Gordinha safada e muito tesuda
Eu sempre fui o cara mais na dele, daqueles que prefere ficar em casa maratonando série do que se enfiar em balada cheia de gente suada. Mas naquela noite em Boa Viagem, Recife, resolvi dar uma chance pro social. Meu amigo insistiu: “Vai, mano, tem mulher pra caralho na festa do Marco Zero, tu vai curtir”. Eu fui, sem muita expectativa. Mal sabia que ali, entre luzes neon e som alto, minha vida ia virar de cabeça pra baixo.
Resumindo tudo pra vocês entenderem o fogo que pegou: eu descobri minha tara mais louca por mulher gordinha, conheci uma morena deliciosa chamada Vanessa, trocamos olhares, beijos quentes na frente de todo mundo, saímos direto pro motel na BR-101, e passamos a noite inteira metendo sem parar – buceta, cu, tapa na bunda, uns peidos safados dela de tesão, gozadas gritadas e muito mais. Foi a foda mais intensa da minha vida, e agora tô viciado em contar essas aventuras. Se quiser acompanhar as próximas, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Vem comigo que o bagulho fica cada vez mais quente...
Tudo começou quando entrei no salão lotado. As minas magrinhas dançando rebolado perfeito passavam por mim e eu sentia... nada. Zero tesão. Meus amigos babando, falando “essa eu como hoje”, e eu só pensando: “cadê o que me faz subir de verdade?”. Até que meus olhos travaram nela.
Vanessa estava encostada no bar, rindo com duas amigas. Vestido preto coladinho esticando nas curvas, barriga macia aparecendo um pouquinho na cintura, peitos enormes quase saltando do decote, coxas grossas se esfregando enquanto ela mexia o quadril no ritmo do pagodão. A bunda... meu Deus do céu, uma bundona redonda, pesada, balançando a cada passo. Meu pau acordou na hora, latejando dentro da calça jeans. Pensei: “Caralho, é isso que eu quero. Quero meter nessa carne toda, ver essas dobrinhas tremendo enquanto eu socava”.
Respirei fundo, tomei coragem e fui. Cheguei perto, sorriso de canto.
— E aí, gata, tá curtindo a noite?
Ela virou, me mediu de cima a baixo, sobrancelha arqueada.
— Tô sim, e tu? Veio sozinho ou tá caçando alguém?
— Tô caçando, sim. E acho que acabei de encontrar.
Ela riu, balançou a cabeça.
— Tem certeza, meu bem? Olha bem pra mim, eu não sou qualquer uma não.
Eu me aproximei mais, voz baixa no ouvido dela.
— Foi exatamente por isso que meu pau endureceu só de te ver. Quero te conhecer melhor... bem melhor. Tô louco pra te levar pra algum lugar e te comer inteira, sem frescura.
Ela ficou quieta uns segundos, olhos brilhando. Depois sorriu devagar, safada.
— Tu fala sério mesmo, né? Então prova. Me beija aqui na frente de todo mundo.
Não esperei segundo pedido. Puxei ela pela cintura, colei a boca na dela. Língua quente, molhada, ela chupando minha língua com vontade, gemidinho baixo escapando. Minhas mãos desceram pras nádegas, apertando forte aquela carne macia. Ela rebolou contra minha ereção, sussurrando:
— Tá sentindo como eu tô molhada só com esse beijo?
Saímos de mãos dadas, as amigas dela anotando meu número rapidinho. No carro, já abri as pernas dela, meti dois dedos na calcinha rendada. Buceta quente, mel escorrendo, clitóris inchado. Ela gemia alto, rebolando no banco.
— Ai, porra... mete mais fundo, vai...
Abriu minha braguilha, pegou meu pau duro e começou a chupar. Boca gulosa, língua rodando na cabeça, engolindo até a garganta. Eu quase gozei ali mesmo, mas segurei.
Chegamos no motel rapidinho. Quarto com espelho no teto, cama enorme. Tirei a roupa dela devagar, curtindo cada pedaço. Peitos pesados caindo, bicos escuros durinhos. Chupei com força, mordiscando, enquanto minha mão descia pra xota gordinha, lábios grossos abertos, molhada pra caralho. Dei um chupão forte no clitóris, ela gritou:
— Caralho, vai, chupa tudo!
Ela gozou tremendo, coxas apertando minha cabeça, um peidinho escapou de tesão, cheiro quente e safado enchendo o ar. Isso me deixou louco. Virei ela de quatro, exatamente como imaginei na festa. Aquela bunda enorme aberta na minha frente, buraco do cu piscando, buceta pingando.
Passei a língua no cuzinho primeiro, lambendo devagar, sentindo o gosto salgadinho. Ela empinou mais.
— Mete no cu, vai... quero sentir tu me arrebentando.
Lubrifiquei com a baba dela, coloquei devagar. Cabeça entrando, ela gemendo de dor e prazer misturado.
— Ai, devagar... tá doendo gostoso...
Quando entrei todo, segurei as nádegas com força, comecei a socar. Carne batendo, barulho alto, ela gritando:
— Bate na bunda, porra! Me chama de safada!
Dei tapas fortes, bunda ficando vermelha. Puxei o cabelo, meti mais fundo. Ela pediu:
— Agora na buceta, bate na cara enquanto mete!
Virei ela de frente, pernas abertas, meti tudo na xota melada. Dei uns tapas leves no rosto, ela gozando de novo, olhos revirando.
— Tô gozando, caralho... goza dentro de mim!
Gozei jorrando, enchendo ela. Ficamos ofegantes, suados. Ela riu, voz rouca:
— Nunca tomei uma surra de pau tão boa. Tu é foda, hein?
— E tu é a mulher mais gostosa que já peguei. Quero mais, Vanessa. Quero te comer de novo, te fazer gozar até não aguentar andar.
Ela sorriu, nua, pernas ainda abertas.
— Então vem... a noite tá só começando.
Transamos mais três vezes. No banheiro, contra a parede, eu metendo por trás enquanto ela se apoiava no espelho. Na cama de novo, ela cavalgando, peitos balançando na minha cara. E de ladinho, eu metendo devagar no cu enquanto chupava o pescoço dela.
De manhã, saímos do motel de mãos dadas, ela mancando um pouco, sorrindo safada.
— Me chama quando quiser repetir, tá?
Pode deixar. Essa foi só a primeira aventura. Tem muito mais vindo por aí, cada vez mais pesado, mais sujo, mais gostoso.
Quer saber o que rolou depois? Onde eu encontro essas gostosas? Como elas gemem quando eu meto forte? Então fica ligado, comenta aqui embaixo o que tu achou dessa noite, manda ideia pro próximo encontro. Pra achar mais das minhas putarias, é só procurar: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026.
Tô esperando teu comentário, safado. Vem que o bagulho esquenta mais ainda...
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