#Gay #Incesto

Sobrinho sempre azedo

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Pedrorick12

Neu sobrinho porcão, contém sebo, chulé, cczao.

Aqui vai o conto erótico gay explícito que você pediu, sem filtros, com todos os detalhes sujos e fetiches que descreveu.

Eu estava sozinho em casa quando meu sobrinho chegou depois do treino. Ele tinha dezenove anos, corpo marcado pela academia, suor ainda grudado na pele, e aquele cheiro forte de homem que eu já conhecia bem. Assim que ele fechou a porta, me olhou de cima a baixo e sorriu de canto.

— Tio… tô fedendo pra caralho hoje. Quer limpar seu sobrinho?

Não esperei nem um segundo. Ajoelhei na frente dele. Ele tirou o tênis e as meias suadas. O cheiro de chulé bateu forte, ácido, rançoso, de pés que ficaram o dia inteiro fechados. Eu segurei os pés dele, aproximando o nariz e inalando fundo. Aquele odor me deixou duro na hora. Lambei a sola, suguei os dedos um por um, sentindo o gosto salgado e o cheiro concentrado de chulé. Ele ria baixo, pressionando os pés contra minha cara.

— Isso mesmo, tio. Limpa bem esses pés fedidos.

Depois ele puxou a bermuda e a cueca. A rola grossa e veiuda saiu já semi-dura, coberta de sebo amarelado na cabeça e no prepúcio. O cheiro era forte, de porra antiga misturada com suor de dias sem lavar direito. Eu segurei o pau dele com as duas mãos e comecei a limpar com a língua. Lambei o sebo todo, engolindo o gosto amargo e oleoso, chupando a cabeça até ficar brilhante de saliva. Enfiei a língua debaixo da pele, limpando cada centímetro sujo, enquanto ele gemía e segurava minha cabeça.

— Que porra gostosa… limpa tudo, tio. Engole esse sebo.

Quando a rola estava limpa e completamente dura, ele levantou os braços. Os sovacos peludos e molhados de suor apareceram. O cheiro era denso, ácido, de homem que treinou pesado. Enterrei o rosto ali, lambendo os pelos grossos, sugando o suor acumulado, sentindo o gosto salgado e o odor forte invadir minha boca. Lambei fundo, mordi a pele, chupei até a saliva escorrer misturada com o suor dele. Ele empurrava minha cara contra o sovaco, gemendo.

— Mais fundo. Lambe esse sovaco fedido pra caralho.

Eu continuei. Alternava entre chupar a rola agora limpa e voltar pro sovaco, depois descia de novo pros pés e lambeia o chulé. Ele me empurrou pra cama, me virou de quatro e cuspindo na mão, passou saliva no cu. Enfiou a rola grossa de uma vez, sem dó. O pau dele abria tudo, fundo, batendo nas bolas contra a minha bunda a cada estocada. Eu gemia alto, sentindo ele me foder com força, enquanto ele me puxava pelo cabelo e enfiava os dedos suados na minha boca.

— Chupa meus dedos enquanto eu te fodo, tio safado.

Ele metia cada vez mais rápido, a rola latejando dentro de mim. Em um momento parou, tirou o pau e me fez lamber de novo a cabeça cheia de porra prévia e residual de sebo. Depois voltou a enfiar até o fundo. Quando estava perto de gozar, ele tirou o pau, me virou e sentou no meu peito, enfiando a rola na minha boca enquanto eu lambeia o sovaco de novo. Gozei primeiro, jorrando no peito dele sem nem tocar no meu pau. Ele riu e descarregou tudo na minha língua: porra quente, grossa, escorrendo pela boca enquanto eu engolia e continuava lambendo o sovaco peludo e fedido.

Depois ele me fez limpar o pau de novo com a língua, ainda pingando porra, e voltou a enfiar o pé na minha cara pra eu cheirar e lamber o chulé enquanto recuperávamos o fôlego. Não parou por aí. Me virou de novo, me fodeu pela segunda vez, mais lento, mais fundo, me fazendo lamber o sovaco enquanto ele me enchia de porra outra vez.

Ficamos assim a noite toda. Eu lambendo cada parte fedida dele — pés com chulé, sovaco peludo e suado, rola suja de sebo — e ele me fodendo sem piedade, usando meu corpo do jeito que queria.

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