O mestre de obras, meu chefe
Meu bairro tem um monte de construções, era um bairro novo, com poucas casas prontas, mas com muitos machos fortes para eu homenagear
🥴✊💦
Saímos de uma cidade de médio porte para uma cidade praticamente 100x menor. Nova cidade, novos amigos e novas aventuras.
Meu nome é Junior, tenho 15 anos. Branco, com corpo cheinho, mas longe de ser obeso e sem nenhum pelo nas pernas ou barba.
Quem olhava pra mim jurava que eu era filhinho de papai, mas a verdade era outra.
No início foi difícil, não tinha ficante, amigo colorido, um brother, não tinha nada. Eu já tinha experimentado pica no cu e fica difícil ficar sem.
Com tantas construções no meu bairro, meu pai descolou um trabalho de servente de pedreiro pra mim.
Eles colocavam os serventes mais experientes nas construções que estava no início e os novos, que era o meu caso, para as que estavam só no retoques.
Com um ano de trabalho eu praticamente bombei.
Estava rabudo, braços com leves músculos e pernas com as batatas desenhadas.
E, obviamente, isso começou a chamar atenção. Nunca fui afeminado. Meu rosto e meu corpo trazia respeito.
O trabalho me deu mais "juízo", já não pensava em sexo 24h, é claro que eu dava meus pulos, mas não estava tão viciada em rola como antes.
Como eu já estava mais experiente eu fui colocado pra uma obra maior.
O Marcão seria meu mestre de obras . Marcão e um macho de 35 anos, branco, cabelos escuros, alto e de corpão de tirar qualquer um do eixo, nada exagerado, mas ele e perfeito.
Ele é peludão e faz questão de exibir seus pêlos com suas camisas regatas e com seus braços a mostra, ele tem cada músculo no lugar de forma muito natural. E esse era o seu charme.
Ele como encarregado era sempre exigente, mas nas horas de descanso ele se transformava e soltava piadinha com todos e coloca todo mundo para rir.
As brincadeiras envolviam sexo. Era sobre muito ou pouco sexo.
Aquele macho transpirava testosterona.
Certa vez todos foram para suas casas ou alojamentos e eu assim que cheguei em casa percebi que meu celular não está a na mochila.
Voltei pra obra e já estavam fechando tudo. O último deles estava na porta já fecha do tudo.
- Tem como eu entrar pra pegar meu celular? É rapidinho.
- Opa! Pode! O Marcão vai ficar aí. Vai chegar material e ele vai receber
- Obrigado.
Entre e fui direto para onde fica uma espécie de armário. Chegando lá vejo o Marcão deitado em um colchão, nu e tocando uma punheta com meu celular na mão..
- Caralho carinha! Não sabia que tu gostava dessas paradas..
Ele levantou e me mostrou a tela.
Caralho! Que macho era aquele. A rola dele estava tão dura que pairava no ar.
- Marcão, não é o que você está pensando
- A não? E esse cara sentando nessa pica desse macho é o que?
Ele chegou mais perto. O cheiro daquele macho era de deixar qualquer um doido
- E a coisa se passa numa obra, tu gosta de macho. Imo eu é ?
Ele se aproximou mais, agora estava por trás de mim. Ele me mostrava o vídeo.
- Ta doido pra dar o cuzinho desse jeito né viado?
Assim que senti a respiração dele eu senti aquele arrepio que até às forças das pernas vão. E no impulso me segurei nas pernas dele
- Calma garoto, nem te toquei porra.
Ele foi no meu ouvido de novo
- Gosta de macho então? Me diz.
- Marcão, eu não sei o que dizer.
- Só responde porra! Gosta de macho?
- Gosto, mas não conta pra ...
Ele veio pra minha frente.
- E gosta de macho como eu é?
Eu só balancei a cabeça.
- Não conta a nin...
- E porque eu contaria? Quem come calado cone mais
Eu não estava acreditando no que eu tinha ouvido ainda.
- Pega na minha rola vai. Tô precisando de um trato.
Eu podia sentir o calor daquele macho na minha frente.
- Pega caralho!
E que rola viu. Ali de pertinho, grossa, da mesma grossura da cabeça a base. Aquela rola estava tão dura , nas tão dura que pegava fogo, muito quente.
- Isso! Pega viado! Bate punheta pra teu macho.
Eu já não aguentava mais segurar meu tesão e apertei o foda-se.
Eu comecei a alisar aquele macho. Cada parte do corpo dele me atraia.
- Tesão de macho! Olha isso!
Uma mão na rola e a outra passava pelo corpão do Marcão.
- Viadinho mesmo. Olha isso! De rola dura , todo arrepiado
Quando eu fui chegando nas tetas dele eu salvei.
- Quer me mamar né safado? Hehehe
- Posso?
Ele só puxou a minha cabeça pra seu peito.
- Quer mamar teu macho é? Mama vai viadinho! Mama e desce pra pica, eu sei que tu quer mamar a minha pica também.
Ele não precisou pedir outra vez. Eu mamava aquelas tetas com fome, fome de macho.
- Caralho! Viadinho de responsa! Agora desde pra pica viado! Mama a rola do teu macho, mama!
A pica babava muito, o que era aquilo? Eu engolia cada gita.
- Isso viado. Já é experiente né ? Safado! Todo machão assim. Ninguem desconfia que é uma vagabunda .
Eu mamava a rola, as bolas, cheirava a virilha.
Quando ele viu que eu tava cheirando virilha colocou a perna encima de uma cadeira.
- Eu vou te ajudar. Cheira teu macho com gosto caralho! Isso! Cheira!
Eu me empolguei e passei a passar a língua na costura
- Que isso viadinho! Caralho!
Eu vendo que ele gostou fui direto pra o cu dele.
- Hehehe Viadinho danado esse! Mas pode mamar meu cu ! Mama! Isso! Mama o cu do teu macho.
Eu já estava quase gozando e ele percebeu.
- Para viado! Pode parar! Viado meu não goza só na punheta não.
Ele me pôs de quatro na cadeira .
Eu tentei falar, mas fui calado com a língua dele no meu cu.
- Ahaaaa Marcão! que saudade que eu tava disso!
- Aproveita moleque!
Eu me abri mais ainda.
- Que cuzinho apertadinho, delícia.
Ele começou a passar a cabeça da rola na entrada do meu rabo.
- Quer que eu neta pica quer? Quer viado?
- Quero ! Mete no meu rabo vai! Mete!
Ele passou a mão pela minhas pernas alcançando a minha rola de estava dura e babando
- Vou comer teu cu viado. Vou deixar ele aberto .
Te prepara.
Eu no meio dos gemidos .
- Mete vai! Mate porra! Mete no meu cu
Senti a cabeça tentando entrar e ele mordendo minha orelha.
- relaxa que vai vou e tentar minha puta! Relaxa.
- Marcão, tem camisinha?
- Puta minha e no pelo mesmo! Quan a graça chupar uma bala com plástico?
Rimos
- Mas é que pode sujar...
- Calma minha puta, eu sei o que sai desse buraco.
Com a piada eu ri e relaxei. A rola foi entrando.
- Porra Marcão! Ta entrando! Nossa! Aí meu cu! Aí meu cu caralhooooooooo
A rola entrou toda
- Caralho Marcão! Ta todo dentro !
- Fica quentinha putinha!
Ele passou andar beijinhos no meu pescoço e passava a língua pela minhas costas.
- Que delícia de rola! Pode meter Marcão! Mete no meu cu ! Meta com força !
Eu estava todo arrepiado.
- Todo arrepiado viado? Isso e tesão e ?
Eu só balancei a cabeça
Minha rola continuava dura e ele levou a mão e deu uma pegada. Ali foi o meu máximo.
- Mete com mais força! Arrebenta com esse cu Marcão! Mete mais!
- Que cu gostoso! Caralho! Caralho! Assim eu não vou aguentar.
- Caralho! Eu tô gozando Marcão! Eu vou gozar! Eu tô gozaaaaaaando .
Eu quando tô gozando começa a piscar o cu . Os caras que ne comeram sempre diziam isso.
- Ta mastigando minha pica caralho! Porra! Assim eu vou ficar louco viado
- Goza dentro vai! Goza dentro da tua putinha.
Ele ficou louco
- Toma leite viado! Toma leite porra! Ahaaaaaa! Caralhaooooooo! Que cu é esse? Toma ! Toma!
Ele me abraçou tão forte no gozo que fiquei tenho outro orgasmo ali mesmo .
- Ta gozando de novo viado? Te lascar! Hehehe
Ele desengatou do meu cu, a gala descia pelas minhas pernas e me pegou no braço. O chão estava todo lambuzado das minhas gozadas.
Ele me deitou no colchão e deitou junto comigo.
- Vamos descansar um pouco.
- Eu preciso ir pra casa
- Porra, esqueci que tu moça de casa ainda.
Rimos
- Vamos tomar um banho rápido e eu te deixo em casa
Como eu disse o Marcão sabia separar as coisas. Nada mudou no trabalho, mas portão fechado ele era meu macho e eu a putinha dele.
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