#Gay #Grupal #Voyeur

A cidade da Peluria

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Pedrorick12

Contém sebo, chulé, merda e muita putaria

Na cidade de Pelúria, o ar era sempre quente e pesado de suor, sebo e cheiro de homem. Aqui não existia pudor. Nas ruas, nos ônibus, nos mercados, nos parques… todo mundo fodía. Homens novinhos e magros, todos eles, do peito aos pés cobertos de pelos densos, com matagais de pentelhos pretos e grossos que escorriam sebo amarelado e gorduroso. As rolas eram longas, veias saltadas, cabeças brilhantes de porra e sebo acumulado, sempre meio fedidas, sempre prontas.

No centro da praça principal, dois novinhos magros se comiam abertamente. Um, alto e esguio, peito peludo e barriga lisa coberta só de pelos finos molhados de suor, tinha o sovaco preto e rançoso. Quando levantava o braço, o fedor ácido batia no nariz de quem passava. O outro, mais baixo e magro, ajoelhado, cheirava fundo o sovaco enquanto mastigava a rola seborrenta do alto. A cabeça brilhava de sebo amarelado, o cheiro de queijo rançoso misturado com o chulé dos pés descalços do alto, que pisava no chão quente. O mais baixo chupava com vontade, lambendo o sebo que escorria pelos pelos do saco, engolindo aquele gosto azedo e gorduroso.

Mais adiante, num banco de praça, três novinhos magros e peludos formavam uma pilha. Um deitado de costas, pernas abertas, a bunda peluda e o cu rosado entre o matagal de pentelhos. O segundo enfiava a rola fina e longa, mas bem sebosa, nele, fazendo barulho de sucção molhada, enquanto o terceiro se sentava no rosto do de baixo. O cu do de cima já estava sujo: merda mole e quente escorria pelos pelos do saco e pingava na boca do de baixo. O novinho engolia sem hesitar, lambendo a merda que saía junto com a porra, o gosto amargo e o fedor forte de fezes misturado ao chulé dos pés sujos que ele mesmo cheirava entre as chupadas. O sovaco do cara que sentava no rosto ficava colado na testa do de baixo, liberando aquele odor ácido e azedo de suor acumulado há dias.

Ninguém se importava. Só homens novinhos, magros, suados, fedidos e sempre com o pau duro, sebo brilhando nas glans, pentelhos embaraçados de porra e merda. Nos ônibus, os passageiros se comiam em pé. Um motorista magro e peludo dirigia com uma mão no volante e a outra enfiada no cu de um novinho que se inclinava sobre ele, a bunda fedida de merda fresca, enquanto o passageiro chupava o sovaco rançoso do motorista e mastigava os pelos molhados. O cheiro de chulé subia dos pés descalços que se esfregavam um no outro no chão do ônibus.

À noite, no parque, a orgia era ainda mais suja. Novinhos magros se ajoelhavam em fila para chupar rolas cobertas de sebo e residual de merda. Um cara esguio e peludo se agachava, abria a bunda e cagava direto na boca de outro, que engolia a merda quente enquanto masturbava a própria rola sebosa, o sebo escorrendo pelos dedos e misturando com o cheiro de sovaco que o primeiro esfregava no rosto dele. Os pelos do cu ficavam sujos, e o novinho de baixo lambia tudo, engolindo pelos e merda juntos, o gosto forte e o fedor inebriante.

Em Pelúria, o prazer era isso: rolas longas e sebentas, corpos magros cobertos de pelos, sovacos fedidos, pés com chulé forte e, quando a vontade batia, merda quente e mole escorrendo entre as bocas e os cus. Ninguém lavava, ninguém se envergonhava. Sexo, sebo, pelo, fedor e merda. Todo dia. Toda hora.

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