Minha prima virou uma cadela depois da primeira vez
Minha prima Klara é um ano mais velha que eu. Sempre foi a típica boa menina, estudiosa, dedicada na igreja, prestativa dentro de casa, uma garota perfeita. Para além disso, ela foi minha primeira em tudo. Tudo mesmo.
Me deu o primeiro selinho, o primeiro beijo de língua e, mais tarde e já maior, minha primeira transa.
Eu descreveria essa trepada com detalhes, lembro de cada segundo da nossa primeira vez. Apesar de desajeitado e afogado, consegui durar para fazer ela sentir prazer e isso, para mim, já era uma vitória.
Em todo caso, a primeira vez é quase insignificante na nossa história, o que veio depois me chocou de certa forma, mas fez de mim o cara mais sortudo do mundo.
Só para contextualizar: Klara é sobrinha da minha mãe, filha de sua irmã. Por conta da união delas, nós dois sempre convivemos quase que diariamente um com o outro. Como eu disse, ela era uma menina muito tranquila, apesar das nossas safadezas juvenis.
Dois dias após nossa primeira transa, no meio da tarde, recebo uma mensagem dela.
"Primo, tá na faculdade?"
"Tô sim, Klara. Aconteceu alfo?"
"Não. Tá tudo bem. Você tá na sala?"
"Estou sim. Tá tudo bem mesmo?"
"Claro. Só uma dúvida, você consegue sair rapido daí e ir para o banheiro?"
Eu estava sem entender nada, Klara era de conversar diariamente comigo, mas dessa vez estava meio estranha.
"Agora não. Tô tendo aula de um conteúdo importante."
Primeiro, veio um emoji de joinha. Dois minutos depois, uma foto dela peladinha na cama.
Meu chão sumiu, engoli seco e não sabia se lambia a tela ou se corria pro banheiro. Abaixei rapidamente o celular e a respondi:
"Meu Jesus amado. Você é uma delícia prima. Mas podia ter avisado kkk"
"Eu tentei. Você não quis sair."
Eu abaixei a cabeça e fiquei uns segundos admirando ela, então bloqueei o celular e fui até o banheiro, com subsequentes notificações de mensagem atiçando minha curiosidade.
Quando parei para olhar, ela tinha soltado tudo:
(Primo, minha bucetinha tá tão melada; Tô com vontade de mamar sua pica gostosa; bem me foder, vem?; Tô enlouquecendo de tesão;)
Eu li tudo já de calça arriada no box do banheiro. Aproveitei e mandei um vídeo me masturbando para ela, que retribui com um.
"Massageia devagarzinho, primo. Mas não goza. Guarda sua porra pra mim."
Como eu disse, minha prima tinha seus momentos de safadeza comigo, mas mesmo antes de transarmos não era nesse nível. Perder a virgindade havia mudado ela, na minha opinião, pra melhor.
Fiz do jeito que ela pediu, gravei até um vídeo guardando o pau duro nas calças.
"Nossas mães vão no shopping mais tarde. Vem aqui em casa que eu vou estar sozinha."
Assim eu fiz. Quando cheguei em casa minha mãe se preparava pra sair. Corri e me banhei, passei perfume, peguei camisinhas e a esperei ir para a casa da minha prima. Chamei um Uber na sequência e cheguei lá pouco depois de as duas saírem.
Ao abrir o portão, minha prima me puxou para dentro e agarrou meu pescoco, num beijo quase desesperado de tesão. Fomos aos amassos até o quarto dela, tiramos as roupas rapidamente e voltamos a nos agarrar, agora sem nada nos impedindo.
Meu pau melado relava em sua barriga, as vezes ela erguia o peso do corpo para que roçasse em sua bucetinha.
- Me fode, primo. Mete em mim. Agora.
Eu nem titubeei. A coloquei de pernas abertas e de costas e enterrei o pau nela. Sinceramente, até lembrei da camisinha, mas se ela não pediu, não precisava né?
A primeira estocada foi deliciosa, a putinha gemeu de prazer e enterrou as unhas em mim. Na sequência, comecei a meter com toda a força que tinha, arrancando dela os gemidos mais profundos.
Apesar de ser a segunda transa de sua vida, Klara não reclamava da força, gemia intensamente e pedia mais. Eu nem sabia que conseguia me controlar tanto, ia metendo no ritmo que ela impunha, me controlando e desfrutando.
- Você... gozou... mais cedo, primo?
- Não. Guardei pra voce.
- Que bom. Eu gozei, sabia? Hmmm...
- Gozou, putinha?
- Hmm... gozei... imaginando sua porra dentro de mim... enche minha bucetinha, primo.
Eu quase gozei nessa hora, mas queria tentar algo novo. Num movimento rapido, tirei meu pau de dentro dela e a virei de bruços. Seu rabo lindo ficou empinadinho e admirei fixamente meu pau entrando em sua bucetinha rosada por trás.
Mais um gemido intenso enquanto eu metia. Enterrei e comecei a fodê-la sem dó outra vez. Agora, apertava e estapeava sua bunda linda, arrancando delas gritinhos deliciosos.
Foram minutos deliciosos de foda, vendo ela se contorcer e sentindo sua buceta piscar no meu pau. Ela gozou umas duas vezes, até chegar mimha vez.
Segurei firme sua cintura e enterrei o mais fundo que consegui, ficando parado enquanto despejava minha porra dentro dela.
Klara olhava pra mim sorrindo, claramente satisfeita com aquilo.
Quando terminamos, ela nem quis ir se lavar. Ficava lambendo os dedos melados com meu sêmen, rindo e conversando sobre como tinha gostado daquilo.
Não sei se pro resto do mundo mas, para mim, ela tinha virado outra mulher. Uma puta safada no sentido mais legítimo da palavra. E as coisas com ela esquentariam ainda mais...
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