Memórias de uma ninfomaníaca
Sim, sempre fui uma garota sacana. Sacana e curiosa. Curiosa e livre.
Desde a minha pré-adolescência, costumava ficar olhando papai tomar banho e admirando seu belo cacete que apesar de mole eu notava que era comprido e sempre estava com a cabeça exposta. Ficava imaginando como mamãe aguentava tudo aquilo.
No banheiro dentro de casa era impossível ver mas quando ele resolvia tomar banho nos chuveiros da piscina, eu fazia a festa. Quando fiquei mocinha e minhas menstruações chegaram, meu corpo deu um pump total , seios, coxas e bunda cresceram muito e também o meu tesão. Já não mais me satisfazia ficar apenas olhando papai peladão, queria ver mais, ver outros homens, pegar em seus cacetes e algo mais. Por esses tempos resolvi assediar seus amigos/empregados e vigia-los durante os banhos de piscina, é claro que alguns sacanas principalmente os que já estavam de olho em mim, perceberam e logo eu já estava sendo assediada por alguns.
Lembro da primeira experiencia com o Celso, um motorista de caminhão da firma do meu pai. Ele era daqueles que tem corpo onde os glúteos parecem "afundados" ou achatados e a região pélvica/frente do quadril fica projetada para a frente, é uma característica postural muito comum conhecida clinicamente como retroversão pélvica em que o cacete fica bem evidenciado na calça. Aquela cena me encantou tanto que a primeira pegada que ele deu no cacete e piscou para mim me convenceu imediatamente a segui-lo até o caminhão onde pude chupar aquele cacete enorme com o sacão entre as mãos. Ele não quis me comer mas gozou fundo na minha garganta. Achei o gosto meio estranho, mas era a minha primeira porra e logo eu estaria inteiramente adaptada ao sabor.
Teve também entre vários, o Roberto, um trintão todo peludo com um dos maiores cacetes que ja vi, esse eu mamei várias vezes, mas todos aqueles tarados tinham medo que meu pai descobrisse e os mandassem embora, por isso eu continuava virgem, mas chupadora.
Na época eu tinha exatamente 17 para 18 anos quando recebi o Roberto às escondidas no meu quarto.
- Ro, mete esse cacete em mim, depressa !
- Não dá boneca, voce ainda é cabaço e não quero saber de encrencas com seu pai e muito menos com minha mulher.
- Não tem importância eu não conto para ninguém.
- Tem importância sim boneca. Mas sei fazer coisa muito melhor !
E sabia mesmo. Sua língua fez misérias em minha bocetinha. Gozei no mínimo cinco vezes. Cheguei a desmaiar: Quando consegui me recuperar, ele já tinha ido embora. No tapete havia uma enorme mancha de porra, resultado da punheta que ele tinha tocado. Depois disso minha vida mudou, passei a fazer siririca todas as noites, gozava feito louca pensando em todos aqueles cacetes e no sacão do Celso. Mas ao fim de certo tempo isto já não mais me satisfazia.
Conheci então um estudante de medicina. Logo em nosso primeiro encontro, em uma praia, chupei-lhe o pau. Logo marcamos novo encontro no parque deserto da cidade onde a sacanagem foi mais completa. Ele me fez uma siririca, enquanto me chupava os seios, que me proporcionou três gozadas. Nossos encontros no parque, apesar de perigosos, se sucediam quase diariamente e as sacanagens aumentavam de intensidade. De uma feita partimos para o 69. Adorei sua língua dentro da minha xoxota enquanto eu lhe chupava o pau.
Um domingo ele veio me ver e, no portão de minha casa, tirou o pau para fora das calças e mandou-me tirar a calcinha já falando:
- Depressa meu amor, olhe só como já estou.
Ele já estava com o pau em riste com a cabeça toda melada.
- Que é que voce pretende fazer comigo ?
- Dá o cuzinho para mim boneca, deixa a bucetinha para depois do nosso casamento.
Um pouco temerosa de meus pais nos surpreenderem, levantei a saia e arriei a calcinha enquanto ele, que já tinha vindo preparado, lubrificava o pau com vaselina e não tirava os olhos da minha bunda.
Ele colocou a cabeça do pau em meu cu e foi empurrando bem devagar, doía um bocado, mas até que estava gostoso, apesar do tamanho da vara. Alguns empurrões fortes e senti aquela barra quente deslisar dentro do meu cu até o fim.
- Foi todinho, querida ! Agora vamos gozar.
Apesar da dor que vinha das violentas bombadas, comecei a gozar gemendo muito alto, por um momento esqueci que meus pais poderiam estar por perto. Alguns minutos depois ele me avisou que iria gozar.
- Agora meu amor, aperte bem o cuzinho… morde meu pau, mooorrdeee!!!
Tirou o pau para fora até ficar só a cabeça e enfiou de novo de uma vez só, os jatos de porra quente invadiram meus intestinos.
Depois daquela enrrabação e outras que se sucederam em dias seguidos, pequenas sacanagens já não me satisfaziam e passava longo tempo, toda nua, pensando em uma boa pica. Foi então que chegou um circo em nossa cidade, consegui ingressos com meu pai e fui sozinha, aquele miserável do meu namorado depois de me comer algumas vezes o cuzinho, sumiu.
Depois das apresentações dos palhaços e animais, chegou a vez do trapezista. Aquele cara só de sunga fazendo acrobacias nas alturas me chamou a atenção, ele tinha um volumão entre as pernas. Como eu estava na primeira fila das cadeiras e de mine saia, consegui sua atenção abrindo as pernas e logo ele me fez sinal para segui-lo até os fundos do circo.
Quando entrei em seu “trailer” eu disse:
- Gozado isso aqui, é tudo tão apertadinho!
Ele atras de mim e já com o cacetão duro sob a sunga disse:
- Apertado que é gostoso!
Eu em tom provocativo disse:
- Questão de gosto… eu adoro tudo que é bem grosso !
Ele despiu a sunga e um enorme cacete grosso e duro apareceu, dava para gente ver aquelas veias grossas em todo ele. E com aquele sotaque nordestino já foi dizendo:
- Gosta grosso assim, bichinha ?
- Só sei experimentando…
Eu queria fazer a experiencia e tratei de me despir e colocar-me na posição adequada “de quatro”.
- É assim que voce quer que eu fique?
Ele já pegou atrás da minha cabeça e me conduziu para chupa-lo, a pica era tão grossa que eu mal podia aloja-la em minha boca, foi um custo abocanhar aquela cabeça. E a experiencia foi feita. Me posicionou novamente de quatro, cuspiu litros de saliva na pica e no meu rego e encostou a cabeça no meu cu e empurrou. Seu caralho era muito grosso e doeu bastante, foi um sacrifício e tanto engoli-lo pelo cu. Aos berros tentei tirar da reta, mas ele muito experiente e já sabendo dessas reações me segurou com força e cravou. Era impossível que as pessoas de fora não ouvissem minhas lamúrias, tanto que houve duas batidinhas na porta do trailer, mas ele nem deu ouvidos, continuou cravando aquela jeba sem dó ou piedade.
- Pronto meu bem, tá quase tudo, agora vamos meter adoidado, geme, grita na minha pica, quengaaa…
Ele não teve dó, metia aquele caralho tão fundo que parecia que eu iria estourar. Mas valeu a pena, ele sabia enrrabar uma garota. Levou uma das mãos a um seio e a outra à minha xoxota, foi uma loucura..
- Pronto menina, agora entrou tudo, tudo mesmo…
Mudamos de posição várias vezes sem que ele tirasse sua pica de dentro da minha bunda já bastante dolorida.
- Moço !! esta doendo, ardendo muito…sei lá…
- Já vou acabar querida, mais um pouquinho só… Ahhhh! estou gozando boneca, aperta meu pau poorraaa !!
Quando terminamos eu estava com o cu em sangue. Algumas pregas tinham se rebentado.
- Vai boneca, se limpa com esse papel, vista-se e pode ir. Ainda tenho mais dois números hoje para apresentar. Se quiser voltar amanhã para me dar de novo, estarei a disposição, quem sabe a gente come essa bucetinha…
Não voltei no outro dia e nem no próximo, durante alguns dias nem me passou pela cabeça receber algo tão grande por detrás. Ficava na cama o dia todo com a bunda para o alto. Quando votei lá uma semana depois, o circo já havia partido.
Naquela época, principalmente em bairros mais calmos, era normal as pessoas se sentarem em frente as casas para se refrescarem com a brisa do oceano. Inclusive na nossa calçada já existia até um banco fixo para tal finalidade . Então, uma noite conheci um andarilho barbudo, meio sujo, malcriado, mas dono de uma senhora pica. Sem a menor cerimonia ele veio mijar bem no tronco de uma de nossas árvores. Depois, sem guardar a vara, perguntou-me se podia dormir lá em casa. Ante minha resposta negativa encolheu os ombros e começamos a conversar. Dizia ele que morava em uma cidade do interior e que abandonara a faculdade para viajar pelo país e conhecer novos amores. Disse ainda que era de uma família tradicional e que se cansara de tanta caretice.
Como os jardins de minha casa eram grandes e bastante arborizados arrastei-o para um local bem escuro, lá ele arriou toda aquela bagulhada no chão e desnudou-me os seios. Sem pensar duas vezes segurei-lhe o pau duro e comecei a tocar-lhe uma punheta. Ele arriou as calças até os pés e deitou-se em um banco próximo. Tirei a calcinha e sentei-me em seu caralho dirigindo-o para o cu. A cabeça suja de sebo logo começou a entrar em minha bunda. Meu cu estava tão aberto por aquele trapezista que fui descendo o corpo com muita facilidade, apesar da pica do vagabundo ser de bom tamanho. E a proporção que descia aquela vara ia sumindo em meu rabo guloso. Foi tão gostoso ter aquela pica atolada no rabo que acabei gozando três vezes. Por fim o malandro jogou sua porra dentro de mim.
Não sei porque fiquei gamada pelo cara. Escondi-o num barracão que servia de depósito na área da piscina e todas as noites ia ve-lo, levando comida e cigarros. Geralmente aquelas visitas ao barracão terminavam em uma solene enrrabação. Acostumei-me àquela pica suja. Nunca o vi tomar banho, mas fodia bem…
Numa noite ele comunicou-me que partiria na madrugada seguinte e convidou-me a ir com ele. Catei tudo o que era meu, roubei as jóias de minha mãe, algum dinheiro do meu pai e me mandei com aquele cara. Andamos pelas estradas o dia todo, sem rumo, a noite, como ameaçasse chover, nos refugiamos debaixo de uma ponte da estrada de ferro. Já estávamos acomodados e nos preparando uma mais uma enrrabação quando surgiu aquele vagabundo. Com uma faca na mão já foi logo dizendo:
- O lugar aqui é bom! A garota é mais ainda. Vocês escolherem bem!
Durante algum tempo o vagabundo ficou apreciando meu corpo nu. Depois, sem largar a faca falou para meu companheiro:
- Ela é sua mulher? É bem gostosa! Vou dar uma trepadinha com ela, voce se incomoda?
- Por mim pode foder a vontade. Ela não é nada minha.
Ele tirou de dentro das calças uma enorme e fedorenta piroca. Meu companheiro covarde/traidor embora mais forte permitiu tudo aquilo por puro medo da faca. Procurei defender minha integridade argumentando ainda ter menos de 21 anos, ser virgem e oferecendo-lhe a bunda. Ele com a pirocona para fora das calças, perguntou para o covarde:
- É verdade que ela é cabaçuda ainda, cabeludo ?
- Isso não sei… meu caso é só cu…
Pegando e apertando meus seios, ele examinou-os dizendo:
- É… voce tem peito de quem é mesmo cabaço! Agora eu quero ver é lá em baixo… no positivo…
Sentando-se no chão, ele me puxou para seu colo. Enquanto me beijava enfiou um dedo grosso e sujo em minha boceta, constatando meu cabaço. Tirando a roupa, o vagabundo deitou-se sobre meu corpo, abrindo-me as pernas, senti sua pica querendo achar meu buraco. A piroca grossa, suja e torta do vagabundo começou a entrar em minha boceta vigorosamente. Como doía! Tantos homens que eu queria dar, me recusaram, agora estava em baixo de um marginal que nem teve pena de mim, a pica quente como brasa entrou abrindo tudo. Foram 20cm para dentro sem dó ou piedade, não consegui segurar meu grito. Quando já esta tudo dentro, ele disse:
- Acho que minha sorte está voltando. Puxei cinco anos de cana sem ver mulher e fui até mulher de alguns e a primeira que topo é cabaço…
Sem a menor contemplação, para com os meus gritos, ele forçou a entrada da pica com tudo e lá se foi meu cabaço.
- Ai moço…tira essa porra de dentro de mim…seu viado, puto…tiraaa… Deu o cu na cadeia agora quer descontar em mim..
Mas ele não tirou. Pelo contrário, enfiou ainda mais o pau dentro de mim e eu acabei gozando. Agora ele metia feito uma britadeira…meus gritos devem ter sido ouvidos longe dali… Eu já estava até gostando daquele vai e vem violento.
- Empurra mais um pouco…um pouquinho…por favor…está tão bom…pode ficar mais ainda…enfia mais…mais…
Quando olhei para o lado vi que aquele covarde acariciava o pau esperando o vagabundo terminar. Eu sai debaixo dele e cavalguei naquela pica como uma louca. Quando o vagabundo cansou e foi dormir no outro lado da ponte eu sentei-me sobre o pau duro do meu companheiro/covarde fazendo-o sumir em minha bunda. Durante quase toda a noite ele me enrrabou furiosamente, fazendo-me gozar vezes seguidas. Quando clareou o dia vimos que o vagabundo havia se mandado e seguimos viagem.
Eu já estava cansada de tanto andar quando arranjamos carona em um caminhão, fui para a boléia com o motorista e meu companheiro teve que se arranjar na carroceria. Aquele motorista tinha cara de tarado, era grandão, barbudo e vivia com uma das mãos na pica, e foi logo dizendo enquanto alisava a piroca, como eu pretendia pagar a viagem. Diante do meu silencio, ele parou o caminhão logo à frente e descemos para o mato. Enquanto caminhávamos em direção a um bosque ele me conduzia com uma das mãos em minha bunda perguntando se eu já estava dando o cu.
Debaixo de uma árvore ele mandou que me despisse. Em minhas coxas ainda havia vestígios de sangue do meu cabaço, más ele nem notou. Quando ele me mandou ficar de quatro pensei que fosse me enrrabar, mas ele enfiou a piroca em minha boceta. Ardeu um pouco no começo mas depois foi até gostoso. Eu não tinha visto a pica dele, mas como ela preencheu toda minha boceta, deduzi que era de bom tamanho. Meteu tão profundamente que machucou um pouco meu útero. Depois que encheu minha buceta de porra se agachou e enfiou a pica no cu. Era a primeira vez que me podiam assim e adorei. Quando por fim ele gozou me deixou, fiquei pensando em tudo o que me havia acontecido em tão pouco tempo. Como havia engolido picas! Horas depois já estávamos, num quarto em uma pensão de uma pequena cidade. Manifestei desejo de tomar um banho. Enquanto me preparava para o banho, eu analisava minha situação . Tudo estava bom para mim, estava fodendo como havia desejado. O resto…
Quando sai do banheiro notei que aquele FDP tinha ido embora e levado todo o meu dinheiro, sorte que ainda tinha algumas jóias de minha mãe. O dono da pensão me orientou a denunciar o vagabundo, e foi o que fizemos. Quando voltamos notei que minhas jóias tinham sumido também, aquele vagabundo aproveitou-se de nossa ausência e as furtou também. Sem dinheiro para pagar a estadia e voltar para casa, recebi uma proposta do dono da pensão, um sujeito moreno escuro, muito alto e corpulento, não tive coragem de aceitar mas diante de uma bofetada dele, não tive escolha. Era a primeira vez que apanhava, não gostei nada…
Não tive coragem de ficar embaixo dele, ele deveria pesar mais de 100 quilos e não tinha muita barriga não. Foi um custo aguentar aquela pica, ela entrou rasgando tudo, a pica era muito comprida e realmente machucou meu útero. Gritei de dor. Felizmente ele gozou logo, mas eu não consegui gozar. Aquele sacana gostou tanto da minha bocetinha que me deixou ficar mais 2 semanas por lá, me passava aquela vara quase todos os dias. Felizmente ele não quiz comer meu cu.
Ele gostou tanto que recomendou-me ao pároco local e no dia seguinte fui encontrar-me com o dito cujo. Pediu para eu me despir enquanto conversávamos:
- Voce é verdadeiramente uma tentação minha filha ! O Zé Antonio falou-me muito bem de voce.
- Gostou, reverendo?
O padre abraçou-me demoradamente, explorando todo o meu corpo com suas mãos macias e carinhosas. Ele me beijou e chupou-me os biquinhos dos seios numa carícia desconhecida para mim, que só conhecia homens rudes e violentos. Deitei-me de bruços na cama e ele beijou minha bunda de todo jeito.
- O senhor esta me fazendo cócegas e me provocando…
Sua boca acabou por achar meu anus. Logo a seguir senti sua língua abrindo caminho entre minhas poucas pregas restantes. De repente ele me deixou e saiu do quarto todo afobado. Quando voltou estava nu e ostentando um belo pau já durasso. Apesar de já me encontrar deitada e pronta para entrar na pica, ele tirou-me da cama e beijou-me a boca de forma tão devastadora que me esporrei toda. Seu corpo cheirava a água de colônia e descolando seus lábios dos meus ele os apertou de encontro ao biquinho de um seio, arrepiei-me toda. Sua boca foi descendo ao longo do meu corpo até chegar ao umbigo. Sua língua remexeu um pouco ali e depois foi descendo. Ajoelhando-se no chão, como se diante de um altar, ele beijou-me fervorosamente a boceta e depois lambeu-me várias vezes a racha de baixo para cima. Deixou-me cair sobre o leito enquanto sua língua penetrava fundo em minha vagina. Abri bem as pernas para facilitar e sentir seu dedo penetrar-me por trás. Me derreti toda novamente. Alguns minutos depois ajeitou meu corpo na cama e encostou a cabeça da pica em minha xoxota. Lentamente sua espada foi deslisando para dentro da minha bainha. Nunca ninguém havia me possuído deste jeito e vibrei de intenso prazer. Levantei as pernas bem no alto e ele mergulhou até o fim dentro de mim. Sua pica parecia que havia dobrado em comprimento e grossura. Ele calmo até agora metia com estocadas rápidas e fundas. Eu já acostumada com picas grandes de brucutus, me surpreendi com sua destreza. Quando senti o primeiro jato de sua porra inundar-me cruzei as pernas sobre seus rins e imobilizei-o. Comecei a fazer contrações com as paredes vaginais e suguei até a última gota de porra, deixando o padre mole e ofegante. Minutos depois saí debaixo do reverendo e pegando uma toalha limpei carinhosamente seu cacete. No banheiro livrei-me de toda a porra acumulada em minha vagina. Tomamos um banho juntos e depois fizemos um lanche. Contei-lhe toda a minha vida e aceitei o convite para trabalhar na casa paroquial.
Quando fui à pensão buscar minhas coisas fiquei sabendo que o vagabundo ladrão que me trouxera até ali havia sido preso. O tarado do dono da pensão me disse:
- Ele andou fazendo umas trapalhadas por aí e o delegado o grampeou.
Fui até a delegacia de polícia e após recuperar parte das jóias roubadas pedi para o delegado solta-lo. Mas ele estabeleceu uma condição. Uma foda comigo. Aceite…
- Uma trepadinha só não vai fazer diferença na tua vida, né?
O cara foi solto intimado a deixar a cidade. Ali mesmo no cubículo me despi e coloquei-me à disposição da autoridade. Quando ele chegou totalmente nu ao ver sua pica, que apesar de curta era grossa como um salaminho, fiquei com medo de ser arrebentada…
Primeiro nos acariciamos, nos abraçamos e nos beijamos longamente. Fui descendo até encontrar aquela rola fantástica! Dei uma bela e demorada chupada (era impossível enfiar aquilo tudo na boca), mesmo assim, consegui deixá-lo bem molhadinho e bem excitado. Depois de me deliciar muito; chupando, lambendo e lambuzando aquela gostosura, durante um tempão, com ele ainda em pé, tentei me ajeitar, ficando primeiro de joelhos sobre um banco, depois, ao ver que não dava certo daquela maneira, devido ao tamanho desproporcional entre os dois corpos, ele sentou-se no banco, fiquei de pé e fui abaixando até ficar de cócoras por cima daquela vara enorme.Peguei naquela pica, esfreguei a cabeçorra na entradinha da minha buceta que estava muito, muito molhada e fui sentando bem devagarinho em cima dele, engolindo aos poucos, pedacinho por pedacinho. Foi torturante. Sentia aquele membro grosso me estufando; rasgando e dilacerando. Sentia uma pressão enorme, grande mesmo. Doía. Mas era uma dor gostosa, aquela dor safadinha e sem vergonha que eu tinha aprendido a gostar.
Quando já havia conseguido meter um pouco mais da metade, ainda de cócoras, ele me segurou firme pela cintura (como se eu fosse uma boneca de pano e não pesasse nada), e me girou pra lá e pra cá, me torcendo e me obrigando a rebolar no pau dele (coisa que adoro que fazer) e o meu tesão explodiu, mais ainda! Aproveitei este tesão todo para tentar relaxar de vez, me abrir inteira e enfiar tudo. Consegui aos gritinhos e gemidos. Havia sentado por completo e sentia que ele estava inteiramente atolado dentro de mim.
Fiquei quietinha esperando me acostumar e depois, laceada, comecei a cavalgar gostoso. Não me aguentava de tesão e fui soltando mais gritinhos... gritinhos. Safado, ele ainda perguntava:
– Está gostando da rola? Era o que vc queria? Não grita alto, não quero que ouçam.
- Claro!, respondia, ofegante, que sim, sim, sim, siiimmm..!!!
Eu estava adorando sentir o pau dele me dilatando e tocando bem no meu fundo... e gostando muito. Depois de um tempinho delicioso cavalgando em cima dele, enlouquecida de tesão, eu estava encharcada de suor, baba, lágrimas e caldinho de buceta; com muito, muito tesão, quase gozando, quando ele falou, com voz rouca e safada:
– Fica de 4, que eu quero comer seu cu, já me falaram que voce adora dar ele. Vamos ver se vc é corajosa mesmo...
Desafiada, sem pensar e enlouquecida, obedeci imediatamente. Sai de cima dele, fiquei na posição e, mesmo apreensiva, encostei o rosto na parede para ficar com o bumbum bem empinadinho. Ele se ajeitou por trás de mim e foi passando, bem suave, seu caralho, pelo meu reguinho; aquela pica roçou, de leve, na portinha do meu cu que piscava sem parar por um tempinho e depois, devagar, foi forçando com decisão; entrando e me arrombando, causando muita, muita pressão.
Acho que sou meio masoquista pois estava adorando a sensação de dor que sentia; a sensação de que eu estava sendo rasgada ao meio. Ele sabia comer um cu. Foi determinado, lento e delicado. Sem hesitação. Demorou um pouco mas foi. Foi tudo. Eu havia conseguido!
Depois que entrou tudinho, pensei que ele ia dar um tempinho para eu me acostumar mas, que nada! ele já foi socando sem dó, nem piedade sem dar bola aos meus meus gemidos... e ao contrário do que eu imaginava que iria doer mais ainda eu estava mesmo era adorando sentir aquele pau delicioso entrando e saindo... não consigo explicar a sensação alucinante que é para mim, ficar de 4 exposta, aberta e submissa para um homem desconhecido...
Ele me segurava forte pela cintura e eu sentia o saco dele batendo na minha xoxotinha; ouvindo aquele barulhinho tão característico e continuava toda molhadinha de tesão, com ele socando forte e com ritmo, dando estocadas sem parar. Eu estava totalmente submetida, entregue às sensações, sem pensar em mais nada. Quando meu cuzinho finalmente alargou e a metida ficou lisinha eu sabia o que viria: Nesse momento dei a minha primeira gozada; chorando e aos berros, só tomando no cu, sem nem me tocar. Uma gozada totalmente anal!! Foi deliciosa. Ótima. Prolongada. Arrasadora. Muito intensa! Ele saiu de mim, me deixando oca e vazia, e sentou–se no banco eu, ansiosa por tê-lo de volta em meu interior, fui sentando, de frente, bem devagarinho sentindo centímetro por centímetro ele me penetrando novamente por inteiro... uma sensação gostosa de preenchimento e ainda podendo olhar nos olhos dele ao mesmo tempo... é tudo muito delicioso. Ele gozou feito louco, me mordendo toda, que pouco adiantou eu suplicar para ele parar…
Um ano depois ainda sendo amante do padre, um detetive contratado pelo meu pai me achou e tive que voltar para casa e me casar com o primeiro trouxa que apareceu…
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Mimi: Achei fabuloso o seu conto Eu só não aguentava era vagabundo mal cheiroso E Já experimentou rola negra? E com cão javtransou?
Responder↴ • uid:1e2xbrk96q8gPPadrinho: Um belo conto. Fodeu com o vagabundou, o ladrao, o polícia, o padre e por aí! Fez tudo por gosto e agora com o trouxa como é? Tem posto os cornos ? Conta.
Responder↴ • uid:1e2xbrk96q8g