveis, e meu celular quebrado, a casa estava no nome de Márcio e eu não me importei se ficaria abandonada, afinal, ele e eu não éramos casados no papel, Felipe me levou a um shopping e me comprou um celular, eu aceitei dizendo:
- Eu tenho um dinheiro na minha conta, assim que eu conseguir acessar eu te pago
Ele sorriu e disse:
- Me paga com o cuzinho
Eu sorri de volta, não foi escroto o jeito que ele falou, foi provocante.
Assim que chegamos em seu apto, acumulei minhas coisas em um canto e disse:
- Vou agilizar pra conseguir um lugar pra mim
- A Sabrina quer conversar com você sobre isso
- Comigo?
- Sim
- O que ela quer falar?
- Aí é com ela...
Felipe ligou em chamada de vídeo para Sabrina, e começamos a conversar.
- Nayara, como você tá?
- To bem mal com tudo isso, mas logo passa
- Pede transferência da empresa pra trabalhar aqui
- Não sei... agora que o Márcio morreu eu acho que vale a pena continuar aqui, a família dele vai me odiar, mas eu vou deixar a casa pra irmã dele
- Vem morar com a gente
- Com vocês?
- É... seu sonho sempre foi ficar com o Felipe, não foi? Fica com a gente.
- Como assim, Sabrina?
- Já tem eu, o Pedro, a Julia e o Fe, uma mulher a mais não vai ser problema, vou adorar chupar sua bucetinha, vem? Esquece o passado, as coisas tem um propósito pra acontecer
- Mas... vocês já tem a dinâmica de vocês, o Pedro e você tem uma filha, o Fe e a Julia tem um filho, eu seria uma intrusa
- Não seria não, os meninos vão amar você aqui, e outra... não precisa ficar com a gente a vida toda, só no começo, quando você encontrar alguém, pode seguir sua vida
- Não sei... eu não quero estragar o que vocês tem
- Não vai, mas quero você esfregando sua buceta em minha cara, vamos ver se valeu a pena tudo isso!
Desliguei e fiquei pensativa, Felipe não falava nada, apenas me olhava, eu o olhei e disse:
- Eu não sei se sirvo pra viver essa vida a 5, é muita gente pra um relacionamento.
- Não viva... só aproveita quando pode, depois encontre alguém e siga sua vida.
- Mas eu... eu gostei da ideia de ter você
Felipe não falou nada, só se aproximou devagar, nos beijamos de novo, lentamente, e eu sussurrei:
- Eu te amo!
Ele me abraçou apertado e disse:
- Eu também te amo.
2 meses depois fui considerada inocente, viajei para Portugal e fui morar com eles, Sabrina me recebeu com um beijo gostoso, Julia também, na primeira noite, eu estava deitada quando Pedro e Felipe vieram pelados em minha direção, os dois me fodiam juntos, com força quando Sabrina se juntou a nós, lambendo minha bucetinha que era revezada entre os paus, Julia não ficou de fora, fez questão de sentar na minha cara, e eu nunca mais quis outro relacionamento, estar com eles era tudo que eu precisava.
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Gostaram desta pequena saga? Deixe um comentário para eu saber que você está acompanhando.
Quero sugestões pro nosso próximo conto.

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