#Teen #Virgem

O Dealbar de Mimi

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AldaAldo

Uma ninfeta de 14 anos sente desejos e não como nem com quem os saciar, até que se decide abrir com o professor de Matemática

Mimi - uma ninfeta de 14 anos, loira, pele branca, maminhas durinhas em forma de pera que se salientavam, pernas esguias, bem torneadas – dava passos largos e parecia ansiosa. Os pais notaram o comportamento da jovem, que andava nervosa. Antes de se deitar, tomava uma ducha prolongada. “Menina, vai dormir ai?”, perguntava-lhe a mãe, tal era a demora da jovem debaixo do chuveiro. O que a mãe não sabia é que Mimi, apelido que preferia ao seu nome de batismo, Maria da Glória, procura acalmar-se na água fria, antes de se enrolar no lençol e desesperadamente colocar uma almofada entre as pernas roçando a bucetinha, quase lisa.
Mimi, sentia umas vontades no corpo que não entendia, só lhe apetecia roçar-se no fresco dos lençóis de algodão, e como entender aquele ardor entre as pernas, que só conseguia alguma calma quando se esfregava forte na almofada, mesmo usando calcinha, às vezes o furor era tal que a xaninha ficava meio rosadinha ou até vermelhinha. “Todo este furor, será porque já menstruo?”, questionava-se. A menarca tinha-lhe surgido aos 13 anos, e já se habituara aos ciclos menstruais, e reparara que de certo modo, nos dias da menstruação, cerca de 5 dias que durava, não sentia tanto aquele furor, algumas dores sim, mas aquele frémito que sentia pelo corpo a dentro, que na verdade era tesão e ainda não sabia. Sua mãe, D.ª Manuela, lhe explicara o ciclo da ovulação e tocara até em relações sexuais. “Filha é natural, e todos gostamos, é natural, o que é natural é não se gostar e tanto faz ser com menino como menina, tu vais querer e deve liberar”, disse D.ª Manuela garantindo-lhe que “a virgindade não deve ser segurada”. “Tu perdendo o cabaço vira mulher e senhora de si, isso só dói um pouquinho na primeira vez, faz com carinho, depois tu vai é querer, eu e seu padrasto é como é, e com seu pai foi sempre gostoso, e quem tirou meu cabaço foi um tio porque eu estava querendo tinha a tua idade, 13 anos, e ainda nem tinha tido a menarca, em mim veio mais tarde”, disse-lhe D.ª Manuela.
Mimi pensava nestas palavras, mas não sabia como fazer nem com quem. Ela gostava de alguns rapazes, mas não se via nua com eles, mas aquele fogo queimava-a por dentro. Mimi esfregava-se cada vez mais e às vezes inconscientemente, na aula, enfiava a mão e bolinava por cima da calcinha o grelinho.
O nervosismo notava-se cada vez mais, um professor chamou-a de desatenta, e quis falar com ela. Era o professor de Matemática, onde era aluna regular sem sobressaltos, ela ficou preocupada, mas a conversa rolou depois da aula.
- Glorinha, você me tem parecido distraída, que se passa?
- Nada, professor, foi um dia, não repito.
- Não foi um dia, você anda assim há mais de duas semanas, passa-se alguma coisa na sua vida pessoal? Pode abrir-se comigo, problemas com os pais? É o namorado?
- Nada não, professor antes fosse.
- Antes fosse como assim, seus pais estão bem? Você namora...
Mimi viu-se numa saia justa, e nervosa como andava, acabou tentando um ombro amigo. Ela era muito reservada e não se abria nem com as coleguinhas, daí talvez a sua dificuldade em resolver seu tesão, pois todas elas já tinham suas experiências, na verdade na sua classe não restava uma cabacinho, apenas ela, já menstruava e surgiam os primeiros pintelhinhos loirinhos e macios. Abriu o jogo com o professor.
- Sabe, professor, eu ando sentindo coisas em mim, tipo uns choques no meu corpo, e sinto-me ansiosa, sem perceber o quê.
O professor riu, passou-lhe a mão pela cabeleira loira que era seu orgulho, e colocando a outra mão na sua disse-lhe:
- Menina, tu está virando adolescente, quase mulher, seu corpo está pedindo atenção e carinho de alguém, tu não namora como as suas coleguinhas?
- Não professor, nunca nada, eu estou virgem, sou cabacinho ainda, pode?
- Tem de ir com calma sem pressas, mas se tu já sente esse fogo todo, choques no corpo, diz você, tem de procurar alguém que compreenda e trate desse assunto que é normal, e não faz bicho de sete cabeças, convém homem com experiência, talvez….

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