A boqueteira do Uber
Meu nome é Patrícia e eu faço Uber. Essa não foi minha escolha de carreira inicial, mas eu fiquei sem muitas opções depois de me mudar para o exterior com minha família e minha formação no Brasil não se transferir para cá.
Nos primeiros anos depois que nos mudamos, eu ficava em casa. Mas, depois de dez anos, meu marido “sugeriu” que eu fosse trabalhar pois faria bem para minha saúde mental, o que era verdade pois eu havia caído em um ciclo auto-destrutivo que envolvia comprar e comer compulsivamente. Depois de uma curta tentativa trabalhando em uma loja, percebi que seguir horário fixo e aturar supervisor arrogante não era pra mim e resolvi trabalhar com Uber. O medo inicial de me expor com estranhos sozinha dentro do meu carro passou depois de conversar com algumas amigas que em algum momento já trabalharam com a mesma coisa. E lá fui eu.
Um ano depois e 40 quilos mais magra (de volta ao meu peso original de 60kg) minha “carreira” ia de vento em popa. Minha auto-estima subiu, eu ajudava financeiramente em casa, e me dei ao luxo de dar uma recauchutada e aplicar silicone em áreas estratégicas. Me sentia gostosa, meu marido dizia todo dia que eu estava gostosa, e alguns passageiros (devidamente reportados à plataforma) também diziam que eu era gostosa. Eu sou loira com os olhos verdes e agora com silicone, peitos e bunda ligeiramente avantajados, então acho que todos tem razão, embora a beleza esteja nos olhos de quem vê.
Minha vida sexual é de certa forma movimentada, considerando que eu e meu marido temos mais de 40 e somos casados a mais de 20 anos. Transamos de 2 a 3 vezes por semana o que, comparado com outros casais que expõem sua vida por aí, além de nossos amigos cujas esposas estão sempre reclamando dos avanços insistentes de seus respectivos, é bastante coisa. E a coisa é realmente boa. Além de eu ter sido abençoada com o dom do orgasmo instantâneo (é verdade, eu não só gozo rápido como gozo várias vezes durante o ato) meu marido é uma baita foda e faz questão de abusar do meu poder!
Eu chego do trabalho entre uma e duas da tarde; uma hora antes de buscar nossa pequena no ponto de ônibus. Meu marido trabalha de casa e as vezes ele está tão louco de tesão que me joga no sofá do seu escritório e transamos loucamente. As vezes, ele está na vibe dominador. Nesses dias, quando chego, ele me puxa pelo cabelo, me beija daquele jeito que só ele sabe e me deixa toda molhada, me dá um tapa na cara, me coloca sentada no sofá, coloca o pau pra fora, e me manda chupar, como se eu fosse uma vagabunda. Eu juro que tento reclamar. Faço cara de ofendida. Fujo do pau dele tentando entrar na minha boca. Ele ignora, ri, e manda eu calar a boca e chupar, o que eu obedeço, como boa vagabunda que sou, e chupo com vontade até ele encher minha boca de leite, que eu engulo tudo. Para variar, vez ou outra ele tira o pau da minha boca e joga o leite na minha cara.
Certos dias ele se sente altruísta, principalmente nos dias em que eu trabalho de saia ou vestido. Nestes dias, ele me joga no sofá sem falar nada e cai de boca na minha buceta me fazendo gozar antes que eu termine de perguntar como foi o dia. Nas conversas apimentadas e desinibidas pelo álcool com as amigas, eu sempre comento que encontrar um homem que: goste de te chupar, saiba como te chupar, e que faça questão de te fazer gozar enquanto te chupa, é muito mais sorte do que ganhar na loteria.
Não que ele não tenha ganho na loteria também, já que eu também adoro pagar um boquete, e faço questão de engolir toda a porra que ele despeja na minha boca. Hábito esse que começou cedo. No início, contra a minha vontade e parte de abuso cometido por amiguinhos na minha época de criança quando eu tinha meus 10 anos mas que depois evoluiu para um desejo e gosto pessoal. Acabei virando a boqueteira do condomínio onde morava e os poucos meninos que sabiam desse segredo eram presenteados com boquetes diários. Já teve dia em que chupei sete meninos ao mesmo tempo!
No passado já pulei a cerca em diversos pontos do meu relacionamento: comecei a namorar meu marido enquanto eu ainda era a boqueteira do condomínio então até o namoro ficar sério, era comum eu encontrar com ele logo após ter mamado um, as vezes vários, e as vezes nem ter tempo de ir em casa me limpar então ele já provou muia porra de tabela. Quando eu ainda estava terminando o segundo grau, as vezes eu matava aula e ia para a casa do ex-namorado que tirou minha virgindade. Eu passava o dia transando e tomando leite. Depois que nos casamos, acabei dando algumas vezes para um supervisor do trabalho (primeira vez que fiz anal, antes mesmo do meu marido).
Mas agora, vida estabilizada, filhos, as coisas estão devagar. Ou estavam, até o dia que conheci um grupo de brasileiros que também fazem Uber na mesma região que eu. Começou quando encontrei esse cara, Rogério, no Instagram. Ele dava ótimas dicas de como otimizar o seu dia fazendo Uber e eventualmente começamos a conversar e ele me convidou para um grupo de WhatsApp que ele mantém com outros motoristas, todos brasileiros. Pessoal super divertido. Diversas conversas diariamente e muito mais dicas de como otimizar os ganhos. Encontrei minha turma! Depois de um tempo com esse grupo, eles me contaram que se encontravam diariamente no estacionamento de carros de aplicativo do aeroporto, aonde ficamos parados esperando corrida. Passei a ir para lá diariamente e ficávamos conversando e dando risadas fora de nossos carros até aparecerem corridas e irmos embora.
Rogério era um cara bonito. Bem mais novo do que eu com seus 30 anos e corpo atlético. Depois de um tempo de amizade percebi que ele olhava pra mim com segundas intenções e não raro mandava várias indiretas. No começo não dei bola mas com o tempo aquilo foi me instigando. Quando você atinge uma certa idade, receber cantadas, principalmente de homens mais novos, e mesmo que essas cantadas sejam às vezes esrúxulas, fazem muito bem para o ego, e por isso passei a incitar mais e mais para ver até aonde as coisas iam chegar. Até o dia em que estávamos só nos dois do grupo no estacionamento e ele me pegou de surpresa me tacando um beijo que era tão gostoso quanto o beijo do meu marido e me deixou molhada da mesma forma que meu marido me deixa. Eu nem percebi que não resisti e ao invés disso agarrei ele puxando ele para perto de mim sentindo seu pau pressionando contra a minha barriga já que ele era mais alto que eu.
Daí em diante, sempre que estávamos sozinhos ficávamos nessa agarração. No início eram beijos, mas não
demorou e nossas mão já exploravam as partes mais íntimas de nossos corpos, sempre com cuidado para nao sermos pegos e presos por atentado ao puder (regras rígidas por aqui). Eu passei a trabahar sempre de saia ou vestido, aproveitando o calor, para faciliar a entrada da sua mão na minha bunda ou na minha buceta peladinha. Ele infelizmente tinha que trabalhar de calça ou bermuda então eu não podia sentir o seu pau com a mesma intensidade que ele me sentia. Até o dia...
Até o dia em que ele me convidou para sentar em seu carro. Ele foi me mostrar o insulfilm que ele tinha acabado de aplicar e que não dava para ver nada dentro do carro, mas de dentro a gente podia ver tudo do lado de fora. Sentamos, ele no banco do motorista e eu no banco do carona e ficamos olhando pessoas e carros passando do lado de fora.
– Eles não conseguem nos ver mesmo? – perguntei.
– Nem um pouco, – ele respondeu de volta.
– Então vamos colocar à prova. – eu disse. Quando acabei de falar, dei um beijo nele e coloquei a mão no seu pau, que estava duríssimo a ponto de rasgar a bermuda. Só mandei ele arriar a bermuda e a cueca o que ele fez sem questionar. A ferramenta que pulou de dentro das suas calças era de assustar. Nunca tinha visto um pau daquele tamanho. Meu marido é médio, e de todos os paus que chupei, nenhum deles chegava perto do Rogério.
Comecei a punhetar enquanto o beijava na boca mas não demorei muito e caí de boca, o que fez Rogério suspirar. Eu tinha um desafio à minha frente, já que era comum enfiar os paus que chupava todos dentro da minha boca. Mas o Rogério não dava. Cheguei até a metade e não entrava mais. Por outro lado, eu conseguia chupar ele com vontade enquanto batia uma vigorosa punheta, sem tirar ele da boca. Essa combinação fez Rogério suspirar e gemer descontroladamente até anunciar que ia gozar. Que fofo, pensei, vai me dar a chance de tirar a boca caso eu não goste. Mas me enganei, porque quando o pau dele começou a pulsar, o filho da puta puxou minha cabeça me impedindo de fugir e comecou a despejar sua porra que foi direto para a minha garganta. Senti aquele leite quente se espalhando pela minha boca até que a quantidade começou a aumentar e encher a minha boca. Tive que usar toda a minha experiência para não deixar escorrer e, como uma boa menina, engoli tudinho.
Quando ele acabou, reclinou-se no assento e resmungou alguma coisa. Eu olhei pra ele e disse que agora era a minha vez. Ele arregalou os olhos, meio sem sabe o que fazer. Eu dei a dica: me recostei entre o assento e a porta, a perna esquerda em cima do banco e a direita aberta o máximo o possível, quase encostando na porta. Puxei minha calcinha para o lado deixando minha bucetinha peladinha exposta. Ele entendeu o recado e caiu de boca. Infelizmente, o tamanho do pau não era proporcional às habilidades linguísticas e sua chupada foi muito meia boca – sem trocadilhos – e só gozei por conta do meu super-poder de gozo instantâneo.
Essa situação passou a se repetir diariamente. Não só o pau dele era GOSTOSO, mas o leite dele era doce, suave, quase consistência de água o que tornava o ato de engolir muito agradável. Mas um dia eu não aguentei mais e resolvi que tinha que dar para ele. Queria sentir aquele colosso dentro de mim e enchendo meu útero de porra. Da próxima vez que nos encontramos e estávamos sozinho, me dirigi ao banco de trás ao invés do carona, e acho que ele entendeu.
Quando fechamos as portas já fui tirando minha calcinha e ele tirou a bermuda e a cueca. Dei aquela mamada para deixar ele lubrificado e já fui sentando em cima, assim, sem camisinha. Engravidar eu não ia porque já tinha ligado após minha última gravidez. Doença seria uma loteria.
Fui sentando devagar sentindo aquele pau preencher meu canal que é apertadinho. Ele me rasgava, alargando minha buceta, mas eu só parei quando senti suas bolas batendo na minha bunda. Quando me acostumei com aquilo tudo dentro de mim, comecei o movimento de subir e descer e depois fui alternando entre essa gostosa cavalgada e reboladas até que comecei a gozar. Rogério gemia e me segurou pela cintura com força dirigindo a minha coreografia sensual. As vezes ele puxava meu cabelo e chupava meus peitos me arrancando gritos que espero não deem para ser ouvidos do lado de fora. Algumas pessoas passavam sem fazer a menor ideia do que estava acontecendo dentro daquele carro.
Rogério se cansou de ficar por baixo e me jogou para o lado, me posicionando de quatro. Encaixou-se atrás de mim e sem dó enfiou todo aquele comprimento dentro de mim, me arrancando um grito de dor seguido de um urro de prazer. Os movimentos já iniciaram rápido e não pararam nem diminuíram. Eu já tinha gozado mais duas vezes quando Rogério anunciou que ia gozar. Eu dei a ordem: me enche de leite. Ele não se fez de rogado e despejou todo o seu néctar dentro de mim. Eu sentia os jatos acertando diretamente o meu útero e se eu não fosse ligada certamente estaria grávida de umas cinco crianças de uma vez.
Desfalecemos ali no banco do carro e pedi papel para limpar a porra que já começava a escorrer de dentro de mim. Quando cheguei em casa tive que correr para o banho porque imagina meu marido querer me comer e sentir a porra de outro homem lá dentro?
E essa é minha vida agora. Sexo com meu marido eram 2 a 3 vezes por semana porque nos outros dias eu acabava negando já que meu marido aparentemente tem libido infinita. Rogério, assim como meu marido, quer me comer ou quer que eu o mame todo dia, o que eu obedeço, como a puta que descobri que sou. O problema é que agora eu fico com peso na consciência e quando chego em casa, ou a noite, que meu marido me procura, eu me sinto na obrigação de atendê-lo. Outro dia desses ele mandou uma piadinha. Disse que depois de saber que eu estava nesse grupo e que todo dia ia para o aeroporto encontrar o pessoal, que eu podia dar pra quem eu quisesse, mas quando ele quisesse eu ia ter que ter disposição para dar duas vezes por dia. Será que ele sabia? Não sei, mas é verdade, eu agora tenho que dar praticamente duas vezes por dia. Rogério me come no final da manhã, meu marido me come no começo da tarde ou de noite (as vezes de tarde E de noite). Tenho bebido tanta porra diariamente que as vezes até dispenso o shake de proteína que tomo (mentira, proteína nunca é demais).
A novidade agora é que Rogério levou um grande amigo dele que começou a fazer Uber agora para o grupo: Rodrigo. Rogério e Rodrigo, nome de dupla sertaneja de qualidade duvidosa. Já percebi que as vezes os dois ficam de segredinho um com o outro e olham pra mim como dois lobos espreitando a presa. Rodrigo é tão bonito e gostoso quanto Rogério e já percebi que os volumes dentro de suas calças são similares. Será que eu pela primeira vez na vida vou experimentar dois paus ao mesmo tempo? (aviso de spoiler: sim, eu experimentei, e tomar porra na boca duas vezes seguidas de dois paus diferentes é uma sensação muito gostosa mas a história vai ficar para outro conto).
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Comentários (11)
Ana Moreira: Muito arriscado, mas um sonho de muitas mulheres!
Responder↴ • uid:1dq1h4ue4h9pRita: Oi Ana, já tiveste vontade de o fazer ou apenas fantasias com isso? ;) sim o medo o que nos prende de fazer muita coisa.
• uid:8ihimnxmg3aTuga tarado: Ana e Rita, já exibiram as coxas e as calcinhas a motoristas do Uber? Sentiram o olhar deles no retrovisor?
• uid:b9408ou4fykAna Moreira: Rita, nunca fiz, mas estamos proibidas de fantasiar? rsrs Tuga, às vezes podemos nos descuidar e mostrar mais do que o devido!
• uid:1cp8tng17v6kTuga tarado: Ana, és uma provocadora nata, gosto disso ;) tenho certeza que te descuidas muitas vezes se sozinha vais ;) e descuida sim, os homens ficam doidos como sabes.
• uid:b9408ou4fykRita: Ana, :)))) eu descuido-me quando o motorista é interessante e jovem ;) faço questão que ele veja bem enquanto de óculos escuros o observo e finjo ver meu telefone.
• uid:8ihimnxmg3aRita: O conto excitou-me pq consigo imaginar tudo bem em minha cabeça. Já tive vontade de chupar condutores de Uber que apanhei ;)
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3ablinker: Que conto gostoso. Continua pq vc é muito boa.
Responder↴ • uid:1cv45ahszysuYan: Como faço pra pegar uber com vc especificamente?
Responder↴ • uid:g3jqenyv1Ppk: Que vagabunda gostosa. Mulher que adora mamar e tomar leite é muito sexy.
Responder↴ • uid:10wyp4ulpubgCck: Muito bom.. posta foto pra gente te ver
Responder↴ • uid:1cyq6tz3opn6