E quando é a Ninfetinha Trans putinha que se apaixona no cliente? Parte III
... Após a D.R do último encontro ou programa, nunca chegamos em um veredito sobre o que foi exatamente aquele dia. Mas voltando ao relato, eu evitei procurar Samanta e ela foi recíproca, nesse tempo até acabou rolando um clima com uma moça do RH da empresa que era muito rabuda, talvez a maior que já tenha visto ao vivo, ela tinha cabelo liso até o meio das costas, rostinho redondinho, lábios grandes e carnudos parecia um coração, e aqueles olhos grandes e envolventes, era mais cheinha e culotes largos e uma bunda imensa e redonda parecia um monumento, aquelas gordinhas de barriguinha chapada mas com gordurinhas para apertar nas laterais, era distribuída perfeitamente formando uma cavala de morena gostosa, era a alegria dos cara da empresa, e descobri depois que o marido trabalhava embarcado.
Bebemos muito na festa da empresa e o papo foi fluindo e terminamos indo para o canto conversar e acabou que resolvemos trocar uns amassos oque fez com que acabacemos transando no banheiro do local, mas nem tem muitos detalhes já que eu estava um pouco bêbado e nem lembro exatamente como chegamos a isso.
Foi gostoso e intenso mas tipo só foi aqueles beijos e amassos clichês de todo ato sexual, e no alto do tesão teve uma única posição que foi ela inclinada de costas apoiada na pia de calça abaixada quase de quatro e eu atrás dela, que era a única coisa que o espaço permitia ser feita.
Lembro que aquela bunda era enorme e redonda as celulites deixavam ainda mais gostosa a experiência, fiquei mechendo apertando aquela bunda juntando as bandas, deixava lisinha e depois fazia aparecer as celulites, foi gostoso demais, ficamos rindo da situação no meio do ato, aquele rabo sobrava em relação meu corpo e como aquela delícia chacoalhava toda a cada socada, era uma linda visão, parecia uma gelatina, quem gosta de gordinha sabe o que estou dizendo, e quem não gosta não sabe oque perde, que buceta gostosa e carnuda a Kelly tinha, era uma pata de camelo de respeito, e ela era branquinha então era rosinha a bucetinha coisinha linda de ver, e quando dei só uns tapinhas de leve naquela raba para não chamar muita atenção, mesmo assim ficaram marcadas as palmas de minhas mãos em vermelho de tão branquinha aquela mulher era.
Aquela bunda chegava fazer dar eco estalando nos atritos dos nossos corpos com as socadas que eu dava naquela bucetona no ápice do momento, que raba macia, mas ela era escandalosa gemia alto demais ainda mais para o ambiente e situação do momento e quando gozou então, começou a rebolar e forçar aquela bunda contra meu corpo gemendo alto mesmo tentando se conter, foi gostosinho demais ver a carinha de satisfação de minha amiga gozando na minha rola.
Pelo oque ela me contou estava necessitada, aquela buceta ficou muito quente e escorregadia e me fez gozar juntinho com ela quase, e me toquei que não usamos camisinha e acabei gozando dentro o primeiro jato de porra e o restante na bunda enorme dela e costas que caiu um pouco na blusa dela, naquela de querer esperar até o último segundo, que nunca dá certo.
Depois desse dia sempre fingimos que nunca aconteceu, somente com algumas piadas internas quando estávamos a sós no almoço ou no café, mas nunca revelamos na empresa apesar das "acusações caluniosas" dos colegas de trabalho.
Até trocamos mais uns amassos aleatórios, a gente até que tinha um climinha bacana, uma vez fiz ela pagar um boquete para mim no almoxarife, o rapaz faltou no dia, mas nunca falamos sobre depois, típico fogo de palha, nesse dia ela me pediu pra ir com ela pegar papel para as impressoras do RH e lá rolou clima rolando beijos e amassos mais quentes e no impulso acabei agarrando ela pela nuca, e acabei forçando ela a ajoelhar e me mamar quase que a obrigando, maior bocão, fiz de buceta aquela boca meti uns 3 minutos só no glup glup molhadinho só parei de meter quando gozei, meu saco estava todo babado da saliva que ia saindo, bichinho pegando ar dava pena,e também muito tesão, aqueles olhos cheios d'água engasgando na pica, uma delícia de se ver, eu atolava a rola toda até o talo naquela garganta, ela tentava soltar eu apertava forte os cabelos pela nuca, obrigando ela a voltar a engolir pica, mas a morena oque tinha de gostosa tinha de fraca, quase vomitou quando gozei na boquinha dela e ainda ficou com raiva porque não deixei ela soltar a boca da minha pica até gozar tudinho e ainda obrigar ela a limpar minha pica mamando.
Ela ficou uns 5 minutos fazendo ânsia de vômito e reclamando quando soltei a nuca dela, até chorou perguntando se achava que ela era puta, que era casada que não podia fazer isso assim ainda mais no trabalho. O que gerou boas risadas em nossas piadas internas no futuro.
Havia talvez uns 7 meses que eu estava na cidade, e ia completar dois desde a D.R. com minha "ninfa bebê" (piada interna minha e do meu love). Eu ficava lembrando e até sai com algumas meninas da empresa na amizade para me mostrarem a cidade, mas nunca deu química além de uns beijos isolados, apesar de divertidos os rolês. Eu sempre me pegava pensando em Samanta e após aquela crise existencial com o tempo acabei decidindo que ia procurar ela na amizade e naquela de que não iria me envolver, que seria somente pela companhia e não ficaria com ela mais (Mentindo para mim mesmo mas ok. ). Não lembro que dia exato da semana foi mas lembro da mensagem simples que mandei já que eu estava sem jeito.
Eu: " oi tudo bem? "
Lembro que ela visualizou mas não respondeu e eu deixei para lá, mas dias depois em um final de semana em um sábado de manhã eu nem estava esperando e tinha até combinado de aparecer na confraternização da empresa, dessa vez era um jantar com música ao vivo em um restaurante famoso da cidade lá, sempre que atingimos as metas a empresa dava um agrado, as vezes festa em locais alugados, as vezes pizzaria, mas sempre faziam um agrado outrora bonificação por fora em dinheiro, mas sempre faziam a média.
Quase na hora do almoço quando pego o celular tem uma mensagem de Samanta.
" Oi, tudo bem e você?"
Eu: " ainda está chateada comigo?"
Passados algumas horas ela:
" Não estou chateada com você "
Eu: Não mandou mais nada e nem me respondeu esses dias só hoje, vi que visualizou quando te enviei.
Ela: "correria da faculdade"
Eu: "E aí! aquele dia parecia ter machucado está tudo bem sobre isso também?"
Quando quase no fim da tarde, ela:
" Qual é a sua garoto? Você está me cobrando responder você e que não te procurei, sendo que você quem disse que não queria me ver mais, passa meses e quer fingir que está tudo bem? Como se nada tivesse acontecido?!
Quer gozar fala logo que quer um programa, que arrumo um para você até pago para você, mas não vem brincar com a minha cara. "
Eu fiquei sem saber o que responder e só fui responder horas depois:
"Foi mal só lembrei da gente junto e deu nostalgia, a gente se divertiu apesar de tudo e de poucas vezes, mas relaxa, não vou mais incomodar tu não."
" Não acredito que vou falar isso, mas queria sua companhia, não programa dessa vez, poderíamos ir jantar, sair pela cidade, como amigos só para curtir juntos, não precisa ser nem só nos dois, pode chamar suas amigas. "
Horas depois quando fui me arrumar para resenha da empresa, ela respondeu:
"É sério isso, a vontade de me comer me cu está tão atacada assim? Eu topo mas se for devagar dessa vez, na boa mesmo, tive até que ir no médico me machucou mesmo da última vez. "
"pode falar se só quiser uma noite de sexo, eu curto você eu aceito ser só um lance da madrugada precisa iludir não, até parece que ia desfilar por aí com uma trans falsa puta, não sou idiota. Já passei dessa fase e precisa pagar não, vou pela, a sei lá quero estar com você não sei oque você fez comigo, devo estar ficando é doida."
Passados alguns instantes ao sair do banho pego o celular e outra mensagem dela .
" Nunca mais joga dinheiro na minha cara, você pode não acreditar mas nunca fui puta, eu só queria dar e fiz só um programa e foi com você e já vi que não sirvo para essa vida, se fizer aquilo outra vez nunca mais olho na sua cara " . ( Posso ter esquecido algumas coisas mas essas ficaram cravadas).
Eu lembro que disse que ia em um jantar da firma e que o local ia ter música ao vivo se ela não gostaria de ir comigo como companheira que todo mundo sempre ia com alguém só eu sozinho, ela ficou fazendo mil perguntas, não aceitou de cara ficava toda hora perguntando se era sério mesmo, que era meu trabalho e que o pessoal do trabalho podia saber que ela era trans e que ela trabalhava na prefeitura com público, que todos sabiam que ela era trans, e eu depois de um bom tempo, já de saco cheio daquilo disse que se ela não quisesse ir era só falar "não", e que não precisava de drama. Lembro que ela ainda perguntou outra vez:
-E sério mesmo? vou me arrumar então, só é estranho, ainda acho que está me zoando.
Na hora marcada eu passei de táxi no endereço que ela passou, a empresa havia me dado acesso a uma moto da empresa já que fiquei responsável pelos outros eletricistas, aí deram uma melhora tanto no salário quando regalias. Era tenso mas foi um desafio interessante na época. Mas como ia ter bebida preferi ir de táxi mesmo e descobri que ela tinha até carro, mas falei que iria ter bebida e queria ficar me contendo não, só queria resenhar suave. E fomos de táxi mesmo. Chegando lá todo mundo olhou em nossa direção espantados, vocês já devem imaginar, era nítido os sussurros e espanto, ela ficou toda vermelha, e disse :
- Alaá oh ! eu te falei que seria assim! Vou embora você fica com seus amigos, depois nos falamos! Que vergonha!todo mundo olhando pra gente e cochichando.
Eu lembro que tipo que passei o braço no braço dela, naquele típico aperto de dobras de cotovelos, e fui puxando ela e lembro que disse bem irônico:
- Falem bem, falem mal, mas falem de mim, vou tirar é onda de mulher gostosa na firma, você tá com vergonha? vergonha você vai sentir mesmo é depois que eu beber e falar para todo mundo que tô é te comendo!
E ela só respondeu falando que eu era doido, mas com um sorriso muito fofo e discreto, ela não queria deixar eu perceber que ela tinha gostado do que eu falei anteriormente.
Cheguei apresentei Samanta a todos a Kelly que era a minha amiga do RH da pegação na resenha anterior da firma, ficou olhando incrédula, mas estava com o marido não podia dar pinta. Os olhares foram julgadores mas o tratamento foi normal, todos foram educados, comemos e bebemos pra caramba, o Sr Carlos que era quem me passou o contato de Samanta, me olhava e ria com um orgulho no olhar, parecia estar formando um filho na faculdade o coroa.
Ela estava linda, parecia uma bonequinha, aquelas botas altas, ficou sexy, tipo boiadeira, e foi engraçado porque sem querer estávamos os dois de preto combinando. Com a horas o álcool foi batendo, e fomos para frente, na passarela de dança em frente ao palco, uma pequena área sem mesas e cadeiras, tinha poucas pessoas ali, quando o cantor resolveu optar por uma música romântica. E já imaginam naquela de olho no olho, 2 passo para lá e para cá, ela me ensinando a dançar e eu pisando no pé dela, super romântico, nos beijamos na frente de todos presentes.
Fomos o foco né já imaginam que roubamos a cena.
Depois que o beijo rolou ela ficou sem acreditar perguntando se eu era louco que todo mundo viu, e eu disse que não resisti e que ela estava um pecado irresistível de tão linda. Depois voltamos para a mesa e no final ainda tiramos uma foto no canto do local que até pedi o Sr Carlos para tirar a mesma, se eu ainda tiver ela no Google fotos eu anexo aqui.
Depois deu a hora de ir embora e disse que iria para casa agradeci pela companhia, e perguntei se queria que eu esperasse o táxi dela chegar, até porque eram opostas as localidades das nossas casas e já era umas meia noite por aí.
Ela ficou toda acanhada, tentava dizer algo e eu percebia, perguntei se queria que eu pagasse o táxi, acreditando ser algo assim, mas ela não dizia dava pra perceber o incomodo dela, porém no fim ela ficou a vontade e confesso que não verdade insisti pra ela dizer oque estava rolando e finalmente ela falou:
-Mas a noite já acabou? Então era sério mesmo tudo aquilo que me mandou nas mensagens? Você só queria uma amiga, foi tão bom hoje, nunca tive isso na vida, parece que estou sonhando, queria mesmo é ir com você para sua casa, mas tudo bem! Foi o melhor dia da minha vida, obrigada! Não quero forçar as coisas.
Eu na mesma hora lembro que fui como sempre irônico,e disse :
- Mas se quiser ir para minha casa você sabe a regra, só se for pra dormir pelados de conchinha.
Foi aquelas gargalhadas ela me chamou de bobo e fomos para minha casa e nos beijando durante todo o percurso no banco de trás do táxi. O vinho estava dando aquele calor, eu a essa altura só queria chegar em casa e atacar aquela delícia, e ela foi alisando minha rola por cima da calça o caminho todo, estava tudo lambrecado dentro da cueca a essa altura do campeonato.
Chegamos lembro que só abri a casa e acendi a Luz, nem fechamos a porta e já fomos tirando as roupas pesadas cada um a sua própria empresa instantes, em seguida já fomos nos beijando lembro que foi a primeira vez que não me importei de brigar de espadas durante o beijo, pois fui deitando ela de papai e mamãe aí não teve jeito, beijos salientes, mãos deslizando por todo aquele corpinho, beijos no pescoço, respirações ofegantes, mas nenhuma palavra dita, apenas desejo.
Lembro que meu pau estava todo lambrecado e o encaixei na entradinha daquele cuzinho apertado, estava bem seco então fiquei esfregando a pica e a medida que eu ficava forçando e esfregando aquela gosminha a entradinha foi lubrificando naturalmente, e fui fazendo aquele vai e vem bem lentinho abrindo caminho com carinho naquele cuzinho pouco a pouco a cada vai e vem. Eu forçava a pica entrar cada vez mais um pouquinho fazendo o rabinho apertadinho ir cedendo, estava muito apertado nesse dia não sei porque, não cedeu de primeira igual das outras vezes estava trancado, porém em minutos meu pau havia conseguido alcançar o fundo daquele cuzinho bem gostoso, sentia seu pintinho durinho se atritando em mim, e pulsava tanto deixando claro que ela estava curtindo tanto quanto eu, e como aquele cuzinho apertava forte minha pica com suas paredes internas, me fazendo delirar de prazer, meu cacete pulava feito louco dentro dela naqueles espasmos prolongados de prazer.
Eu chupava aqueles peitinhos deliciosos, colocava os dois inteiros na boca, um de cada vez alternando entre eles, adorava o gemidinhos que ela soltava, aquele cuzinho já estava meladinho e o vai e vem já não tinha mais aquela resistência anal da parte de Samanta. Foi quando ela se colocou na posição de frango assado a essa altura ela estava totalmente relaxada na minha pica, Samanta olha nos meus olhos com uma cara de safada, que delícia aquilo, eu empurrava forte e fundo mas sem estripulias, mas nada de gozar, suava de escorrer, a caceta igual pedra, mas o vinho não deixava o ápice ser atingido.
Depois de sei lá quanto tempo finalmente ela rompe aquele ciclo onde o único barulho era o de nossas respirações intensas e gemidos de prazer que escapavam, dizendo:
- Deita que agora vou fazer esse pau de" pula-pula"! .
E já me empurrou na cama ao seu lado e veio já veio pra cima de mim sentando e encaixando minha pica bem gostoso naquele cu até não sobrar nenhum centímetro sem se agasalhar no calor daquele rabo, aquela bunda se esmagava contra meu corpo e ela sentava com tanta vontade que só fiquei parado, me senti um rei nesse dia, após alguns minutos ali de love entre amassos e furnicação, sei lá como ela fez, sem tirar minha pica do cu ela conseguiu se por de costas para mim entre minha pernas, eu senti o giro de 180 graus que aquele cu deu na minha pica com ela toda dentro daquele rabo, e foi mágico, única vez que senti aquilo na vida, ela que fez nem sabe como fez, ela jura que não lembra, acho que foi o poder do vinho, nunca conseguimos repetir aquilo quando tentamos outras vezes sóbrios, nunca deu certo. Foi a única vez , acho que foi o calor e a saudade acumulada do momento.
Em seguida ela ficou sentando de costas para mim enquanto abria as bandas da bunda, eu fiquei maravilhado em como era lindo aquela bunda vibrando a cada sentada, enquanto eu via meu pau aparecendo e depois sumindo dentro daquele rabo quente, aos poucos fomos atingindo os nossos ápices e ela começou a soltar umas frases do tipo:
-Que pica gostosa, goza nesse cu vai, jorra leitinho no cu da sua putinha. Não faz ideia como eu esperei e pedi pra você me procurar, mete gostoso nesse cu vai!
E ela dizer essas coisas foi covardia ainda mais com aquele rabo subindo e descendo sem pena deslizando e rebolando na minha pica. Não demorou muito e levei as mãos na cintura dela e puxei ela deitando ela de costas na minha barriga e peito e fiquei socando no cuzinho dela, no ápice do prazer segurei aquelas perninhas abertas por baixo das coxas tipo frango assado e comecei a só eu socar no cuzinho dela, foi a única hora que perdi o controle e arranquei uns gemidos dolorosos, e um :
-Devagar amor! ai meu cuzinho!
Eu não queria machucar ela somente gozar gostoso mesmo, mas estava tão gostoso, sei que em menos de um minuto decorridos anuncio o gozo e preencho aquele cuzinho com bastante porra até minha pica ser expulsa pela contração daquele rabo apertado. Após algum tempo ali parados e minha goza escorrendo daquele cu caindo em min, lembro que ela do nada se jogou ao meu lado de costas pra mim, de olhos fechados e de bruços, estava com um sorrisinho na boca, ofegante e só disse tipo pensando alto:
-Que noite foi essa? Eu só posso estar sonhando!
E quando me recompus pouco depois e olhei ela já estava dormindo com minha porra escorrendo pelo cuzinho que estava sujando o forro da cama já, mas ela estava tão fofinha de boquinha aberta quase babando que deixei e só cobri ela com lençol tranquei a casa tomei um banho e me deitei ao seu lado. Acordamos já quase na hora do almoço, ela toda feliz foi tomar banho.
Depois foi aquele papo de nós nos abrirmos, esclarecer sentimentos e tudo que estava acontecendo, ela falou a versão dela dos fatos e eu a minha e decidimos que ficaríamos sem compromisso, mas com privilégios de se ver com mais frequência sem cobranças, conversar durante o dia, trocar mensagens e até passamos a nos ligar as vezes com o tempo. Ela explicou que nunca teve isso, que era o mais próximo de um namoro que ela já teve em sua vida. E ela chegava escorrer lágrimas nos olhos as vezes quando contava os preconceitos que sofria até mesmo dentro da família, e que nunca tinha tido carinho dessa forma que não estava sabendo processar oque sentia quando estava comigo.
Samanta deixou claro que queria passar mais tempo juntos. E passamos a nos ver a cada semana com mais frequência depois disso, quando nos demos conta já estávamos nos vendo todos os dias e foi muito engraçado, sempre inventando uma desculpa para nós nos vermos:
"vamos no mercado" , "vamos lanchar ", "vamos jogar tal jogo hoje ", " vamos no cinema". E quando demos conta quase que éramos casados, raramente ela ia para casa que ela morava com as meninas da faculdade, só quando ia ter que fazer trabalho da faculdade ou pegar alguma roupa específica para gente sair . Chegando a passar 15 dias direto sem ir em casa e até se apossou de uma parte só com coisas dela no meu guarda- roupas. Eu já buscava ela no trabalho ou as vezes ela me deixava no meu que era perto da casa, não éramos assumidos a nível de redes sociais, nossa vida a dois era no off mas os mais próximos sabiam, mas namorávamos e íamos em ambientes públicos, caminhamos de mãos dadas, academia juntos viramos um casal mas isso meses depois do relato anterior não foi da noite para o dia. Sempre pagando de casalzinho apaixonado com direito a beijos abraços e muitas declarações de amor e momentos inesquecíveis, não importava o lugar e muito menos os olhares discriminatórios.
Foi uma experiência muito gostosa e eu mesmo nunca imaginei que teria coragem de me relacionar e muito menos que me apaixonaria dessa forma em uma trans. E aqui fica mais um parte desse relato de como foi minha relação com minha "puta fraca que se apaixonou no primeiro programa". Apesar de nos vermos sempre, as vezes ficávamos semana sem transar, porque íamos nas cidades próximas conhecer pontos turísticos e até na cidade mesmo e principalmente no início acabava nem sobrando tempo pra sapecar, preferimos curtir a companhia do outro. E até acampamos uma vez. Mas sempre tinha aquele dia que o clímax esquentava. Por hoje eu paro por aqui, mas pretendo no futuro compartilhar mais contos sobre minha ninfa bebê aprontamos poucas e boas. Se for escrever tudo aqui vai ficar impossível de dar fim a esse relato. Fui!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (1)
Moreno claro: ja tive caso parecido,
Responder↴ • uid:41igm7c0hrc