Puteiro de Garimpo - Parte 4 - Rotina
A porta do cômodo dos fundos se abre com barulho de cadeado e madeira velha. Dois homens armados entram sem falar muito. Um aponta com o cano do rifle.
— Vocês duas. Mãe e filha, levantem-se.
Marisa e Jéssica se levantam com dificuldade, as pernas ainda doem. A boceta de Jéssica continua inchada e sensível, o cu de Marisa arde a cada passo. Estão nuas, sujas de terra, porra seca, sangue antigo e o cheiro pesado da noite anterior. Os homens não dão tempo para pergunta. Empurram as duas pelo corredor estreito, passam pelo salão ainda meio vazio da manhã e saem pela porta de trás do Barracão. O sol da Amazônia bate forte demais nos corpos expostos. A pele suja brilha com uma camada oleosa de suor e resíduo seco.
Elas são levadas por uma trilha curta, descendo um barranco de lama até uma lagoa escura, cercada de vegetação alta. A água é barrenta, esverdeada, com folhas mortas flutuando na superfície. Não é limpa, mas é a única água disponível.
— Entra, ordena um dos homens. Lavem tudo, cabelo, boceta, cu, peito. Quero vocês cheirando menos a porra velha, tem cliente esperando.
Marisa entra primeiro. A água é morna e turva, o fundo é de lama macia que sobe entre os dedos dos pés. Jéssica hesita na beira, um empurrão nas costas a faz entrar também. As duas se agacham na lagoa, a água sobe até a cintura. Marisa pega um pouco com as mãos e começa a esfregar o próprio corpo. A sujeira sai em nuvens escuras, terra, sangue seco, porra ressecada que se dissolve devagar. Ela limpa os seios, a barriga, entre as pernas, com cuidado no cu ainda dilacerado. Cada toque arde e machuca.
Jéssica imita a mãe. As mãos tremem enquanto esfrega a boceta inchada. A água fica rosada ao redor das coxas dela. Ela lava o cabelo, passando os dedos nas mechas sujas, tirando nós e residual grudado. O rosto permanece baixo, não olha para os homens que fumam na beira, observando.
— Abre mais a perna, loirinha, grita um deles. Lava direito esse buraco. Ninguém quer comer puta fedendo a porra de ontem.
Jéssica obedece. Abre mais as coxas dentro da água e esfrega com os dedos, sentindo a carne dolorida. Marisa se aproxima e ajuda a filha a limpar as costas e o cabelo, num gesto automático de mãe que já não protege, só acompanha. A água da lagoa fica cada vez mais turva ao redor das duas. Folhas grudas nos ombros. Insetos pousam na superfície. O cheiro da floresta mistura com o cheiro de corpo molhado e sexo antigo que ainda não saiu por completo.
Depois de vários minutos, um dos homens bate palma.
— Chega. Sai.
Elas saem da lagoa. A água escorre pelos corpos nus, levando parte da sujeira, mas deixando a pele ainda manchada, os cabelos pingando, os mamilos endurecidos pelo contraste da brisa. Não há toalha, não há roupa. Só o sol e o olhar dos homens.
— Anda, vamos de volta. Tem gente esperando para foder.
Marisa e Jéssica sobem o barranco de lama descalças, os pés escorregando, os corpos molhados e limpos o suficiente para serem usados de novo. A boceta de Jéssica ainda lateja. O cu de Marisa queima, mas as duas já sabem, o banho não foi cuidado, foi só preparação. Elas voltam na direção do Barracão das Sombras, nuas, molhadas, cheirando a lagoa barrenta e a resignação, prontas para o próximo homem que pagar o preço.
Elas voltam ao Barracão ainda molhadas da lagoa. A água barrenta escorre pelas pernas, deixa marcas claras na pele suja de terra que não saiu por completo. Não recebem roupa, não recebem pano. Os homens que as escoltaram apenas apontam para a entrada principal do puteiro.
— Fiquem aí de pé. Peito para a frente. Perna aberta o suficiente para mostrar a mercadoria.
Marisa e Jéssica obedecem. Ficam logo na boca do Barracão, de frente para a área onde os garimpeiros, traficantes e foragidos passam quando chegam. O sol ainda bate forte. Os corpos nus brilham com a umidade. Os mamilos endurecidos. A boceta de Jéssica continua visivelmente inchada. O cu de Marisa, mesmo limpo por fora, ainda carrega a vermelhidão e a dilatação da noite anterior.
Ao lado delas, duas outras mulheres já estão postadas da mesma forma. Uma é morena, alta, seios pesados, com uma cicatriz feia que desce do ombro até o seio esquerdo. A outra é mais baixa, cabelo curto e irregular, coxas marcadas de chupões antigos e um olhar completamente apagado. As quatro ficam em fila, nuas, expostas, como peças em prateleira.
O movimento começa devagar. Os primeiros homens do dia se aproximam. Alguns vêm direto da área das balsas, ainda sujos de lama e diesel. Outros saem das barracas com a calça já aberta, mão dentro, acariciando o pau enquanto olham. Eles param na frente das quatro mulheres e andam de um lado para o outro. Comentam alto, sem nenhum disfarce.
— Essa loirinha ainda tá inchada de ontem. Deve tá apertada ainda.
— A mãe tem cara de quem aguenta porra fundo. Olha o cu dela… ainda tá aberto.
— Essa morena eu já comi semana passada. Gozava gritando.
— A baixinha eu quero de quatro. Parece que aguenta tapa na cara.
Um homem de chapéu sujo para na frente de Jéssica. Segura o queixo dela com a mão calejada e força o rosto para cima. Com a outra mão, passa dois dedos pela boceta inchada da moça, abrindo os lábios e examinando.
— Ainda sangra um pouco. Gosto. Quanto tá a loirinha?
Outro se interessa por Marisa. Anda em volta dela, aperta um seio, depois separa as nádegas com as duas mãos e examina o cu ainda vermelho e dilatado.
— Essa daqui eu quero no cu de novo. Parece que já tá ensinado.
Seu Nestor aparece na porta, limpando as mãos num pano sujo. Fala como quem anuncia preço de gado:
— Mãe e filha juntas ainda tá valendo mais. Quem quiser as duas na mesma foda, paga o dobro. Separadas também pode. As outras duas tão no preço normal, escolhe e paga. Depois leva pro fundo ou usa aqui mesmo se quiser.
Os homens continuam circulando. Alguns já tiram saquinhos de ouro em pó ou notas amassadas. Outros só olham, mastigando tabaco, decidindo qual corpo vão foder primeiro.
Marisa mantém os olhos fixos em algum ponto à frente. Jéssica treme levemente, mas não baixa a cabeça. As quatro mulheres ficam ali, nuas, molhadas, expostas, enquanto os homens decidem quem vai ser usada, de que forma, e por quanto tempo.
O dia no Barracão das Sombras está só começando. Os homens não demoram a decidir.
Dois deles, um garimpeiro alto, barriga proeminente, braços grossos de trabalho pesado, e um venezuelano magro de olhos vermelhos de cocaína, param na frente das outras duas mulheres. O garimpeiro aponta com o queixo para a morena alta de seios pesados. P venezuelano segura a baixinha de cabelo curto pelo braço e puxa.
— Essas duas. Agora vamos comer essas duas.
Seu Nestor só acena. Não precisa de mais conversa, o ouro já foi contado.
Marisa e Jéssica continuam postadas na entrada, nuas, molhadas, obrigadas a ficar de pé. Não podem sair, não podem desviar o olhar por muito tempo. Os homens que ficaram por perto deixam claro:
— Vocês duas assistem. Aprendam, porque logo é a vez de vocês.
A morena e a baixinha são empurradas para o meio do salão, onde o chão de madeira já está manchado de tantas noites. Não as levam para cabine. Fazem ali mesmo, na frente de quem quiser ver.
O garimpeiro gordo não perde tempo. Abre a calça, tira um pau grosso e já semiduro, e empurra a morena de quatro no chão. Segura o cabelo dela com uma mão e enfia de uma vez na boceta. O impacto faz a mulher soltar um gemido baixo, abafado. Ele começa a foder com força, estocadas curtas e pesadas, a barriga batendo nas nádegas dela. Cada vez que enterra fundo, cospe nas costas da mulher e espalha a saliva com a mão livre.
— Isso, puta. Aperta essa buceta podre. Meia hora que eu tô de pau duro só de olhar vocês.
A morena mantém a cara no chão, os seios balançando com as estocadas. Ele dá um tapa forte na bunda dela, depois outro. A marca da mão fica vermelha na hora. Em seguida puxa o pau para fora, ainda pingando, e enfia no cu sem avisar. A mulher grita e uiva de dor. Ele ri e mete mais fundo, segurando os quadris dela com as duas mãos agora, usando o cu com a mesma brutalidade.
Do lado, o venezuelano já tem a baixinha de joelhos. Segura a cabeça dela com as duas mãos e enfia o pau fino e duro na garganta até a base. A mulher se engasga, os olhos enchem d’água, saliva escorre pelo queixo e pinga no peito. Ele não tira, fica ali, se mexendo curto, sentindo a garganta dela se debater. Quando finalmente puxa, um fio grosso de saliva liga a boca dela à cabeça do pau. Ele cospe na cara dela e volta a enfiar.
— Chupa direito, caralho. Olha para mim enquanto engole.
A baixinha obedece, os olhos vermelhos, o nariz escorrendo. Ele tira o pau da boca, puxa ela pelo cabelo até ficar de quatro e enfia na boceta de uma vez. A mulher solta um gemido agudo. Ele fode rápido, quase nervoso, enquanto dá tapas no rosto dela de lado.
— Fala que gosta. Fala alto.
— Gosto… a voz dela sai quebrada, sem convicção.
— Mais alto, puta.
— Gosto de apanhar e de tomar porra!
Ele ri e mete mais forte. No meio do salão, os dois homens trocam de mulher sem combinar. O garimpeiro puxa a baixinha, joga ela de costas no chão, abre as pernas com as mãos grandes e enfia o pau grosso na boceta já molhada de saliva e secreção. A mulher grita quando ele enterra tudo. Ele coloca uma mão no pescoço dela e aperta leve enquanto fode, o rosto vermelho de esforço e prazer.
O venezuelano, por sua vez, pega a morena, faz ela se sentar no pau dele de costas, e começa a subi-la e descê-la com força, usando o cu dela que ainda está dilatado da foda anterior. A cada descida ele dá um tapa no peito dela, deixando a marca dos dedos.
— Olha só a puta gozando de dor, ele grita alto, só para humilhar. Está molhada de tanto gostar.
A morena não está gozando, está aguentando. O rosto dela está virado para o lado, exatamente na direção de Marisa e Jéssica. Os olhos se encontram por um segundo. Não há pedido de ajuda, só reconhecimento.
Marisa sente o estômago revirar. Jéssica treme ao lado dela, as unhas cravadas na própria coxa. As duas são obrigadas a assistir cada estocada, cada tapa, cada cuspe, cada gemido forçado. O cheiro de sexo sobe forte, suor, saliva, boceta, cu e porra começando a escorrer.
O garimpeiro goza primeiro. Enterra fundo na boceta da baixinha, geme grosso e despeja tudo dentro. Quando tira o pau, um fio branco escorre logo em seguida. Ele limpa o membro na coxa da mulher e cospe nela de novo.
O venezuelano demora mais. Vira a morena de quatro outra vez, fode o cu dela com força até gozar, e quando termina empurra a cabeça dela para trás e manda:
— Limpa com a boca.
Ela obedece. Chupa o pau sujo de cu e porra, limpando tudo com a língua enquanto os homens ao redor riem e comentam.
— Essas duas ainda prestam.
— A loirinha e a mãe vão chorar mais. Tô vendo.
Marisa e Jéssica continuam de pé na entrada, nuas, molhadas, obrigadas a olhar. O medo escorre junto com o suor. Elas sabem que o próximo a ser escolhido pode ser qualquer uma das duas. E que a brutalidade que acabaram de ver não é exceção. É só o padrão do Barracão das Sombras.
Um velho aparece no meio do pequeno grupo de homens que ainda circula na entrada. É baixo, magro, pele queimada e enrugada pelo sol da floresta, cabelo branco ralo, dentes amarelados. Usa uma calça larga e camisa aberta que mostra o peito cabeludo e flácido. Nos olhos, porém, não há cansaço. Há um brilho frio, paciente, de quem já sabe exatamente o que quer.
Ele para na frente de Jéssica. Olha o corpo dela de cima a baixo com calma. A boceta ainda inchada. As coxas sujas de lama seca. Os seios jovens subindo e descendo com a respiração acelerada.
— Essa, ele diz, voz rouca, quase baixa demais. A loirinha.
Seu Nestor só estende a mão. O velho coloca um saquinho de ouro em pó sem negociar. O valor é alto, mas ninguém discute. Marisa dá um passo à frente por instinto. Um dos homens armados a empurra de volta.
— Fica onde está. Só olha.
Jéssica é puxada pelo braço até o centro do salão, poucos metros à frente da mãe. O velho não tem pressa. Anda em volta dela, como quem examina uma peça. Com a mão calejada, aperta um seio, depois o outro. Puxa o mamilo com força até Jéssica soltar um som de dor. Ele sorri pela primeira vez.
— Dói? Bom.
Ele a empurra de joelhos. Abre a própria calça. O pau sai mole, fino, envelhecido. Ele não está duro ainda. Segura o queixo de Jéssica e fala baixo, mas alto o suficiente para Marisa ouvir:
— Você vai chorar, vai gritar, vai pedir arrego. E eu só vou gozar quando achar que doeu o bastante.
Com a mão livre ele dá um tapa seco no rosto dela. Depois outro, mais forte. A pele de Jéssica fica vermelha na hora. Os olhos enchem d’água. O velho observa a reação com atenção quase científica. O pau dele começa a engrossar devagar.
— De quatro.
Jéssica obedece, tremendo. Ele se ajoelha atrás dela, separa as nádegas com os dedos e cospe no cu. Não prepara mais que isso. Enfia dois dedos de uma vez, secos, abrindo à força. Jéssica grita. Ele torce os dedos dentro dela, procura o ângulo que faz a jovem se contorcer mais. Só quando o grito dela fica agudo o suficiente o pau dele fica completamente duro.
Ele tira os dedos e enfia o pau no cu de Jéssica de um golpe só. A jovem solta um grito rouco, o corpo tenta avançar para escapar, mas ele segura os quadris com força e começa a foder. Estocadas curtas, secas, fundas. Cada vez que ela grita, ele mete mais forte. Cada vez que ela tenta abafar o som, ele puxa o cabelo e força a cabeça para trás.
— Chora alto. Sua mãe tem que ouvir.
Marisa está de pé a poucos metros, nua, imobilizada pelo olhar dos homens armados. As lágrimas escorrem em silêncio. Ela morde o lábio inferior até sangrar para não gritar junto. As unhas cravam na própria palma. Não pode se mexer. Não pode falar nada, só olhar.
O velho fode o cu de Jéssica por longos minutos, sem piedade, sem ritmo de prazer comum. Ele só acelera quando o choro da jovem fica mais desesperado. Em determinado momento ele puxa o pau para fora, ainda duro, e dá vários tapas com a mão aberta exatamente no buraco vermelho e dilatado. Jéssica soluça, o corpo inteiro tremendo. Só então ele volta a enfiar.
Depois ele a vira de costas no chão sujo. Abre as pernas dela com os joelhos e penetra a boceta inchada com a mesma força. A carne ainda dolorida da noite anterior rasga de novo. Sangue novo se mistura com a umidade. O velho coloca uma mão no pescoço de Jéssica e aperta enquanto fode, controlando a respiração dela. Os olhos dele nunca saem do rosto da jovem. Ele só está perto de gozar quando vê a dor pura estampada ali.
— Pede pra parar, ele ordena.
— Por favor… para… a voz de Jéssica sai quebrada, molhada de choro.
Ele mete mais fundo e aperta mais o pescoço.
— De novo, mais alto.
— Para… dói… pelo amor de Deus…
O velho geme pela primeira vez. O pau lateja dentro dela, ele está quase lá. Para chegar ao fim, ele tira o pau, dá um tapa violento na boceta exposta e volta a enfiar com tudo. Jéssica grita de verdade, o som cortando o salão. Esse é o momento que ele precisava. Ele enterra até a base, treme e goza fundo, com um gemido rouco e satisfeito, os olhos ainda cravados no rosto destroçado de dor da jovem.
Quando termina, fica alguns segundos dentro dela, respirando pesado. Depois tira o pau devagar, observa o creme de porra e sangue escorrendo, e cospe em cima.
Levanta-se, fecha a calça e olha para Marisa pela primeira vez. O sorriso é pequeno, cruel.
— Sua filha chora bonito.
Marisa não responde. Só continua de pé, lágrimas escorrendo em silêncio, o corpo inteiro tremendo de impotência e ódio. Jéssica fica no chão, de pernas abertas, soluçando, o cu e a boceta latejando, usada na frente da mãe por um homem que só consegue gozar com a dor alheia. No Barracão das Sombras, ninguém intervém. É só mais um cliente satisfeito, e mais uma jovem usada.
Seu Nestor observa tudo de perto, encostado num pilar de madeira, limpando os dentes com um palito. Os olhos vão de Jéssica no chão, pernas abertas, cu e boceta latejando, porra e sangue escorrendo, depois seus olhos vão para Marisa, que continua de pé, chorando em silêncio, o rosto destroçado de impotência.
Ele cospe no chão e se aproxima devagar. A voz sai baixa, mas corta o salão inteiro.
— Olha só, a filha já tá marcada, agora falta a mãe.
Marisa ergue o olhar, ainda tremendo. Nestor para na frente dela, perto o suficiente para ela sentir o cheiro de cachaça e tabaco barato.
— Você vai limpar sua filha, com a boca, tudo. Boceta, cu, coxa, cada gota desse velho. E vai fazer direito. Se eu ver língua frouxa, eu mesmo te ensino.
Marisa balança a cabeça, um gesto mínimo, desesperado, os olhos pedem clemência. Nestor não se importa.
— Anda, de joelhos puta imunda, agora.
Dois homens seguram Marisa pelos braços e a forçam a se ajoelhar entre as pernas abertas de Jéssica. A jovem soluçando olha para a mãe com um misto de medo e súplica. Marisa hesita um segundo, Nestor aperta o cabelo dela com força e empurra o rosto para baixo.
— Limpa.
A língua de Marisa toca primeiro a coxa interna da filha, onde a porra do velho escorreu. O gosto é salgado, amargo, misturado com sangue e secreção. Ela engole o nojo e sobe. Passa a língua pela boceta inchada e dilacerada de Jéssica, recolhendo o creme branco e rosado. Jéssica solta um gemido baixo, de dor e humilhação, e desvia o rosto. Marisa continua, lambe entre os lábios, força a língua para dentro o suficiente para tirar o que ainda vaza, depois desce até o cu vermelho e aberto. O gosto ali é mais forte, mais metálico. Ela limpa tudo, como mandaram. Cada movimento é lento, obrigatório, público.
Os homens ao redor riem baixo. Alguém assobia.
Quando Nestor considera suficiente, puxa Marisa pelo cabelo e a faz levantar o rosto. A boca dela está brilhante de saliva, porra e sangue.
— Agora vai lá. Nas outras duas. Beija elas na boca. Passa o gosto. Quero que todo mundo veja a mãe compartilhando a porra que saiu da filha.
A morena e a baixinha ainda estão no chão, usadas, sujas da foda anterior. Marisa é empurrada até elas. A primeira é a morena, Nestor segura a nuca de Marisa e força o beijo. As bocas se encontram. A língua da mãe, ainda carregada do gosto do velho e do corpo da filha, entra na boca da outra mulher. A morena não resiste, só aceita. O beijo é profundo, molhado, humilhante. Quando se separam, um fio viscoso liga as duas bocas.
Em seguida é a vez da baixinha, mesmo processo. Marisa é obrigada a beijá-la com a mesma boca que acabou de limpar Jéssica. O gosto se espalha, a baixinha fecha os olhos, mas não recua.
Nestor solta Marisa e limpa a mão na própria calça.
— Pronto. Agora a filha já sabe que a mãe lambeu a porra do cu dela na frente de todo mundo. E que depois foi beijar outras putas com o mesmo gosto. Isso quebra, devagar, mas quebra.
Jéssica continua no chão, soluçando em silêncio, os olhos inchados. Ela olha para a mãe e, pela primeira vez, há algo além do medo, um ódio confuso, impotente, que começa a nascer junto com a dor. Marisa fica de joelhos, a boca ainda com o gosto de tudo aquilo, incapaz de olhar a filha de volta. No Barracão das Sombras, o dono só acena para os homens armados.
— Deixa as duas aí mais um pouco. Depois limpa e coloca de volta na fila. Ainda tem cliente.
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Comentários (1)
Lolasuzy: Delicia caralho
Responder↴ • uid:46kpgpw8hri