#Incesto #Teen

Acidente domestico

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Alberto

Minha situação em casa estava insustentável, eu não tinha coragem de convidar nenhum amigo para ir lá, pois na festinha de aniversário surpresa que mamãe preparou para mim, todos aqueles filhos de putas comiam a bunda dela com os olhos e para todo canto que eu olhava sabia que eles estavam cochichando como minha mãe é gostosa. Eu estava ficando com medo de ficar em casa com ela sozinha pois estava vendo a hora que eu ia agarra-la e estupra-la. Atordoado naquela manhã, engoli o café hipnotizado com o degote de seu penhoar de seda sentindo a ereção, corri para o banheiro para dar uma mijada antes de sair para escola, aí aconteceu o inimaginável, ao levantar o zíper da calça jeans ainda pensando nos peitinhos de minha mãe, o zíper mastigou a pele do meu pau e meu berro não poderia ser outro: "Mãeeeee". Por sorte eu não tinha trancado a porta e mamãe entrou desesperada para atender meu grito de pavor e ficou petrificada ao ver o desastre: Eu segurando as duas bandas da braguilha com a pele do cacete presa no zíper, não sei se ela entendeu imediatamente o que estava acontecendo, mas seus olhos imediatamente esbugalharam. Inocentemente naquele desespero falei: "Não sobe nem desce". Aquelas minhas palavras nitidamente tiraram minha mãe daquele estado que ela estava e só então vi sua expressão de preocupação. Ela ajoelhou na minha frente, posição que a imaginei muitas vezes e tendo um tesão maior por ela que minha dor, meu pau evoluiu para uma forte ereção e a reação de minha mãe foi a de segurar meu pau e estudar como solta-lo do zíper sem me machucar, mas não importava o movimento que ela tentava fazer, a pele ia junto, o que já não estava mais me interessando, eu só conseguia me concentrar naquela mão alisando meu cacete e ela olhou dentro dos meus olhos com seu olhar brilhante e falou: "Não sei o que fazer meu amor". Voltei a me preocupar com o problema do zíper e falei: "Segura firme no meu Piu-Piu" e ela encheu a mão, puxei a calça em um tranco só, o sangue começou a escorreu e eu largueia a calça que caiu nos meus pés, ficando nuzão na frente de minha mãe, coisa que a mais de cinco anos eu não fazia e vi novamente seus olhos esbugalharem, foi quando admiti a ideia de que ela estava encantada com minha rola. Mas antes que eu pudesse falar alguma coisa ela me fez sentar no vaso sanitário, ligou a ducha higiênica ainda ajoelhada na minha frente, passou a lavar meu pau para tirar o sangue e para isso o alisou, foi o que bastou, ejaculei lançando porra para todo os lados, inclusive no rosto de minha mãe que instintivamente passou a língua nos lábios e não me contive mais, a abracei e rolamos no chão do banheiro enquanto eu baixava seu shortinho do conjuntinho curto e ela se debatia em ação que poderia ser uma tentava de reagir, ou de se arreganhar para mim, mas o que aconteceu foi uma penetração firme naquela buceta que já estava perfeitamente lubrificada, mas que ainda exigiu alguns empurrões até que aquela caverna apertada abrigasse todo meu cacete e senti o abraço apertado de mamãe que já com as pernas cruzadas na minha cintura disse com voz tesuda no meu ouvido: "Você está me cutucando com esse pauzão onde seu pai jamais alcançou". Fiquei louco e passei a bombar com mais força e vi pela primeira vez mamãe gozar escandalosamente como uma puta. Trocamos nosso primeiro beijo lascivo, demorado, molhado e incestuoso. Mamãe então falou com voz tremula: "Isso não pode acontecer mais". Mas eu ainda estava com muita energia para gastar e mesmo sob a pena de tirar o pau de dentro daquela gruta deliciosa, escorreguei e segurando com força uma das tetas dela, a abocanhei mamando com vontade enquanto ela arranhava minhas costas, o que me estimulou e já que ela tinha dito que aquilo não se repetiria, eu tinha que aproveitar ao máximo, aproveitando o momentâneo relaxamento que ela tinha se dado para aproveitar a mamada, a virei e a agarrei firme seus peitos contra o tapetinho do banheiro e pincelei com a cabeça da minha pica aquele rego objeto de desejo de todos meus amigos e por que não admitir o meu também, fazendo-a gemer forte de novo e por instinto ou por prazer rebolar ligeiramente, puxei sua anca para cima segurando firme, abrindo ao mesmo tempo com a parte gordinha abaixo dos dedões de ambas as mãos, suas lindas nádegas. Vi um botãozinho rosa piscando em claro convite para ser arrombado. Aproveitando minha vitalidade própria da idade, contra os trinta e cinco anos da gotosíssima, encostei o pau naquela buraquinho e pressionei, a experiente fodedora, apoiou o corpo com os cotovelos e sem tirar os joelhos da posição que estava, relaxou a rosca e disse : "Devagarinho filho, seu pau e muito mais grosso que o de seu pai". Nossa que delícia, eu não precisei empurrar muito, a própria musculatura anal de mamãe além de moer meu pau o puxava para dentro daquele canal delicioso depois que ela começou a esfregar a buceta. Passei a fazer os movimentos ouvindo os gemidos e palavras inteligível que mamãe dizia enquanto rebolava como uma profissional. Gozamos juntos em uma sinfonia orgástica como dois loucos. Desde daquele dia, mamãe jura que será só mais uma vez.

Comentários (1)

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  • Sergio: Uma vez o ziper de minha calça também grudou no meu pau, sei como é a dor, pena que minha mãe não me socorreu. Delícia de conto

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