Minha mãe estava certa
Meu presente de aniversario foi uma passagem para o Rio de Janeiro. Minha mãe andava muito preocupada com meus modos e resolveu dar-me aquela viagem, para ser irmão me levar a um puteiro para conhecer uma buceta. Saí de minha cidade no ônibus noturno e meu tio já me esperava na rodoviária em um sábado. Eu estava encantado com tudo, especialmente com a forma que tio Luiz estava me tratando. Pegamos um ônibus municipal e ele fio me apontando os pontos principais por onde passávamos até que chegamos a casa dele. Uma casinha de fundos bem arrumadinha. Como estava muito quente, resolvemos tomar um banho frio. Quando eu estava me deliciando embaixo da agua, Luiz abriu a cortina e entrou no box junto comigo, foi a primeira vez que vi um homem adulto nu e me admirei com o tamanho e a grossura do pinto dele que agiu com naturalidade ao ver meu pintinho. Luiz puxou a pele e vi aquela cabeçarra linda, parecida com um capacete alemão. Luiz com seu jeitinho carinhoso passou a me ensaboar, o ambiente ficou perfumado com o arama daquele sabonete novinho que ele abriu para nós. Estava uma delicia aquelas mãos delicadas fazendo espumas na minhas costas e logo alisando minhas nádegas, viajei com aquela massagem discreta e logo estava todo arrepiado e subitamente olhei para meu pauzinho e coloquei a mão em cima tentando disfarçar minha ereção quando o irmão de minha mãe falou: "Que é isso sobrinho, não fique acanhado, olha meu pau como está também". Tomei um susto ao ver que aquele cacete tinha crescido ainda mais com a cabeçona para cima e enquanto eu me maravilhava vendo aquele caralho lindo Luiz com uma voz gostosa falou: "Pega nele, vê como está duro". Diante de minha timidez o adulto pegou minha mão e levou ao cilindro e constatei que o pau parecia feito de osso e apertando aquela coisa gostosa, comentei inocentemente: "Está pulsando na minha mão, parece que seu coração está batendo aqui". O macho abriu aquele sorriso cativante, me abraçou e sem cerimônias colocou a ponta do dedo na minha argola virgem, nossa uma sensação forte tomou conta do meu corpo, algo que eu nunca tinha sentido antes. Sem dar tempo para eu me recuperar, dobrou o corpo e chupou um de meus mamilos, foi a primeira vez que gemi sem sentir dor só vontade de ser ter o outro mamilo chupado . Luiz ainda massageando minha argolinha e chupando meu peitinho pegou meu pintinho com as pontas do dedo e passou a masturba-lo, como eu não tinha largado o cacetão dele passei a fazer o mesmo e passamos os dois a gemer. Por puro reflexo abri um pouco mais as pernas ao sentir o dedo forçando meu buraquinho e logo estava com o dedo de meu tio todo atolado no meu cuzinho que passou a mastiga-lo. Gozamos juntos, meu primeiro gozo forte, muito gostoso. Meu sedutor tirou o dedo de dentro de mim e senti aquele vazio. Não sei de quem foi a iniciativa, mas ainda no box mas com o chuveiro desligado, trocamos o nosso primeiro beijo. Senti o tesão gostoso ao chupar a língua de meu tio. Ligamos novamente a água e nos refrescamos novamente. Saímos usando só shorts, fomos até o boteco da esquina e almoçamos embaixo do toldo do estabelecimento voltando para "nossa" casa. Durante o almoço, Luiz tomou três branquinhas e uma cerveja e assim que chegamos, ele tirou o shorts e deitou na cama, assim que percebi que ele estava dormindo, tirei a única peça de roupa que estava vestindo e deitei ao lado dele sentindo seu corpo junto ao meu, não consegui me conter, passei a bolinar naquele pintão maravilhoso que aos pouco foi crescendo, endurecendo, me hipnotizando e quando eu já estava excitado ouvi: "Coloca a boca nele". Luiz tinha acordado e aquelas palavras eram só o incentivo que eu precisava. Abri a boca e sem pestanejar engoli o que deu e ele falou: "Chupa, chupa gostoso, minha pica está querendo gozar na sua boquinha macia". Eu estava desesperado, mas ainda com juízo suficiente para não ter a boca estuprada, segurei firme naquele cilindro impedindo que minha boca fosse mais para baixo, passei a baixar e levantar a cabeça, usando só meus instintos, em muito pouco tempo, eu estava babando, gemendo e chupando com uma voracidade de profissional e recebi aqueles jatos de leite na boca. Luiz voltou a dormir deixando-me com o cu piscando e muita vontade de ser arrombado. Naquele instante me conscientizei, mamãe tinha razão, eu já era veado, só não sabia. Luiz acordou . esticou o braço e me puxou para sua cama, fazendo-me deitar de ladinho e passou a acariciar meu reguinho com seu pau não tão duro quanto antes, mas ainda assim uma delícia, meus hormônios entraram em ebulição sentindo aquela sensação extraordinária e levei minha mão a meu cacetinho e mal toquei nele, gozei como uma putinha choramingando de tanto tesão, o que estimulou o macho cuja ereção voltou a ser plena. Luiz levantou, colocou-me de joelho ao lado da cama, dobrou meu corpo sobre ela e puxou meu quadril para cima, eu estava certo que seria arrombado naquele instante, mas o comedor abriu minhas nádegas e enfiou a língua em meu cuzinho que até então só tinha levado aquela dedada, surpreendido, gritei de prazer e meu quadril passou a rebolar enquanto meu cuzinho era devorado, agarrei o travesseiro e passei a curtir aquela delícia e quando estava doidão, repentinamente senti aquela dor insuportável fazendo-me voltar a realidade, sem folego e vendo estrelinha, passei a chorar e pedir: "Tira, tira, eu não estou aguentando, está doendo muito... tira só um pouquinho, seu pau é muito grosso para o meu cuzinho". Mas parecia que quanto mais eu implorava, mais Luiz ficava excitado e enterrava aquela trolha monstruosa em mim. Senti que seu corpo estava junto ao meu e deduzi que tinha entrado até o talo e meu comedor deu uma parada. Para tentar diminuir a dor tentei fazer meu cuzinho piscar, mas era impossível eu estava alargado ao máximo e o empalador começou a movimentar devagarinho enquanto eu me contorcia, sentindo nascer uma coisa gostosa quando tomei os primeiros tapas na bunda, esqueci a dor no cu e recebi jatos de porra bem no fundo do canal, nossa que sensação gostosa. Querendo que aquele instante fosse eterno, implorei para meu macho continuar me fodendo.
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Comentários (1)
Marly: Mãe sempre sabe, descobri que meu filho era gay muito antes dele descobrir
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