Um Natal na Casa de Swing
Olá, caros leitores! Estou de volta pra mais um conto e mais um capítulo dessa saga de um jovem explorador do sexo. E dessa vez aqui pra contar uma experiência que nunca vivenciei. Então já coloca a mão na rola, e também na bucetinha, que quero ver vocês comentando que gozaram gostoso com a minha história.
O conto de hoje se passa exatamente uns 4 meses depois do último, ainda no ano de 2022, ali perto do fim do ano. Desde que tirei Blanca dos braços de João André no casamento de Mel, ela estava morando comigo no meu apê, no centro da cidade.
Eu trabalhava em casa, por conta da minha rotina de home office; trabalhava para uma empresa bancária como desenvolvedor especialista, além de ter uma empresa própria que inicialmente era meu extra, mas tava começando a crescer bem. Blanca, por sua vez, era enfermeira e trabalhava em um hospital perto de onde estávamos morando. Ela também estava cursando medicina, que era o sonho dela.
Caros leitores, tava sendo um sonho morar com ela. Blanca era uma perfeição de mulher: 1,70 m, tinha belas coxas, a bunda não era tão grande, mas bem redondinha, branca, cabelos pretos passando do ombro e com as pontas verdes já indo embora. O que mais chamava a atenção em Blanca eram seus seios fartos.
Então, fodemos bem gostoso nesses 4 meses. Fudi ela no meu sofá de quatro, olhando aquele cuzinho dela, que não deixava de jeito nenhum enfiar meu pau (tava maluco pra comer aquele cu); fudi ela em cima da mesa, segurando seus pés por cima do meu ombro. Fiz várias espanholas com ela no nosso quarto pra relembrar o tempo de escola. Era tudo mil maravilhas, mas, depois de um tempo, começamos a entrar em uma certa rotina. Era muito bom estar com Blanca, mas começamos a diminuir nossa frequência de sexo. Muito porque eu estava trabalhando pra caramba, e ela com sua rotina pesada. Às vezes, ela chegava muito cansada em casa e rumava direto pra cama.
Quando eu estava com muito tesão, batia uma punheta vendo fotos de garotas do meu Insta, como Rayanne. Por sinal, desde que fiquei com Blanca e ignorei as mensagens dela, paramos de nos falar. Mas, mesmo assim, amava bater uma vendo os reels dela com Carol.
Certa vez, de madrugada, quando Blanca estava dormindo, me bateu um puta tesão. Então, na sala mesmo do apê, comecei a ver um vídeo de Rayanne na academia e comecei a me tocar. Já tinha até passado o cuspe na mão e estava esfregando a mão na minha rola. Foi então que veio a voz:
— Quem é essa?? — Caralho, levei um puta susto e fiquei muito sem reação. Era Blanca de camisola.
— Essa quem? — Tentei pagar de doido, fechando o Insta rapidamente.
— Ah, vai fingir que você não tava batendo uma pra uma garota do seu Insta? — Blanca estava falando com muita naturalidade. Então, eu, sem muito o que fazer, já que estava de cueca e com o pau duro pra caralho, mostrei a foto de Rayanne pra ela.
— Humm, bem gostosa essa puta. Quem é? — perguntou ela, fazendo algumas expressões estranhas. Era a primeira vez que estávamos em um tipo de situação como essa.
— Rayanne. É uma garota com quem já fiquei quando era mais novo.
— Por que tava batendo uma pra ela? — perguntou ela, me olhando intrigada.
— Ah, qual é, Blanca? A gente tá mal transando, e eu tô com um puta tesão. Sei lá, acho que entramos em uma rotina — falei na lata, sem muita enrolação.
— E agora a culpa é minha? — E foi assim que entramos em uma discussão, a nossa primeira.
Depois de uma longa noite de discussão e acusações, foi então que Blanca começou a perceber que de fato estávamos em uma rotina monótona.
— E se a gente tiver passe livre? — sugeriu ela. Blanca tinha uma visão bem diferente de namoro: ela já tinha ficado com mulheres anteriormente e já tinha participado de um relacionamento aberto. Com João André, ela tinha passado 4 anos e o relacionamento deles era conturbado.
— Como assim? O que está propondo? — perguntei, curioso.
— Então, em um relacionamento antigo com um cara mais velho, a gente foi a uma casa de swing. A experiência foi interessante — ela falou aquilo olhando pra minha reação.
— Você não tá falando sério. Está querendo ver qual é a minha, não é? — falei, pensando que poderia ser uma emboscada.
— Estou falando sério. Tudo bem pra você me ver com outro homem? Porque, vou ser sincera, eu gostaria de te ver com outra mulher.
Fiquei parado olhando pra ela, esperando ver se aquilo era uma pegadinha da parte dela. Confesso: aquilo me deu tesão, nunca tinha participado de uma experiência assim. Foi então que topei. Marcamos o dia em que iríamos, seria um sábado. Procuramos na internet uma casa de swing e achamos uma interessante, que era em uma boate.
Quando chegamos na casa de swing, era algo diferente. Eu sempre imaginei que iria chegar e ver uma putaria rolando solta. Na verdade, era apenas uma boate normal, com as pessoas dançando e bebendo, mas dava pra ver que a maioria estava em casal; porém, existiam alguns caras solteiros. Inclusive, logo quando entramos, alguns chegaram junto assim que viram Blanca.
Como era época de Natal, a boate estava temática com elementos natalinos. Eu e Blanca nos aproximamos do bar e ficamos ali bebendo alguns drinks. Foi então que um casal se aproximou: um cara alto, devia ter 1,85 m, ele era malhado, tinha barba e era todo cabeludo pelo corpo, tinha um perfume que chamava a atenção. Do lado dele tinha uma mulher, também alta, só que mais baixa que ele, com uns 1,80 m por aí, cabelo tingido de loiro vivo, branquela, bem mais que Blanca. Tinha uma boca claramente com botox e era toda siliconada, além de ter uma puta raba. Toda atlética, dava pra ver os músculos no braço dela.
Eles chegaram como se tivessem visto presas fáceis.
— Como o casal se chama? — falou o cara, já colocando a mão no meu ombro e passeando pelo pescoço.
— Cass, e essa é Blanca, minha namorada! — falei, um pouco desconfortável com a mão dele em mim.
— Hm, eu sou Rodrigo e essa aqui é Clara, minha esposa — ele falou, me olhando como quem quisesse me devorar. — Primeira vez de vocês em uma casa de swing, né?
— Sim! — respondeu Blanca, no seco.
— Topam ir pra um lugar reservado lá em cima? Dá pra gente conversar melhor — falou Rodrigo, que não parava de me olhar.
Nesse momento, olhei pra Blanca; ela deu de ombros, qualquer decisão que eu tomasse ela toparia. Eu queria ver onde aquilo iria dar, e não vou negar que queria comer a mulher dele. Foi então que concordei. Eles se viraram e começaram a subir, e nós fomos em seguida.
Parece até que eles já tinham um quarto separado pra eles. Quando entramos, era um quarto com suíte e até hidromassagem tinha. Chegando lá, Rodrigo, sem perder muito tempo, abriu o frigobar, tirou um uísque e um energético, fez um drink e deu pra gente.
— Vocês têm alguma restrição? — falou ele, já desabotoando a camisa. Eu e Blanca nos olhamos sem saber muito o que falar. Ele, percebendo que estávamos um pouco tímidos (logo eu, que já tinha feito de tudo, mas aquela situação era diferente):
— Eu tenho: não dou o cu! — falou Blanca, levantando aquela sobrancelha dela. Nessa hora, Rodrigo e Clara se olharam e deram uma risada de leve.
— E você, também não dá o cu, garoto? — Naquele momento percebi que ele tava querendo me comer.
— Não é minha praia — falei, encarando ele com um olhar mais firme.
— Ah, que pena, não vai ter cu novo pra mim hoje. Mas me diz: você come cu de homem? — Nesse momento, a esposa dele, Clara, se sentou cruzando as pernas e olhando a reação da gente. Rodrigo já estava apenas de cueca, vindo em minha direção. Olhei pra Blanca; ela parecia também estar um pouco sem entender muita coisa. Antes que eu pudesse ter alguma reação, ele veio até mim, se ajoelhou e começou a abaixar minha bermuda. Abaixou também minha cueca, deixando meu pau que tava meia-bomba pra fora. E, sem deixar que eu respondesse à sua pergunta, ele começou a me mamar.
Caralho, ele tava mamando com gosto. Eu nem sabia o que fazer. No quarto, estava Blanca do meu lado me olhando com uma cara de surpresa; do outro, estava Clara, que subiu seu vestido e começou a se masturbar com a mão por dentro da calcinha.
— Vem aqui, garota! — Clara chamou Blanca, que foi até ela sem nenhum pudor. — Chupa minha buceta, chupa!
Nesse momento, Blanca me deu uma olhada de canto de olho e começou a chupar Clara, que colocou a mão na cabeça dela enquanto Blanca a chupava. Nisso, Rodrigo continuava me mamando gostoso e com vontade. Meu pau já tava duro e latejando pra caralho dentro da boca dele. Depois de deixar minha rola bem babada, ele foi em direção à cama e ficou de quatro pra mim.
— Vem me foder, vem! — Caralho, aquilo era papo de outro mundo. Era algo fora do que eu já tinha feito a minha vida toda. Sem nem pensar muito, fui em direção a ele, posicionei a cabeça do meu pau no seu cuzinho, que era apertado, e comecei a enfiar.
— Quero que você foda com força, seu puto! — falou ele, bem agressivo. — Nada de bom menino, quero ver você me arrombando, caralho!
Quando ele sentiu minha rola entrando no seu cu, deu uns tapas fortes na cama e então olhou pra Clara:
— Vem pra cama com essa puta, quero chupar ela! — Então, Clara se levantou junto com Blanca e foram em direção à cama. Blanca deitou em frente a Rodrigo, que tirou a calça e a calcinha dela e começou a chupar a buceta dela. Nisso, Clara subiu em cima do rosto de Blanca e colocou ela pra chupar sua buceta.
Estávamos nós quatro, fodendo gostoso. Eu tava socando com força o cu de Rodrigo, nem tava tendo piedade dele. Eu segurava seu quadril e socava até o fundo. A cada socada dentro dele, dava pra ver que ele se contorcia.
— Caralho, garoto, se continuar assim eu vou gozar! — Ouvindo aquilo, continuei fodendo com força. — Ai, eu vou gozar, caralho! Vem cá, sua putinha! — Rodrigo se inclinou pra frente e começou a tocar uma, gozando em cima da camisa de Blanca, que não curtiu muito ser gozada na roupa.
— Vai, goza no meu cu, vai! Goza, porra! — falou Rodrigo. Mas, como eu tava puto por ele ter gozado em Blanca daquela forma, eu simplesmente tomei a frente da situação, tirei a rola do cu dele e falei:
— Eu quero vocês dois como putinhas aqui de joelhos na minha frente, que eu vou dar leite pra vocês! — Deu pra ver os olhos dos dois brilhando: era exatamente isso que eles queriam.
Fiquei então batendo uma enquanto os dois, de boca aberta, esperavam meu gozo. E, sem demorar, gozei porra pra caralho. Rodrigo, guloso, foi logo em cima pegar o leite, mas Clara também caiu de boca e continuou chupando minha rola, me olhando com uma cara de safada.
Terminamos ali. Blanca foi direto pro banheiro e eu fui em seguida atrás dela. Ela estava chateada por Rodrigo ter gozado na camisa dela.
— Que filho da puta! Ainda bem que você fodeu ele — falou ela, indignada.
— Relaxa, eu te dou a minha blusa.
Nesse momento, Clara entrou na suíte em direção à hidro. Ela tava pelada, com o bico do peito duro, e em seguida entrou Rodrigo se masturbando.
— E aí, vamos mais uma?
É, leitores, essa noite não acabou aqui…
Em breve trago a continuação.
Até a próxima!
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