#Gay #Teen

Fiquei pagando para o novinho me comer e achei barato

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Ramon

Depois de algum tempo, ALEX só vinha me comer mediante remuneração... novinho safado mas gostoso, eu pagava sem reclamar

O meu esquema com ALEX surgiu de forma inesperada. Ele, com 16 anos, voltava da escola para casa e ficava sozinho até perto do final da tarde, quando a mãe dele vinha do trabalho. Um dia, na hora do almoço, ele bate na porta do meu apartamento com algo na mão e eu estranhei, pois eu conhecia ele e os pais de passagem, de cumprimento no elevador, nada demais, jamais para imaginar do que se tratava.

- Oi, falei
- Cara, por acaso você tem micro-ondas? Posso usar? O de lá de casa queimou agora
- Ah, claro, entra aí

Ele agradeceu de forma educada, mostrei onde era e liguei o aparelho.

- Não tem ninguém no andar! Até DONA MARIA (vou chamar assim a vizinha do lado dele e que era conhecida dele) não está, tive de apelar para você
- Sem bronca, eu fico de home office e pode chamar no que precisar
- Venho para jogar GTA nesse PS5, falou olhando para um aparelho em cima da mesa
- Infelizmente, não é meu e vai para o conserto, para depois ir para o dono, um primo meu. Mas fique à vontade para outras coisas, falei percebendo a cara de safado de ALEX e principalmente o volume na calça dele (ele já tinha colocado um calção que destacava o volume)
- Só se for para ver filme de putaria ah ah ah
- Uma boa ideia, se você pudesse assistir porque "criança" não pode, eu disse já gostando do rumo da conversa
- Eu posso até fazer e muito mais posso assistir
- Gostei da resposta. Vamos assistir a um filme agora, então, come uma maça ou uma banana ali para matar a fome depois você almoça
- Banana só a minha ah ah ah
- Ainda que seja pequena a sua banana, você está certo, tem de defender o que é seu
- É quase um bananão
- Ah ah ah, come a maçã que você está delirando de fome

Ele comeu uma maçã e voltou ao assunto da banana, até porque percebeu que eu conversava com ele mas dava uma olhada para o calção dele. Dizia que "a banana dele não era pequena”. “Só acredito vendo”, disse fazendo uma cara que já entregava tudo. “Pode pegar”, falou ALEX já com o calção abaixado e a pica já ativa mas ainda não dura.

- Menino, é um banana e tanto, falei mostrando surpresa e felicidade, pois o pau dele era grande e bem bonito
- Deixa ele duro para ver, insistiu ALEX

A gente estava na cozinha e fui fechar a janela da sala, para evitar sermos vistos e voltei com cara de espanto pois a rola dele já estava dura. “É um tarado mesmo, vou só verificar se é de verdade mesmo”, falei meio mocinha e com cara de putinha ao pegar na rola dele e começar a punheta em ALEX. “Que rola bonita, ela é gostosa?”, perguntei. “Tire a dúvida”, ele respondeu e eu caí de boca, uma delícia, o pau dele deveria ter uns 16cm, meio grosso daquele tipo que não é roliço (a foto abaixo é da internet, parece muito com o pau dele, só que o de ALEX não é tão grande). Ele contraía a rola, eu sentia na boca e olhava para ele mostrando alegria. “Deixa eu comer seu cu”, pediu ALEX enquanto me dava umas tapinhas na cara. Fui na frente puxando ALEX pela rola, eu já estava sentindo o gostinho do líquido salgado antes da porra, a rola já estava “chorando”.

- Vai devagar e com carinho, ouviu, seu tarado?, disse tirando a roupa de costas para ALEX, balançando a bunda para ele, botando gel no cu para ele ver, passando gel no pau dele e perguntando também como ele queria me comer
- Fica de quatro, disse ele

Fiz o que ele mandou e encostei minha cabeça no travesseiro olhando para o lado onde tem um espelho, levantando bem o rabo; vi ALEX e sua rolona se preparando para enfiar. Ele pincelou e começou a enfiar, bem devagar como eu pedi. Senti aquele cacete quente me alargando, balancei a bunda e fazia chiados e dizia “ishhhhhhh, vai devagar, roludo, que pau gostoso, enfia vai”. ALEX ria o riso dos ativos que dominam os passivos. Ele também olhava para o espelho para se ver me comendo, enquanto eu olhava e fechava os olhos, mostrando tesão e dizia baixinho “come, vai, fura sua putinha”. ALEX me dava tapas na bunda e avisou quando já tinha começado a gozar, senti a contração do cano soltando porra no meu cu. Olhei para o espelho e trocamos olhares, eu rindo e agradecendo. ALEX puxou o pau e fiz questão de “peidar o leite” para ele olhar. Eu me virei e gozei me masturbando na frente de ALEX.

Almoçamos juntos e ele me comeu de novo antes de voltar para casa. E ficou me comendo quase todos os dias de semana no mesmo esquema: chegava da escola, tomava banho, vinha com o prato lá para casa e me comia. Mesmo quando eu fazia um almoço para ele, ALEX deixava a comida na minha casa, para a mãe não notar. Ele adorava ficar sentado numa poltrona na sala e eu de costas para ele vinha me sentar naquela rola, que meu cu já acostumado engolia com facilidade.

ALEX uma vez reclamou que estava sem dinheiro para ir para o cinema com os amigos e é claro que eu dei esse dinheiro; ele reclamava, eu dava dinheiro. E aí ALEX começou a não vir me comer, inventava tarefas, problemas, até que, com a cara mais limpa do mundo me disse que “poderia ser mais disponível se eu o ajudasse”. Nem terminou a frase e eu entendi. “Vai virar garoto de programa, tarado safado, mas eu pago por essa rola” (na época acho que nem se falava em “job”) e assim eu sempre pagava a ALEX para comer – e ainda assim gostava muito, pois o valor não era significativo e ALEX cumpriu suas obrigações de macho ativo. Às vezes ele escapava no final de semana e vinha me comer.

Depois de um tempo ele arranjou uma namorada, eu também comecei a me relacionar com outra, e mesmo assim continuamos trepando, apenas com uma frequência bem menor até o tesão acabar e cada um seguir seu caminho.

(foto retirada de: https://pornogaybrasileiro.com/wp-content/uploads/2021/01/Fotos-de-rola-grande-homem.jpg)

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