Dessa vez passei em branco, mas nas próximas férias, meu tio vai ter que fazer barba, cabelo...e big
_Nossa garoto...você cresceu e nem percebi. Olha que bundinha..macia..lisinha, igualzinho a do seu pai quando a gente começou...
Nos minutos que fiquei ali na praça, vários pensamentos permearam minha mente. Um deles é que eu não precisava mais temer meu pai. Afinal de contas, ele também gostava da "coisa"; Um outro, era o tamanho da rola do meu tio...caramba...que rola...grande...grossa. Meu pai era um herói por aguentar aquilo tudo. Não sei se eu conseguiria aguentar. Mas queria ver mais de perto...pegar, sei lá, tocar de alguma forma; Ainda pensei na sorte de não ter voltado para casa com o Nêgo...nossa, imagina a confusão que poderia dar.
O tempo passou tão rápido quanto aos meus pensamentos. Deu o horário da escola, e voltei para casa. Resolvi guardar esse segredo, e agir como se nada tivesse acontecido, pelo menos ia tentar.
Chegando em casa, observei a janela do quarto aberta, meu pai estava na cozinha, e meu tio assistia um programa na TV. Cumprimentei-os e subi para tomar um banho, mas antes, dei uma passadinha no quarto dos meus pais, e estava impecavelmente arrumado.
Desci, almocei com eles, que conversaram, como se nada tivesse acontecido. Depois, meu pai foi trabalhar.
_Vai querer assistir alguma coisa Dú?
_Não tio...tô esperando um amigo meu que vai me dar uma força na lição, tenho prova amanhã.
_Vou atrapalhar assistindo né?
_Não tio...a gente fica na cozinha...pode ficar aí de boa...
Meu tio me fez um cafuné, que me deixou todo arrepiado, e foi para a sala.
Quando fui buscar o Nêgo no portão, falei para ele que era sem gracinha, que meu tio estava na sala. Mas ele era danado, ainda deu um jeitinho de ficar passando a mão na minha bunda.
Faltava pouco para terminarmos a revisão, quando meu tio se levantou do sofá e veio até a cozinha:
_Dú...acabou meu cigarro, vou rapidinho ali no bar...
_Tá bom tio...
Meu tio nem tinha passado direito pela porta, e o Nêgo falou:
_Vai...termina o exercício daquele jeito.
O safadinho queria que eu ficasse de joelhos na cadeira. Depois daquela manhã intensa, fiquei com fogo no rabo, e acabei obedecendo.
Nêgo ficou atrás de mim, me encoxando. Ele já tinha percebido que eu gostava da sacanagem, e que uma hora ou outra, iria conseguir o que tanto queria. Ele segurou minha cintura, e ficou balançando meu quadril, esfregando minha bundinha no seu pau. Só que ele foi bem malandrinho, suas mãos foram descendo, e lentamente ele foi abaixando meu short. Fingi não ligar, e deixei ele ir um pouco mais além do que já tinha ido. Acabei ficando com a bundinha de fora, e ele ficou passando a mão nas bandinhas, no meu reguinho. Eu até parei de fazer a lição, e no foguinho que estava, levantei mais um pouco a bundinha.
De repente, sinto um "negocinho" mais grosso e quente deslizando no meu reguinho.
Tentei desvencilhar, mas Nêgo me prensou contra a mesa.
_Não Nêgo...agora não...meu tio já deve estar voltando. Falei, fechando as pernas.
_Ah vai Dudinha...só um pouquinho, rapidinho, só a cabecinha...abre as pernas vai...
O pinto espremido no meu rêgo, o desejo de experimentar e o fogo que eu estava, ampliado por tudo que tinha acontecido, cedi...abri as pernas.
_Mas só a cabecinha...e rapidinho. Falei.
Nêgo abriu as bandinhas, cuspiu na cabeça do pau, encostou na minha entradinha, e empurrou. Ai que gostoso, meu cuzinho mordia a cabeça do pinto dele.
_Caramba Dudinha...que gostoso...apertadinho..
Mas nem deu tempo de curtir, o barulho no portão anunciou a chegada do meu tio. Ele batia forte o portão, dizia que estava acostumado com o da casa dele, que só fechava na pancada.
Muito malandro, e percebendo que seu tempo tinha acabado, Nêgo me segurou firme, e enterrou a rola toda, dando uma bela cravada.
_Tira...tira...tá doido. Falei, tentando escapar.
Em seguida, ele deu algumas bombadas, mais uma cravada, e aí sim, tirou. Ajeitamos nossas roupas, e logo meu tio entrou na cozinha. Foi por pouco. Acabei brincando com meu tio, para quebrar meu nervosismo.
_Mais uma semana aqui, e o senhor arrebenta esse portão hein tio?
_Kkkk...é...eu não consigo acostumar...
Meu tio voltou para a sala, deixando um refrigerante para bebermos, enquanto terminávamos os estudos.
Nêgo ficou me provocando, dizia baixinho, que ia querer de novo.
Eu disse:
_Você não cumpriu o combinado...agora, só vou deixar se tirar nota azul na prova.
_Mas eu vou querer ver a prova...eu sei que vai tirar nota azul.
Eu também sabia, mas falei sério, só para fazer um charminho.
Bem, terminamos, e eu chamei o Nêgo para irmos lá no campinho. Queria ficar perto dele. Se arrumássemos um lugar para ficarmos sozinhos, nem que fosse no mato, eu esqueceria minha promessa, e daria para ele naquele dia. As bombadas que ele deu foram muito gostosas, e só aumentaram meu fogo. Pena que ele disse que tinha que ir embora, tinha lição de casa para fazer.
_Mas eu não esqueci sua promessa, quando tiver a prova corrigida eu quero ver. Disse ao ir embora.
Resolvi ir no campinho mesmo assim, tinha que encontrar o Tuca.
Chego no campinho e só vejo o Moa e o Jaiminho.
_Não apareceu mais ninguém hoje? Perguntei.
Eles começaram a rir.
_Falei alguma coisa engraçada. Comentei.
_Kkk...não Dudinha, hoje não deu dois times. Disse Jaiminho.
_E vocês viram o Tuca? Perguntei.
_Ele já foi faz tempo...disse que tinha umas coisas para comprar no mercado. Disse Moa.
_Tá...e do que vocês estavam rindo? Perguntei.
_Ah...isso aí você vê com o Jaiminho, eu já tô indo embora...mas cuidado com ele Dudinha kkk. Disse Moa, nos deixando sozinhos.
Olhei bem para o Jaiminho, e perguntei:
_Vocês estavam falando de mim?
_É....quer dizer...mais ou menos, era da sua bunda que a gente estava falando. Disse ele, na maior cara de pau.
_Da minha bunda?
_Ah Dudinha...nem vem, você sabe muito bem que metade dos meninos da vila ficam de olho nela.
_E pelo jeito...você faz parte dessa turma né?
_Hãããã....digamos que sim...kkkk
Toda essa história, só estava aumentando o meu fogo, acabei insistindo no assunto.
_E o quê você estava falando para o Moa?
_Você quer mesmo saber?
_Claro...se era da minha bunda que vocês estavam falando, coisa que nunca viram.
_Bom...você que sabe...eu falei que essa noite tinha sonhado que estava batendo punheta, enquanto ficava passando mão na sua bunda, aí, acordei num tesão danado, e na hora do banho antes de ir para a escola, eu bati uma punheta pensando na sua bundinha....é isso!
Filho da puta safado, me deixou com o cuzinho piscando, e eu não ia deixar passar essa oportunidade.
_Tô aqui agora...bem pertinho, bate uma agora que eu quero ver. Falei.
_Kkkk...se liga Dudinha, no meu sonho, eu olhava para a sua bundinha, não para a sua cara.
Sem noção e cheio de tesão, virei de costas e abaixei meu short.
_Tá doido? Quem passar ali na rua vai ver, se quer me mostrar mesmo a sua bundinha, vamos ali na casa do seu Renato(única casa em construção na rua).
_Mas e os pedreiros? Perguntei.
_A essas horas eles já foram.
_Então vamos lá. Falei.
_Se tá falando sério Dudinha?
_Quer ou não quer? Falei, já caminhando em direção à casa.
Ele nem falou mais nada, correu e me alcançou.
Olhamos a casa toda. Estava vazia.
Eu não conseguia mais controlar meu tesão, abaixei meu short, me apoiei no cavalete, e falei:
_Era assim que eu ficava no seu sonho?
_Nossa...era assim mesmo, só não tinha o cavalete...e...nossa...a bundinha é do jeito que eu imaginava...
Jaiminho se aproximou pondo a mão, e passou a alisar minha bunda, de forma tímida. Em seguida, ele colocou o pau para fora, e começou a se masturbar.
Jaiminho parecia não estar acreditando, tanto que ele avançava lentamente, sem dizer nada.
Eu estava num fogo danado, numa vontade louca de dar o cuzinho, que estava oferecido, tanto, que na hora que o Jaiminho colocou o pau para fora, eu comecei a abrir minhas pernas. Apesar de ser meio "lerdinho", ele entendeu, e encostou o pinto no meu reguinho. Meu corpo arrepiou todo, e empinei a bundinha. Ficou fácil.
Com o pau lambuzado de saliva, ele se ajeita, e ainda sem dizer nada, vai enfiando, devagar, e sem parar, até as bolas colaram na minha bundinha. Aí, ele quebra o silêncio:
_Caramba...que gostoso...melhor que no meu sonho...
A partir daí, ele passa a me foder, num vai e vem frenético, sem parar. Foram várias bombadas, até que ele gozou.
Ainda com o pau duro e enfiado na minha bunda, ele perguntou se podia continuar.
_Vai...pode...continua...
Ele volta a meter forte e rápido, e dessa vez demora um pouco mais para gozar.
_Ahhh...ahhhh...nossa...ahhh...que gostoso...
Saciado, ele tira o pau da minha bunda, e a porra começa a escorrer pelas pernas.
Vi o pau dele melado, e resolvi aplicar um conhecimento adquirido pela manhã...abocanhei o pau dele.
Nunca tinha feito isso, e ele reclamou dos dentes. Mais cauteloso, fui pegando o jeito, e o pau foi ficando duro novamente. Ele pediu para eu continuar e não demorou muito, ganhei meu primeiro leitinho. O pior é que não achei ruim.
_Dudinha...se eu guardar esse segredo a gente vai poder fazer de novo? Perguntou com carinha de felicidade.
_É....quem sabe...vou pensar no seu caso. Disse sorrindo.
Já tinha escurecido e nem tínhamos percebido. Me limpei com uns panos que estavam lá, e fomos embora.
Quando cheguei em casa, minha mãe estava na cozinha, fazendo o jantar. Meu tio estava na sala, assistindo tv.
Fui direto tomar um banho, depois desci para jantar.
Após o jantar, ficamos na sala assistindo à novela. Fiquei do lado do meu tio, ele estava de bermuda, e notei o volume sob a sua vestimenta.
Era uma olhadinha na tela, e outra para a marca na bermuda do meu tio, até que a novela acabou.
_Vou tomar um banho, e já vou me deitar...e o senhor Eduardo tem prova amanhã, é melhor ir dormir...
_Ah mãe...deixa eu ficar...só mais um pouquinho.
Estava doido para ficar um pouco mais ali na sala, mas ela não deixou. Fui me deitar.
Não sei se cheguei a dormir ou se foi só um cochilo, mas acordei com vontade de ir ao banheiro. Fui dormir contrariado, e acabei não fazendo xixi antes de deitar.
Sem noção das horas, olhei para o lado e meu tio não estava no colchão. Bem, não devia ser 23h, ele costumava se deitar depois que meu pai chegava. Coloquei meu short, e fui ao banheiro.
No caminho, ouvi gemidos vindo do quarto dos meus pais. Achei estranho.
Dei uma olhadinha discreta pela escada, e não vi meu tio na sala.
A porta do quarto estava fechada, então, me aproximei com cuidado, e olhei pela fechadura.
Meu queixo quase caiu com a cena. Minha mãe de quatro, como uma potranca, montada pelo cavalo do meu tio, e sua rola descomunal.
A rola entrava e saía da buceta da minha mãe, com força, ela se contorcia e gemia. Fiquei de pau duro vendo aquela cena, e comecei a bater uma punheta.
Eles falavam baixinho, não conseguia ouvir nada, só os gemidos deles chegavam aos meus ouvidos.
Vi meu tio fodendo minha mãe por uns vinte minutos, e então, ouvi a única frase que veio lá de dentro, dita pela minha mãe.
_Goza logo que o Zé já deve estar para chegar.
Meu tio deu mais algumas estocadas, e parecia relinchar, gozando e enchendo a buceta da minha mãe de porra.
Sai dali, e fui direto para o quarto.
Ouvi os passos do meu tio retornando para a sala, e o barulho da minha mãe indo ao banheiro.
Quando meu pai chegou, minha mãe já estava deitada. Ele ficou conversando com meu tio.
Saí do quarto, e fui dar uma espiadinha, achando que eles iriam aprontar lá embaixo, mas não, eles conversavam, enquanto meu pai jantava.
Quando meu pai terminou de jantar, e disse que iria tomar banho e dormir, para acordar mais cedo no outro dia, meu tio falou que iria se deitar também. Corri para o quarto, tirei meu short, e me enfiei embaixo do cobertor.
Meu pau doía de tão duro que estava, meu coração estava acelerado.
Abismado, com tudo que vivenciei naquele dia, e cheio de tesão, resolvi me expor para o meu tio. Puxei o cobertor, deixei parte da minha bundinha para fora, e virei de costas para a porta.
Assim que entrou no quarto, percebi que ele ficou parado, talvez, admirando minha bundinha exposta. Em seguida, se aproxima de mim, e coloca sua mão na minha bunda, e fica alisando. Fico todo arrepiado, mas me seguro, e finjo continuar dormindo.
_Nossa garoto...você cresceu e nem percebi. Olha que bundinha..macia..lisinha, igualzinho a do seu pai quando a gente começou...acho até que ele tinha essa sua idade. Falava ele, baixinho, enquanto alisava minha bundinha.
De repente, ele abriu minhas bandinhas, e colocou a cabeça do pau no meio do meu reguinho. Nossa delirei sentindo minhas bandinhas pressionando a cabeça do pintão dele.
_É...nas próximas férias, acho que a gente vai ter uma conversinha garoto.
Ele disse isso, tirou o pau da minha bundinha, me cobriu, e foi se deitar.
Acabei nem indo ao banheiro, e fiquei um tempão sem conseguir dormir, tinha um pensamento fixo na cabeça:
"É tio...nas próximas férias a gente vai conversar mesmo, e venha preparado, de manhã meu pai, de noite minha mãe, e à tarde, vai ser minha vez...o senhor vai fazer barba, cabelo....e bigode...."
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